quinta, 16 de julho, 2026
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Polícia
Acidente ocorreu no anel viário da Capital durante a manhã desta quinta-feira; trânsito ficou lento por cerca de três horas.
16 de julho de 2026
do Idest, com informações do G1MS
Uma colisão entre uma carreta e uma motocicleta deixou duas pessoas gravemente feridas na manhã desta quinta-feira (16), na BR-163, no anel viário de Campo Grande. O acidente aconteceu por volta das 5h30, no km 478 da rodovia, e provocou congestionamento nos dois sentidos da pista até a liberação do tráfego, por volta das 8h20.
Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a colisão foi transversal.
A motocicleta seguia no sentido sul da BR-163, no trecho entre Jaraguari e Campo Grande, quando atingiu uma carreta que deixava o pátio de um posto de combustíveis para acessar a rodovia.
Os dois ocupantes da motocicleta sofreram ferimentos graves.
As vítimas receberam atendimento de equipes da concessionária Motiva Pantanal e do Corpo de Bombeiros Militar, sendo encaminhadas para a Santa Casa de Campo Grande.
O motorista da carreta acionou o socorro logo após a colisão, permaneceu no local durante todo o atendimento e se colocou à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos.
Em depoimento, ele informou que acreditava ter visibilidade suficiente para acessar a rodovia e iniciou a manobra. Em seguida, sentiu o impacto da colisão e afirmou que não viu de onde a motocicleta surgiu.
Durante o atendimento da ocorrência, o trânsito permaneceu lento nos dois sentidos da BR-163.
No sentido sul, foi implantado um desvio pelo pátio do posto de combustíveis, o que provocou congestionamento no trecho.

(Foto: Marcus Vinnicius/TV Morena)
A circulação de veículos foi totalmente normalizada por volta das 8h20.
A Polícia Rodoviária Federal e a Perícia Científica também estiveram no local para atender a ocorrência e apurar as circunstâncias do acidente.
Polícia
O comerciante Anderson de Souza Torquato, de 38 anos, desapareceu na tarde de ontem quarta-feira (15), na região central de Campo Grande. Horas depois, ele atendeu uma...
16 de julho de 2026
O comerciante Anderson de Souza Torquato, de 38 anos, desapareceu na tarde de ontem quarta-feira (15), na região central de Campo Grande. Horas depois, ele atendeu uma ligação da companheira, disse que não sabia onde estava, começou a chorar e encerrou a chamada. Desde então, não voltou a fazer contato.
Quando deixou o salão, a companheira não encontrou Anderson. Ela imaginou que ele estivesse dentro da Saveiro Cross do casal, mas também não o localizou no veículo. Em seguida, começou a enviar mensagens e fazer ligações para o celular dele, sem obter resposta.
De acordo com o boletim de ocorrência obtido pela reportagem, imagens do circuito interno do estabelecimento mostram Anderson deixando as chaves da caminhonete sobre o balcão do salão antes de sair a pé pela Rua Marechal Rondon, em direção à Avenida Calógeras.
Por volta das 17h, Anderson atendeu uma das ligações da companheira. Ao ser questionado sobre onde estava, respondeu apenas que "não sabia" e começou a chorar. A ligação foi interrompida logo depois e não foi possível restabelecer o contato.
A mulher procurou a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Centro para registrar o desaparecimento. No boletim, ela informou que vive em união estável com Anderson há mais de quatro anos.
No momento em que foi visto pela última vez, Anderson usava calça jeans, sapato marrom e blusa de frio bege. A família divulgou um cartaz com a foto do comerciante e pede que qualquer informação sobre o paradeiro dele seja repassada pelo telefone (67) 99351-3744 ou à Polícia Civil.
Polícia
Prisões foram realizadas durante a Operação Mulher Segura, que mira o combate à violência contra a mulher em todo o país.
16 de julho de 2026
Dois homens foram presos nesta quarta-feira (15), durante a Operação Mulher Segura, em Campo Grande. Um deles é investigado por tentativa de feminicídio após atropelar duas mulheres. O outro responde por estupro de vulnerável contra a própria irmã.
As prisões preventivas foram cumpridas durante uma ação da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) e do Setor de Investigação de Crimes Sexuais e Feminicídio (SEFEM). A operação faz parte da mobilização nacional Mulher Segura, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.
Investigação de estupro da própria irmã
O primeiro mandado de prisão foi cumprido contra um homem investigado por estupro de vulnerável. Segundo a Polícia Civil, a vítima é a própria irmã do suspeito, circunstância que aumenta a pena prevista em lei.
O caso foi descoberto depois que uma jovem de 18 anos, grávida, deu entrada em um hospital com dores abdominais e crises convulsivas. Durante o atendimento, ela contou à equipe médica que era vítima de abusos sexuais cometidos pelo irmão desde os 15 anos.
Segundo a vítima, o suspeito dormia no mesmo quarto e fazia ameaças para obrigá-la a manter relações sexuais. Ela acredita que a gravidez seja resultado de um dos abusos, ocorrido em novembro de 2025.
A jovem também afirmou que o avô sabia dos abusos, segundo a investigação.
No hospital, o avô tentou se aproximar da vítima. A equipe médica interpretou a atitude como uma tentativa de intimidação, impediu o contato e acionou a Polícia Militar.
Com base nas provas reunidas, a Justiça decretou a prisão preventiva do investigado. O mandado foi cumprido por equipes da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM).
A vítima segue internada em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), sedada e sob cuidados médicos.
A Polícia Civil continua investigando o caso para apurar a extensão dos abusos e verificar se outras pessoas participaram ou contribuíram para os crimes.
Tentativa de feminicídio e de homicídio
O segundo suspeito é investigado por tentativa de feminicídio e tentativa de homicídio. Segundo a Polícia Civil, ele atropelou duas irmãs no dia 30 de março de 2026, em Campo Grande.
Segundo a investigação, imagens de câmeras de segurança mostram que o motorista apagou os faróis do carro, acelerou em direção às vítimas de forma intencional e fugiu sem prestar socorro.
À polícia, o suspeito afirmou que havia vendido o veículo, mas não apresentou documentos que comprovassem a negociação. As investigações também indicaram que o carro permaneceu na capital após o crime, o que contradiz a versão apresentada.
De acordo com a Polícia Civil, o histórico de conflitos entre o suspeito e uma das vítimas, além das contradições no depoimento, reforça os indícios de autoria.
A Justiça autorizou a prisão preventiva, a apreensão do veículo para perícia e a apreensão dos celulares do investigado. O suspeito foi preso e o caso segue em investigação.
g1 MS