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Banco Central lança botão de contestação no Pix para vítimas de golpes

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1 de outubro de 2025

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Glenda Melo / Diário do Estado

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A partir de hoje, quarta-feira (1/10), todos os usuários do Pix passam a contar com uma nova ferramenta de segurança: o botão de contestação. A novidade foi anunciada pelo Banco Central (BC) como uma forma de agilizar e digitalizar o processo de denúncia em casos de fraudes, golpes ou transferências feitas sob coerção.

As vantagens do Pix incluem rapidez, com transferências e pagamentos instantâneos; disponibilidade, funcionando todos os dias, a qualquer hora; gratuidade para pessoas físicas, sem cobrança de taxas; praticidade, com a utilização de chaves simples em vez de dados bancários completos, e segurança, com transações criptografadas e monitoradas pelo Banco Central do Brasil.

Disponível nos aplicativos dos bancos e instituições financeiras, o botão permite que a contestação de uma transação seja feita de forma rápida e sem necessidade de interação humana. Segundo o BC, essa nova funcionalidade é uma evolução do Mecanismo Especial de Devolução (MED), criado para viabilizar o reembolso de valores em situações específicas.

Com o MED, o usuário vítima de um golpe precisava entrar em contato com seu banco para solicitar a contestação da transferência. Já com o novo botão, o processo se torna automatizado e mais eficiente. Assim que o usuário aciona o recurso, a transação é comunicada imediatamente ao banco de destino, que deve bloquear os valores na conta do suspeito, caso ainda estejam disponíveis.

“O objetivo é acelerar a resposta em casos de golpe e aumentar a chance de recuperação dos recursos”, explicou Breno Lobo, chefe adjunto do Departamento de Competição e Estrutura do Mercado Financeiro (Decem) do Banco Central.

Após o bloqueio dos valores, as instituições envolvidas (do pagador e do recebedor) têm até sete dias para analisar a contestação. Se for confirmado que houve fraude, a devolução do dinheiro deve ocorrer em até 11 dias após a abertura do pedido.

Entretanto, o Banco Central alerta que o botão de contestação é exclusivo para situações de golpe. Ele não deve ser utilizado em casos de desacordo comercial, arrependimento da compra ou erro de digitação na chave Pix, nesses casos, o usuário ainda deve buscar solução direta com a parte envolvida.

A nova medida busca responder ao crescimento de fraudes envolvendo o sistema de pagamentos instantâneos, que, apesar de seguro, tem sido alvo de criminosos que rapidamente movimentam os valores para diversas contas, dificultando o rastreamento e recuperação do dinheiro.

Com o novo botão, o BC espera tornar o processo de contestação mais acessível, ágil e eficaz para os usuários do Pix, reforçando a segurança do sistema e protegendo ainda mais os consumidores.

O que não se pode negar são as funcionalidades do PIX e o quanto as transações facilitaram a vida dos brasileiros.

 

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Casal em MS perde mais de R$ 60 mil em golpe do falso investimento pelo WhatsApp

Um casal procurou a delegacia após perder mais de R$ 60 mil em um golpe aplicado por meio de um grupo de WhatsApp, em Campo Grande. O caso foi registrado como estelionato e fraude...

Casal em MS perde mais de R$ 60 mil em golpe do falso investimento pelo WhatsApp

28 de abril de 2026

Casal em MS perde mais de R$ 60 mil em golpe do falso investimento pelo WhatsApp

 

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Um casal procurou a delegacia após perder mais de R$ 60 mil em um golpe aplicado por meio de um grupo de WhatsApp, em Campo Grande. O caso foi registrado como estelionato e fraude eletrônica.

Segundo o boletim de ocorrência, a mulher, de 45 anos, e o namorado, de 42, contaram que entraram no grupo ainda em janeiro deste ano. O convite teria sido feito por conhecidos e levava para uma suposta empresa, administrada por uma pessoa com número de telefone internacional.

No grupo, os participantes eram incentivados a investir dinheiro com a promessa de retornos altos, acima do mercado. Para isso, precisavam fazer depósitos e cumprir tarefas simples, como assistir a vídeos curtos e avaliar conteúdos, o que supostamente gerava ganhos dentro de uma plataforma.

O casal afirmou que permaneceu por mais de seis meses no esquema e chegou a realizar saques no início, o que aumentou a confiança na plataforma. Durante esse período, fizeram vários depósitos, de forma semanal e mensal.

No entanto, nesta semana, o aplicativo saiu do ar e todo o saldo desapareceu. Além disso, os administradores do grupo pararam de responder mensagens e limitaram a comunicação apenas a eles. A pessoa que se identificava como responsável também não foi mais encontrada.

A mulher relatou que fez transferências a partir de março, somando cerca de R$ 16,1 mil, por meio de diferentes bancos. Já o namorado disse que perdeu aproximadamente R$ 44,8 mil, incluindo valores enviados de contas pessoais e também de uma conta empresarial da irmã.

Ao perceberem que não conseguiam mais acessar o dinheiro nem contato com os responsáveis, eles concluíram que se tratava de um golpe e procuraram a polícia.

O caso será investigado.

g1 MS

Golpe

Fraude envolvendo venda de gado leva empresária a perder R$ 60 mil em Rio Verde de Mato Grosso

Caso foi registrado como estelionato na Depac do Centro de Mato Grosso do Sul, envolvendo negociação por telefone e WhatsApp.

Fraude envolvendo venda de gado leva empresária a perder R$ 60 mil em Rio Verde de Mato Grosso

23 de janeiro de 2026

Fraude envolvendo venda de gado leva empresária a perder R$ 60 mil em Rio Verde de Mato Grosso

 

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Uma empresária de 30 anos foi vítima de um golpe envolvendo a venda de 30 cabeças de gado em Rio Verde de Mato Grosso, resultando em um prejuízo de R$ 60 mil. A negociação foi realizada por telefone e WhatsApp, e o suspeito não entregou os animais após o pagamento.

Detalhes da negociação e o golpe

De acordo com o registro na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) do Centro, a vítima recebeu, em 15 de janeiro, contatos de um homem que se apresentou como vendedor de gado, alegando que as 30 cabeças, totalizando aproximadamente 280 arrobas, estavam em confinamento na cidade de Rio Verde de Mato Grosso, a cerca de 203 quilômetros de Campo Grande. O valor total da negociação era de R$ 114 mil, dividido entre entrada e pagamento no momento do abate.

Documentos falsos e pressão pelo pagamento

Para dar credibilidade à operação, o suspeito enviou imagens de documentos falsificados da fazenda e utilizou a pressão para que a empresária efetuasse o pagamento inicial. Ela também forneceu contato de uma transportadora responsável pelo transporte do gado até um frigorífico, e, ao confirmar o deslocamento, realizou uma transferência bancária de R$ 60 mil.

Desaparecimento do golpista e prejuízo

Após o pagamento, o suspeito deixou de responder às mensagens, não enviou a nota fiscal do gado e desapareceu. O motorista da transportadora informou que foi orientado a aguardar em um posto de combustíveis, mas a documentação nunca foi providenciada, evidenciando a fraude. A vítima possui registros das conversas e do comprovante de transferência e pretende representar criminalmente contra os envolvidos.