sábado, 25 de julho, 2026
(67) 99983-4015
A primeira vitória do Aquidauanense no Campeonato Sul-Mato-Grossense veio em grande estilo. Na sequência da segunda rodada, ontem quinta-feira (23), o Azulão da Princesa visitou o Coxim, em Campo Grande, e goleou por 4 a 0. O zagueiro Taygor foi o nome do jogo com dois gols, completando o placar aberto com Fernandinho e Lyncon.
A vitória faz o Aquidauanense dividir a primeira posição com Costa Rica e Portuguesa/FC Pantanal, todos com quatro pontos. Já o Coxim, com duas derrotas e sem pontuar, segura a lanterna. Na terceira rodada, o Azulão recebe o Corumbaense no sábado (25), às 15h, no Estádio Noroeste. No mesmo dia, 16h, o Coxim visita o FC Pantanal, no Estádio Jacques da Luz.
Gols
O primeiro gol no Estádio Jacques da Luz saiu aos 20 minutos do primeiro tempo. Em jogada rápida pela esquerda, o lateral Anderson serviu Fernandinho na área para bater e abrir o placar, colocando o Aquidauanense na frente. A vantagem aumentou aos 35 minutos em nova jogada pela esquerda. Desta vez, Anderson cruzou por baixo e Lyncon desviou de primeira para fazer 2 a 0. Aos 42, em falta pela direita, Anderson cobrou na medida para o zagueiro Taygor, de cabeça, desviar e marcar o terceiro do Azulão da Princesa.
Depois de dificuldades no início, o Aquidauanense controlou o jogo e construiu a goleada
O segundo tempo seguiu com o Aquidauanense comandando as ações do jogo e fez a vitória virar goleada aos cinco minutos. Fernandinho cobrou escanteio pela esquerda, a defesa do Coxim ficou parada no lance e mais uma vez Taygor, de cabeça e sozinho, mandou para a rede do goleiro Léo Souza. Com a vantagem praticamente definindo a vitória, o Aquidauanense controlou o jogo, levando o placar de 4 a 0 até o fim.
Outros Jogos
Ivinhema 0 x 1 Portuguesa/FC Pantanal Corumbaense 0 x 0 Costa Rica Águia Negra 3 x 2 Naviraiense
Copa 2026
A derrota por 2 a 1 para a Noruega não representou apenas a eliminação do Brasil de mais uma Copa do Mundo. Ela simboliza o fracasso de um ciclo marcado por...
6 de julho de 2026
A derrota por 2 a 1 para a Noruega não representou apenas a eliminação do Brasil de mais uma Copa do Mundo. Ela simboliza o fracasso de um ciclo marcado por improvisos, decisões equivocadas e pela ausência de um projeto sólido para o futebol brasileiro.
O Brasil não foi eliminado apenas pela Noruega. Foi eliminado por anos de instabilidade, falta de planejamento e pela insistência em acreditar que a camisa, sozinha, ainda seria suficiente para decidir partidas.
Do outro lado estava uma seleção que talvez não tivesse o mesmo peso histórico, mas compensou qualquer diferença com organização, disciplina, humildade e respeito pelo adversário. Os jogadores noruegueses entraram em campo conscientes de suas limitações, executaram o plano de jogo com eficiência e deixaram o gramado classificados por mérito.
Enquanto isso, parte da Seleção Brasileira voltou a demonstrar uma postura que incomoda cada vez mais o torcedor. Em diversos momentos do ciclo, alguns atletas passaram a impressão de confiar mais no talento individual do que no trabalho coletivo, como se a tradição do Brasil ainda fosse suficiente para intimidar qualquer adversário. No futebol moderno, essa arrogância cobra um preço alto.
É verdade que o Brasil criou oportunidades e poderia até ter vencido a Noruega. No futebol, resultados inesperados acontecem. Mas nenhuma seleção conquista uma Copa do Mundo apostando apenas no acaso. Uma classificação sofrida pode acontecer. Duas também. Porém, não se atravessa uma competição inteira dependendo da sorte.
A eliminação é consequência de problemas antigos e conhecidos. Durante o ciclo, a Seleção passou por quatro treinadores diferentes, um técnico interino, mudanças constantes no comando e até um treinador dividindo atenções entre clube e seleção. Nunca houve continuidade suficiente para construir uma identidade de jogo.
Durante muitos anos, a enorme qualidade individual dos jogadores brasileiros foi capaz de esconder falhas estruturais do futebol nacional. Hoje, esse cenário mudou. O futebol mundial evoluiu. As seleções investiram em planejamento, ciência, análise de desempenho e continuidade de trabalho. O Brasil, por outro lado, permaneceu preso à expectativa de que o talento resolveria tudo.
Por isso, apontar um único jogador ou um treinador como responsável pelo fracasso seria simplificar um problema muito maior. A eliminação exige uma reflexão profunda sobre a forma como o futebol brasileiro vem sendo administrado, desde as categorias de base até a principal seleção do país.
A Noruega não venceu apenas pelos dois gols marcados. Venceu porque apresentou exatamente aquilo que faltou ao Brasil: organização, compromisso coletivo, humildade e um projeto consistente.
No futebol, existe uma regra que nunca falha: não se colhe aquilo que não se planta. O vexame brasileiro nesta Copa do Mundo é o resultado de um ciclo inteiro sem planejamento, sem estabilidade e sem evolução.
Se as mesmas práticas forem mantidas, os próximos torneios poderão trazer exatamente o mesmo desfecho. O problema nunca foi apenas a derrota para a Noruega. O verdadeiro adversário continua sendo a falta de direção do futebol brasileiro e a arrogância de alguns jogadores, quem sabe um dia voltaremos a ver aquele futebol bonito que tanto encantou nossa geração e carregávamos o orgulho do futebol mais respeitado do mundo, quem sabe ...
Copa 2026
Chegou a hora da verdade para a Seleção Brasileira. Hoje (5), às 17h (horário de Brasília), o Brasil enfrenta a Noruega pelas oitavas de final da Copa do Mundo de...
5 de julho de 2026
Chegou a hora da verdade para a Seleção Brasileira. Hoje (5), às 17h (horário de Brasília), o Brasil enfrenta a Noruega pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, em confronto que será disputado no MetLife Stadium, em East Rutherford, nos Estados Unidos.
Depois de superar a fase anterior e manter vivo o sonho do hexacampeonato, a equipe brasileira entra em campo sabendo que não há espaço para erros. Em jogos eliminatórios, qualquer detalhe pode definir o destino das seleções, aumentando ainda mais a expectativa de torcedores espalhados pelo mundo.
Do outro lado estará uma Noruega que chega embalada por uma campanha consistente e promete dificultar a vida da Seleção. Com um futebol organizado e jogadores de qualidade, os europeus representam um adversário que exige concentração máxima durante os 90 minutos ou mais, caso a decisão siga para a prorrogação e, se necessário, para os pênaltis.
O vencedor do confronto garantirá presença nas quartas de final e seguirá na disputa pelo título mundial, enquanto o derrotado dará adeus à competição. A expectativa é de um estádio lotado e de um duelo marcado por intensidade, equilíbrio e muita emoção.
A torcida brasileira deposita suas esperanças na tradição da camisa amarelinha e na capacidade da equipe de crescer em momentos decisivos. Mais do que uma vaga na próxima fase, o confronto representa um passo importante na caminhada rumo ao tão sonhado sexto título mundial, hoje é teste para o coração dos brasileiros, jogo que promete muita emoção e garra dos 2 times para continuar no sonho da copa 2026.