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Como parar corretamente em um "pare e siga"? PRF explica medidas de segurança

Polícia Rodoviária Federal alerta que trechos com obras e trânsito controlado exigem atenção redobrada para evitar colisões traseiras e engavetamentos.

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29 de maio de 2026

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do Idest, JWC

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Trechos de rodovias que operam no sistema "pare e siga", seja por conta de obras, manutenção ou atendimento a acidentes, exigem atenção especial dos motoristas. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), esses locais são considerados pontos críticos para a ocorrência de colisões traseiras e engavetamentos.

Por isso, a instituição reforça uma série de medidas de direção defensiva que podem contribuir para a segurança dos condutores e passageiros durante a parada e a retomada do tráfego.

Mantenha distância segura do veículo da frente

Segundo a PRF, ao parar em uma fila de veículos, o motorista deve manter uma distância suficiente para visualizar os pneus traseiros do veículo à frente tocando o asfalto.

Essa margem de segurança permite que o condutor tenha uma rota de fuga caso seja necessário desviar rapidamente de algum risco vindo pela retaguarda ou diante de uma eventual pane do veículo à frente.

Direcione as rodas para o acostamento

Outra orientação é manter o volante levemente esterçado em direção ao acostamento.

Conforme a PRF, em caso de colisão traseira, essa medida pode fazer com que o veículo seja projetado para fora da pista de rolamento, reduzindo o risco de ser empurrado contra o carro da frente ou lançado para a pista contrária.

Veículo deve permanecer em ponto morto

A recomendação também é manter o veículo desengrenado, em ponto morto — ou na posição "Neutral", nos veículos automáticos — com o freio de estacionamento acionado.

A PRF alerta que o motorista não deve permanecer com o carro engrenado segurando apenas a embreagem ou o pedal de freio. Em uma colisão ou situação de susto, o pé pode escapar dos pedais, provocando o deslocamento involuntário do veículo e aumentando os riscos de novos acidentes.

Atenção especial para o último veículo da fila

Quando o motorista estiver na última posição da fila, a orientação é manter o pisca-alerta ligado para sinalizar aos condutores que se aproximam em velocidade de rodovia.

A recomendação é permanecer atento aos retrovisores e desligar o dispositivo somente após outros veículos pararem com segurança logo atrás.

Direção defensiva pode evitar acidentes

A Polícia Rodoviária Federal destaca que a adoção dessas medidas simples de direção defensiva contribui para reduzir os riscos em trechos com trânsito controlado, protegendo motoristas, passageiros e trabalhadores que atuam nas obras e operações realizadas nas rodovias.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS