quinta, 04 de junho, 2026

WhatsApp

(67) 99983-4015

Alerta para os pais

A+ A-

Alerta urgente: morte de menina de 9 anos acende preocupação sobre desafios perigosos na internet

Icone Calendário

7 de março de 2026

Icone Autor

Glenda Melo

Continue Lendo...

A morte de uma menina de apenas 9 anos em Campo Grande, registrada nesta semana acendeu um forte alerta para pais e responsáveis sobre os perigos escondidos dentro da internet e das redes sociais.

A criança foi encontrada desacordada em sua cama pela própria mãe, no bairro Universitário. Os pais haviam saído por um curto período para uma consulta médica do bebê recém-nascido e a menina havia ficado na casa de uma tia. Quando retornaram para buscá-la, por volta das 14 horas, foram informados de que ela estaria dormindo.

Ao entrar no quarto para ver a filha, a mãe se deparou com uma cena desesperadora: a menina estava deitada de bruços na cama, com um tubo de desodorante ao lado e os lábios arroxeados. A família tentou reanimá-la e chegou a conseguir que a criança vomitasse, mas ela não respondia.

A menina foi levada às pressas para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), onde equipes médicas realizaram diversas tentativas de reanimação. Apesar dos esforços, a criança não resistiu. O caso foi registrado pelas autoridades como morte a esclarecer.

Situações como essa acendem um alerta preocupante para especialistas: crianças e adolescentes estão cada vez mais expostos a conteúdos perigosos na internet, incluindo os chamados “desafios” que circulam em redes sociais e aplicativos de vídeo.

Muitos desses desafios são divulgados de forma aparentemente inofensiva, mas podem incentivar comportamentos extremamente arriscados, colocando a vida de menores em perigo.

Especialistas em segurança digital e psicologia infantil reforçam que o acompanhamento dos pais é fundamental. Crianças muitas vezes não têm maturidade para entender os riscos por trás de determinados conteúdos e podem acabar imitando o que veem online.

Entre as principais orientações estão:

Acompanhar o que os filhos assistem na internet

Limitar o acesso a redes sociais e plataformas de vídeo

Conversar com as crianças sobre os perigos de desafios e conteúdos virais

Observar mudanças de comportamento e hábitos.

A tragédia envolvendo a menina de 9 anos serve como um duro alerta para famílias de todo o país. Em muitos casos, os perigos não estão nas ruas, mas dentro do quarto, na tela de um celular ou computador.

O acompanhamento dos responsáveis e o diálogo constante com crianças e adolescentes podem ser decisivos para evitar que curiosidade ou influência da internet se transformem em situações irreversíveis

 

Geral

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

Continue Lendo...

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

Geral

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

Continue Lendo...

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS