domingo, 26 de julho, 2026
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A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul deflagrou nesta terça-feira (2) a Operação Éris, que cumpre mandados judiciais contra integrantes de uma organização criminosa investigada por atuação em Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e São Paulo. Entre os municípios sul-mato-grossenses alvos da ação estão Rio Verde de Mato Grosso, Rio Negro e Rochedo.
Ao todo, estão sendo cumpridos 14 mandados de prisão preventiva e 36 mandados de busca e apreensão. A operação é conduzida pela Polícia Civil, por meio da Seção de Investigações Gerais (SIG) e do Núcleo Regional de Inteligência (NRI) de Nova Andradina, com apoio de unidades policiais de diversas regiões do Estado e de forças de segurança dos demais estados envolvidos.
As investigações tiveram início em 2024, a partir de informações obtidas durante a Operação Artus, realizada em dezembro de 2023.
Na ocasião, medidas judiciais resultaram na prisão preventiva de 34 integrantes de uma facção criminosa originária de São Paulo, que possuía ramificações em outros estados brasileiros.
Segundo a Polícia Civil, a análise do material apreendido permitiu identificar uma estrutura própria dentro da organização, composta por mulheres que atuavam de forma coordenada e hierarquizada.
De acordo com a investigação, o grupo possuía integrantes distribuídas em diferentes estados e desempenhava funções específicas dentro da dinâmica criminosa apurada.
Com o avanço das diligências, os investigadores realizaram o monitoramento e o mapeamento dos envolvidos, reunindo elementos que fundamentaram os pedidos de prisão preventiva e de busca e apreensão.
As medidas foram autorizadas pelo Poder Judiciário após parecer favorável do Ministério Público.

Além de Rio Verde de Mato Grosso, Rio Negro e Rochedo, os mandados também são cumpridos nos municípios de Nova Andradina, Ivinhema, Angélica, Campo Grande, Maracaju, Amambai, Corumbá, Aquidauana, Selvíria, Água Clara e Três Lagoas.
A operação também alcança cidades localizadas nos estados do Paraná, Santa Catarina e São Paulo.
Segundo a Polícia Civil, o nome da operação faz referência a Éris, personagem da mitologia grega associada à discórdia.
A escolha simboliza a ofensiva policial destinada a desarticular a estrutura investigada, especialmente o núcleo feminino identificado durante a apuração.
A Operação Éris segue em andamento e o balanço final das medidas cumpridas será divulgado após a conclusão da ação policial.
Polícia
Segundo a polícia, helicóptero foi visto em baixa altitude, sem plano de voo e com transponder desligado.
26 de julho de 2026
Dois homens, de 36 e 63 anos, foram presos neste sábado (25) após uma perseguição aérea na zona rural de Anhanduí, distrito de Campo Grande. Com eles, foram apreendidos 345,8 quilos de cocaína que, segundo os suspeitos, seriam levados para São Paulo.
A ação foi realizada por policiais militares do Departamento de Operações de Fronteira (DOF), com apoio da Coordenadoria-Geral de Policiamento Aéreo (CGPA).
Conforme o Departamento de Operações de Fronteira (DOF), a operação começou durante um patrulhamento na zona rural de Maracaju. Os policiais avistaram um helicóptero voando em baixa altitude, vindo da região de fronteira.
A aeronave Harpia, do DOF, foi acionada e localizou o helicóptero. Durante a perseguição, os policiais usaram uma câmera de alta resolução para identificar o prefixo da aeronave.
Em consulta aos órgãos de controle da aviação, os agentes constataram que o helicóptero estava com o transponder desligado e não tinha plano de voo registrado.
Ao perceber a aproximação da equipe policial, os ocupantes fizeram manobras para tentar escapar. No entanto, pousaram em uma fazenda em Anhanduí e foram presos.
Prefixo da aeronave estava adulterado
Durante a abordagem, os policiais descobriram que o prefixo do helicóptero havia sido adulterado com um adesivo para esconder a identificação verdadeira.
Na aeronave, foram apreendidos:
- 191,6 quilos de cloridrato de cocaína;
- 154,2 quilos de pasta-base de cocaína;
- sete celulares;
- um tablet;
- uma antena de internet via satélite Starlink;
- dinheiro em espécie.
De acordo com o DOF, a quantidade total de droga apreendida foi de 345,8 quilos.
Droga seria levada para São Paulo
Aos policiais, os dois pilotos disseram que foram contratados para transportar a carga de Bela Vista até o interior de São Paulo.
Segundo os pilotos, a aeronave foi carregada por homens armados em uma propriedade próxima à fronteira com o Paraguai.
Os suspeitos, o helicóptero e o material apreendido foram levados para a Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira (Defron), em Dourados.
g1 MS
Polícia
Motorista de 28 anos disse que receberia R$ 20 mil para transportar a droga de Campo Grande até Goiânia.
25 de julho de 2026
Um homem de 28 anos foi preso em flagrante na madrugada deste sábado (25) transportando 472,77 quilos de maconha escondidos na carga de um caminhão na BR-060, em Camapuã. A apreensão foi realizada por uma equipe policial durante a Operação Fronteira, após o motorista apresentar nervosismo e informações contraditórias sobre a viagem.
A abordagem ocorreu por volta das 00h40, no km 200 da BR-060, quando os policiais interceptaram um caminhão branco que seguia no sentido Bandeirantes/Camapuã.
Durante a fiscalização, o motorista demonstrou excesso de nervosismo e apresentou versões contraditórias sobre o local de embarque da carga lícita que transportava. Diante da suspeita, os policiais realizaram a vistoria no compartimento de carga e encontraram diversas caixas de papelão contendo tabletes de substância análoga à maconha.
Questionado pelos policiais, o motorista informou que foi contratado por uma pessoa desconhecida, por meio de contato telefônico, para transportar a droga de Campo Grande até Goiânia (GO).
Segundo o suspeito, ele receberia R$ 20 mil pelo transporte e já havia recebido R$ 5 mil como adiantamento.
Após a contagem, os policiais apreenderam 620 tabletes, que totalizaram 472,77 quilos de maconha.
O homem recebeu voz de prisão pelo crime de tráfico de drogas e foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Camapuã para os procedimentos legais. Conforme a equipe policial, foi necessário o uso de algemas para garantir a integridade física do preso e dos policiais durante a condução da ocorrência.