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Dom Otair Nicoletti

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Comum 2418: "O Pão da Vida" - Quem vem a mim não terá mais fome e e quem crê em mim nunca mais terá sede. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João (Jo 6,24-35)

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2 de agosto de 2024

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Comum 2418: "O Pão da Vida" - Quem vem a mim não terá mais fome e e quem crê em mim nunca mais terá sede. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João (Jo 6,24-35) - Naquele tempo, 24quando a multidão viu que Jesus não estava ali, nem os seus discípulos,
subiram às barcas e foram à procura de Jesus, em Cafarnaum. 25Quando o encontraram no outro lado do mar, perguntaram-lhe: "Rabi, quando chegaste aqui?' 26Jesus respondeu: "Em verdade, em verdade, eu vos digo: estais me procurando não porque vistes sinais, mas porque comestes pão e ficastes satisfeitos. 27Esforçai-vos não pelo alimento que se perde, mas pelo alimento que permanece até a vida eterna, e que o Filho do Homem vos dará. Pois este é quem o Pai marcou com seu selo". 28Então perguntaram: "Que devemos fazer para realizar as obras de Deus?" 29Jesus respondeu:
"A obra de Deus é que acrediteis naquele que ele enviou". 30Eles perguntaram: "Que sinal realizas, para que possamos ver e crer em ti? Que obra fazes? 31Nossos pais comeram o maná no deserto,
como está na Escritura: 'Pão do céu deu-lhes a comer'". 32Jesus respondeu: "Em verdade, em verdade vos digo, não foi Moisés quem vos deu o pão que veio do céu. É meu Pai que vos dá o verdadeiro pão do céu. 33Pois o pão de Deus é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo". 34Então pediram:
"Senhor, dá-nos sempre desse pão". 35Jesus lhes disse: "Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim não terá mais fome e quem crê em mim nunca mais terá sede". Palavra da Salvação, Glória a Vós Senhor! MENSAGEM - Nosso coração está sempre insatisfeito do que é e do que tem. Sempre está com fome de algo. A Liturgia nos apresenta o maior Tesouro da Igreja: Eucaristia, que nos sacia de toda fome. Na Primeira Leitura, Deus alimenta o Povo com o MANÁ. (Ex 16,2-4.12-15) O povo de Deus está no deserto faminto, a caminho da terra Prometida. Depois dos primeiros dias de entusiasmo pela liberdade conquistada, o povo sente a dureza da marcha e a escassez de alimento e de água. Recorda as seguranças que tinha no Egito. Começa, então, a reclamar de Moisés e Aarão. No Egito era escravo sim, mas tinha comida em abundância. E estavam dispostos a trocar a liberdade por um pouco de comida... Deus não o abandona, pelo contrário, oferece um alimento inesperado: o Maná e codornizes para que possam fortalecidos prosseguir a caminhada. O Maná é Sinal de outro alimento, de que nos falará o evangelho. A Segunda Leitura diz que quem se encontra com Cristo e o aceita como o "pão" da vida, deixa de ser homem velho e passa a ser "o homem novo". (Ef 4,17.20-24) No Evangelho Jesus se apresenta como o "PÃO DA VIDA". O Povo busca o pão do milagre e não o Messias que dá o pão. (Jo 6, 24-35) - O capítulo 6o de João continua introduzindo o "sermão do pão da vida", que Jesus pronunciou na sinagoga de Cafarnaum, dando continuidade ao "sinal" da multiplicação dos pães. Entusiasmado com aquele milagre estrondoso, o povo procura Jesus. Poderia parecer um sucesso... Para Jesus, ao invés, foi um fracasso. O povo não entendeu o sentido daquele gesto. Por que o povo está à sua procura? Não foi para escutar suas palavras e aprofundar a sua mensagem. Mas porque comeu pão em abundância e de graça e esperava continuar tendo o pão garantido sem precisar trabalhar. 1)JESUS: critica essa procura e sugere outra procura: a FÉ. "Vocês estão me procurando porque comeram e ficaram satisfeitos. Não busquem o alimento que perece, mas o pão que permanece até a vida eterna." Jesus não veio para oferecer pão com milagres, mas para ensinar que o amor e a partilha produzem pão em abundância. Quantos ainda hoje o procuram, esperando apenas graças. Milagres. E quando não conseguem, passam para seitas que os prometem. 2) Povo: "Que obras devemos fazer para conseguir esse alimento que permanece até a vida eterna?" Jesus: "Que acrediteis naquele que Deus enviou...": Deus não exige "obras" (práticas da lei), mas fé em Cristo, enviado do Pai. 3) O Povo exige milagres para acreditar. Querem uma fé com garantias. Não foi suficiente a multiplicação dos pães: querem um sinal comparável ao de Moisés: Por isso, exigem: Que sinal tu fazes para que vejamos e creiamos em ti?" Jesus: tenta explicar que foi Deus quem deu o Maná, e que o mesmo Deus envia o novo e verdadeiro pão do céu, que pode dar a vida verdadeira e sem fim. 4) E o Povo não entende a resposta de Jesus. E fixo nos seus interesses materiais, insiste: “Senhor, dá-nos sempre desse pão". Jesus, constrangido, esclarece: "EU SOU o Pão da vida… Quem vem a mim não terá mais fome e quem crer em mim jamais terá sede". Cristo, Palavra de Deus, é o único pão do céu que sacia plenamente nossa fome de felicidade e de paz. No deserto, o Povo recebeu o Maná, um alimento para prosseguir a caminhada para a Terra Prometida, mas assim mesmo morreu. Hoje: Deus alimenta o seu povo com o pão da vida, com a sua PALAVRA, que é Jesus Cristo de Nazaré... E Nós o que buscamos? O Povo procurou o pão do milagre, não o seu autor. Não basta buscar o pão de cada dia. É necessário buscar o pão que não perece e dura até a vida eterna. O Pão da vida eterna está presente na bondade, no amor, na luta pela justiça, na construção de um mundo novo... Qual é a atitude que motiva a nossa busca de Deus, hoje? O encontro dominical é um momento privilegiado em que Cristo continua alimentar o seu povo, com sua palavra e seu pão. Nós aceitamos o convite e estamos aqui nessa celebração à sua procura. É uma procura sincera de Deus, animada pela fé, para um encontro pessoal com Cristo, "Pão da Vida"? Ou é apenas um encontro social, movido por motivos humanos? Peçamos que Deus aumente a nossa fé para perceber seus sinais e seguir com generosidade seus apelos... Façamos nosso (no bom sentido) o pedido do povo de ontem: "Senhor, dá-nos sempre desse pão". O primeiro domingo de agosto é dedicado à Vocação Sacerdotal. Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa - 04.08.2024
 

Religioso

Pentecostes: A Plenitude da Páscoa e o Nascimento da Igreja

“No dia de Pentecostes (no termo das sete semanas pascais), a Páscoa de Cristo completou-se com a efusão do Espírito Santo, que se manifestou, se deu e se comunicou como...

Pentecostes: A Plenitude da Páscoa e o Nascimento da Igreja

22 de maio de 2026

Pentecostes: A Plenitude da Páscoa e o Nascimento da Igreja

 

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“No dia de Pentecostes (no termo das sete semanas pascais), a Páscoa de Cristo completou-se com a efusão do Espírito Santo, que se manifestou, se deu e se comunicou como Pessoa divina: da sua plenitude, Cristo Senhor derrama em profusão o Espírito” (CIC, n. 731).
O Pentecostes é uma das solenidades mais importantes da Santa Igreja Católica. Nela, contemplamos mais uma vez a presença do Espírito Santo e o “nascimento da Igreja”, que, fortalecida por essa efusão, coloca-se em saída para proclamar a Boa Nova: Cristo vive, aleluia!
Tão preciosa foi a preparação durante a Quaresma, maior ainda é a alegria da Ressurreição de Cristo, que, após cinquenta dias, continua a agir em Espírito e em verdade no meio de nós.
O principal relato desse acontecimento encontra-se no livro dos Atos dos Apóstolos, quando os discípulos estavam reunidos e receberam o Espírito Santo sob a forma de línguas de fogo. A partir desse momento, deixaram o medo e passaram a anunciar com coragem a mensagem de Jesus Cristo a todos os povos:
“Quando chegou o dia de Pentecostes, os discípulos estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um ruído como de um vento forte, que encheu toda a casa em que se encontravam. Então apareceram línguas como de fogo, que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito lhes concedia expressar-se. Residiam em Jerusalém judeus devotos, de todas as nações que há debaixo do céu. Quando ouviram o ruído, reuniu-se a multidão, e todos ficaram confusos, pois cada um ouvia os discípulos falar em sua própria língua” (At 2,1-6).
Para a Igreja Católica, o Pentecostes revela a ação viva do Espírito Santo, que guia, fortalece e santifica a Igreja. É também o cumprimento da promessa de Jesus, que assegurou aos apóstolos que não os deixaria sozinhos, mas enviaria o Consolador.
Dons do Espírito Santo
Na tradição católica, o Espírito Santo concede dons que auxiliam na vida cristã: sabedoria, entendimento, conselho, fortaleza, ciência, piedade e Temor de Deus.

Assim, somos chamados a expressar nossa fé viva e trina sobre a Terceira pessoa, da Santíssima Trindade e fortalecidos com os seus sete dons.

Religioso

Feliz dia das Mães

Todos nós, para chegarmos ao mundo, necessitamos de uma mãe. Com Jesus não foi diferente: Ele também precisou de uma. Deus, em Sua infinita bondade, assim quis que,...

Feliz dia das Mães

8 de maio de 2026

Feliz dia das Mães

 

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Todos nós, para chegarmos ao mundo, necessitamos de uma mãe. Com Jesus não foi diferente: Ele também precisou de uma. Deus, em Sua infinita bondade, assim quis que, através de uma jovem, obediente, justa e Imaculada, a Salvação viesse ao mundo.
 Mesmo diante do medo, a obediência foi maior que a insegurança, e o “sim” de Maria tornou-se caminho de esperança para toda a humanidade.
A partir desse mistério, podemos contemplar a grandeza da maternidade. Ser mãe é participar do projeto de Deus, é colaborar com a vida, é acolher, cuidar e formar. A maternidade não se resume ao ato de gerar, mas se revela no amor diário, no zelo constante e na capacidade de se doar, mesmo quando há cansaço, dúvidas e desafios.
Assim como Maria, tantas mães vivem seu “sim” todos os dias. Um “sim” silencioso, muitas vezes escondido nas pequenas atitudes: no cuidado com os filhos, na orientação, na paciência diante das dificuldades e na força para seguir em frente. São mulheres que, mesmo sem todas as certezas, escolhem amar e permanecer.
Ser mãe é, também, ensinar pelo exemplo. É mostrar o caminho do bem, transmitir valores, incentivar a fé e sustentar com ternura aqueles que lhes foram confiados. E, ainda que enfrentem inseguranças, é na coragem de continuar que revelam sua verdadeira grandeza.
Que possamos reconhecer, valorizar e agradecer por cada mãe, seja ela presente, ausente, de sangue ou de coração. Que o exemplo de Maria inspire todas as mulheres a viverem sua missão com amor, fé e confiança em Deus.
E que nunca nos falte o olhar sensível para perceber que, em cada gesto de cuidado e dedicação, existe uma expressão concreta do amor Divino que se faz presente no mundo por meio das mães.

Que a Virgem Maria interceda, por todas as Mães um Feliz dia das Mães!