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Mochi diz que comissão ampliou atuação e fiscalizará concessão em rodovias da Rota da Celulose

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12 de maio de 2026

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Agência ALEMS

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O presidente da Comissão Temporária de Representação para Acompanhamento da Concessão da BR-163/MS, deputado Junior Mochi (MDB), anunciou durante a sessão plenária desta terça-feira (12) que os membros também foram designados para acompanhar a atuação da nova concessão do Governo do Estado para o sistema rodoviário de Mato Grosso do Sul no trecho que abrange a chamada Rota da Celulose.

O contrato de 30 anos será para recuperação, operação, manutenção, conservação, implantação de melhorias e ampliação de capacidade dos trechos das rodovias Estaduais MS-040, MS-338 e MS-395 e trechos das rodovias Federais BR-262 e BR-267. Segundo Mochi, foi feito o pedido e aprovado o novo escopo de acompanhamento, para que o Legislativo possa receber informações sobre o que foi e ainda será feito na Rota da Celulose, com extensão de 870 quilômetros.

"Pedimos a extensão da atuação e foi aprovado, agora vou enviar requerimento para que me informem onde é a empresa, que não localizei. Vamos acioná-la para que seja feito o mesmo formato com o que fizemos com a concessão da BR-163, com a CCR Vias e posteriormente Motiva Pantanal, para que prestem contas, falem do cronograma e que venham a essa Casa de Leis para termos esse acompanhamento", ressaltou Mochi.

O parlamentar reconheceu que o modelo tem dado certo quanto à outra concessão e que, por exemplo, a Comissão vai questionar o pedido de reajuste de pedágio já feito pela Motiva à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), sobre a BR 163.

A nova concessão que será foco da fiscalização da comissão tem como área de abrangência: MS-040, de Campo Grande a Santa Rita do Pardo; MS-338, que liga Santa Rita do Pardo a Bataguassu; MS-395, de Bataguassu ao entroncamento com a BR-267; BR-262, que liga Campo Grande a Três Lagoas; e BR-267, que liga Bataguassu a Nova Alvorada do Sul.

Caravina (PSDB) concordou com a necessidade de fiscalização. "Sou um defensor das estratégias para melhorar a malha viária. Uma delas é via parceria público-privada. O modelo é bom, mas o que falha é a fiscalização. Efetivamente o primeiro ano da concessão é de manutenção. E eu vi que não está sendo feito. Então fiz um requerimento questionando do tempo disso. Deram justificativa que houve problema de contratação, porque não havia sido feito a roçada", contou Caravina.

O parlamentar sugeriu que a comissão deve insistir por um cronograma com as datas da manutenção e também lutar por um novo traçado para o anel viário da MS 395 em Bataguassu.

Agência ALEMS

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS