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MPSC denuncia mulher que fingia ter 12 anos

De acordo com a denúncia, a mulher apresenta um risco social pela possibilidade de voltar a aplicar golpes

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9 de junho de 2026

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Midiamax 

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Ontem segunda-feira (8), o MPSC (Ministério Público de Santa Catarina) denunciou Amanda Maria Souza da Oliveira, de 37 anos, presa por fingir ter 12 anos e viver por mais de um ano sob os cuidados de uma família em Joinville.

De acordo com a denúncia apresentada pela Promotoria, a mulher apresenta um risco social pela possibilidade de voltar a aplicar golpes se passando por criança.

Amanda foi presa sob acusação de falsa identidade e estelionato em 2 de junho. Ela permanece presa após decisão judicial que converteu a prisão em flagrante. A mulher segue à disposição da Justiça para realizar o exame pericial já aprovado.

*Com informações do Metrópoles.

Relembre o caso

Em Joinville, no norte de Santa Catarina, uma mulher de 37 anos foi presa em flagrante por se passar por uma menina de 12 anos.

Segundo a Polícia Civil de Santa Catarina, a acusada utilizava o nome falso de “Gabriele”. Ela chegou a ser adotada informalmente por uma família e já morava com eles há cerca de um ano e dois meses. A família bancava até mesmo o uso de canetas emagrecedoras para ela.

A mulher alegava ser autista e possuir outras condições clínicas para justificar a aparência adulta. De acordo com a polícia, ela se comportava de maneira infantil e lúdica e utilizava mamadeiras, chupetas e um “cheirinho” para dormir.

A investigação apontou que ela possui antecedentes penais por golpes idênticos no Rio de Janeiro, em São Paulo, Minas Gerais, Goiás e no Rio Grande do Sul.

Midiamax 

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Após polêmica com Vini Jr. e Virginia, influencer investe no visual

Depois de ter seu nome associado aos rumores envolvendo Virginia Fonseca e Vini Jr., Jéssica de Paula decidiu focar em si mesma e iniciar uma nova fase. A influenciadora apostou em uma...

Após polêmica com Vini Jr. e Virginia, influencer investe no visual

9 de junho de 2026

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Depois de ter seu nome associado aos rumores envolvendo Virginia Fonseca e Vini Jr., Jéssica de Paula decidiu focar em si mesma e iniciar uma nova fase. A influenciadora apostou em uma harmonização facial e compartilhou o resultado da transformação nas redes sociais, acompanhando a mudança com um relato sobre os desafios que enfrentou nos últimos meses.

Segundo Jéssica, a repercussão das especulações ultrapassou o ambiente virtual e trouxe consequências para diferentes áreas de sua vida. Embora tenha negado qualquer participação na história que tomou conta das redes, ela afirma que precisou lidar com julgamentos, ataques e prejuízos profissionais.

Jéssica de Paula aponta prejuízo por ter seu nome envolvido em separação

Ao comentar a decisão de realizar o procedimento estético, Jéssica explicou primeiramente que a escolha esteve ligada ao desejo de recuperar a autoestima após um período de forte exposição pública.

“Foi uma fase muito difícil. Meu nome foi parar em uma história que eu não escolhi, fui atacada, julgada e tive prejuízos. Depois disso, eu quis cuidar de mim. A harmonização veio como parte desse recomeço, não para mudar quem eu sou, mas para me sentir melhor”, afirmou.

A influenciadora destacou ainda que a mudança não teve relação com críticas recebidas nas redes sociais, mas com um processo pessoal de reconstrução da confiança.

Procedimento buscou resultado natural

Responsável pela harmonização, a Dra. Ana Ciottariello explicou que o objetivo do trabalho foi valorizar as características naturais da influenciadora, sem promover alterações radicais.

“A harmonização precisa respeitar a identidade da paciente. Buscamos equilíbrio, definição e naturalidade. O objetivo nunca foi transformar, mas realçar a beleza que ela já tem”, disse a especialista.

Nas imagens divulgadas, Jéssica aparece com contornos faciais mais definidos e traços suavizados, resultado que recebeu elogios de seguidores.

Ao mostrar o antes e depois, a influenciadora logo reforçou que a decisão foi motivada por bem-estar pessoal e não por pressão externa.

“Eu não fiz para responder hater, nem para agradar ninguém. Fiz por mim. Depois de tudo que aconteceu, eu precisava me olhar com mais carinho e recuperar minha confiança”, declarou.

Satisfeita com o resultado, ela não escondeu a felicidade com a mudança.

“Amei o resultado, me achei mais jovem, mais poderosa e mais mulherão mesmo”, completou.

Com a transformação, Jéssica de Paula busca encerrar um capítulo marcado por especulações e concentrar as atenções em novos projetos e em sua própria jornada de autoestima.

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Virginia faz tratamento contra enxaqueca e especialista explica método

Virginia Fonseca chamou a atenção dos seguidores ao compartilhar um momento de seu tratamento contra a enxaqueca. Em vídeos publicados nos stories do Instagram, a...

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9 de junho de 2026

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Virginia Fonseca chamou a atenção dos seguidores ao compartilhar um momento de seu tratamento contra a enxaqueca. Em vídeos publicados nos stories do Instagram, a influenciadora apareceu durante uma nova sessão de aplicação de toxina botulínica na região da cabeça, procedimento que integra sua estratégia para controlar as crises da doença.

Embora muita gente associe a substância exclusivamente à estética, especialistas destacam que ela também desempenha um papel importante na neurologia, especialmente para pacientes que convivem com enxaqueca crônica.

Como a toxina botulínica age contra a enxaqueca

Segundo o neurologista Dr. Tiago de Paula, especialista em cefaleia pela Escola Paulista de Medicina, o tratamento atua diretamente nos mecanismos relacionados à dor.

“A explicação está no seu mecanismo de ação, que vai muito além do músculo e atua diretamente no sistema nervoso periférico, bloqueando a liberação de substâncias responsáveis pela sinalização da dor”, explica.

De acordo com o médico, a toxina interfere na comunicação entre os neurônios responsáveis por transmitir os estímulos dolorosos ao cérebro. Com isso, as crises tendem a se tornar menos frequentes ao longo do tratamento.

“Quando interrompemos esse processo repetidamente, o cérebro começa a desfazer o caminho da dor que havia aprendido. É por isso que, ao longo do tratamento, a frequência das crises diminui”, afirma.

Tratamento vai além da estética

Apesar de utilizar a mesma substância conhecida pelos procedimentos estéticos, o objetivo neurológico é completamente diferente. Enquanto a aplicação estética busca reduzir a movimentação muscular, o tratamento da enxaqueca tem foco no bloqueio de nervos envolvidos na dor.

“Na estética, a ideia é relaxar o músculo. Na enxaqueca, buscamos bloquear o nervo. O efeito estético que pode surgir, especialmente na região da testa, é apenas um efeito colateral do tratamento neurológico”, destaca o especialista.

Além disso, apenas a toxina botulínica tipo A possui aprovação para essa finalidade.

Aplicações seguem protocolo internacional

O tratamento segue o protocolo PREEMPT, reconhecido mundialmente para pacientes com enxaqueca crônica. Nesse modelo, os profissionais realizam aplicações em 31 pontos específicos da cabeça e do pescoço.

Segundo o neurologista, os locais têm definição estratégica e não necessariamente correspondem às regiões onde o paciente sente dor.

“A toxina não deve ser aplicada ‘onde dói’. O protocolo é fundamental para garantir eficácia e segurança”, ressalta.

Inicialmente, as sessões costumam ocorrer a cada três meses e precisam de manutenção por um período prolongado para que os resultados se consolidem.

Virginia sofre com dores por conta da enxaqueca

O tratamento não serve para interromper uma crise já instalada. Na verdade, sua função é diminuir a frequência e a intensidade dos episódios ao longo do tempo.

“Tratar enxaqueca não é tomar remédio quando a dor aparece. É fazer com que as crises não aconteçam mais. Quando alcançado, o paciente entra em remissão”, afirma o médico.

Ele também explica que, em casos mais complexos, a toxina pode combinar com terapias modernas, incluindo medicamentos que atuam sobre o CGRP, proteína diretamente relacionada ao desenvolvimento das crises.

Procedimento considerado seguro

De acordo com o especialista, a toxina botulínica apresenta um perfil de segurança elevado e possui poucas restrições clínicas.

“Inclusive, pode ser realizado por gestantes e mulheres em fase de amamentação, já que a toxina atua localmente e não tem efeito sistêmico significativo”, afirma.

Por fim, o neurologista reforça que a avaliação individual continua sendo fundamental para definir o melhor tratamento e alcançar um controle duradouro da doença.

“Com o tratamento, buscamos a possibilidade real de recuperar qualidade de vida. Mas é fundamental que a aplicação seja feita por um médico especialista”, conclui.