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Ladrões furtam 100 metros de cabos elétricos de pivô de irrigação em fazenda de Bandeirantes

Crime foi descoberto após equipamentos pararem de funcionar; prejuízos ainda estão sendo levantados.

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24 de junho de 2026

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do idest

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Uma fazenda localizada na zona rural de Bandeirantes foi alvo de criminosos que furtaram aproximadamente 100 metros de cabos elétricos utilizados no funcionamento de pivôs de irrigação. O caso foi registrado na Delegacia de Polícia Civil e teria ocorrido entre o fim da tarde de segunda (22) e a madrugada de terça-feira (23).

Furto foi descoberto durante manutenção

De acordo com o boletim de ocorrência, o responsável pela manutenção dos pivôs percebeu que os equipamentos estavam desligados e foi verificar a situação. Ao chegar à casa de máquinas, constatou que o cadeado havia sido retirado e a porta estava aberta.

Durante a inspeção, foi verificado que a fiação elétrica havia sido furtada. A propriedade possui dois pivôs de irrigação interligados à rede elétrica.

Cabos alimentavam sistema de irrigação

Segundo o registro policial, os cabos subtraídos são de grande porte e utilizados em uma rede elétrica de 380 volts necessária para o funcionamento dos pivôs. Foram furtados cerca de 100 metros de cabos de cobre de 30 milímetros, distribuídos em três fios que fazem a ligação entre o quadro de comando e o transformador.

A polícia apurou que os autores possivelmente utilizaram um veículo de pequeno porte para acessar a propriedade e transportar o material furtado.

Prejuízos serão calculados

Além da perda da fiação elétrica, a fazenda teve prejuízos relacionados à manutenção dos equipamentos e à paralisação do sistema de irrigação.

Conforme informado no boletim, não foi possível realizar perícia técnica no local, uma vez que funcionários da propriedade já haviam acessado e manuseado a área antes do registro da ocorrência.

Os danos totais ainda serão levantados por uma empresa de consultoria, já que os pivôs de irrigação possuem cobertura de seguro. O caso foi registrado como furto e será investigado pela Polícia Civil.

Agronegócio

Registro de produtores amplia monitoramento de javalis e suiformes em Mato Grosso do Sul

Ferramenta utiliza geotecnologia para mapear ocorrências e apoiar estratégias de controle, prevenção e proteção da produção agropecuária.

Registro de produtores amplia monitoramento de javalis e suiformes em Mato Grosso do Sul

24 de junho de 2026

Registro de produtores amplia monitoramento de javalis e suiformes em Mato Grosso do Sul

 

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Produtores rurais, técnicos, engenheiros agrônomos, médicos-veterinários e demais profissionais ligados ao campo passaram a contar com uma nova ferramenta para auxiliar no monitoramento de javalis e outros suiformes em Mato Grosso do Sul. O Painel de Monitoramento de Suiformes reúne registros georreferenciados de ocorrências desses animais e busca ampliar o mapeamento de áreas afetadas em todo o Estado.

A iniciativa foi desenvolvida pela Aprosoja/MS, com recursos do Fundems e em parceria com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc).

O objetivo é reunir informações sobre a presença de javalis, javaporcos, porcos-do-mato, catetos e queixadas, permitindo identificar regiões com maior concentração de registros, acompanhar tendências de dispersão e subsidiar ações de controle e prevenção.

Informações do campo fortalecem o monitoramento

A eficácia da ferramenta depende diretamente da participação de produtores e profissionais que acompanham diariamente a rotina das propriedades rurais.

Por meio do painel, é possível registrar avistamentos e danos causados pelos animais, incluindo informações de localização, fotografias, vídeos e relatos sobre prejuízos em lavouras, cercas, estruturas de captação de água, áreas de preservação ambiental e criações.

Segundo a Aprosoja/MS, quanto maior for a participação dos usuários, mais completa e precisa será a base de dados disponível para análise.

O coordenador técnico da entidade, Gabriel Balta, destaca que a plataforma transforma informações coletadas diretamente no campo em inteligência territorial.

“A ferramenta transforma informações coletadas diretamente no campo em uma base de inteligência territorial. A colaboração dos produtores e dos profissionais que acompanham a rotina das propriedades é essencial para identificar áreas críticas, acompanhar a evolução das ocorrências e apoiar ações mais eficientes de monitoramento, controle e prevenção”, afirmou.

Dados passarão por validação técnica

Antes de integrarem o banco de dados oficial, todas as informações enviadas pelos usuários passarão por análise da equipe técnica responsável pelo projeto.

A analista de Geoprocessamento da Aprosoja/MS, Staël Caroline, explica que os registros serão auditados para garantir a qualidade das informações.

“Cada informação registrada pode trazer evidências importantes para ampliar a qualidade do monitoramento. Os dados serão auditados pela equipe técnica, com análise da consistência geográfica, da autenticidade das evidências e da identificação correta das espécies”, explicou.

Espécie invasora causa prejuízos ao campo

Considerado uma espécie invasora, o javali representa riscos econômicos, ambientais e sanitários para Mato Grosso do Sul.

Nas propriedades rurais, os animais podem provocar danos em culturas agrícolas, especialmente em lavouras de soja e milho, por meio do consumo de sementes, destruição de plântulas, pisoteio e revolvimento do solo.

Além disso, também são responsáveis por prejuízos em cercas, sistemas de captação de água e áreas de preservação ambiental.

Outro fator de preocupação é o risco sanitário, já que os javalis podem atuar como reservatórios de doenças capazes de impactar a produção pecuária.

Impactos ambientais preocupam

Os danos não se limitam à atividade agropecuária. No meio ambiente, o comportamento de chafurdamento desses animais altera a estrutura do solo, favorece processos erosivos e pode contribuir para o assoreamento de nascentes e cursos d’água.

Os suiformes também competem por alimento e espaço com espécies nativas, como catetos e queixadas, aumentando a pressão sobre a fauna local.

Como participar

Produtores rurais e colaboradores que identificarem javalis, javaporcos ou evidências de danos provocados pelos animais podem registrar as informações diretamente no Painel de Monitoramento de Suiformes.

O envio de registros acompanhados de fotografias, vídeos e localização geográfica contribui para ampliar a qualidade dos dados e fortalecer as estratégias de monitoramento e controle no Estado.

A ferramenta está disponível para acesso público e busca construir um panorama cada vez mais preciso sobre a presença desses animais em Mato Grosso do Sul.

Luto em MS

Morre aos 87 anos Marcelo Miranda, um dos primeiros governadores de Mato Grosso do Sul

Mato Grosso do Sul perdeu nesta terça-feira (23) uma das figuras marcantes de sua história política. Morreu, aos 87 anos, o ex-governador Marcelo Miranda Soares, que teve papel...

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23 de junho de 2026

Morre aos 87 anos Marcelo Miranda, um dos primeiros governadores de Mato Grosso do Sul

 

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Mato Grosso do Sul perdeu nesta terça-feira (23) uma das figuras marcantes de sua história política. Morreu, aos 87 anos, o ex-governador Marcelo Miranda Soares, que teve papel importante nos primeiros anos de organização administrativa do Estado após sua criação.

Natural de Uberaba (MG), Marcelo Miranda nasceu em 1º de dezembro de 1938. Formado em Engenharia Civil, também se especializou em Administração Municipal e construiu uma trajetória que uniu a atuação técnica à vida pública. Antes de ingressar na política, participou de importantes obras de infraestrutura no país, entre elas a construção da Usina Hidrelétrica de Jupiá, empreendimento localizado entre os municípios de Três Lagoas (MS) e Castilho (SP).

Na administração pública, ocupou cargos de destaque em um período decisivo para a consolidação de Mato Grosso do Sul. Foi prefeito de Campo Grande entre 1977 e 1978 e, posteriormente, assumiu o governo estadual, exercendo mandato entre 1979 e 1980. Durante esse período, participou da estruturação dos órgãos públicos e da organização administrativa do novo Estado, criado em 1977.

Além da carreira política, Marcelo Miranda também atuou como pecuarista, mantendo forte ligação com o setor agropecuário, uma das principais atividades econômicas de Mato Grosso do Sul.

Sua trajetória ficou marcada pela participação na formação institucional do Estado e pelo trabalho desenvolvido tanto na engenharia quanto na gestão pública. A notícia de sua morte encerra um capítulo importante da história política sul-mato-grossense, deixando um legado associado aos primeiros anos de construção administrativa de Mato Grosso do Sul.