quinta, 04 de junho, 2026
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Neste 24 de fevereiro, o Brasil celebra o Dia da Conquista do Voto Feminino, marco histórico que reconhece a luta das mulheres pelo direito de participar das decisões políticas do país. O ano era 1932, quando o Código Eleitoral garantiu às brasileiras o direito de votar e serem votadas, rompendo uma tradição excludente e inaugurando uma nova fase na democracia nacional.
Mais de nove décadas depois, o voto feminino não é apenas um direito conquistado é símbolo de resistência, participação e transformação social. Ainda assim, os desafios permanecem. Eu particularmente me lembro do meu primeiro voto, meu passos até a urna, ainda não existia urna eletrônica, eram ainda aquelas urnas que pareciam sacolas com lacres e cadeados, me senti importante, mais que isso, me senti útil, vista e respeitada, e isso é tudo que uma mulher em qualquer ambiente exige: RESPEITO!!!
O sufrágio feminino representou um passo essencial rumo à igualdade. No entanto, mulheres ainda enfrentam barreiras estruturais que dificultam sua plena participação política e social. Entre os obstáculos persistentes estão:
Desigualdade salarial e menor acesso a posições de liderança
Violência política de gênero
sobrecarga com responsabilidades domésticas e familiares
Preconceitos culturais que ainda questionam sua capacidade de liderança.
Apesar dos avanços, a presença feminina nos espaços de poder ainda está aquém do ideal democrático. A participação feminina na política brasileira tem crescido lentamente, mas ainda enfrenta resistência. O machismo estrutural continua presente em campanhas eleitorais, nos partidos e até dentro das casas legislativas.
Muitas mulheres relatam descredibilização de suas falas, ataques pessoais, interrupções constantes e julgamentos baseados em aparência ou comportamento práticas, que raramente atingem homens na mesma proporção. Mulheres em cargos de chefia ou fora do ambiente doméstico continua sim incomodando machistas, o machismo nunca se calou, ele apenas teve que engolir novas realidades, mas o sapo continua tendo que ser engolido todos os dias por eles.
Mesmo assim, mulheres seguem ocupando espaços e transformando a política com pautas voltadas à educação, saúde, proteção social, igualdade e direitos humanos.
No cenário local, Coxim vive um momento significativo: atualmente, quatro mulheres ocupam cadeiras na Câmara Municipal. Esse avanço representa um passo importante na representatividade feminina e mostra que a participação política das mulheres vem crescendo, mas acreditem, os olhares atravessados ainda existem dentro do ambiente político.
No entanto, nem sempre foi assim. Durante décadas, a presença feminina nos espaços de decisão foi mínima ou inexistente. E mesmo hoje, as vereadoras ainda enfrentam desafios extras para afirmar suas vozes e propostas em um ambiente historicamente dominado por homens.
O machismo na política não é apenas uma lembrança do passado ele ainda se manifesta em atitudes, discursos e resistências veladas que tentam diminuir a atuação feminina.
Celebrar o Dia da Conquista do Voto Feminino é reconhecer a coragem das mulheres que lutaram para garantir direitos básicos e, ao mesmo tempo, refletir sobre o caminho que ainda precisa ser percorrido.
A democracia só se fortalece quando há participação igualitária. Valorizar a presença feminina na política não é favor é justiça histórica, REPARAÇÃO!!!!!!
Hoje é dia de celebrar conquistas, reconhecer desafios e reafirmar que a voz da mulher não apenas ecoa nas urnas: ela transforma realidades, constrói políticas públicas e fortalece a sociedade.
Porque quando uma mulher ocupa seu espaço, toda a sociedade avança.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS