domingo, 26 de julho, 2026
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O ex-vereador Aparecido dos Santos, o Cido dos Santos (PSDB), e o servidor público Marcelo Nascimento da Silva, ambos de Caarapó, cidade a 276 quilômetros de Campo Grande, foram condenados por envolvimento em um esquema de desvio de recursos provenientes do IPTU e ITBI, causando um prejuízo de R$ 2,2 milhões aos cofres municipais.
As penas somam mais de 31 anos de prisão, além de obrigação de ressarcir R$ 1,1 milhão à Prefeitura.
As condenações foram proferidas um ano e meio após a deflagração da Operação Telonai, em julho de 2023, pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) e pela 1ª Promotoria de Justiça de Caarapó. Os réus foram acusados de peculato, inserção de dados falsos em sistema de informações, falsidade ideológica e outros crimes.
Segundo a denúncia do Ministério Público Estadual, o esquema envolvia a manipulação de pagamentos de tributos municipais. Os réus agendavam pagamentos de IPTU e ITBI, davam baixa manualmente no sistema e emitiam certidões negativas de débito, desviando os valores para benefício próprio. Entre os anos investigados, 4.600 estornos foram realizados, gerando um prejuízo de R$ 2.299.575,39 aos cofres da prefeitura.
Cido dos Santos foi condenado a 17 anos, dois meses e 20 dias de prisão por peculato, inserção de dados falsos em sistema de informações, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. Em decorrência da operação, o ex-vereador renunciou ao mandato para evitar a cassação e a inelegibilidade.
Marcelo Nascimento da Silva, servidor público, recebeu a pena de 14 anos e seis meses por corrupção passiva, advocacia administrativa, peculato, inserção de dados falsos em sistema e falsidade ideológica.
Além das penas de prisão, ambos foram condenados a ressarcir a Prefeitura de Caarapó em R$ 1,1 milhão, valor que deverá ser corrigido, e tiveram os direitos políticos suspensos. Os condenados poderão recorrer da decisão em liberdade.
A prisão só será efetivada após o trânsito em julgado da sentença. A reportagem não conseguiu contato com a defesa dos réus. O espaço segue aberto para manifestações.
Operação Telonai - O esquema foi desmantelado pela Operação Telonai, nome que remete ao termo grego usado para designar os coletores de impostos no período romano. O trabalho conjunto do Gaeco e da 1ª Promotoria de Justiça de Caarapó revelou as irregularidades nos pagamentos e baixas de tributos municipais.... veja mais em https://www.campograndenews.com.br/cidades/interior/ex-vereador-e-servidor-sao-condenados-por-desvio-milionario-de-iptu-e-itbi
Polícia
Na manhã desta sexta-feira (24), a Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, por meio do 3º Pelotão de Alcinópolis, participou da cerimônia de entrega do...
24 de julho de 2026
Na manhã desta sexta-feira (24), a Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, por meio do 3º Pelotão de Alcinópolis, participou da cerimônia de entrega do Certificado de Dispensa de Incorporação (CDI) e do tradicional Juramento à Bandeira Nacional, realizada no plenário da Câmara Municipal de Alcinópolis.
Atendendo ao convite da Junta de Serviço Militar (JSM 197), a Polícia Militar colaborou com a solenidade, disponibilizando um policial militar para conduzir a entrada da Bandeira Nacional, contribuindo para o fortalecimento do civismo e do respeito aos símbolos nacionais.
O evento reuniu jovens dispensados do serviço militar obrigatório, familiares, autoridades e representantes do poder público, marcando um importante momento de compromisso com a Pátria e de valorização da cidadania.
A participação da Polícia Militar reforça seu compromisso com as instituições e com ações que promovem os valores cívicos, a disciplina e o respeito à história e aos símbolos do Brasil, fortalecendo a integração entre as forças públicas e a comunidade.
Polícia
Na noite da última quinta-feira (23), a Polícia Militar, por meio da equipe de Força Tática do 5º Batalhão de Polícia Militar (5º BPM), prendeu...
24 de julho de 2026
Na noite da última quinta-feira (23), a Polícia Militar, por meio da equipe de Força Tática do 5º Batalhão de Polícia Militar (5º BPM), prendeu um homem de 56 anos por tráfico de drogas durante uma ação realizada em Rio Verde de Mato Grosso/MS.
A equipe reforçava o policiamento ostensivo no município quando recebeu denúncias anônimas informando que um morador da Rua Entre Rios, no bairro Nova Rio Verde, estaria comercializando entorpecentes em sua residência, local que apresentava intensa movimentação de usuários.
Durante o patrulhamento nas proximidades, os policiais flagraram o suspeito realizando a entrega de um invólucro a outro indivíduo, enquanto recebia um objeto semelhante a uma cédula de dinheiro, situação compatível com a prática do tráfico de drogas.
Ao perceberem a aproximação da viatura, os dois suspeitos fugiram em direção a uma área de mata. Após acompanhamento a pé, a equipe conseguiu localizar apenas o homem de 56 anos, que estava escondido próximo a um córrego.
Na busca pessoal, foram encontrados R$ 320,00 em dinheiro fracionado e um aparelho celular.
Mesmo após ser informado de seus direitos constitucionais, o suspeito confirmou espontaneamente que comercializava drogas e indicou aos policiais o local onde os entorpecentes estavam armazenados em sua residência.
Durante as buscas, os militares apreenderam aproximadamente 2,18 quilos de drogas, entre maconha, pasta base de cocaína, cocaína e skank, além de duas balanças digitais de precisão utilizadas para o fracionamento das substâncias.
Também foram encontrados diversos objetos novos, como jogo de cama, chinelos, desodorantes, bomba de tereré e loções hidratantes. Conforme relato do próprio autor, os itens eram recebidos de usuários como forma de pagamento pela compra de entorpecentes.
A expressiva quantidade de drogas apreendidas, aliada ao dinheiro fracionado, às balanças de precisão, aos objetos utilizados como moeda de troca e à forma de acondicionamento das substâncias, reforçou os indícios da prática do tráfico ilícito de drogas.
Diante dos fatos, o autor recebeu voz de prisão e foi encaminhado, juntamente com todo o material apreendido, à Delegacia de Polícia Civil de Rio Verde de Mato Grosso/MS para as providências legais. Foi necessário o uso de algemas devido ao fundado receio de fuga e ao comportamento agitado apresentado após a prisão.