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Após 10 dias de buscas, bombeiros suspendem operações e idoso continua desaparecido

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12 de janeiro de 2026

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Fernando Brito -BNC - ocorreionews

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Após dez dias consecutivos de buscas intensas, o Corpo de Bombeiros Militar decidiu suspender, nesta semana, as operações pelo idoso Juraci Pimenta de Oliveira, de 75 anos, que segue desaparecido na região de Chapadão do Sul (MS). Apesar de todos os esforços empreendidos pelas equipes de resgate, familiares e da ampla divulgação feita pela imprensa, nenhuma das informações recebidas sobre um suposto paradeiro do idoso se confirmou.

Juraci é morador de Coxim (MS) e estava internado na Comunidade Terapêutica Nova Esperança de Chapadão do Sul (COTENEC), localizada no antigo Assentamento Alto Sucuriú, área que atualmente pertence ao município de Paraíso das Águas. De acordo com informações oficiais, ele deixou a unidade na quinta-feira, 1º de janeiro, por volta das 10h30, dando início às buscas.

Desde então, o Corpo de Bombeiros de Chapadão do Sul coordenou uma grande operação de procura, com varreduras em áreas rurais, estradas vicinais, fazendas e propriedades da região. Segundo os relatos iniciais, Juraci teria sido visto pela última vez nas proximidades de uma fazenda, a cerca de 8 quilômetros do local do desaparecimento, seguindo em direção à área urbana de Chapadão do Sul.

Diante da gravidade da situação e do fato de o idoso ser portador de Alzheimer, necessitando de cuidados constantes, as buscas foram reforçadas ao longo dos dias. A operação contou com o apoio de uma equipe especializada de Cães de Busca e Salvamento do Canil de Coxim, formada pelo binômio Sargento Luciclei e o cão Chefão, além do uso de um drone com câmera infravermelha, tecnologia que permitiu varreduras também no período noturno.

Mesmo com o emprego de todos esses recursos, nenhuma pista concreta foi encontrada. Conforme informou o Corpo de Bombeiros, diversas informações recebidas ao longo dos dias acabaram se mostrando imprecisas ou falsas, o que dificultou o avanço das buscas.

Em nota, a corporação destacou que, após dez dias de trabalho ininterrupto e diante da ausência de novos indícios, as buscas foram suspensas, seguindo os protocolos operacionais. No entanto, o caso permanece em aberto, e novas diligências poderão ser retomadas caso surjam informações confiáveis.

Uma foto atualizada de Juraci Pimenta de Oliveira continua sendo divulgada para auxiliar na identificação. As autoridades reforçam o pedido de colaboração da população e orientam que qualquer informação relevante seja comunicada imediatamente ao Corpo de Bombeiros pelo telefone 193 ou à Polícia Militar pelo 190.

O desaparecimento segue causando grande apreensão entre familiares e amigos, que mantêm a esperança de que o idoso seja localizado em segurança. As forças de segurança ressaltam que qualquer detalhe, por menor que pareça, pode ser fundamental para o esclarecimento do caso.

Geral

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

Geral

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS