sábado, 25 de julho, 2026

WhatsApp

(67) 99983-4015

MotoGP Lançamento VR46 Racing

A+ A-

MotoGP: VR46 revela layout da moto de 2025 em Jacarta

Cinco das 11 equipes da categoria rainha já realizaram seus eventos de lançamento

Icone Calendário

28 de janeiro de 2025

Icone Autor

Rachit Thukral/Motorsport

Continue Lendo...

A VR46 exibiu a pintura de suas motos da MotoGP para a temporada 2025 em um lançamento especial em Jacarta, Indonésia, neste sábado.

A equipe de propriedade de Valentino Rossi mudará para um esquema de cores amarelo fluorescente e branco, uma evolução do design que adotou pela primeira vez no ano passado.

Tanto Fabio di Giannantonio quanto o novo contratado Franco Morbidelli voaram para a Indonésia para a cerimônia de apresentação, enquanto a VR46 capitalizou a crescente popularidade da MotoGP no Sudeste Asiático.

Di Giannantonio e Morbidelli pilotarão motos Ducati de estrada no Circuito de Mandalika na próxima semana para se aclimatarem ao clima quente da região antes de participarem do teste oficial de pré-temporada na Malásia, de 5 a 7 de novembro.

O próprio Rossi estava ausente do lançamento, mas revelou detalhes da nova pintura em uma mensagem de vídeo pré-gravada.
A próxima temporada MotoGP vê a VR46 se tornar a principal equipe satélite da Ducati, com a Pramac tendo encerrado um relacionamento de 20 anos para unir forças com a Yamaha.

Como parte dos laços crescentes da VR46 com a marca Borgo Panigale, a equipe receberá a mais recente Ducati GP25 que será pilotada por di Giannantonio este ano.

A velocidade e consistência do piloto de 26 anos na temporada passada impressionaram a cúpula da Ducati, que o contratou diretamente para sua lista de pilotos e lhe concedeu uma moto com especificações de fábrica.
Di Giannantonio, na verdade, será o único piloto além de Marc Márquez e Francesco Bagnaia a correr com o mais recente equipamento da Ducati este ano.

Seu companheiro de equipe Morbidelli, no entanto, continuará na mesma máquina GP24 que ele pilotou em uma campanha comparativamente decepcionante na Pramac em 2024.
Mas a mudança para a VR46 reúne Morbidelli com seu mentor e amigo Rossi, que escolheu o piloto de 30 anos para a vaga em sua equipe após a mudança de Marco Bezzecchi para a Aprilia.

Bezzecchi e di Giannantonio juntos impulsionaram a VR46 para o quinto lugar no campeonato de equipes no ano passado, à frente das equipes de fábrica da KTM, Yamaha e Honda.
Na classificação dos pilotos, di Giannantonio conquistou a 10ª posição, apesar de perder as duas últimas etapas do ano para passar por uma cirurgia no ombro que machucou nos treinos no Red Bull Ring.

Morbidelli terminou logo à frente de di Giannantonio em nono lugar, alcançando seu melhor resultado no campeonato desde 2020. No entanto, ele também foi classificado como o pior entre os quatro pilotos na dominante GP24.

Copa 2026

Vexame do Brasil: derrota para a Noruega escancara crise, e expõe o preço da arrogância

  A derrota por 2 a 1 para a Noruega não representou apenas a eliminação do Brasil de mais uma Copa do Mundo. Ela simboliza o fracasso de um ciclo marcado por...

Vexame do Brasil: derrota para a Noruega escancara crise, e expõe o preço da arrogância

6 de julho de 2026

Vexame do Brasil: derrota para a Noruega escancara crise, e expõe o preço da arrogância

 

Continue Lendo...

 

A derrota por 2 a 1 para a Noruega não representou apenas a eliminação do Brasil de mais uma Copa do Mundo. Ela simboliza o fracasso de um ciclo marcado por improvisos, decisões equivocadas e pela ausência de um projeto sólido para o futebol brasileiro.

O Brasil não foi eliminado apenas pela Noruega. Foi eliminado por anos de instabilidade, falta de planejamento e pela insistência em acreditar que a camisa, sozinha, ainda seria suficiente para decidir partidas.

Do outro lado estava uma seleção que talvez não tivesse o mesmo peso histórico, mas compensou qualquer diferença com organização, disciplina, humildade e respeito pelo adversário. Os jogadores noruegueses entraram em campo conscientes de suas limitações, executaram o plano de jogo com eficiência e deixaram o gramado classificados por mérito.

Enquanto isso, parte da Seleção Brasileira voltou a demonstrar uma postura que incomoda cada vez mais o torcedor. Em diversos momentos do ciclo, alguns atletas passaram a impressão de confiar mais no talento individual do que no trabalho coletivo, como se a tradição do Brasil ainda fosse suficiente para intimidar qualquer adversário. No futebol moderno, essa arrogância cobra um preço alto.

É verdade que o Brasil criou oportunidades e poderia até ter vencido a Noruega. No futebol, resultados inesperados acontecem. Mas nenhuma seleção conquista uma Copa do Mundo apostando apenas no acaso. Uma classificação sofrida pode acontecer. Duas também. Porém, não se atravessa uma competição inteira dependendo da sorte.

A eliminação é consequência de problemas antigos e conhecidos. Durante o ciclo, a Seleção passou por quatro treinadores diferentes, um técnico interino, mudanças constantes no comando e até um treinador dividindo atenções entre clube e seleção. Nunca houve continuidade suficiente para construir uma identidade de jogo.

Durante muitos anos, a enorme qualidade individual dos jogadores brasileiros foi capaz de esconder falhas estruturais do futebol nacional. Hoje, esse cenário mudou. O futebol mundial evoluiu. As seleções investiram em planejamento, ciência, análise de desempenho e continuidade de trabalho. O Brasil, por outro lado, permaneceu preso à expectativa de que o talento resolveria tudo.

Por isso, apontar um único jogador ou um treinador como responsável pelo fracasso seria simplificar um problema muito maior. A eliminação exige uma reflexão profunda sobre a forma como o futebol brasileiro vem sendo administrado, desde as categorias de base até a principal seleção do país.

A Noruega não venceu apenas pelos dois gols marcados. Venceu porque apresentou exatamente aquilo que faltou ao Brasil: organização, compromisso coletivo, humildade e um projeto consistente.

No futebol, existe uma regra que nunca falha: não se colhe aquilo que não se planta. O vexame brasileiro nesta Copa do Mundo é o resultado de um ciclo inteiro sem planejamento, sem estabilidade e sem evolução.

Se as mesmas práticas forem mantidas, os próximos torneios poderão trazer exatamente o mesmo desfecho. O problema nunca foi apenas a derrota para a Noruega. O verdadeiro adversário continua sendo a falta de direção do futebol brasileiro e a arrogância de alguns jogadores, quem sabe um dia voltaremos a ver aquele futebol bonito que tanto encantou nossa geração e carregávamos o orgulho do futebol mais respeitado do mundo, quem sabe ...

Copa 2026

Brasil encara a Noruega hoje em duelo decisivo; quem perder volta para casa

Chegou a hora da verdade para a Seleção Brasileira. Hoje (5), às 17h (horário de Brasília), o Brasil enfrenta a Noruega pelas oitavas de final da Copa do Mundo de...

Brasil encara a Noruega hoje em duelo decisivo; quem perder volta para casa

5 de julho de 2026

Brasil encara a Noruega hoje em duelo decisivo; quem perder volta para casa

 

Continue Lendo...

Chegou a hora da verdade para a Seleção Brasileira. Hoje (5), às 17h (horário de Brasília), o Brasil enfrenta a Noruega pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, em confronto que será disputado no MetLife Stadium, em East Rutherford, nos Estados Unidos.

Depois de superar a fase anterior e manter vivo o sonho do hexacampeonato, a equipe brasileira entra em campo sabendo que não há espaço para erros. Em jogos eliminatórios, qualquer detalhe pode definir o destino das seleções, aumentando ainda mais a expectativa de torcedores espalhados pelo mundo.

Do outro lado estará uma Noruega que chega embalada por uma campanha consistente e promete dificultar a vida da Seleção. Com um futebol organizado e jogadores de qualidade, os europeus representam um adversário que exige concentração máxima durante os 90 minutos ou mais, caso a decisão siga para a prorrogação e, se necessário, para os pênaltis.

O vencedor do confronto garantirá presença nas quartas de final e seguirá na disputa pelo título mundial, enquanto o derrotado dará adeus à competição. A expectativa é de um estádio lotado e de um duelo marcado por intensidade, equilíbrio e muita emoção.

A torcida brasileira deposita suas esperanças na tradição da camisa amarelinha e na capacidade da equipe de crescer em momentos decisivos. Mais do que uma vaga na próxima fase, o confronto representa um passo importante na caminhada rumo ao tão sonhado sexto título mundial, hoje é teste para o coração dos brasileiros, jogo que promete muita emoção e garra dos 2 times para continuar no sonho da copa 2026.