quinta, 04 de junho, 2026
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O samba perdeu um de seus maiores representantes. Arlindo Cruz, de 66 anos, morreu nesta sexta-feira, 8 de agosto de 2025, no Rio de Janeiro. A notícia foi confirmada por sua esposa, Babi Cruz, ao portal iBahia.
Desde março de 2017, Arlindo enfrentava as consequências de um acidente vascular cerebral hemorrágico que o deixou internado por quase um ano e meio. Mesmo após a alta, seguiu com sequelas importantes. Em abril de 2025, voltou a ser internado no Hospital Barra D’Or, na capital fluminense, por causa de uma infecção provocada por uma bactéria resistente. Segundo informações do iBahia, após receber alta, seu quadro se agravou pela falta de instalação, em tempo hábil, dos equipamentos necessários para o home care.
Compositor talentoso e intérprete carismático, Arlindo Cruz iniciou sua história na música como integrante do Fundo de Quintal, onde permaneceu por mais de uma década. No grupo, ajudou a definir o som que marcou gerações. A partir dos anos 2000, seguiu em carreira solo, mantendo o cavaquinho como parceiro inseparável e ampliando seu repertório de sucessos.
Clássicos como “Meu Lugar”, “Será Que É Amor”, “O Bem” e “O Show Tem Que Continuar” — este último, um hino de resiliência no samba — foram interpretados por grandes nomes, como Zeca Pagodinho e Beth Carvalho. No carnaval carioca, seus sambas-enredo brilharam em escolas como Império Serrano, Vila Isabel, Grande Rio e Leão de Nova Iguaçu.
Entre 2008 e 2016, Arlindo foi indicado diversas vezes ao Grammy Latino e colecionou prêmios nacionais, consolidando sua relevância para a música brasileira. Sua obra atravessa décadas e continua presente nas rodas de samba, nas arquibancadas e nas playlists de fãs pelo país.
Falecimento
O Jornal Diário do Estado lamenta o falecimento de Maria Leila Nimer ocorrido nesta semana deixando familiares, amigos e toda a comunidade consternados. Maria Leila Nimer...
15 de maio de 2026
O Jornal Diário do Estado lamenta o falecimento de Maria Leila Nimer ocorrido nesta semana deixando familiares, amigos e toda a comunidade consternados.
Maria Leila Nimer será lembrada pelo carinho, pela generosidade e pela forma especial com que marcou a vida das pessoas ao seu redor. Sua trajetória deixa um legado de afeto, respeito e muitas lembranças que permanecerão vivas na memória de todos que tiveram o privilégio de conhecê-la.
Neste momento de imensa tristeza, o Jornal Diário do Estado manifesta as mais sinceras condolências aos familiares, amigos e parentes de Maria Leila Nimer, desejando força e conforto para enfrentar essa irreparável perda.
Que Deus ampare o coração de todos e conceda paz neste momento de despedida.
despedida
Coxim precisa saber !!!!!! foi assim que Sidney Assis ficou conhecido em Coxim e assim vamos começar essa matéria. Coxim amanheceu mais silenciosa nesta terça-feira...
13 de janeiro de 2026
Coxim precisa saber !!!!!! foi assim que Sidney Assis ficou conhecido em Coxim e assim vamos começar essa matéria.
Coxim amanheceu mais silenciosa nesta terça-feira (13) com a notícia da morte do radialista Sidney Assis, aos 58 anos, um dos nomes mais conhecidos e respeitados da comunicação local. Sidney foi encontrado sem vida em sua residência por familiares. O Corpo de Bombeiros chegou a ser acionado, mas, ao chegar ao local, apenas pôde constatar o óbito. A causa da morte ainda não foi divulgada.
Figura presente no cotidiano da cidade, Sidney Assis construiu uma trajetória marcada pela dedicação à informação e ao serviço público. Considerado um dos pioneiros da comunicação em Coxim, ele ganhou notoriedade como âncora do programa “Coxim Precisa Saber”, no rádio, onde se tornou referência na cobertura de ocorrências policiais e fatos relevantes em toda a região norte de Mato Grosso do Sul.
Sua voz firme e seu compromisso com a verdade fizeram dele uma ponte entre os acontecimentos e a população, sempre levando informação com responsabilidade, coragem e proximidade com a comunidade.
Além da atuação no rádio, Sidney também deixou sua marca na política local, tendo exercido o cargo de vereador por Coxim, função na qual reforçou seu envolvimento com as demandas da cidade e o interesse pelo bem coletivo.
A morte de Sidney Assis representa uma perda irreparável para o jornalismo regional, para o município e, sobretudo, para a sociedade coxinense, que acompanhou por décadas seu trabalho e sua presença ativa na vida pública.
O radialista deixa a esposa, familiares, amigos e uma legião de ouvintes e admiradores que hoje lamentam sua partida e prestam homenagens à sua memória.
Coxim se despede não apenas de um comunicador, mas de uma voz que fez parte da história da cidade. Nós, equipe Jornal Diário do Estado estamos em luto por essa partida tão precoce e deixamos nossos respeitos aos familiares. Assim que tivermos informações do local do velório e enterro informaremos.