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Economia

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Mato Grosso do Sul abre 1.266 novas empresas em junho e total de 2026 se aproxima de 9 mil

Setor de Serviços segue liderando a abertura de negócios no Estado, representando mais de 76% dos novos registros realizados neste ano.

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3 de julho de 2026

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do idest

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Mato Grosso do Sul registrou a abertura de 1.266 novas empresas durante o mês de junho, conforme levantamento da Junta Comercial de Mato Grosso do Sul (Jucems). O setor de Serviços foi o principal responsável pelo desempenho, com 922 novos registros, seguido pelo Comércio, com 303 empresas, e pela Indústria, com outras 41.

Com o resultado de junho, o Estado acumula 8.978 empresas abertas em 2026, mantendo a predominância do setor de Serviços, que responde por 76,58% dos novos empreendimentos formalizados no período.

Serviços lideram abertura de empresas

Os dados da Jucems mostram que o setor de Serviços continua sendo o principal motor da abertura de empresas em Mato Grosso do Sul. No acumulado do ano, além da liderança do segmento, o Comércio representa 20,59% dos novos negócios registrados, enquanto a Indústria participa com 2,83%.

A tendência reforça a expansão das atividades voltadas à prestação de serviços e ao apoio empresarial no Estado.

Holdings e atividades médicas se destacam

Entre os subsetores da economia que registraram maior número de aberturas em junho, destacam-se as holdings não financeiras, com 49 novas empresas, seguidas pelas atividades médicas ambulatoriais, com 48 registros.

Também aparecem entre os segmentos com maior movimentação os serviços de escritório e apoio administrativo (39), representações comerciais e agentes de veículos automotores (34), comércio varejista de artigos de vestuário e acessórios (30), promoção de vendas (30), marketing direto (30), atividades de intermediação e agenciamento de serviços e negócios em geral (29), atividades de consultoria em gestão empresarial (23) e lanchonetes e similares (22).

Economia

Duas apostas de Mato Grosso do Sul acertam a quina da Mega-Sena e faturam R$ 37 mil cada

Bilhetes registrados em Dourados e Paranaíba foram premiados no concurso 3.026; próxima rodada será no sábado.

Duas apostas de Mato Grosso do Sul acertam a quina da Mega-Sena e faturam R$ 37 mil cada

3 de julho de 2026

Duas apostas de Mato Grosso do Sul acertam a quina da Mega-Sena e faturam R$ 37 mil cada

 

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Duas apostas feitas em Mato Grosso do Sul acertaram cinco dezenas da Mega-Sena no concurso 3.026, sorteado na noite de quinta-feira (2), e vão receber R$ 37.029,54 cada. Os bilhetes foram registrados em Dourados e Paranaíba.

Como ninguém levou o prêmio principal, a Mega-Sena acumulou e a estimativa para o próximo sorteio, no sábado (4), é de R$ 33 milhões.

Onde saíram os prêmios

Em Dourados, a aposta vencedora foi registrada na lotérica Mega Sorte. Em Paranaíba, o jogo premiado saiu na Loterias Boa Sorte. Os dois bilhetes eram apostas simples, com seis dezenas.

As dezenas sorteadas foram 14, 19, 42, 45, 48 e 54. No país, 40 apostas acertaram a quina e recebem o mesmo valor pago aos vencedores de Mato Grosso do Sul.

Quadras também premiadas

Na quadra, 2.517 apostas foram premiadas com R$ 970 cada. Em Mato Grosso do Sul, 50 bilhetes acertaram quatro dezenas.

Campo Grande concentrou o maior número de ganhadores no estado, seguida por Corumbá, Dourados e Três Lagoas.

Próximo sorteio

O próximo concurso será realizado no sábado, com prêmio principal estimado em R$ 33 milhões.

Agronegócio

Plano Safra 2026/2027 tem R$ 525 bilhões, mas Aprosoja/MS aponta perda real na capacidade

Entidade afirma que alta de 1,7% no volume anunciado ficou abaixo da inflação do período e que recursos para custeio caíram 7,2%.

Plano Safra 2026/2027 tem R$ 525 bilhões, mas Aprosoja/MS aponta perda real na capacidade

2 de julho de 2026

Plano Safra 2026/2027 tem R$ 525 bilhões, mas Aprosoja/MS aponta perda real na capacidade

 

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O Plano Safra 2026/2027, anunciado pelo governo federal com volume recorde de R$ 525 bilhões, não ampliou, na prática, a capacidade de financiamento dos produtores rurais, segundo levantamento da Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso do Sul (Aprosoja/MS), que aponta perda real diante da inflação acumulada no período; a entidade também identificou redução nos recursos para custeio e comercialização e aumento na fatia destinada a investimentos.

Inflação supera avanço nominal

De acordo com a equipe econômica da Aprosoja/MS, o montante cresceu 1,7% em relação ao ciclo anterior, enquanto a inflação acumulada foi de 4,72%. Com isso, a entidade calcula perda real de 2,9% na capacidade de financiamento dos produtores.

Na avaliação da Aprosoja/MS, a diferença entre o aumento nominal e a inflação reduz o poder de compra do crédito disponível para a safra 2026/2027.

Custeio recua e investimento avança

A entidade informa que os recursos para custeio e comercialização somam queda de 7,2%, o equivalente a R$ 29,8 bilhões. Essa modalidade é usada para despesas como sementes, fertilizantes, defensivos, combustíveis e outros custos operacionais da produção.

Por outro lado, os recursos destinados a investimentos cresceram 38,1%, com foco em linhas para armazenagem, irrigação, geração de energia renovável, inovação e modernização das propriedades rurais.

Disponibilidade dos recursos será acompanhada

O presidente da Aprosoja/MS, Jorge Michelc, afirma que o Plano Safra segue como instrumento de apoio ao agronegócio, mas que sua efetividade dependerá da liberação dos recursos ao longo do ciclo produtivo.

O analista econômico da entidade, Raphael Gimenes, avalia que o efeito da inflação precisa ser considerado na análise do programa e que a redução dos recursos para custeio pode limitar o acesso ao crédito usado no financiamento da safra.

Menor participação do Tesouro

A Aprosoja/MS também destaca a redução da participação dos recursos subsidiados pelo Tesouro Nacional. Segundo a entidade, apenas 24,8% dos recursos para investimento terão equalização do governo federal, enquanto 75,2% dependerão das instituições financeiras e das condições de mercado.

Segundo o analista econômico Linneu Borges Filho, esse cenário pode influenciar a oferta de crédito ao longo da safra, mesmo com a redução das taxas de juros em parte das linhas, acompanhando a queda da Selic.

Para os médios produtores enquadrados no Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), o Plano Safra prevê aumento de 5,1% no volume de recursos e queda da taxa máxima de juros de 10% para 9% ao ano.

A Aprosoja/MS avalia que, além do volume anunciado, será necessário acompanhar a velocidade de liberação dos recursos, a disponibilidade de crédito nas instituições financeiras e as condições de contratação durante a safra 2026/2027.