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Governo adia reunião que pode aumentar etanol na gasolina para 32%

Setor pediu mais testes sobre impactos da decisão nos veículos

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8 de julho de 2026

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Agência Brasil

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O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) adiou a reunião que ocorreria nesta quarta-feira (8), quando poderia ser determinado o aumento do percentual obrigatório de etanol anidro na composição da gasolina de 30% para 32%.

O Ministério de Minas e Energia informou à Agência Brasil que ainda não há previsão de nova data para a reunião.

De acordo com o governo, a medida poderia tornar o Brasil autossuficiente em gasolina e, com isso, poderia reduzir os efeitos das oscilações de fornecimento e de preço do petróleo no mercado internacional impactados, sobretudo, pela guerra no Oriente Médio.

Mais estudos

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), a Associação Brasileira Das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veiculos Automotores (Abeifa) e o Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças) enviaram ao Ministério de Minas e Energia um pedido de novos testes sobre os impactos do aumento do etanol misturado à gasolina antes da implementação da medida, com o consequente adiamento da medida.

Técnicos da área apontam que automóveis mais antigos, fabricados há 20 ou 30 anos, e modelos importados desenvolvidos para operar com percentuais menores de etanol podem ser afetados pela mudança. Por isso, a defesa de realização de testes complementares como garantia para o consumidor final.

Economia

Cesta básica fica mais cara em 17 capitais brasileiras em junho

Principal elevação foi em Boa Vista, onde aumento médio chega a 3,28%

Cesta básica fica mais cara em 17 capitais brasileiras em junho

8 de julho de 2026

Cesta básica fica mais cara em 17 capitais brasileiras em junho

 

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A cesta básica ficou mais cara em 17 capitais brasileiras em junho. Nas demais capitais e no Distrito Federal, o custo médio da cesta caiu.

Segundo a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, divulgada mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) junto com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a principal elevação ocorreu em Boa Vista, com aumento médio de 3,28%. Em seguida, aparecem Palmas (3,01%), Rio Branco (2,20%) e Porto Alegre (2,18%).

A maior redução, por sua vez, foi constatada em João Pessoa, onde o custo médio caiu 3,97%. Na sequência, aparecem Recife (-3,62%) e Maceió (-3,61%).

Nos primeiros seis meses do ano, todas as capitais registraram alta nos preços da cesta básica, com taxas que oscilaram entre 4,02%, em São Luís, e 21,48%, em Fortaleza.

Um dos principais responsáveis pelo aumento no custo da cesta no mês passado foi o feijão, que subiu em todas as cidades analisadas. Segundo a pesquisa, as valorizações do produto têm sido provocadas pela redução da área cultivada e pelas adversidades climáticas que afetaram a primeira e a segunda safras.

Também houve aumentos nos preços do arroz agulhinha, na carne bovina de primeira e no leite integral.

Cesta mais cara do país

Em junho, a capital que apresentou a cesta básica mais cara do país foi São Paulo, com custo médio de R$ 965,47, seguida por Cuiabá (R$ 937,93), Rio de Janeiro (R$ 920,94) e Florianópolis (R$ 918,42).

Nas cidades do Norte e do Nordeste, onde a composição da cesta é diferente, os menores valores médios foram registrados em Aracaju (R$ 630,40), São Luís (R$ 654,73), Maceió (R$ 671,41) e Natal (R$ 686,07).

Com base na cesta mais cara do país, que em março foi a de São Paulo, e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o Dieese estimou que valor do mínimo em junho deveria ser de R$ 8.110,92. O montante é cinco vezes superior ao salário mínimo atual, estabelecido em R$ 1.621.

Economia

Quatro apostas de MS fazem a quina da Mega-Sena e somam R$ 118,8 mil no concurso 3.028

Cada bilhete da capital levou R$ 29.711,79; ninguém acertou as seis dezenas, e o próximo sorteio será na quinta-feira.

Quatro apostas de MS fazem a quina da Mega-Sena e somam R$ 118,8 mil no concurso 3.028

8 de julho de 2026

Quatro apostas de MS fazem a quina da Mega-Sena e somam R$ 118,8 mil no concurso 3.028

 

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Quatro apostas feitas em Campo Grande acertaram cinco dezenas da Mega-Sena e somaram R$ 118.847,16 no concurso 3.028, sorteado pela Caixa Econômica Federal (Caixa) na noite de terça-feira (7), no Espaço da Sorte, em São Paulo.

Cada um dos bilhetes premiados na quina recebeu R$ 29.711,79. As dezenas sorteadas foram 2, 10, 11, 25, 51 e 56.

Prêmio principal acumulado

Ninguém acertou as seis dezenas no concurso 3.028, e o prêmio principal acumulou. A estimativa para o próximo sorteio, marcado para quinta-feira, é de R$ 45 milhões.

Quadra em Mato Grosso do Sul

Mato Grosso do Sul teve 54 apostas premiadas com quatro acertos, que somaram R$ 40.210,52. A maior parte dos bilhetes recebeu R$ 744,64.

Um bolão feito em Dourados recebeu R$ 744,60. Campo Grande concentrou a maior quantidade de vencedores da quadra, com registros em lotéricas e também em apostas pela internet.

Entre os acertadores da quadra também estão apostas registradas em Amambai, Aquidauana, Corumbá, Costa Rica, Coxim, Deodápolis, Dourados, Maracaju, Mundo Novo, Nova Andradina, Paranaíba, Ponta Porã, Santa Rita do Pardo, Sidrolândia e Três Lagoas.

Resultado no país e como apostar

Em todo o país, 61 apostas acertaram a quina e ganharam R$ 29.711,79 cada. Outras 4.012 apostas fizeram a quadra e levaram R$ 744,64.

A aposta mínima da Mega-Sena custa R$ 6. O jogador escolhe seis dezenas entre as 60 disponíveis e pode marcar mais números, com valor ajustado conforme a quantidade escolhida.