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Grêmio encaminha acerto com volante Cuéllar

Tricolor tem acordo avançado com o colombiano. Jogador negocia rescisão, mas só chega em janela do meio do ano

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8 de janeiro de 2025

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Raphael Zarko e Eduardo Moura/GE

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Grêmio encaminhou a contratação do volante Cuéllar, atualmente no Al-Shabab, da Arábia Saudita. Há um acerto com o colombiano de 32 anos para esta temporada. O jogador negocia a rescisão de contrato, mas só chega para a janela do meio do ano.

Cuéllar joga no dia 10, na próxima sexta-feira, contra o Al-Ahli, mas ainda cumpre contrato para a Copa do Rei da Arábia Saudita. Seu time se classificou para as semifinais, que tem duelo previsto para início de abril. Depois, se encaminha para o Brasil.

Jogador com passagem pela da seleção colombia, Cuéllar tem passagem pelo Flamengo, no Brasil. Fez oito jogos na atual temporada. O Grêmio afirmou que não pode "comentar nomes e detalhes de negócios

Quinteros indicou o volante, que já foi tentado pelo Grêmio no início de 2021. O técnico não trabalhou com o colombiano, mas o enfrentou em jogos de Equador e Bolívia contra a Colômbia. Cuéllar atuou no Flamengo entre 2016 e 2019 e estava na Arábia Saudita desde então. Primeiro, no Al Hilal entre 2019 e 2023, e no Al-Shabab de 2023 até o momento.

Fluminense e Red Bull Bragantino também haviam mostrado interesse no volante. O Grêmio buscava um jogador para a posição para aumentar as opções de Gustavo Quinteros, que já havia afirmado na apresentação que precisaria de um volante.

Atualmente, o Grêmio tem Villasanti, Dodi, Pepê e os jovens Ronald e Mila. Villasanti é alvo do Palmeiras, embora uma alternativa caso a negociação com Andreas Pereira, do Fulham, não avance.

O Grêmio anunciou o lateral-direito João Lucas como único reforço da temporada até o momento. O clube também busca a contratação de Niclas Eliasson, do AEK, da Grécia, para o ataque, e de um zagueiro.

Copa 2026

Vexame do Brasil: derrota para a Noruega escancara crise, e expõe o preço da arrogância

  A derrota por 2 a 1 para a Noruega não representou apenas a eliminação do Brasil de mais uma Copa do Mundo. Ela simboliza o fracasso de um ciclo marcado por...

Vexame do Brasil: derrota para a Noruega escancara crise, e expõe o preço da arrogância

6 de julho de 2026

Vexame do Brasil: derrota para a Noruega escancara crise, e expõe o preço da arrogância

 

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A derrota por 2 a 1 para a Noruega não representou apenas a eliminação do Brasil de mais uma Copa do Mundo. Ela simboliza o fracasso de um ciclo marcado por improvisos, decisões equivocadas e pela ausência de um projeto sólido para o futebol brasileiro.

O Brasil não foi eliminado apenas pela Noruega. Foi eliminado por anos de instabilidade, falta de planejamento e pela insistência em acreditar que a camisa, sozinha, ainda seria suficiente para decidir partidas.

Do outro lado estava uma seleção que talvez não tivesse o mesmo peso histórico, mas compensou qualquer diferença com organização, disciplina, humildade e respeito pelo adversário. Os jogadores noruegueses entraram em campo conscientes de suas limitações, executaram o plano de jogo com eficiência e deixaram o gramado classificados por mérito.

Enquanto isso, parte da Seleção Brasileira voltou a demonstrar uma postura que incomoda cada vez mais o torcedor. Em diversos momentos do ciclo, alguns atletas passaram a impressão de confiar mais no talento individual do que no trabalho coletivo, como se a tradição do Brasil ainda fosse suficiente para intimidar qualquer adversário. No futebol moderno, essa arrogância cobra um preço alto.

É verdade que o Brasil criou oportunidades e poderia até ter vencido a Noruega. No futebol, resultados inesperados acontecem. Mas nenhuma seleção conquista uma Copa do Mundo apostando apenas no acaso. Uma classificação sofrida pode acontecer. Duas também. Porém, não se atravessa uma competição inteira dependendo da sorte.

A eliminação é consequência de problemas antigos e conhecidos. Durante o ciclo, a Seleção passou por quatro treinadores diferentes, um técnico interino, mudanças constantes no comando e até um treinador dividindo atenções entre clube e seleção. Nunca houve continuidade suficiente para construir uma identidade de jogo.

Durante muitos anos, a enorme qualidade individual dos jogadores brasileiros foi capaz de esconder falhas estruturais do futebol nacional. Hoje, esse cenário mudou. O futebol mundial evoluiu. As seleções investiram em planejamento, ciência, análise de desempenho e continuidade de trabalho. O Brasil, por outro lado, permaneceu preso à expectativa de que o talento resolveria tudo.

Por isso, apontar um único jogador ou um treinador como responsável pelo fracasso seria simplificar um problema muito maior. A eliminação exige uma reflexão profunda sobre a forma como o futebol brasileiro vem sendo administrado, desde as categorias de base até a principal seleção do país.

A Noruega não venceu apenas pelos dois gols marcados. Venceu porque apresentou exatamente aquilo que faltou ao Brasil: organização, compromisso coletivo, humildade e um projeto consistente.

No futebol, existe uma regra que nunca falha: não se colhe aquilo que não se planta. O vexame brasileiro nesta Copa do Mundo é o resultado de um ciclo inteiro sem planejamento, sem estabilidade e sem evolução.

Se as mesmas práticas forem mantidas, os próximos torneios poderão trazer exatamente o mesmo desfecho. O problema nunca foi apenas a derrota para a Noruega. O verdadeiro adversário continua sendo a falta de direção do futebol brasileiro e a arrogância de alguns jogadores, quem sabe um dia voltaremos a ver aquele futebol bonito que tanto encantou nossa geração e carregávamos o orgulho do futebol mais respeitado do mundo, quem sabe ...

Copa 2026

Brasil encara a Noruega hoje em duelo decisivo; quem perder volta para casa

Chegou a hora da verdade para a Seleção Brasileira. Hoje (5), às 17h (horário de Brasília), o Brasil enfrenta a Noruega pelas oitavas de final da Copa do Mundo de...

Brasil encara a Noruega hoje em duelo decisivo; quem perder volta para casa

5 de julho de 2026

Brasil encara a Noruega hoje em duelo decisivo; quem perder volta para casa

 

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Chegou a hora da verdade para a Seleção Brasileira. Hoje (5), às 17h (horário de Brasília), o Brasil enfrenta a Noruega pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, em confronto que será disputado no MetLife Stadium, em East Rutherford, nos Estados Unidos.

Depois de superar a fase anterior e manter vivo o sonho do hexacampeonato, a equipe brasileira entra em campo sabendo que não há espaço para erros. Em jogos eliminatórios, qualquer detalhe pode definir o destino das seleções, aumentando ainda mais a expectativa de torcedores espalhados pelo mundo.

Do outro lado estará uma Noruega que chega embalada por uma campanha consistente e promete dificultar a vida da Seleção. Com um futebol organizado e jogadores de qualidade, os europeus representam um adversário que exige concentração máxima durante os 90 minutos ou mais, caso a decisão siga para a prorrogação e, se necessário, para os pênaltis.

O vencedor do confronto garantirá presença nas quartas de final e seguirá na disputa pelo título mundial, enquanto o derrotado dará adeus à competição. A expectativa é de um estádio lotado e de um duelo marcado por intensidade, equilíbrio e muita emoção.

A torcida brasileira deposita suas esperanças na tradição da camisa amarelinha e na capacidade da equipe de crescer em momentos decisivos. Mais do que uma vaga na próxima fase, o confronto representa um passo importante na caminhada rumo ao tão sonhado sexto título mundial, hoje é teste para o coração dos brasileiros, jogo que promete muita emoção e garra dos 2 times para continuar no sonho da copa 2026.