sexta, 10 de julho, 2026
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Mato Grosso do Sul teve 60 apostas premiadas com quatro acertos (quadra) no concurso 3.029 da Mega-Sena, sorteado na quinta-feira (9), mas não registrou bilhetes com cinco ou seis dezenas; o prêmio principal de R$ 43.068.394,39 saiu para uma aposta simples de Divinópolis (MG).
As dezenas sorteadas foram 1, 11, 24, 33, 35 e 59, e o próximo concurso está previsto para sábado, com prêmio estimado em R$ 20 milhões.
A maior parte das apostas sul-mato-grossenses recebeu R$ 899,78, valor da quadra em jogos simples de seis números. Campo Grande concentrou o maior número de bilhetes premiados.
Também saíram prêmios da quadra para apostadores de Aparecida do Taboado, Aral Moreira, Bataguassu, Cassilândia, Corumbá, Coxim, Dourados, Eldorado, Iguatemi, Inocência, Itaporã, Ivinhema, Maracaju, Nova Alvorada do Sul, Nova Andradina, Paranaíba, Ponta Porã e São Gabriel do Oeste.
O prêmio principal do concurso 3.029 foi para uma aposta simples de seis números feita na Lotérica O Paraíso da Sorte, em Divinópolis.
No país, 39 apostas acertaram cinco números e levaram R$ 45.642,92 cada. Outras 3.261 fizeram a quadra, com prêmio básico de R$ 899,78.
Economia
Sorteio será no Espaço da Sorte, na Avenida Paulista, e terá transmissão ao vivo nos canais da Caixa no YouTube e no Facebook.
9 de julho de 2026
A Mega-Sena sorteia nesta quinta-feira (9) as seis dezenas do concurso 3.029, com prêmio acumulado estimado em R$ 45 milhões, no Espaço da Sorte, em São Paulo, a partir das 20h.
As apostas podem ser feitas até as 19h, nas lotéricas e pela internet, no portal das Loterias Caixa.
O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6.
O sorteio será realizado no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.
A transmissão ao vivo ocorrerá pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa.
Economia
Principal elevação foi em Boa Vista, onde aumento médio chega a 3,28%
8 de julho de 2026
A cesta básica ficou mais cara em 17 capitais brasileiras em junho. Nas demais capitais e no Distrito Federal, o custo médio da cesta caiu.

Segundo a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, divulgada mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) junto com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a principal elevação ocorreu em Boa Vista, com aumento médio de 3,28%. Em seguida, aparecem Palmas (3,01%), Rio Branco (2,20%) e Porto Alegre (2,18%).
A maior redução, por sua vez, foi constatada em João Pessoa, onde o custo médio caiu 3,97%. Na sequência, aparecem Recife (-3,62%) e Maceió (-3,61%).
Nos primeiros seis meses do ano, todas as capitais registraram alta nos preços da cesta básica, com taxas que oscilaram entre 4,02%, em São Luís, e 21,48%, em Fortaleza.
Um dos principais responsáveis pelo aumento no custo da cesta no mês passado foi o feijão, que subiu em todas as cidades analisadas. Segundo a pesquisa, as valorizações do produto têm sido provocadas pela redução da área cultivada e pelas adversidades climáticas que afetaram a primeira e a segunda safras.
Também houve aumentos nos preços do arroz agulhinha, na carne bovina de primeira e no leite integral.
Em junho, a capital que apresentou a cesta básica mais cara do país foi São Paulo, com custo médio de R$ 965,47, seguida por Cuiabá (R$ 937,93), Rio de Janeiro (R$ 920,94) e Florianópolis (R$ 918,42).
Nas cidades do Norte e do Nordeste, onde a composição da cesta é diferente, os menores valores médios foram registrados em Aracaju (R$ 630,40), São Luís (R$ 654,73), Maceió (R$ 671,41) e Natal (R$ 686,07).
Com base na cesta mais cara do país, que em março foi a de São Paulo, e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o Dieese estimou que valor do mínimo em junho deveria ser de R$ 8.110,92. O montante é cinco vezes superior ao salário mínimo atual, estabelecido em R$ 1.621.