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Agosto Lilás: Combate ao feminicídio é pauta permanente na ALEMS

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7 de agosto de 2025

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(Christiane Mesquita)

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De janeiro de 2025 até hoje aconteceram 21 feminicídios em Mato Grosso do Sul. Mulheres assassinadas simplesmente por serem mulheres. Namorados, maridos e um filho entre aqueles que deveriam amar e proteger. Foi esse o assunto abordado pelo deputado Professor Rinaldo Modesto (Podemos), autor da Lei 4969/2016, que instituiu o “Agosto Lilás”, durante a sessão ordinária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS) desta terça-feira (5).
“O mês é de conscientização pelo fim da violência contra a mulher, que, infelizmente, mesmo com toda a mobilização, esses números continuam crescendo. Somente em 2025, até o dia 2 de agosto, 21 mulheres foram vítimas de feminicídios em nosso Estado. Não estamos falando de estatísticas, estamos falando de vidas de mães, filhas, avós, amigas, vizinhas, mulheres que perderam suas vidas simplesmente por serem mulheres, e por isso eu quero que todos ouçam os nomes de cada vítimas”, destacou o deputado Professor Rinaldo Modesto.
Foi narrado o nome de cada uma das 21 mulheres vítimas de feminicídio em Mato Grosso do Sul em 2025. “Karina Corim, Vanessa Ricarte, Juliana Domingues, Mirielle dos Santos, Emiliana Mendes, Gisele Cristina Oliskowiski, Alessandra da Silva Arruda, Ivone Barbosa, Thácia Paula, Simone da Silva, Olizandra Vera Cano, Graciane de Sousa Silva, Vanessa Eugênio Medeiros, Sophie Eugenia Borges, filha de Vanessa Eugênio Medeiros; Eliana Guanes, Doralice da Silva, Rose, Michely Rios Midon Orue, assassinada com 18 facadas pelo filho; Juliete Vieira, Cinira de Brito e Salvadora Pereira”, relatou o parlamentar.
“Foram 21 mulheres em apenas sete meses, uma média de três mulheres assassinadas por mês em nosso Estado. Nós não podemos continuar normalizando isso, não podemos continuar perdendo mulheres enquanto discutimos ações tímidas e paliativas. É preciso agir com firmeza, urgência e coragem. Devemos fortalecer as redes de proteção à mulher, criar e ampliar as casas de apoio, garantir patrulhas especializadas, oferecer apoio psicológico às vítimas e suas famílias e trabalhar firme na educação preventiva para quebrar o ciclo da violência, mas também precisamos fazer valer a lei, não podemos permitir que agressores sejam protegidos pelo silêncio da sociedade, quem agride uma mulher não pode ocupar cargo público, não pode ter poder de decisão, não pode seguir impune”, definiu Professor Rinaldo Modesto.
Professor Rinaldo Modesto ressalta que essa é uma luta de todos. “Essa luta não é de apenas de uma bancada ou grupo político, é de todos nós, pois onde morre uma mulher morre um pedaço da humanidade. Em respeito às famílias, em nome da justiça e da vida, reafirmamos nosso compromisso em seguir lutando para que nenhuma mulher tenha seu nome lembrado em uma lista de vítimas. Tenho um projeto na CCJR que trata da obrigação de pagamento de toda a despesa da mulher que sofre violência, desde o dia de trabalho de um psicólogo, delegado, Ministério Público, para que o agressor sentindo no bolso, seja minimizado esse problema tão grave que nos envergonha. Temos também que ter penas mais duras. Que nesse mês nós possamos conscientizar a população e dar a proteção devida que as mulheres sul-mato-grossenses merecem”, concluiu. (Christiane Mesquita)

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Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias com baixo índice de perdão, mostra CNT

Levantamento de 2025 mostra que 42% das estradas estaduais avaliadas no Estado têm baixa capacidade de reduzir a gravidade de acidentes.

Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias com baixo índice de perdão, mostra CNT

4 de junho de 2026

Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias com baixo índice de perdão, mostra CNT

 

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Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias classificados com baixo Índice de Perdão, segundo a terceira edição do Painel CNT de Rodovias que Perdoam, divulgada com dados de 2025. O levantamento coloca o Estado na 13ª posição entre os sistemas viários mais perigosos do país e indica que 42% das estradas estaduais avaliadas têm baixa capacidade de reduzir a gravidade dos acidentes.

Maioria da malha fica entre baixo e médio índice

Além dos trechos com baixo Índice de Perdão, a pesquisa aponta 2.282 quilômetros em faixa intermediária e 433 quilômetros com alto nível de segurança estrutural. No cenário nacional, Mato Grosso do Sul aparece na 15ª colocação entre os estados com rodovias mais seguras, indicando uma posição intermediária no ranking.

A metodologia da Confederação Nacional do Transporte (CNT) considera fatores físicos das rodovias que influenciam a gravidade dos sinistros. Entre os itens analisados estão acostamentos, barreiras de proteção, defensas metálicas, áreas livres de obstáculos e atenuadores de impacto.

Infraestrutura pública tem pior desempenho

No país, o estudo mostra diferença entre os modelos de gestão. Nas rodovias administradas pelo poder público, 50% da malha avaliada têm baixo Índice de Perdão e 4,8% atingem alto nível de mitigação dos acidentes. Já nas rodovias concedidas à iniciativa privada, 62% dos trechos apresentam alto Índice de Perdão e 2,4% foram classificados com baixo nível de segurança estrutural.

Segundo a CNT, os dados de 2025 mostram relativa estabilidade em relação ao levantamento anterior. Do total analisado, 19,9% receberam classificação de Alto Índice de Perdão, 42,7% ficaram na faixa intermediária e 37,5% foram enquadrados como de Baixo Índice de Perdão.

Regiões Sul e Sudeste concentram os trechos mais seguros

A entidade informa que mais de 80% da extensão analisada ainda apresenta média ou alta probabilidade de que problemas de infraestrutura, associados a falhas de condução ou defeitos mecânicos, resultem em mortes ou feridos graves. A análise territorial aponta ainda que os trechos mais seguros se concentram principalmente nas regiões Sul e Sudeste, onde predominam as concessões rodoviárias.

Já Norte, Nordeste e Centro-Oeste seguem com corredores classificados entre médio e baixo Índice de Perdão, inclusive em rotas usadas para o transporte de cargas e passageiros.

“A terceira edição do Painel confirma que a qualidade da infraestrutura viária impacta diretamente a gravidade dos acidentes. Embora o cenário nacional indique estabilidade, os resultados mostram que os avanços ainda são desiguais”, disse a diretora executiva da CNT, Fernanda Rezende.

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Prefeitura de Coxim emenda feriado e mantém apenas serviços essenciais em regime de plantão

A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo...

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4 de junho de 2026

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A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo Decreto Municipal nº 064/2026, abrange o feriado nacional de Corpus Christi, na quinta-feira (04/06), e o ponto facultativo na sexta-feira (05/06). O objetivo é ordenar o calendário administrativo, resguardando os serviços essenciais de urgência e emergência.

Os serviços essenciais, como saúde de urgência e coleta de lixo, operam sob regime de plantão no período. O atendimento ao público e os prazos administrativos processuais serão retomados integralmente na segunda-feira subsequente.

Demais feriados e pontos facultativos municipais encontram-se no site da prefeitura em: www.protocolos.coxim.ms.gov.br/calendariomunicipal