quinta, 04 de junho, 2026
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As filhas de Virginia Fonseca movimentaram as redes sociais nesta semana após participarem de uma brincadeira promovida pela mãe no Instagram. Durante uma caixinha de perguntas aberta aos seguidores, Maria Alice e Maria Flor responderam diversas curiosidades e, entre as respostas, uma delas acabou repercutindo entre os fãs da influenciadora.
Ao responderem quais eram suas viagens preferidas, as meninas citaram destinos que marcaram momentos importantes da família. Maria Alice respondeu sem hesitar: “Mangaratiba”, cidade localizada na Costa Verde do Rio de Janeiro, onde Virginia possui uma casa. Enquanto isso, Maria Flor mencionou dois destinos bastante conhecidos. “Disney” e “Madri”, disse a pequena.
A resposta provocou uma reação imediata de Virginia, que caiu na risada durante a gravação compartilhada com os seguidores. A menção à capital espanhola rapidamente ganhou repercussão nas redes porque Madri esteve entre os destinos frequentados por Virginia durante o período em que viveu um relacionamento com o atleta Vini Jr.
O namoro chegou ao fim em maio e, por isso, a resposta espontânea da menina chamou a atenção de parte dos internautas.
Além das respostas que divertiram os seguidores, a interação também trouxe momentos de carinho entre mãe e filhas. Quando perguntaram qual havia sido a melhor parte do dia, Maria Alice contou que gostou de brincar no parquinho. Já Maria Flor respondeu de forma imediata: “Amar a mamãe”. Logo depois, as duas abraçaram Virginia.
Em seguida, a influenciadora compartilhou uma mensagem sobre o momento vivido com as filhas. “Eu amo meus filhos demais. Obrigada, Deus, por tanto”, escreveu Virginia em suas redes sociais. As perguntas dos seguidores também abordaram os hábitos das crianças. Dessa forma, Maria Flor revelou que gosta de arroz, feijão e banana misturada à comida.
Por outro lado, Maria Alice contou que prefere couve-flor, brócolis e estrogonofe. As respostas renderam comentários entre os fãs, principalmente porque os pratos escolhidos pelas meninas são bastante diferentes entre si. Outro momento que repercutiu aconteceu quando um seguidor quis saber por que Maria Flor se considera bonita.
Com a espontaneidade que costuma marcar suas aparições nas redes sociais da mãe, a menina respondeu: “Eu nasci bonita, porque nasci na barriga da mamãe”. A frase arrancou risadas de Virginia e também dos seguidores que acompanharam a publicação. Maria Alice e Maria Flor são filhas de Virginia Fonseca e do cantor Zé Felipe. Além das duas meninas, o ex-casal também é pai de José Leonardo, de 1 ano e 9 meses.
Famosos
O anúncio da separação de Virginia Fonseca e Zé Felipe pegou muita gente de surpresa. Desde então, parte do público alimenta a expectativa de uma...
4 de junho de 2026
O anúncio da separação de Virginia Fonseca e Zé Felipe pegou muita gente de surpresa. Desde então, parte do público alimenta a expectativa de uma reconciliação. No entanto, nos bastidores, fatores que vão além dos sentimentos dificultam qualquer possibilidade de retomada do casamento.
A principal barreira estaria dentro da própria família do cantor. Pessoas próximas demonstram preocupação com os impactos que uma eventual reaproximação poderia gerar, especialmente em meio às investigações que envolvem negócios ligados à influenciadora digital.
Entre os nomes apontados como contrários a uma reconciliação está o cantor Leonardo, pai de Zé Felipe. Segundo relatos de bastidores, o sertanejo teme que o filho volte a ser associado a questões empresariais que atualmente atraem a atenção de órgãos de fiscalização e investigação.
Essa preocupação ganhou força porque o nome de Zé Felipe chegou a aparecer em apurações relacionadas à Talismã Digital, empresa que manteve com Virginia durante o relacionamento. Embora isso não represente qualquer condenação, o histórico reforçou a cautela dentro da família.
Além disso, a Talismã Digital foi mencionada no relatório final da CPI das Bets, documento que ultrapassou 500 páginas e acabou colocando empresas ligadas ao grupo familiar sob análise. Ainda que o caso não tenha resultado em responsabilizações, o episódio ampliou o interesse sobre determinadas movimentações financeiras.
Nesse contexto, a rapidez com que Zé Felipe iniciou os procedimentos de divórcio e divisão patrimonial após o fim do casamento soou para pessoas próximas como uma medida estratégica.
Nos bastidores, Poliana Rocha, mãe do cantor, teria desempenhado papel importante nesse processo. Parceira de Leonardo em diversos negócios, ela acompanhava de perto as questões societárias e demonstrava preocupação com a permanência do filho em empresas compartilhadas com a ex-nora.
A saída definitiva de Zé Felipe dessas sociedades teria sido recebida com alívio pela família.
Atualmente, Virginia aparece vinculada a dezenas de empresas abertas nos últimos anos. Parte significativa dessas operações surgiu entre 2023 e 2024, período que coincidiu com a expansão de seus negócios no setor de beleza e bem-estar.
Virginia mostra a fábrica as We Pink em meio a investigação
Entre os empreendimentos de maior destaque está a WePink, marca da qual a influenciadora se tornou sócia ao lado de Samara Cahanovich Martins, Thiago Stabile e Chaopeng Tan. A companhia informou ter ultrapassado a marca de R$ 1 bilhão em faturamento durante 2025, desempenho que chamou atenção pela velocidade de crescimento.
Consequentemente, o avanço acelerado das empresas também passou a despertar interesse de órgãos responsáveis pelo monitoramento de operações financeiras.
Antes mesmo do crescimento da WePink, transações realizadas por empresas ligadas ao grupo empresarial de Virginia já haviam gerado questionamentos.
Dados apontam que a Talismã Digital recebeu R$ 22,4 milhões em um período de apenas sete meses durante 2024. No mesmo ano, a WPink Suplementos movimentou R$ 43,6 milhões em curto espaço de tempo, situação que acabou atraindo análises de órgãos de controle financeiro.
No caso da Talismã Digital, a defesa da influenciadora sustenta que os valores tiveram origem em contratos publicitários regularmente firmados. Segundo os advogados, os recursos recebidos correspondem a campanhas comerciais formalizadas entre as partes envolvidas.
Diante desse cenário, pessoas próximas à família de Zé Felipe avaliam que uma eventual retomada do relacionamento não dependeria apenas da vontade dos dois. Questões empresariais, patrimoniais e de imagem continuam pesando na balança e ajudam a explicar por que a reconciliação parece cada vez mais distante.
Famosos
Uma entrevista concedida por Guga Figueiredo ao podcast “Inteligência Ltda.” voltou a ganhar força nas redes sociais e reacendeu discussões sobre a responsabilidade...
4 de junho de 2026
Uma entrevista concedida por Guga Figueiredo ao podcast “Inteligência Ltda.” voltou a ganhar força nas redes sociais e reacendeu discussões sobre a responsabilidade de influenciadores digitais na divulgação de produtos e serviços. Durante a conversa, publicada no ano passado, o criador de conteúdo fez duras críticas a Virginia Fonseca e questionou sua atuação em campanhas publicitárias direcionadas aos milhões de seguidores que acompanham sua rotina.
Ao longo do bate-papo, Guga afirmou que a influenciadora acumulou um histórico de divulgações que teriam causado transtornos a consumidores. Por isso, ele contestou o discurso frequentemente utilizado por admiradores da empresária de que sua atuação nas redes sociais beneficia a sociedade.
“A Virginia é mais uma praga pra sociedade do que uma benfeitora”, declarou.
Em seguida, o influenciador elevou o tom das críticas e utilizou uma comparação irônica para definir o que considera uma relação desigual entre a criadora de conteúdo e seu público.
“Ela é o Hood Robin, tira dos pobres e coloca no próprio bolso”, afirmou.
Na entrevista, Guga citou episódios que, de acordo com ele, contribuíram para desgastar a imagem da influenciadora em relação à publicidade digital.
Entre os exemplos mencionados, ele relembrou uma situação em que Virginia divulgou uma empresa posteriormente acusada por consumidores de não entregar produtos vendidos. De acordo com Guga, houve até uma determinação judicial envolvendo uma seguidora prejudicada.
“Ela já foi obrigada judicialmente a ressarcir uma seguidora com um iPhone novo depois de divulgar uma loja que deu golpe. Também fez publi de loja de óculos que lesou centenas de consumidores. É um histórico preocupante”, afirmou em seguida.
Além disso, o criador de conteúdo citou campanhas relacionadas a cosméticos e suplementos que, segundo ele, levantaram questionamentos sobre a eficácia dos produtos anunciados.
As críticas não ficaram restritas aos produtos físicos. Guga também direcionou questionamentos a iniciativas digitais promovidas pela influenciadora.
Entre elas, destacou um curso voltado para pessoas que desejavam construir carreira nas redes sociais. Na avaliação dele, o material foi produzido sem o cuidado esperado pelos compradores.
“Foi gravado todo no mesmo dia, de qualquer jeito. Depois ela apagou tudo e sumiu. Não teve suporte, nem satisfação. Vendeu e tchau”, declarou.
Além disso, ele relembrou uma ação promocional que envolvia fãs e sessões de fotos. Segundo seu relato, participantes teriam pago para participar da experiência, mas o encontro não ocorreu conforme o esperado.
“As pessoas pagaram e ela foi embora. Isso é respeito com quem te acompanha?”, questionou.
Guga também mencionou a plataforma de rifas WePrêmios, que acabou se tornando alvo de críticas após seu lançamento.
Outro tema que ocupou espaço na entrevista foi a divulgação de plataformas de apostas por influenciadores digitais. Para Guga, muitos criadores de conteúdo deveriam adotar mais transparência ao apresentar ganhos financeiros relacionados aos jogos.
Segundo ele, exibir apenas resultados positivos pode transmitir uma percepção distorcida para quem acompanha esse tipo de conteúdo.
“Ela diz que sempre avisa para jogar com responsabilidade. Mas quando foi que mostrou que perdeu? Sempre aparece ganhando R$ 8 mil. Isso cria uma ilusão perigosa”, alertou.
O influenciador também criticou a postura de parlamentares durante a CPI que investigou o mercado de apostas esportivas. Na visão dele, parte das sessões foi marcada por elogios aos convidados em vez de questionamentos mais rigorosos.
“Foi o poste mijando no cachorro. Teve senador elogiando, pedindo foto, dizendo que ela gera emprego. É uma inversão de valores”, declarou.
Na mesma entrevista, Felca também participou da discussão e abordou as consequências enfrentadas por criadores de conteúdo que recusam contratos ligados ao setor de apostas.
Segundo ele, quem opta por não divulgar esse tipo de plataforma frequentemente perde oportunidades profissionais e convites para determinados eventos.
“Quando você não fecha com casa de aposta, não é fechado, algumas portas se fecham na tua cara mesmo, entendeu?”
O influenciador afirmou ainda que considera mais importante o impacto social de suas escolhas do que eventuais prejuízos profissionais.
“Alguns lugares você não é você não pode entrar, com algumas pessoas você não é bem-vindo, você para de ser meio convidado para os lugar, tem esse contratozinho aí, entendeu? Mas sinceramente, cara, é, se a pessoa que é, que, que tá para sucumbir, a pessoa que ainda não apostou. Ela deixar de sucumbir pelo que eu estou fazendo”.
Na sequência, Felca reforçou sua preocupação com pessoas que enfrentam dificuldades relacionadas ao vício em apostas e disse acreditar que sua postura pode ajudar parte desse público.
“Se a pessoa que está sucumbindo, pessoa que está apostando, conseguir deixar de sucumbir, conseguir parar de sucumbir, ou se a pessoa que não sucumbiu, não entrar nisso, e se a pessoa que já sucumbiu, já se ferrou para caramba, já está lascado, tem algum conforto? Para mim umas portinhas fechadas na minha cabeça não tem muito peso não, entendeu?”, disse.
O vídeo voltou a circular amplamente nas plataformas digitais nos últimos dias e reacendeu o debate sobre publicidade, influência nas redes sociais e os limites da responsabilidade de criadores de conteúdo diante de milhões de seguidores.