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Zeca cobra medidas contra agrotóxicos e reforça pedido de asfalto em assentamento

Deputado estadual solicita proteção à comunidade Guarani-Kaiowá em Caarapó e infraestrutura para agricultura familiar em Nioaque

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26 de setembro de 2025

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(pagina1news)

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O deputado estadual Zeca do PT utilizou duas sessões consecutivas da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (Alems) para apresentar requerimentos que tratam de problemas diretamente ligados à saúde pública, ao meio ambiente e à infraestrutura rural no estado. Em sua primeira manifestação, na terça-feira (23), o parlamentar cobrou providências para proteger a comunidade indígena Guarani-Kaiowá, localizada na terra indígena Guyraroká, em Caarapó, diante de denúncias de pulverização indiscriminada de agrotóxicos realizada por grandes latifundiários da região. No dia seguinte, Zeca apresentou solicitação ao governo estadual para a pavimentação da estrada de acesso ao Projeto de Assentamento Nioaque, em Nioaque, medida considerada essencial para garantir melhores condições de escoamento da produção agrícola familiar.
Na denúncia feita por Zeca, o parlamentar destacou os impactos graves da pulverização aérea de defensivos agrícolas. Segundo ele, a prática estaria comprometendo não apenas a saúde da população indígena, mas também a agricultura de subsistência, o bem-estar dos animais criados pela comunidade e o equilíbrio ambiental da região. O deputado afirmou que a situação se agrava em virtude da vulnerabilidade das famílias afetadas, que dependem diretamente da terra para o sustento.
Em sua justificativa, Zeca classificou como inconsequente e irresponsável a atitude de grandes proprietários rurais que recorrem ao uso indiscriminado de agrotóxicos sem considerar os impactos humanos e ambientais. Ele lembrou que matérias jornalísticas recentes relataram confrontos na região, envolvendo inclusive a atuação da Força Nacional, que teria disparado balas de borracha contra indígenas. Para o parlamentar, a situação expõe a gravidade da disputa por território e o desrespeito às comunidades tradicionais.
O requerimento apresentado foi encaminhado ao Procurador-Chefe do Ministério Público Federal em Mato Grosso do Sul, Luiz Eduardo Camargo Outeiro Hernandes, além de cópias a outras autoridades como o procurador da República em Dourados, Marco Antonio Delfino de Almeida, o procurador-geral de Justiça de MS, Romão Ávila Milhan Junior, a superintendente do Ibama-MS, Joanice Lube Battilani, e o diretor-presidente do Imasul, André Borges Barros de Araújo. O objetivo é obter informações detalhadas sobre as medidas já adotadas e exigir providências urgentes.
Além da questão indígena, Zeca voltou a atenção para outra demanda ligada à agricultura familiar. Na sessão seguinte, realizada na quarta-feira (24), ele solicitou ao governo estadual a pavimentação da estrada que liga a agrovila do assentamento Nioaque até a rodovia BR-419. A obra é considerada estratégica, uma vez que o trecho é a principal via de acesso das famílias assentadas à escola, à unidade de saúde rural, ao ginásio poliesportivo e a outros equipamentos comunitários.
Zeca destacou que a estrada é fundamental para o escoamento da produção local, que depende da agricultura familiar. A pavimentação, segundo ele, reduziria custos, aumentaria a competitividade dos pequenos agricultores e proporcionaria maior qualidade de vida às famílias que residem na região. O pedido do deputado se baseia em indicação enviada pela Câmara Municipal de Nioaque, por meio do vereador Sérgio Marques, e foi direcionado ao governador Eduardo Riedel, ao secretário de Infraestrutura e Logística, Guilherme Alcântara de Carvalho, e ao diretor-presidente da Agesul, Mauro Azambuja Rondon Flores.
As manifestações de Zeca refletem uma linha de atuação voltada à defesa das populações mais vulneráveis e ao fortalecimento da agricultura familiar, setores que frequentemente enfrentam dificuldades diante do avanço do agronegócio e da falta de investimentos em infraestrutura. Ao mesmo tempo, o parlamentar trouxe à tona a necessidade de se debater os limites da produção agrícola em larga escala quando ela ameaça a saúde, a dignidade humana e a preservação ambiental.
A repercussão dos dois pedidos tende a mobilizar órgãos de fiscalização, além de gerar novas discussões na Assembleia Legislativa e junto ao governo estadual. Para Zeca, a resposta rápida a esses problemas é fundamental para garantir a proteção das comunidades indígenas, a melhoria das condições de vida em assentamentos e o equilíbrio entre desenvolvimento econômico e justiça social. (pagina1news)

Geral

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

Geral

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS