sábado, 25 de julho, 2026
(67) 99983-4015
Golpistas têm enviado mensagens via WhatsApp, se passando pelo IEPTB-MS (Instituto de Estudos de Protestos do Brasil), solicitando pagamento de supostas dívidas protestadas. Até agora, há denúncia de que o golpe do “falso protesto” foi aplicado em quatro cidades de Mato Grosso do Sul.
De acordo com a assessoria do instituto, há denúncias do falso protesto em Coxim, Fátima do Sul, Dourados e Naviraí. Os criminosos usam logotipos falsificados do IEPTB-MS para dar aparência de legitimidade à abordagem. Na mensagem, informam sobre uma suposta dívida em protesto e orientam a vítima a realizar o pagamento, tudo de forma irregular.
Segundo o presidente do IEPTB-MS, Daniel Fries, é importante estar atento a sinais que ajudam a identificar o golpe. “Atualmente, o instituto não faz contato por aplicativos de mensagem para cobrar dívidas”, disse Fries, explicando que o procedimento regular é a intimação oficial, entregue pessoalmente ou por edital digital, com todas as informações necessárias para a regularização do protesto.Se alguém já foi vítima do golpe, a orientação é que procure a Polícia Civil.
O instituto orienta a não fazer pagamentos a partir de mensagens recebidas por aplicativos; consultar gratuitamente a existência de protestos em seu nome ou no CNPJ da empresa pelo www.pesquisaprotesto.com.br. Os principais canais de atendimento podem ser obtidos pelo www.protestoms.org.br, e o canal de atendimento é o WhatsApp (67) 3326-3712.
Em MS, há 56 cartórios de protesto, criados e regulados por lei, sendo fiscalizados pelo Poder Judiciário.
CGNEWS
Golpe
Vítima acreditava estar comprando um Fiat Uno anunciado em marketplace do Facebook e registrou boletim de ocorrência por estelionato.
15 de julho de 2026
Um idoso de 66 anos procurou a Delegacia de Polícia Civil de Bandeirantes para registrar um boletim de ocorrência por estelionato após perder R$ 3,8 mil em uma falsa negociação de compra de um veículo anunciada em um marketplace do Facebook. O caso foi registrado na manhã desta quarta-feira (15).
Conforme o boletim de ocorrência, a vítima acessou um anúncio de venda de um Fiat Uno 2010, anunciado por R$ 14 mil em um marketplace do Facebook, e iniciou contato com o suposto proprietário do veículo por aplicativo de mensagens.
Durante a negociação, o suspeito informou que o automóvel estava na cidade de Presidente Prudente (SP). Como a vítima tinha um amigo no município, este entrou em contato por telefone com o suposto vendedor. Em seguida, a vítima recebeu uma ligação acreditando estar conversando com esse mesmo amigo. Segundo o registro policial, há suspeita de que a voz do conhecido tenha sido clonada para informar que o veículo estava em perfeito estado de conservação, o que levou a vítima a acreditar na negociação.
Acreditando estar fazendo um bom negócio, o idoso realizou pagamentos que totalizaram R$ 3,8 mil.
De acordo com o registro policial, o valor foi repassado por meio de três depósitos bancários e uma transferência para uma conta indicada durante a negociação.
A vítima também informou que enviou documentos pessoais, entre eles a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), CPF e comprovantes de residência.
O caso foi registrado como estelionato na Delegacia de Polícia Civil de Bandeirantes e será investigado.
Golpe
Um casal procurou a delegacia após perder mais de R$ 60 mil em um golpe aplicado por meio de um grupo de WhatsApp, em Campo Grande. O caso foi registrado como estelionato e fraude...
28 de abril de 2026
Um casal procurou a delegacia após perder mais de R$ 60 mil em um golpe aplicado por meio de um grupo de WhatsApp, em Campo Grande. O caso foi registrado como estelionato e fraude eletrônica.
Segundo o boletim de ocorrência, a mulher, de 45 anos, e o namorado, de 42, contaram que entraram no grupo ainda em janeiro deste ano. O convite teria sido feito por conhecidos e levava para uma suposta empresa, administrada por uma pessoa com número de telefone internacional.
No grupo, os participantes eram incentivados a investir dinheiro com a promessa de retornos altos, acima do mercado. Para isso, precisavam fazer depósitos e cumprir tarefas simples, como assistir a vídeos curtos e avaliar conteúdos, o que supostamente gerava ganhos dentro de uma plataforma.
O casal afirmou que permaneceu por mais de seis meses no esquema e chegou a realizar saques no início, o que aumentou a confiança na plataforma. Durante esse período, fizeram vários depósitos, de forma semanal e mensal.
No entanto, nesta semana, o aplicativo saiu do ar e todo o saldo desapareceu. Além disso, os administradores do grupo pararam de responder mensagens e limitaram a comunicação apenas a eles. A pessoa que se identificava como responsável também não foi mais encontrada.
A mulher relatou que fez transferências a partir de março, somando cerca de R$ 16,1 mil, por meio de diferentes bancos. Já o namorado disse que perdeu aproximadamente R$ 44,8 mil, incluindo valores enviados de contas pessoais e também de uma conta empresarial da irmã.
Ao perceberem que não conseguiam mais acessar o dinheiro nem contato com os responsáveis, eles concluíram que se tratava de um golpe e procuraram a polícia.
O caso será investigado.
g1 MS