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IFMS Coxim realiza audiência pública para implantação do curso de Tecnologia em Agroindústria

Pedidos de atendimento especializado para a Prova Nacional Docente 2025 devem ser realizados no ato da inscrição, pelo Sistema PND, até sexta-feira. Resultado da análise será divulgado em 1º de agosto.

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24 de julho de 2025

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(Augusto Marques)

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O Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS) Campus Coxim realizou, na terça-feira (22), uma audiência pública para discutir a implantação do curso superior de Tecnologia em Agroindústria, um passo estratégico para o desenvolvimento regional. O evento reuniu autoridades locais, representantes de órgãos públicos, professores e membros da comunidade para apresentar o estudo de viabilidade do novo curso e debater suas potencialidades para a região norte do estado.
A audiência teve como foco principal a justificativa para a implantação do curso de Tecnologia em Agroindústria, que visa formar profissionais capacitados para atuar na agregação de valor aos produtos agrícolas locais, estimulando o desenvolvimento da agroindústria regional. Dados apresentados pela comissão responsável pelo estudo mostraram que a região norte do Mato Grosso do Sul, incluindo Coxim e municípios vizinhos, tem uma predominância da pecuária e pastagens, com baixa diversificação agrícola e produção limitada de hortifrutigranjeiros.
O professor Rafael Coelho, membro da comissão, destacou que cerca de 90% da área agricultada em Coxim é destinada à pecuária, com apenas 3,1% para cultivos agrícolas, apesar de existir potencial para expandir a agricultura em até 13% da área atual. Além disso, o estado apresenta a menor participação da agricultura familiar no Brasil, um desafio que o curso pretende ajudar a superar, promovendo a diversificação e agregação de valor à produção local.
O professor Anderson Rodolfo de Lima, especialista em empreendedorismo, ressaltou a importância do curso para fomentar a indústria local, especialmente a agroindústria de pequeno e médio porte, que pode transformar a matéria-prima produzida na região, gerando empregos qualificados e maior arrecadação para os municípios. Ele enfatizou que o curso pretende formar profissionais com perfil empreendedor, capazes de inovar, gerir processos produtivos e acessar novos mercados, contribuindo para a sustentabilidade e o desenvolvimento econômico regional.
De acordo com o presidente da comissão de implantação do curso, o professor Marcos Vinicius Hendges, a proposta curricular do curso inclui disciplinas técnicas de alimentos e bebidas, gestão agroindustrial, empreendedorismo inovador, cooperativismo, planejamento e controle de qualidade, além de atividades práticas e extensão comunitária, garantindo que os alunos tenham contato direto com as demandas locais. O curso terá duração de três anos, com oferta de 40 vagas anuais, e combina aulas presenciais e ensino a distância para flexibilizar o acesso.
Durante a audiência, representantes da Prefeitura de Coxim, da Secretaria de Desenvolvimento Sustentável, da Câmara Municipal, do SEBRAE e de outras instituições manifestaram apoio à iniciativa, destacando a relevância do curso para fortalecer a agricultura familiar, ampliar a produção de alimentos e incentivar a geração de renda na região.
O prefeito Edilson Magro reforçou o compromisso do município em apoiar o IFMS e trabalhar em parceria para o desenvolvimento regional, ele ressaltou a importância da parceria entre o município e o IFMS para o fortalecimento da região. Ele afirmou que “a parceria com o Instituto Federal é fundamental para o desenvolvimento da nossa cidade e da região norte. Temos terras férteis e uma vocação natural para a agropecuária, mas precisamos quebrar paradigmas e ampliar a lavoura para diversificar e fortalecer nossa economia. O IFMS é um parceiro essencial nesse processo, e estamos juntos para que o curso de agroindústria se torne uma realidade, gerando empregos e capacitação para nossos jovens”. Disse o chefe do executivo.
Adilson Alves (Galizé), gerente de agricultura da Secretaria de Desenvolvimento Sustentável de Coxim, agradeceu o apoio do IFMS e da prefeitura, informando que o município tem ampliado a área plantada, dobrando de 8 mil para 17 mil hectares, com crescimento significativo na agricultura familiar e hortifruticultura. Galizé mencionou a reabertura do laticínio municipal prevista para agosto, o que deve fortalecer a bacia leiteira local. Ele também ressaltou os desafios enfrentados, como a escassez de água nos assentamentos, e destacou os esforços para superar essas dificuldades por meio de projetos de infraestrutura rural e parcerias com órgãos públicos
A diretora-geral do campus Coxim, professora Angela Kwiatkowski, encerrou o encontro destacando a importância da colaboração entre a instituição, a comunidade e os parceiros para consolidar o projeto, que representa um avanço significativo para a educação superior e para o fortalecimento da economia local e regional.
Com essa iniciativa, o IFMS Campus Coxim reafirma seu papel como agente de transformação social e econômica, preparando profissionais qualificados para impulsionar a agroindústria e contribuir para o desenvolvimento sustentável da região norte de Mato Grosso do Sul. (Augusto Marques)

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS