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Advogado transforma diagnóstico terminal em uma poderosa lição de amor e gratidão

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1 de junho de 2026

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Glenda Melo

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Há pessoas que enfrentam a vida com coragem. E há aquelas que, diante da própria finitude, conseguem ensinar ao mundo o verdadeiro significado de viver, preparados para uma história linda e emocionante? Então venham comigo neste lindo exemplo de amor pela vida.

Aos 49 anos, o advogado Tiago Martins Pitthan recebeu um diagnóstico que mudaria para sempre sua trajetória: um câncer em estágio terminal, sem possibilidade de cura pela medicina convencional. Diante de uma notícia capaz de paralisar sonhos e mergulhar famílias em sofrimento, ele escolheu um caminho incomum e profundamente humano.

Em vez de permitir que a doença definisse seus últimos capítulos, Tiago decidiu escrever sua própria despedida. Não com lágrimas antecipadas, mas com abraços. Não com silêncio, mas com música. Não com ausência, mas com presença.

Foi assim que nasceu o que ele chamou de “velório em vida”, uma celebração emocionante realizada em Campo Grande no último dia 30 de maio sábado, reunindo familiares, amigos e pessoas que marcaram sua caminhada. Um encontro que, mais do que uma despedida, transformou-se em um tributo à existência.

A ideia surgiu após a morte de seu pai. Durante o velório, Tiago observou amigos e familiares compartilhando histórias, recordações e homenagens carregadas de amor. Entre uma lembrança e outra, uma reflexão atravessou seu coração.

“Quanta gente boa, quanto carinho, quanta história. Pena que o homenageado não pôde ver.”

A frase simples carregava uma verdade poderosa. Quantas vezes as mais belas declarações são guardadas para quando já é tarde demais? Quantos afetos permanecem escondidos atrás da correria da vida?

Foi então que ele tomou uma decisão que emocionou milhares de pessoas.

“Naquele dia decidi que não vou faltar no meu.”

E não faltou.

Entre rodas de samba, músicas de rock, chope, food trucks e conversas sinceras, Tiago viveu algo raro: a oportunidade de ouvir, ainda em vida, tudo aquilo que normalmente é dito apenas na ausência. Caminhou entre amigos, recebeu abraços demorados, ouviu histórias, sorriu, chorou e agradeceu.

Cada homenagem recebida parecia reafirmar uma verdade muitas vezes esquecida: a vida não é medida apenas pelos anos que acumulamos, mas pelas marcas de amor que deixamos nas pessoas.

Mesmo enfrentando um tratamento paliativo, com sessões de quimioterapia e imunoterapia, Tiago se recusa a viver aprisionado pela contagem do tempo. Os médicos não estabeleceram um prazo, e ele também decidiu não perguntar.

Porque há momentos em que a vida deixa de ser uma questão de quantidade para se tornar uma questão de intensidade.

Sua história não é sobre a morte.

É sobre a coragem.

É sobre a escolha de permanecer inteiro quando tudo parece desabar.

É sobre encontrar luz mesmo quando o horizonte se torna incerto.

É sobre compreender que o maior legado que alguém pode deixar não está nos bens, nos títulos ou nas conquistas profissionais, mas no amor semeado ao longo do caminho.

Ao transformar um adeus em celebração, Tiago Martins Pitthan ofereceu uma das mais belas lições de humanidade dos últimos tempos. Mostrou que a despedida não precisa ser apenas um momento de dor. Pode também ser um encontro de gratidão, afeto e reconhecimento.

E talvez sua maior mensagem seja justamente esta: a vida continua sendo extraordinária enquanto houver tempo para um abraço, uma conversa sincera, uma gargalhada compartilhada ou um simples “eu te amo”.

Porque, no fim das contas, viver não é escapar da morte.

É fazer com que cada dia antes dela valha a pena.

 

Geral

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

Geral

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS