quinta, 04 de junho, 2026
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Uma mulher de 32 anos registrou um boletim de ocorrência por estelionato na tarde de quinta-feira (8) após cair em um golpe envolvendo a compra de um carro anunciado nas redes sociais. A vítima relatou à Polícia Civil ter perdido R$ 6 mil, transferidos por meio de PIX para a conta de um terceiro.
Segundo o relato, a vítima encontrou o anúncio de um GM Celta, ano 2005/2005, em uma página do Facebook que se apresentava como revendedora de veículos. Após demonstrar interesse, foi direcionada para um contato de WhatsApp.
Durante a negociação, foi acordado o pagamento de R$ 6 mil de entrada, divididos em três transferências via PIX para a mesma conta bancária no Banco Bradesco. O restante do valor, R$ 4.000, seria pago em 20 parcelas de R$ 274,00.
A vítima chegou a enviar seus documentos pessoais para formalizar um suposto contrato, encaminhado digitalmente pelo anunciante.
Após o pagamento da entrada, o golpista passou a exigir um novo valor, alegando que o dinheiro seria para cobrir custos do guincho que traria o veículo de Corumbá até Coxim. A exigência levantou suspeitas na vítima, que então procurou a polícia.
O caso foi registrado como estelionato na 1ª Delegacia de Polícia Civil de Coxim e será investigado.
A Polícia Civil alerta para que negociações virtuais envolvendo valores sejam feitas com máxima cautela. É fundamental:
Golpe
Um casal procurou a delegacia após perder mais de R$ 60 mil em um golpe aplicado por meio de um grupo de WhatsApp, em Campo Grande. O caso foi registrado como estelionato e fraude...
28 de abril de 2026
Um casal procurou a delegacia após perder mais de R$ 60 mil em um golpe aplicado por meio de um grupo de WhatsApp, em Campo Grande. O caso foi registrado como estelionato e fraude eletrônica.
Segundo o boletim de ocorrência, a mulher, de 45 anos, e o namorado, de 42, contaram que entraram no grupo ainda em janeiro deste ano. O convite teria sido feito por conhecidos e levava para uma suposta empresa, administrada por uma pessoa com número de telefone internacional.
No grupo, os participantes eram incentivados a investir dinheiro com a promessa de retornos altos, acima do mercado. Para isso, precisavam fazer depósitos e cumprir tarefas simples, como assistir a vídeos curtos e avaliar conteúdos, o que supostamente gerava ganhos dentro de uma plataforma.
O casal afirmou que permaneceu por mais de seis meses no esquema e chegou a realizar saques no início, o que aumentou a confiança na plataforma. Durante esse período, fizeram vários depósitos, de forma semanal e mensal.
No entanto, nesta semana, o aplicativo saiu do ar e todo o saldo desapareceu. Além disso, os administradores do grupo pararam de responder mensagens e limitaram a comunicação apenas a eles. A pessoa que se identificava como responsável também não foi mais encontrada.
A mulher relatou que fez transferências a partir de março, somando cerca de R$ 16,1 mil, por meio de diferentes bancos. Já o namorado disse que perdeu aproximadamente R$ 44,8 mil, incluindo valores enviados de contas pessoais e também de uma conta empresarial da irmã.
Ao perceberem que não conseguiam mais acessar o dinheiro nem contato com os responsáveis, eles concluíram que se tratava de um golpe e procuraram a polícia.
O caso será investigado.
g1 MS
Golpe
Caso foi registrado como estelionato na Depac do Centro de Mato Grosso do Sul, envolvendo negociação por telefone e WhatsApp.
23 de janeiro de 2026
Uma empresária de 30 anos foi vítima de um golpe envolvendo a venda de 30 cabeças de gado em Rio Verde de Mato Grosso, resultando em um prejuízo de R$ 60 mil. A negociação foi realizada por telefone e WhatsApp, e o suspeito não entregou os animais após o pagamento.
De acordo com o registro na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) do Centro, a vítima recebeu, em 15 de janeiro, contatos de um homem que se apresentou como vendedor de gado, alegando que as 30 cabeças, totalizando aproximadamente 280 arrobas, estavam em confinamento na cidade de Rio Verde de Mato Grosso, a cerca de 203 quilômetros de Campo Grande. O valor total da negociação era de R$ 114 mil, dividido entre entrada e pagamento no momento do abate.
Para dar credibilidade à operação, o suspeito enviou imagens de documentos falsificados da fazenda e utilizou a pressão para que a empresária efetuasse o pagamento inicial. Ela também forneceu contato de uma transportadora responsável pelo transporte do gado até um frigorífico, e, ao confirmar o deslocamento, realizou uma transferência bancária de R$ 60 mil.
Após o pagamento, o suspeito deixou de responder às mensagens, não enviou a nota fiscal do gado e desapareceu. O motorista da transportadora informou que foi orientado a aguardar em um posto de combustíveis, mas a documentação nunca foi providenciada, evidenciando a fraude. A vítima possui registros das conversas e do comprovante de transferência e pretende representar criminalmente contra os envolvidos.