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Excesso de velocidade e álcool lideram causas de acidentes no Carnaval, diz Polícia Científica de MS

Órgão cita excesso de velocidade, álcool, desatenção e manobras arriscadas como fatores recorrentes e orienta revisão do veículo e uso do cinto.

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14 de fevereiro de 2026

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Idest

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A Polícia Científica de Mato Grosso do Sul (PCi-MS) informou que análises periciais de acidentes indicam a repetição de fatores durante o Carnaval, período de aumento do fluxo de veículos em rodovias e áreas urbanas, e divulgou orientações para reduzir riscos no trânsito.

Fatores que se repetem nos sinistros

Segundo a PCi-MS, equipes que atuam diretamente nos locais de ocorrência observam padrões que ajudam a explicar a dinâmica dos sinistros. Entre os fatores citados como mais comuns estão excesso de velocidade, consumo de álcool, desatenção ao volante e manobras arriscadas.

A perita criminal e chefe do Núcleo de Perícias Externas do Instituto de Criminalística, Thayla Venancio, afirmou que decisões tomadas pouco antes do impacto podem influenciar a gravidade do acidente. “Em muitos casos, são escolhas feitas em poucos segundos que acabam determinando a gravidade do acidente. Grande parte dessas ocorrências poderia ser evitada com atitudes responsáveis no trânsito”, disse.

Como a perícia reconstitui o que ocorreu

A PCi-MS explicou que a análise de vestígios nos veículos, na pista e no entorno contribui para esclarecer como o acidente ocorreu e quais fatores participaram da ocorrência. O trabalho técnico sustenta laudos periciais e também permite identificar padrões ao longo do tempo.

Além do atendimento em campo, o órgão informou que realiza exames laboratoriais, análises veiculares e estudos técnicos para esclarecer a sequência dos fatos e os fatores envolvidos. De acordo com a instituição, os resultados subsidiam investigações e processos judiciais e podem ser usados em ações de prevenção.

Cuidados antes de sair e durante a viagem

Entre as orientações listadas pela PCi-MS estão não dirigir após consumir bebida alcoólica; respeitar limites de velocidade e sinalização; usar cinto de segurança; evitar o uso do celular ao volante; e revisar o veículo antes de viajar, verificando pneus, calibragem, freios, iluminação e níveis de óleo.

A instituição também recomenda realizar ultrapassagens apenas em locais permitidos e com segurança; reduzir velocidade e aumentar a distância de segurança em caso de chuva, devido ao risco de aquaplanagem e perda de controle; e, em trechos com maior movimento, manter velocidade compatível com as condições da via e atenção constante à sinalização.

Após o acidente: socorro e preservação da cena

Em caso de acidente, a PCi-MS orienta que a prioridade seja o socorro às vítimas e a segurança das pessoas envolvidas. O órgão afirmou que, após o atendimento emergencial e a sinalização do local, a preservação da cena é fundamental para o trabalho técnico e para a análise correta do ocorrido.

Thayla Venancio afirmou que o objetivo é que ocorrências sejam evitadas. “Para nós, o melhor cenário é quando não somos acionados. Cada acidente evitado significa que alguém voltou para casa em segurança”, disse. A PCi-MS reforçou que atitudes conscientes no trânsito contribuem para a preservação de vidas durante o Carnaval.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS