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Ponte cai durante passagem de carreta, semanas após ser "engolida" por rio

Defesa Civil emitiu avisos de que havia rachaduras na cabeceira da estrutura e alertou sobre passagem de carga

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23 de fevereiro de 2026

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Por Cassia Modena

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Por volta das 7h deste domingo (22), caiu parte da ponte de concreto sobre o Rio do Peixe, no município de Rio Negro. Uma carreta bi-trem passava por lá no momento do incidente. A estrutura dá acesso à região do Pantanal e às cidades de São Gabriel do Oeste e Rio Verde de Mato Grosso.

A carga era provavelmente de grãos ou ração animal, conforme o servidor público e documentarista de vida selvagem, Irai Antunes, informou à reportagem. Ele estava a caminho do acesso quando a queda ocorreu e filmou os estragos.

Rio subiu e "engoliu" ponte - A mesma ponte chegou a ser engolida pelo Rio do Peixe durante fortes chuvas que atingiram Rio Negro e municípios vizinhos. Foram dias de muita água, que elevaram o nível do afluente do Rio Negro, que dá nome ao município. 

Após isso, a Defesa Civil Municipal havia alertado sobre rachaduras nas cabeceiras da estrutura e sinalizou que veículos pesados e com carga não poderiam passar.

Obra estadual - A reportagem questionou o valor do investimento em recursos estaduais e o ano em que a ponte foi construída e aguarda retorno.

Em nota, o Governo de Mato Grosso do Sul afirma que equipes técnicas da agência estão no local para avaliar a situação.

"A Polícia Militar Rodoviária Estadual foi acionada e realiza a interdição da via para garantir a segurança dos usuários. Equipes técnicas da Agesul já estão no local prestando suporte e avaliando as condições da estrutura. Informamos que o secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Guilherme Alcântara, acompanhado do diretor-presidente da Agesul, Rudi Fiorese, e de equipe técnica, está se deslocando para Rio Negro para vistoriar pessoalmente a área e determinar providências necessárias e soluções imediatas, bem como de médio e longo prazo", diz trecho de texto enviado nesta manhã.

O Campo Grande News tenta contato com a construtora para saber quais providências serão tomadas por parte dela.

Decreto de emergência - Depois das chuvas que deixaram a ponte submersa e geraram outros transtornos no município, a Prefeitura de Rio Negro decretou situação de emergência.

O prefeito, Henrique Ezoe (PSDB), informou hoje que a medida já adotada ajudará a cidade a lidar com os impactos da queda da ponte também.

"Comunicamos a interdição total. Aconteceu um desastre, a carreta passou aqui. Pedimos à população que tenham um pouco de paciência, não venha aqui em cima da ponte. A cabeceira está com rachaduras. Estaremos trabalhando para fazer os desvios necessários para dar locomoção à nossa comunidade", disse o chefe do Executivo.

Matéria editada às 13h20 para remover informações sobre outra ponte sobre o Rio do Peixe, confundida com a estrutura que caiu.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS