sexta, 26 de junho, 2026
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A Caixa Econômica Federal paga nesta sexta-feira (26) a parcela de junho do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 8. O valor mínimo do benefício é de R$ 600, mas, com adicionais, o valor médio sobe para R$ 677,66, segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS), em Brasília, nesta sexta-feira (26).
De acordo com o MDS, o programa de transferência de renda do governo federal deve atender neste mês 19,34 milhões de famílias, com gasto de R$ 13,08 bilhões. No modelo tradicional, os pagamentos são feitos nos últimos dez dias úteis de cada mês.
As informações sobre datas de pagamento, valor do benefício e composição das parcelas podem ser consultadas no aplicativo Caixa Tem.
Além do benefício mínimo, o Bolsa Família inclui três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses, para garantir a alimentação da criança.
O programa também prevê acréscimo de R$ 50 para gestantes e nutrizes, R$ 50 por filho de 7 a 18 anos e R$ 150 por criança de até 6 anos.
Os beneficiários de 207 cidades de oito estados receberam o pagamento em 17 de junho, independentemente do NIS. A medida alcançou moradores de 124 municípios do Rio Grande do Norte, além de cidades do Amazonas, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Roraima e Sergipe.
Segundo o ministério, essas localidades foram afetadas por chuvas, estiagens ou têm povos indígenas em situação de vulnerabilidade. A lista dos municípios com pagamento antecipado está disponível na página do MDS.
Cerca de 2,26 milhões de famílias estão na regra de proteção em junho, com benefício médio de R$ 369,27. A regra permite que famílias em que algum membro consiga emprego e melhore a renda recebam 50% do valor do benefício por até um ano, desde que cada integrante receba até R$ 706.
Neste mês, 140 mil novas famílias passaram a integrar a regra de proteção. Desde 2025, o tempo de permanência nessa fase foi reduzido de dois para um ano para as famílias que entraram na transição a partir de junho de 2025. Quem aderiu até maio de 2025 continua recebendo metade do benefício por dois anos.
Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que reorganizou o programa. O Seguro Defeso é pago a pessoas que vivem exclusivamente da pesca artesanal e não podem exercer a atividade durante a piracema.
Economia
Sorteio desta terça-feira teve aposta de Mato Grosso do Sul entre as premiadas; próximo concurso está estimado em R$ 3,5 milhões.
24 de junho de 2026
Uma aposta registrada em Campo Grande acertou cinco dezenas da Mega-Sena sorteada na noite desta terça-feira (23) e recebeu R$ 17.929,48 no concurso 3.022. O prêmio principal de R$ 2,8 milhões saiu para uma única aposta de Manaus (AM), segundo a Caixa Econômica Federal (Caixa), em sorteio realizado no Espaço da Sorte, em São Paulo.
As dezenas sorteadas foram 2, 3, 8, 11, 17 e 22. Ao todo, 102 apostas acertaram a quina e cada uma recebeu R$ 8.964,74. No caso do bilhete de Campo Grande, o valor foi maior porque a aposta foi feita com sete números.
Mato Grosso do Sul também teve 82 apostas premiadas na quadra, com valores entre R$ 340,54 e R$ 1.702,70, conforme a quantidade de números apostados.
Além de Campo Grande, houve apostas premiadas em Amambai, Aquidauana, Bataguassu, Batayporã, Chapadão do Sul, Corumbá, Costa Rica, Coxim, Dourados, Fátima do Sul, Figueirão, Itaporã, Ivinhema, Jardim, Miranda, Mundo Novo, Nova Andradina, Paranaíba, Ribas do Rio Pardo, Rio Brilhante, Santa Rita do Pardo, Sidrolândia e Três Lagoas.
O próximo sorteio será realizado na quinta-feira, com prêmio estimado em R$ 3,5 milhões. O prêmio acumulado para o sorteio especial também segue em crescimento e já soma R$ 12,9 milhões.
Economia
Levantamento identificou diferenças significativas entre postos e mostra que escolha do local de abastecimento pode gerar economia ao consumidor.
24 de junho de 2026
Pesquisa realizada pelo Procon Mato Grosso do Sul revelou variações de até 14,32% nos preços dos combustíveis comercializados em Campo Grande. O levantamento, divulgado pela instituição vinculada à Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos (Sead), avaliou 35 postos distribuídos pelas sete regiões administrativas da Capital.
Os dados mostram que a maior diferença de preço foi registrada no Gás Natural Veicular (GNV) na região Central, onde a variação entre os estabelecimentos pesquisados alcançou 14,32%.
Já no caso do etanol, a maior oscilação no pagamento com cartão de crédito foi identificada na região do Anhanduizinho, chegando a 13,67%. Segundo o Procon-MS, a escolha do posto mais barato pode representar uma economia de até R$ 27 em um abastecimento de 50 litros.
Entre os combustíveis pesquisados, a gasolina foi a que apresentou maior estabilidade de preços.
Na região do Bandeira, a variação da gasolina comum no pagamento com cartão de crédito foi de apenas 1,83%, o menor índice registrado no levantamento.
Considerando os preços médios à vista em Campo Grande, o litro da gasolina comum foi comercializado a R$ 6,40. Já o diesel S500 apresentou média de R$ 6,69 por litro, enquanto o diesel S10 registrou média de R$ 6,97.
O comparativo entre os meses de maio e junho apontou redução nos preços de alguns combustíveis.
No caso do etanol, o maior preço registrado na região do Bandeira caiu 9,11%, passando de R$ 4,39 para R$ 3,99 por litro.
O menor preço à vista encontrado na pesquisa foi de R$ 3,80 na região Central. Na Lagoa, o menor valor registrado foi de R$ 3,85.
O diesel também apresentou recuo. O diesel S10 teve redução de 9,10% na região do Bandeira, chegando a R$ 6,99 por litro.
Já o maior preço do diesel S500 no Anhanduizinho caiu 6,95%, passando de R$ 7,19 para R$ 6,69.
Em relação à gasolina comum, a pesquisa identificou aumento de 2,50% no maior preço à vista encontrado na região Central, onde o litro passou a ser comercializado por R$ 6,55.
Por outro lado, no Anhanduizinho, o menor preço à vista registrou queda de 0,32%, chegando a R$ 6,25 por litro.
O Procon-MS reforça que a pesquisa tem como objetivo auxiliar os consumidores na comparação de preços e na busca por economia no abastecimento.
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