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MS tem duas das 10 fazendas mais caras do país com pista de avião e 50 mil cabeças de gado

Ranking feito pela plataforma Chãozão destaca propriedades bilionárias em Miranda, com estrutura de ponta e grandes áreas para agropecuária.

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29 de julho de 2025

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g1 MS

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Mato Grosso do Sul tem duas fazendas entre as dez mais caras do Brasil, segundo levantamento feito para o Globo Rural pela plataforma Chãozão, especializada em ofertas de terras com apoio de imobiliárias.

As propriedades, situadas em Miranda (MS), ocupam a 6ª e 9ª posições no ranking. Uma delas tem 87 mil hectares e vale R$ 3,5 bilhões, enquanto a outra possui 78,5 mil hectares e custa R$ 2,6 bilhões.

As duas fazendas contam com infraestrutura completa, incluindo pista de pouso, até 50 mil cabeças de gado, casa sede com piscina, moradias para funcionários, açudes e armazéns. Ambas possuem linha férrea que atravessa suas propriedades.

Fazenda de R$ 2,6 bilhões

Com 78,5 mil hectares, a fazenda é dedicada à cria, recria e engorda de gado, comportando até 50 mil cabeças, além de um confinamento para 5 mil animais. Atualmente, possui cerca de 40 mil bovinos e 900 animais de tropa, como éguas, garanhões, potros, burros, jumentos e mulas. Na área agrícola, há cultivos de soja, milho e agroindústria.

A propriedade está localizada à beira do asfalto e oferece:

- Casa sede com piscina

- Moradias para funcionários

- Barracões para máquinas

- Hangar coberto

- 13 açudes

- 6 pivôs centrais para irrigação agrícola

- Armazéns com secadores e silos para armazenar a produção. 

Dos 78,5 mil hectares, 54,6 mil são de pastagens, cerca de 25 mil agricultáveis, 17,3 mil em reserva e área de proteção ambiental, e 6,5 mil hectares com vegetação remanescente.

Fazenda de R$ 3,5 bilhões

Com 87 mil hectares, a fazenda atua na cria, recria e engorda de gado, além de criar equinos, investir em reprodução genética e manter um confinamento com capacidade para 5 mil animais. Atualmente, abriga entre 35 mil e 50 mil cabeças de gado.

A propriedade está localizada à beira do asfalto e conta com:

- Residência sede em alvenaria com piscinas

- Jardins

- Moradias para funcionários

- Mangueiras completas

- 8 retiros

- Barracões para máquinas

- Pista de pouso asfaltada com 1,3 mil metros

- Rio dentro da propriedade

- 6 pivôs centrais e armazéns com secadores e silos

- Máquinas para manejo da pecuária

- 21 tratores

- 9 veículos entre caminhões e caminhonetes

- Motoniveladora

- Escavadeira hidráulica

- Estrutura de abastecimento para 80 mil litros de combustível

Dos 87 mil hectares, 35 mil são de pastagens formadas, 28 mil em área de pantanal natural, e 25 mil com potencial agrícola.

g1 MS

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS