quinta, 04 de junho, 2026
(67) 99983-4015
Dom Otair Nicoletti
5 de julho de 2024
Rejeitado na sua terra - Um profeta só não é estimado em sua pátria. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos (Mc 6,1-6) Naquele tempo, 1Jesus foi a Nazaré, sua terra, e seus discípulos o acompanharam. 2Quando chegou o sábado, começou a ensinar na sinagoga.
Muitos que o escutavam ficavam admirados e diziam: "De onde recebeu ele tudo isto? Como conseguiu tanta sabedoria? E esses grandes milagres que são realizados por suas mãos? 3Este homem não é o carpinteiro, filho de Maria e irmão de Tiago, de Joset, de Judas e de Simão? Suas irmãs não moram aqui conosco?" E ficaram escandalizados por causa dele. 4Jesus lhes dizia: "Um profeta só não é estimado em sua pátria, entre seus parentes e familiares". 5E ali não pôde fazer milagre algum. Apenas curou alguns doentes, impondo-lhes as mãos. 6E admirou-se com a falta de fé deles. Jesus percorria os povoados das redondezas, ensinando. Palavra da Salvação, Glória a Vós Senhor!
MENSAGEM - Na realização dos seus planos, Deus sempre chama e envia pessoas para serem a sua VOZ no meio do Povo. A força de Deus se revela na fraqueza dos instrumentos humanos As leituras falam de três escolhidos por Deus: Um Profeta rejeitado pelo seu povo... Um "carpinteiro", filho de Maria, rejeitado na sua terra; Um Apóstolo que reconhece suas fraquezas... A Primeira Leitura fala da Missão de EZEQUIEL. (Ez 2, 2-5) Vemos os elementos da vocação profética: A Iniciativa é sempre de Deus; O chamado é um "filho de homem"; A Missão é ser a VOZ DE DEUS no meio do povo. (Esperança aos exilados) Na Segunda Leitura, PAULO fala da sua experiência: as dificuldades encontradas no seu apostolado. (2 Cor 12, 7-10) Paulo assegura aos cristãos de Corinto, que Deus atua e manifesta seu poder no mundo através de instrumentos fracos e limitados. Deus garante a Paulo e a todos os que têm algum tipo de "espinho": “Basta-te a minha graça; pois é na fraqueza que a força se realiza plenamente". No Evangelho, encontramos a experiência de CRISTO. (Mc 6, 1-6) Jesus volta a Nazaré e ensina na sinagoga.
- O povo se admira da sabedoria, dos milagres… e, perplexo, se pergunta: "Quem é esse homem? Não é ele o carpinteiro, o filho de Maria?" Este Jesus não podia ser o Messias esperado. Eles esperavam um guerreiro como Davi, um sábio como Salomão. Não um humilde carpinteiro. Eles o conheciam muito bem: o carpinteiro, filho de Maria, não poderia ser o enviado de Deus… Sua Palavra escandaliza, sua mensagem gera oposição e sua vida cria conflitos. Não conseguem reconhecer em Jesus o Messias esperado e o rejeitam. Até os parentes de Jesus não aderem à sua mensagem. Quantas desculpas para não aceitar "os Pastores", ou a sabedoria dos "leigos"? JESUS, decepcionado, concluiu: "Nenhum profeta é bem aceito no seu povo". Mas apesar da incompreensão, continuou fiel aos planos do Pai... Quem são os Profetas? Os "profetas não são pessoas extintas do passado, mas são uma realidade com que Deus continua a contar ainda hoje para intervir no mundo. Todo "batizado" tem a sua história de vocação profética... O Profeta não é o encarregado de fazer milagres e prever o futuro. Deus espera dele uma coisa: que transmita a sua palavra. Deus não tem boca e precisa de alguém para ser a sua "Voz". Para isso, deve escutar a mensagem de Deus e deixar que ela penetre até o íntimo do coração… E depois anunciá-la com entusiasmo e fidelidade. Como desempenhar a missão de Profeta? Ele deve estar em comunhão com Deus e atento à realidade humana. Intervém, em nome de Deus, para denunciar, para avisar, para corrigir. A denúncia profética implica, muitas vezes, a perseguição, o sofrimento, a marginalização e, em muitos casos, a própria morte... Normalmente, Deus não se manifesta na força, no poder, nas qualidades que os homens admiram tanto. Ele vem ao nosso encontro na fraqueza, na simplicidade, nas pessoas mais humildes e despretensiosas... As nossas limitações humanas não podem servir de desculpa para não realizar a missão que Deus nos confia. Se ele nos pede um serviço, também nos dará a força para superar os nossos limites e para cumprir o que nos pede. Jesus não fez milagres em Nazaré, porque não acreditaram nele... Só a fé dá condições para que os milagres aconteçam... Hoje, afirma-se que "Santo de casa não faz milagre". Por que será? A culpa é dele ou nossa? Conhecemos pessoas, ignoradas ou rejeitadas na própria Comunidade, que fazem grande sucesso lá fora? Por que será? O que aconteceu em Nazaré pode acontecer também hoje na Igreja e com cada um de nós. É a falta de fé, incapaz de lançar uma luz superior sobre as pessoas e os acontecimentos. A Liturgia de hoje nos apresenta três exemplos bonitos: Ezequiel, Paulo e Jesus. Diante das dificuldades, nenhum desistiu. Lutaram e venceram. E nós, acolhemos o Senhor que nos vem? Escutamos com fé sua Palavra, quando ele se dirige a nós na Escritura, aquecendo nosso coração? Acolhemo-lo na obediência da fé, quando ele se nos dirige pela boca da sua Igreja católica, ensinando-nos o caminho da vida? Acolhemo-lo, quando nos fala pela boca de seus profetas? Somos capazes de escutar na voz dos ministros de Cristo a própria voz do Senhor? Somos sábios o bastante para ouvir na voz da Igreja a voz de Cristo? Façamos nossa profissão de fé, não apenas em Deus, mas também nas pessoas com quem convivemos… E veremos, que os santos de casa também farão milagres… Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa - 07.07.2024
Devemos ter fé não apenas em Deus, mas também nas pessoas com quem convivemos… E veremos, que os santos de casa também farão milagres…
Religioso
“No dia de Pentecostes (no termo das sete semanas pascais), a Páscoa de Cristo completou-se com a efusão do Espírito Santo, que se manifestou, se deu e se comunicou como...
22 de maio de 2026
“No dia de Pentecostes (no termo das sete semanas pascais), a Páscoa de Cristo completou-se com a efusão do Espírito Santo, que se manifestou, se deu e se comunicou como Pessoa divina: da sua plenitude, Cristo Senhor derrama em profusão o Espírito” (CIC, n. 731).
O Pentecostes é uma das solenidades mais importantes da Santa Igreja Católica. Nela, contemplamos mais uma vez a presença do Espírito Santo e o “nascimento da Igreja”, que, fortalecida por essa efusão, coloca-se em saída para proclamar a Boa Nova: Cristo vive, aleluia!
Tão preciosa foi a preparação durante a Quaresma, maior ainda é a alegria da Ressurreição de Cristo, que, após cinquenta dias, continua a agir em Espírito e em verdade no meio de nós.
O principal relato desse acontecimento encontra-se no livro dos Atos dos Apóstolos, quando os discípulos estavam reunidos e receberam o Espírito Santo sob a forma de línguas de fogo. A partir desse momento, deixaram o medo e passaram a anunciar com coragem a mensagem de Jesus Cristo a todos os povos:
“Quando chegou o dia de Pentecostes, os discípulos estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um ruído como de um vento forte, que encheu toda a casa em que se encontravam. Então apareceram línguas como de fogo, que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito lhes concedia expressar-se. Residiam em Jerusalém judeus devotos, de todas as nações que há debaixo do céu. Quando ouviram o ruído, reuniu-se a multidão, e todos ficaram confusos, pois cada um ouvia os discípulos falar em sua própria língua” (At 2,1-6).
Para a Igreja Católica, o Pentecostes revela a ação viva do Espírito Santo, que guia, fortalece e santifica a Igreja. É também o cumprimento da promessa de Jesus, que assegurou aos apóstolos que não os deixaria sozinhos, mas enviaria o Consolador.
Dons do Espírito Santo
Na tradição católica, o Espírito Santo concede dons que auxiliam na vida cristã: sabedoria, entendimento, conselho, fortaleza, ciência, piedade e Temor de Deus.
Assim, somos chamados a expressar nossa fé viva e trina sobre a Terceira pessoa, da Santíssima Trindade e fortalecidos com os seus sete dons.
Religioso
Todos nós, para chegarmos ao mundo, necessitamos de uma mãe. Com Jesus não foi diferente: Ele também precisou de uma. Deus, em Sua infinita bondade, assim quis que,...
8 de maio de 2026
Todos nós, para chegarmos ao mundo, necessitamos de uma mãe. Com Jesus não foi diferente: Ele também precisou de uma. Deus, em Sua infinita bondade, assim quis que, através de uma jovem, obediente, justa e Imaculada, a Salvação viesse ao mundo.
Mesmo diante do medo, a obediência foi maior que a insegurança, e o “sim” de Maria tornou-se caminho de esperança para toda a humanidade.
A partir desse mistério, podemos contemplar a grandeza da maternidade. Ser mãe é participar do projeto de Deus, é colaborar com a vida, é acolher, cuidar e formar. A maternidade não se resume ao ato de gerar, mas se revela no amor diário, no zelo constante e na capacidade de se doar, mesmo quando há cansaço, dúvidas e desafios.
Assim como Maria, tantas mães vivem seu “sim” todos os dias. Um “sim” silencioso, muitas vezes escondido nas pequenas atitudes: no cuidado com os filhos, na orientação, na paciência diante das dificuldades e na força para seguir em frente. São mulheres que, mesmo sem todas as certezas, escolhem amar e permanecer.
Ser mãe é, também, ensinar pelo exemplo. É mostrar o caminho do bem, transmitir valores, incentivar a fé e sustentar com ternura aqueles que lhes foram confiados. E, ainda que enfrentem inseguranças, é na coragem de continuar que revelam sua verdadeira grandeza.
Que possamos reconhecer, valorizar e agradecer por cada mãe, seja ela presente, ausente, de sangue ou de coração. Que o exemplo de Maria inspire todas as mulheres a viverem sua missão com amor, fé e confiança em Deus.
E que nunca nos falte o olhar sensível para perceber que, em cada gesto de cuidado e dedicação, existe uma expressão concreta do amor Divino que se faz presente no mundo por meio das mães.
Que a Virgem Maria interceda, por todas as Mães um Feliz dia das Mães!