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Solidariedade

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Campanha Solidária: Cleide luta contra dores intensas e precisa de ajuda urgente para cirurgia

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3 de outubro de 2025

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(Glenda Melo - Diário do Estado)

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Sabe aquele momento que a vida prega uma peça na gente? Quando tudo parece desmoronar? Dias em que o medo e insegurança tomam conta da gente?
Pois é, essa é a realidade da Cleide, moradora muito conhecida e querida em Coxim, Cleide teve sua vida virada do avesso nos últimos dias e vamos contar a história dela para você. Ao final desta matéria espero que você leitor sinta vontade de ajudar essa mulher generosa que já ajudou muita gente e hoje é ela que precisa de nós.
Nossa reportagem entrou em contato com a Cleide e ela nos contou um pouco dos seus dias atuais, acompanhe com a gente.
A história de Cleide da Silva Cervieri, de 50 anos, comove a comunidade e desperta um grande movimento de solidariedade. Casada com Irineu Cervieri e mãe de dois filhos, Ian Richard e Daniel Lucas, Cleide dedicou boa parte da vida a cuidar dos outros como técnica em enfermagem. Agora, é ela quem precisa de cuidado e apoio.
No dia 10 de setembro, Cleide recebeu um diagnóstico que mudou sua rotina e trouxe sérios desafios: três hérnias de disco, sendo duas delas extrusas, que comprimem o nervo do braço direito. A consequência tem sido devastadora. Em pouco tempo, ela perdeu a força do braço, sente formigamento constante nos dedos e convive diariamente com dores intensas.
Segundo os médicos, o único caminho para recuperar sua saúde e qualidade de vida é uma cirurgia de urgência. O procedimento, somado aos custos com hospital, equipe médica e medicamentos, está orçado em cerca de R$ 80 mil. Um valor muito alto para a família, mas que representa a chance de Cleide voltar a ter movimentos, aliviar as dores e retomar sua rotina.
“Quanto mais o tempo passa, maior é o risco de perder a mobilidade definitiva do braço direito”, relatou o médico que acompanha o caso. A situação exige pressa e união.
Neste momento, Cleide conta com a generosidade de amigos, familiares e da comunidade em geral. Cada contribuição faz diferença nessa luta, que é também uma corrida contra o tempo.
Mais do que uma vaquinha, a campanha é um gesto de esperança, uma forma de transformar compaixão em ação concreta. Afinal, quem conhece Cleide sabe da sua dedicação em ajudar o próximo e agora ela precisa desse mesmo cuidado.
Doações estão sendo arrecadadas para custear a cirurgia e garantir o tratamento completo. A família reforça que toda ajuda, seja qual for o valor, é bem-vinda e pode representar a diferença entre a dor e o recomeço.
“Deus abençoe a cada um que estender a mão nesse momento tão difícil, agradece  Cleide, emocionada.
Sentiu no coração vontade de ajudar a Cleide? Você pode ajudar via Pix usando a chave:
[email protected]
Qualquer valor é bem-vindo, faça parte dessa rede de amor. (Glenda Melo - Diário do Estado)
 

Geral

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

Geral

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS