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Arlindo Cruz: o último verso de um poeta do samba

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9 de agosto de 2025

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Glenda Melo / Diário do Estado

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O Brasil amanheceu mais silencioso. O batuque que tantas vezes embalou corações parou por um instante, como se até os pandeiros e cavaquinhos precisassem de tempo para chorar. Aos 66 anos, partiu Arlindo Cruz, sambista, compositor, poeta popular e guardião das memórias de um Brasil que canta suas dores e alegrias.

Nascido em Madureira, bairro onde o samba é mais do que música, é sangue que corre nas veias, Arlindo cresceu respirando harmonia e poesia. Com um cavaquinho nas mãos e um sorriso largo no rosto, transformou histórias simples em canções eternas. Suas letras não falavam apenas de amor e saudade eram retratos de uma gente que resiste, celebra e sonha.

Arlindo não apenas fez parte do samba. Ele o reinventou, com a sutileza de quem respeita a tradição e a ousadia de quem quer levá-la ainda mais longe. Nas rodas de samba, seu banjo soava como conversa de amigo; no palco, sua voz abraçava plateias inteiras.

A vida, no entanto, lhe impôs um desafio cruel em 2017, quando um AVC o afastou das apresentações. Mesmo sem estar sempre sob os holofotes, sua presença continuava viva nos corações dos fãs e nos versos que seguiram ecoando.

Agora, sua despedida deixa um vazio imenso. Mas também deixa um legado que nenhum silêncio é capaz de apagar. Arlindo Cruz é daqueles artistas que não partem de verdade: continuam vivos cada vez que alguém cantar “meu lugar é caminho de Ogum e Iansã” ou marcar o compasso com um simples bater de mãos.

Hoje, o céu tem mais samba. Talvez ele já esteja, banjo em punho, organizando uma nova roda lá em cima, chamando Cartola, Dona Ivone Lara e outros mestres para mais uma eterna noite de música. E aqui, cá embaixo, seguimos cantando, porque Arlindo nos ensinou que, mesmo diante da dor, o show tem que continuar.

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O Jornal Diário do Estado lamenta o falecimento de Maria Leila Nimer ocorrido nesta semana deixando familiares, amigos e toda a comunidade consternados. Maria Leila Nimer...

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15 de maio de 2026

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O Jornal Diário do Estado lamenta o falecimento de Maria Leila Nimer ocorrido nesta semana deixando familiares, amigos e toda a comunidade consternados.

Maria Leila Nimer será lembrada pelo carinho, pela generosidade e pela forma especial com que marcou a vida das pessoas ao seu redor. Sua trajetória deixa um legado de afeto, respeito e muitas lembranças que permanecerão vivas na memória de todos que tiveram o privilégio de conhecê-la.

Neste momento de imensa tristeza, o Jornal Diário do Estado manifesta as mais sinceras condolências aos familiares, amigos e parentes de Maria Leila Nimer, desejando força e conforto para enfrentar essa irreparável perda.

Que Deus ampare o coração de todos e conceda paz neste momento de despedida.

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Coxim se despede de Sidney Assis, voz marcante da comunicação em Coxim

Coxim precisa saber !!!!!! foi assim que Sidney Assis ficou conhecido em Coxim e assim vamos começar essa matéria. Coxim amanheceu mais silenciosa nesta terça-feira...

Coxim se despede de Sidney Assis, voz marcante da comunicação em Coxim

13 de janeiro de 2026

Coxim se despede de Sidney Assis, voz marcante da comunicação em Coxim

 

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Coxim precisa saber !!!!!! foi assim que Sidney Assis ficou conhecido em Coxim e assim vamos começar essa matéria.

Coxim amanheceu mais silenciosa nesta terça-feira (13) com a notícia da morte do radialista Sidney Assis, aos 58 anos, um dos nomes mais conhecidos e respeitados da comunicação local. Sidney foi encontrado sem vida em sua residência por familiares. O Corpo de Bombeiros chegou a ser acionado, mas, ao chegar ao local, apenas pôde constatar o óbito. A causa da morte ainda não foi divulgada.

Figura presente no cotidiano da cidade, Sidney Assis construiu uma trajetória marcada pela dedicação à informação e ao serviço público. Considerado um dos pioneiros da comunicação em Coxim, ele ganhou notoriedade como âncora do programa “Coxim Precisa Saber”, no rádio, onde se tornou referência na cobertura de ocorrências policiais e fatos relevantes em toda a região norte de Mato Grosso do Sul.

Sua voz firme e seu compromisso com a verdade fizeram dele uma ponte entre os acontecimentos e a população, sempre levando informação com responsabilidade, coragem e proximidade com a comunidade.

Além da atuação no rádio, Sidney também deixou sua marca na política local, tendo exercido o cargo de vereador por Coxim, função na qual reforçou seu envolvimento com as demandas da cidade e o interesse pelo bem coletivo.

A morte de Sidney Assis representa uma perda irreparável para o jornalismo regional, para o município e, sobretudo, para a sociedade coxinense, que acompanhou por décadas seu trabalho e sua presença ativa na vida pública.

O radialista deixa a esposa, familiares, amigos e uma legião de ouvintes e admiradores que hoje lamentam sua partida e prestam homenagens à sua memória.

Coxim se despede não apenas de um comunicador, mas de uma voz que fez parte da história da cidade. Nós, equipe Jornal Diário do Estado estamos em luto por essa partida tão precoce e deixamos nossos respeitos aos familiares. Assim que tivermos informações do local do velório e enterro informaremos.