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Grupo é preso por simular pesquisa sobre vacina para coleta de dados em MS

Abordagens com promessa de pagamento via Pix levantaram suspeitas e levaram moradores a acionar a polícia

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22 de março de 2026

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CGNEWS

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Cinco pessoas foram presas suspeitas de participar de um esquema que simulava uma pesquisa sobre a vacina da dengue para coletar dados pessoais de moradores em Ponta Porã, a 313 quilômetros de Campo Grande. Entre os suspeitos estão uma idosa de 69 anos, três mulheres de 55, 56 e 57 anos, além de um homem de 44 anos.

A ocorrência foi registrada no bairro Manuel Padial Urel. Equipes da Polícia Militar, foram acionadas para atender denúncia de possível prática de estelionato e usurpação de função pública. A suspeita é que os dados seriam usados depois em outros golpes.

De acordo com boletim de ocorrência, uma testemunha informou que na quinta-feira (19), por volta das 14h, uma mulher se apresentou em um endereço, no bairro Jardim Ivone, como pesquisadora de uma empresa.

A abordagem incluía perguntas sobre a existência de crianças entre 10 e 14 anos na residência e convite para participação em uma suposta pesquisa sobre a vacina da dengue. A justificativa era atingir a meta de 75 entrevistas no bairro. Ao final, era prometido pagamento de R$ 30 via Pix.

Um detalhe levantou suspeita. A entrevistadora orientava que, caso a pessoa fosse questionada novamente sobre a participação, deveria responder que não e só depois explicar o motivo.

Na delegacia, outras testemunhas confirmaram abordagens semelhantes. Segundo os relatos, os suspeitos coletavam dados de crianças e adolescentes, como nomes, documentos, e-mails e chaves Pix.

Também há relatos de que alguns dos envolvidos se apresentavam como agentes de saúde e, em um dos casos, como integrantes do Governo Federal.

As versões sobre a origem dos entrevistadores também divergiam. Para alguns moradores, diziam ser de Campo Grande. Para outros, afirmavam ser de Dourados.

Outro ponto considerado irregular é que a suposta pesquisa não foi comunicada às prefeituras dos municípios onde estava sendo realizada.

Durante a abordagem, foram apresentados documentos indicando que a pesquisa teria como contratante uma empresa. Uma das envolvidas, que se identificou como coordenadora de campo, afirmou que o levantamento é de caráter qualitativo sobre o conhecimento da vacina contra a dengue. Ela negou ter se apresentado como agente de saúde e disse que as entrevistadoras atuam como freelancers, com treinamento formalizado.

Segundo a versão apresentada, o pagamento de R$ 30 via Pix era oferecido como incentivo, já que as entrevistas tinham duração entre 20 e 30 minutos.

Diante da repercussão e da desconfiança gerada, a Polícia Militar encaminhou os suspeitos, testemunhas e vítimas.

Em conversa com o Campo Grande News, o prefeito de Ponta Porã, Eduardo Campos (PSDB), informou que o secretário municipal de Saúde foi até a delegacia para esclarecer que os suspeitos não fazem parte do quadro de funcionários do município.

“Algumas pessoas se passavam por agente comunitário de saúde e estava bastante intensa a ação do grupo, hoje foram pegos pela polícia. Foram encaminhados para a delegacia, não sei detalhes. Mas a casa deles caiu. O delegado pediu que enviasse a chefia dos agentes para relatar o que estava acontecendo, prestar esclarecimento e dizer que essas pessoas não fazem parte do corpo de funcionários do município”, disse.

CGNEWS

Policia

Quadrilha do "falso frete": Polícia Civil prende suspeitos de roubar caminhão e manter casal

Caminhão avaliado em mais de R$ 110 mil foi levado para a fronteira com a Bolívia após criminosos atraírem vítimas com proposta falsa de transporte.

Quadrilha do "falso frete": Polícia Civil prende suspeitos de roubar caminhão e manter casal

3 de junho de 2026

Quadrilha do "falso frete": Polícia Civil prende suspeitos de roubar caminhão e manter casal

 

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A Polícia Civil prendeu em flagrante, nesta última terça-feira (2), dois integrantes de uma quadrilha especializada em roubos de caminhões na modalidade conhecida como “falso frete”. O crime ocorreu nas proximidades da BR-262, em Ribas do Rio Pardo, e resultou no roubo de um caminhão prancha VW 18.310 Titan, avaliado em aproximadamente R$ 110 mil, além da privação de liberdade de um casal de caminhoneiros por cerca de seis horas.

Casal foi atraído por falso serviço de frete

De acordo com as investigações da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Furtos e Roubos de Veículos (Defurv), os criminosos utilizaram um número de telefone falso para entrar em contato com as vítimas, apresentando-se como contratantes de um serviço para transporte de tratores em uma fazenda de Ribas do Rio Pardo.

Ao chegarem ao local combinado, às margens da BR-262, o casal foi abordado pelos autores, que embarcaram no caminhão. Após percorrerem alguns quilômetros por uma estrada vicinal, os suspeitos anunciaram o assalto utilizando arma de fogo.

As vítimas foram obrigadas a desembarcar e permanecer em uma área de mata sob vigilância dos criminosos, enquanto um terceiro integrante do grupo assumiu a direção do veículo.

Caminhão foi levado para a fronteira

Segundo a Polícia Civil, o caminhão foi conduzido até a região de fronteira com a Bolívia, onde foi entregue ainda durante a madrugada.

Assim que tomou conhecimento do caso, a equipe da Defurv iniciou diligências e trabalhos de inteligência para identificar os envolvidos.

Suspeitos confessaram participação

As investigações levaram à identificação e prisão de B.O.N., de 22 anos, no Bairro Jardim Columbia, em Campo Grande. Na sequência, os policiais localizaram e prenderam G.L.S.R., de 31 anos, apontado como responsável por transportar os criminosos e prestar apoio logístico à ação.

Conforme a Polícia Civil, ambos confessaram participação no crime.

As investigações apontam ainda a participação de outros envolvidos, que teriam sido responsáveis por conduzir o caminhão roubado até o país vizinho.

Veículo utilizado pelos criminosos foi apreendido

Durante a operação, os policiais apreenderam um Fiat Uno utilizado no transporte dos suspeitos entre Ribas do Rio Pardo e Campo Grande, além de objetos relacionados à prática criminosa.

A Polícia Civil também representou pela prisão preventiva dos investigados já identificados.

Investigações continuam

Segundo a corporação, as investigações prosseguem com o objetivo de identificar e responsabilizar os demais integrantes da organização criminosa.

A Polícia Civil destacou que a rápida resposta ao caso demonstra a atuação integrada e técnica das forças de segurança no combate aos crimes contra o patrimônio, especialmente aqueles envolvendo furtos e roubos de veículos.

Informações e denúncias podem ser encaminhadas à DEFURV pelo telefone (67) 3309-8020, inclusive via WhatsApp. O sigilo da fonte é garantido.

Policia

Mulher é agredida pelo companheiro e foge para casa de filho em Coxim

Homem também a ameaçou de morte enquanto a segurava pelo pescoço

Mulher é agredida pelo companheiro e foge para casa de filho em Coxim

3 de junho de 2026

Mulher é agredida pelo companheiro e foge para casa de filho em Coxim

 

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Uma mulher procurou ajuda da Polícia Militar após ser agredida e ameaçada de morte pelo companheiro durante uma crise de ciúmes, na noite de terça-feira (2), em Coxim.

Segundo boletim de ocorrência, a vítima relatou que estava na residência do convivente quando ele passou a ofendê-la com palavras de baixo calão e iniciou as agressões físicas com socos e tapas.

Ainda conforme o relato, em determinado momento o homem segurou o pescoço da mulher com força e fez ameaças de morte. "Vou lhe matar, você sabe que eu posso lhe matar, vou meter uma faca em você", teria dito o agressor.

A vítima contou aos policiais que o suspeito mantinha duas facas na janela da residência, utilizadas para travar a abertura do imóvel. Temendo as ameaças, ela conseguiu fugir e correu até a casa do filho, localizada nas proximidades, onde pediu ajuda e acionou a Polícia Militar.

Os policiais realizaram buscas na residência do suspeito, mas ele não foi encontrado.