sábado, 25 de julho, 2026
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Depois de bater na trave em 2024, o Cruzeiro entra em 2025 com um objetivo claro: voltar a ser campeão. Com essa missão, o clube tem buscado nomes de peso e terá a reunião de três dos maiores vencedores do futebol brasileiro nos últimos anos: Cássio, Dudu e Gabigol.
Dudu e Cássio já estão na casa dos 30 anos e começaram a trajetória no futebol nacional ainda na primeira década dos anos 2000. Gabriel, por sua vez, iniciou os passos na equipe principal do Santos um pouco depois, em 2013.
Juntos, considerando somente os últimos 15 anos (ou seja, desde 2010), os três acumulam 40 conquistas, somando apenas troféus vencidos por clubes. Todos eles atuaram fora do país e também defenderam a seleção brasileira, seja na base ou no profissional.
- Nós hoje temos os três maiores jogadores dos seus clubes, o Cássio, o Dudu e o Gabigol. Nos últimos dez anos, nós somos os ídolos maiores dos seus clubes e nós conseguimos trazer para o Cruzeiro. A gente espera que eles, juntamente com o nosso grupo, se encaixem bem e que nós tenhamos muito sucesso nesse ano - disse o empresário Pedro Lourenço, investidor da SAF.
Com chancela de decisivo em finais (com 16 gols marcados), Gabigol tem 15 taças por clubes na carreira, com destaque para duas Libertadores, dois Brasileiros e duas Copas do Brasil com o Flamengo. Ainda venceu duas vezes a Supercopa do Brasil, também pelo Rubro-Negro, quatro Cariocas e dois Paulistas.
Dudu também tem 15 taças na galeria. Doze delas foram com a camisa do Palmeiras, colocando o atacante como o jogador mais vencedor da história do clube, ao lado de Ademir da Guia. O "Baixola" conquistou quatro Brasileirões, duas Libertadores, uma Copa do Brasil, uma Supercopa do Brasil e uma Recopa Sul-Americana. No período dos últimos 15 anos, também venceu um Mineiro, com o Cruzeiro, um Paranaense, com o Coritiba, e uma Taça da Ucrânia, com o Dínamo de Kiev.
Cássio tem dez taças por clubes, desde 2010. O jogador deixou o Grêmio muito jovem, rumo ao futebol holandês. Por lá, foi campeão da Copa da Holanda com o PSV, na temporada 2011/2012 - não entrou em campo no torneio. Foi a última temporada no futebol europeu, antes de se tornar ídolo no Corinthians. As principais conquistas foram Libertadores e Mundial, em 2012. Ainda venceu Recopa Sul-Americana, dois Brasileiros e quatro edições do Paulistão.
Cássio foi a primeira contratação do Cruzeiro com a SAF sob comando de Pedro Lourenço, no meio de 2024. Dudu e Gabriel, por outro lado, são os nomes de mais peso na janela deste fim de ano, quando o clube também contratou Bolasie, Christian, Eduardo, Marquinhos e Rodriguinho.
Sobre Cássio, Gabigol e Dudu, o que há de semelhança é que o Cruzeiro conseguiu as contratações se investimento pelos direitos econômicos. Em meio à proposta do clube, Cássio e Dudu buscaram as rescisões com Corinthians e Palmeiras, respectivamente. Gabriel, por outro lado, tinha vínculo com o Flamengo até 31 de dezembro e assinou pré-contrato com a Raposa.
O Cruzeiro entra em 2025 com a missão de voltar a ser campeão mineiro, o que não acontece desde 2019, e de novamente brigar pela Sul-Americana, onde foi vice-campeão neste ano. Além disso, a diretoria trata como prioridade conseguir disputar a Libertadores de 2026.
Títulos por clubes desde 2010
Cássio
Dudu
Gabigol
Copa 2026
A derrota por 2 a 1 para a Noruega não representou apenas a eliminação do Brasil de mais uma Copa do Mundo. Ela simboliza o fracasso de um ciclo marcado por...
6 de julho de 2026
A derrota por 2 a 1 para a Noruega não representou apenas a eliminação do Brasil de mais uma Copa do Mundo. Ela simboliza o fracasso de um ciclo marcado por improvisos, decisões equivocadas e pela ausência de um projeto sólido para o futebol brasileiro.
O Brasil não foi eliminado apenas pela Noruega. Foi eliminado por anos de instabilidade, falta de planejamento e pela insistência em acreditar que a camisa, sozinha, ainda seria suficiente para decidir partidas.
Do outro lado estava uma seleção que talvez não tivesse o mesmo peso histórico, mas compensou qualquer diferença com organização, disciplina, humildade e respeito pelo adversário. Os jogadores noruegueses entraram em campo conscientes de suas limitações, executaram o plano de jogo com eficiência e deixaram o gramado classificados por mérito.
Enquanto isso, parte da Seleção Brasileira voltou a demonstrar uma postura que incomoda cada vez mais o torcedor. Em diversos momentos do ciclo, alguns atletas passaram a impressão de confiar mais no talento individual do que no trabalho coletivo, como se a tradição do Brasil ainda fosse suficiente para intimidar qualquer adversário. No futebol moderno, essa arrogância cobra um preço alto.
É verdade que o Brasil criou oportunidades e poderia até ter vencido a Noruega. No futebol, resultados inesperados acontecem. Mas nenhuma seleção conquista uma Copa do Mundo apostando apenas no acaso. Uma classificação sofrida pode acontecer. Duas também. Porém, não se atravessa uma competição inteira dependendo da sorte.
A eliminação é consequência de problemas antigos e conhecidos. Durante o ciclo, a Seleção passou por quatro treinadores diferentes, um técnico interino, mudanças constantes no comando e até um treinador dividindo atenções entre clube e seleção. Nunca houve continuidade suficiente para construir uma identidade de jogo.
Durante muitos anos, a enorme qualidade individual dos jogadores brasileiros foi capaz de esconder falhas estruturais do futebol nacional. Hoje, esse cenário mudou. O futebol mundial evoluiu. As seleções investiram em planejamento, ciência, análise de desempenho e continuidade de trabalho. O Brasil, por outro lado, permaneceu preso à expectativa de que o talento resolveria tudo.
Por isso, apontar um único jogador ou um treinador como responsável pelo fracasso seria simplificar um problema muito maior. A eliminação exige uma reflexão profunda sobre a forma como o futebol brasileiro vem sendo administrado, desde as categorias de base até a principal seleção do país.
A Noruega não venceu apenas pelos dois gols marcados. Venceu porque apresentou exatamente aquilo que faltou ao Brasil: organização, compromisso coletivo, humildade e um projeto consistente.
No futebol, existe uma regra que nunca falha: não se colhe aquilo que não se planta. O vexame brasileiro nesta Copa do Mundo é o resultado de um ciclo inteiro sem planejamento, sem estabilidade e sem evolução.
Se as mesmas práticas forem mantidas, os próximos torneios poderão trazer exatamente o mesmo desfecho. O problema nunca foi apenas a derrota para a Noruega. O verdadeiro adversário continua sendo a falta de direção do futebol brasileiro e a arrogância de alguns jogadores, quem sabe um dia voltaremos a ver aquele futebol bonito que tanto encantou nossa geração e carregávamos o orgulho do futebol mais respeitado do mundo, quem sabe ...
Copa 2026
Chegou a hora da verdade para a Seleção Brasileira. Hoje (5), às 17h (horário de Brasília), o Brasil enfrenta a Noruega pelas oitavas de final da Copa do Mundo de...
5 de julho de 2026
Chegou a hora da verdade para a Seleção Brasileira. Hoje (5), às 17h (horário de Brasília), o Brasil enfrenta a Noruega pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, em confronto que será disputado no MetLife Stadium, em East Rutherford, nos Estados Unidos.
Depois de superar a fase anterior e manter vivo o sonho do hexacampeonato, a equipe brasileira entra em campo sabendo que não há espaço para erros. Em jogos eliminatórios, qualquer detalhe pode definir o destino das seleções, aumentando ainda mais a expectativa de torcedores espalhados pelo mundo.
Do outro lado estará uma Noruega que chega embalada por uma campanha consistente e promete dificultar a vida da Seleção. Com um futebol organizado e jogadores de qualidade, os europeus representam um adversário que exige concentração máxima durante os 90 minutos ou mais, caso a decisão siga para a prorrogação e, se necessário, para os pênaltis.
O vencedor do confronto garantirá presença nas quartas de final e seguirá na disputa pelo título mundial, enquanto o derrotado dará adeus à competição. A expectativa é de um estádio lotado e de um duelo marcado por intensidade, equilíbrio e muita emoção.
A torcida brasileira deposita suas esperanças na tradição da camisa amarelinha e na capacidade da equipe de crescer em momentos decisivos. Mais do que uma vaga na próxima fase, o confronto representa um passo importante na caminhada rumo ao tão sonhado sexto título mundial, hoje é teste para o coração dos brasileiros, jogo que promete muita emoção e garra dos 2 times para continuar no sonho da copa 2026.