quinta, 04 de junho, 2026
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A combinação entre a sexta-feira e o número 13 é considerada por muitas culturas como um símbolo de azar, medo e mistério. Embora para alguns seja apenas uma superstição, a data carrega séculos de histórias, crenças religiosas e tradições populares que ajudaram a construir sua fama.
O temor em torno do número 13 é anterior à própria sexta-feira 13. Em várias civilizações antigas, o número 12 era visto como símbolo de perfeição e equilíbrio 12 meses no ano, 12 signos do zodíaco, 12 deuses do Olimpo. O número seguinte, 13, passou a ser associado ao desequilíbrio e ao desconhecido.
No cristianismo, a superstição ganhou força com a Última Ceia, onde 13 pessoas estavam presentes à mesa sendo Judas, o traidor, considerado o 13º convidado. A sexta-feira também carrega simbolismo religioso, pois, segundo a tradição cristã, foi nesse dia que ocorreu a crucificação de Jesus.
Outro episódio frequentemente citado aconteceu em 13 de outubro de 1307, uma sexta-feira, quando o rei Filipe IV da França ordenou a prisão dos Cavaleiros Templários, contribuindo para a associação da data com tragédias e perseguições.
O medo irracional da sexta-feira 13 é chamado de parascavedecatriafobia, enquanto o medo específico do número 13 é conhecido como triscaidecafobia. Em alguns países, edifícios não possuem o 13º andar e companhias aéreas evitam fileiras com esse número.
A fama da data foi reforçada ao longo do século XX por obras da cultura popular, especialmente a franquia de terror Friday the 13th, que apresentou ao mundo o icônico assassino mascarado Jason Voorhees. O sucesso dos filmes consolidou a associação entre a data e histórias assustadoras.
Apesar da reputação negativa, nem todas as culturas veem a sexta-feira 13 como um dia ruim. Em alguns países, como a Itália, o número considerado azarado é o 17. Já para muitas pessoas, a data é encarada com humor ou até como um símbolo de sorte.
Mais do que um dia de medo, a sexta-feira 13 representa a força das tradições culturais e do imaginário coletivo. Ela revela como crenças antigas podem atravessar gerações e se reinventar por meio da religião, da história e do entretenimento.
Seja encarada com cautela, curiosidade ou diversão, a sexta-feira 13 continua despertando fascínio e alimentando histórias que atravessam o tempo.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS