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Motiva pede reajuste médio de 39,3% no pedágio da BR-163

O pedido faz parte da proposta da 1ª revisão ordinária prevista no contrato

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9 de maio de 2026

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CGNEWS

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A Motiva Pantanal apresentou à ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) pedido de reajuste médio de 39,3% no valor do pedágio cobrado na BR-163.

A extensão da rodovia em Mato Grosso do Sul chega a 845,4 quilômetros, passando por 21 municípios e contendo 9 praças. Se considerar o valor para carros de passeio, que hoje está em R$ 10,00 o preço pode chegar a R$ 14,00.

Conforme informado pela empresa, o pedido faz parte da proposta da 1ª Revisão Ordinária da Tarifa de Pedágio dentro do cronograma regulatório previsto no contrato otimizado da concessão. Isso porque na segunda-feira (4), a concessionária completou 9 meses e já atingiu o percentual do avanço de obras previsto para o período.

“O processo envolve etapas de avaliação documental, validação técnica e manifestação da ANTT, motivo pelo qual a apresentação prévia das informações é importante para garantir previsibilidade e segurança regulatória ao contrato”, disse em nota.

Na prática, o pedido já adianta o IRT (Índice de Reajustamento Tarifário), que trata de um mecanismo contratual de recomposição inflacionária previsto no contrato de concessão, utilizado para preservar o equilíbrio econômico-financeiro ao longo do tempo.

Além da atualização da inflação, o Termo Aditivo nº 06/2025 determina que o aumento tarifário de 33,64% só poderá ser aplicado se a concessionária cumprir as metas e investimentos previstos no contrato durante o período inicial de transição.

Esse percentual citado é uma parcela do reajuste previsto no contrato de otimização, chamado "degrau tarifário".

Mesmo com a atualização tarifária prevista contratualmente para ocorrer em agosto, a concessionária informou que a BR-163/MS continuará com uma das tarifas quilométricas mais baratas do Brasil.

“O motorista que percorre a BR-163/MS paga aproximadamente 35% a menos que a média praticada em outras concessões rodoviárias de Mato Grosso do Sul e, também, inferior as principais concessões de rodovias no Brasil”, completou.

A empresa destacou que neste ano já executa mais de R$ 1 bilhão em investimentos em obras de ampliação e melhorias operacionais.

Arrecadação – De acordo com o Relatório da Administração divulgado pela concessionária no dia 27 de fevereiro, houve aumento de 93,2% na receita de pedágio em 2025, que registrou R$ 442.990 milhões. O percentual expressivo é comparado com 2024, quando foram arrecadados R$ 229.276 milhões.

A receita operacional bruta ficou em R$ 769.399 milhões no ano passado, 154% maior que 2024, quando foram registrados R$ 302,928 milhões.

Os custos e as despesas aumentaram 17,2%, saindo de R$ 489.949 milhões para R$ 574.320 milhões.

Os investimentos aumentaram 180.155,2%. Enquanto em 2024 foram R$ 20.746 milhões, em 2025 passaram para R$ 394.496 milhões.

Contrato - A concessionária Motiva, antiga CCR, oficializou a assinatura do aditivo contratual em agosto do ano passado, prorrogando por mais 29 anos a concessão da BR-163 em Mato Grosso do Sul, principal rodovia federal que corta o Estado.

Entre as metas previstas estão 203 quilômetros de duplicação, 147 quilômetros de faixas adicionais, 23 quilômetros de marginais, cinco contornos urbanos, passagens de fauna, rede 4G em toda a extensão da rodovia, três pontos de parada e descanso para caminhoneiros e a instalação de diversos dispositivos operacionais, como rotatórias, trevos e acessos. O valor total estimado para essas obras é de R$ 9,3 bilhões.

CGNEWS

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS