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Bote Fé

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3 de outubro de 2025

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Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa - 05.10.2025

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Se vós tivésseis fé. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas, Glória a Vós Senhor! (Lc 17,5-10) Naquele tempo, 5os apóstolos disseram ao Senhor: "Aumenta a nossa fé!" 6O Senhor respondeu: "Se vós tivésseis fé, mesmo pequena como um grão de mostarda, poderíeis dizer a esta amoreira: 'Arranca-te daqui e planta-te no mar', e ela vos obedeceria. 7Se algum de vós tem um empregado que trabalha a terra ou cuida dos animais, por acaso vai dizer-lhe, quando ele volta do campo: 'Vem depressa para a mesa?' 8Pelo contrário, não vai dizer ao empregado: 'Prepara-me o jantar, cinge-te e serve-me, enquanto eu como e bebo; depois disso tu poderás comer e beber?' 9Será que vai agradecer ao empregado, porque fez o que lhe havia mandado? 10Assim também vós: quando tiverdes feito tudo o que vos mandaram, dizei: 'Somos servos inúteis; fizemos o que devíamos fazer' ". Palavra da Salvação, Glória a Vós Senhor! – MENSSAGEM - Aqui nos reunimos porque temos FÉ, e desejamos alimentá-la e fortalecê-la. O que é mesmo a fé? Como se expressa? - Quantas vezes em nossa vida passamos por momentos de desânimo, impaciência, descrença. Questionamos tudo e todos, até mesmo a nossa fé.

Chegamos a ponto de nos perguntar: vale a pena crer? No início do Mês das Missões, poderíamos até perguntar: Vale a pena pregar o Evangelho? Acreditar na Missão?  "Gastar" uma vida para anunciar o Evangelho? Ouçamos o que a Palavra de Deus tem a nos dizer: Na Primeira Leitura, o Profeta HABACUC conta a sua experiência de fé. Diante da extrema violência e corrupção, que vê no meio do povo, ele se queixa impaciente: "Até quando, Senhor?" E o Senhor o exorta a não desanimar. Ele intervirá no momento oportuno: "O justo viverá por sua fé". (Hab 1,2-3.2,2-4) Quantas vezes também nós não conseguimos entender porque Deus permite tantas coisas "absurdas". Nessas horas, como Habacuc, reclamamos: Por que? Até quando? A fé é o único caminho para compreender o Mistério da História e superar todas as dificuldades e contradições. Devemos confiar em Deus, mesmo quando ele "parece" ausente da história. Um dia veremos a intervenção salvadora e libertadora de Deus.

Na Segunda Leitura: PAULO convida Timóteo, cansado e preocupado pelas adversidades (Paulo preso, apóstolos morrendo): "Reaviva o DOM DE DEUS, que recebeste". (2Tm 1,6-8.13-14) O texto nos convida a reavivar também a chama da nossa fé, anunciando-a de todas as formas, em todos os lugares e culturas. No Evangelho, Jesus afirma que a fé remove os obstáculos. (Lc 17,5-10) JESUS e os apóstolos estão a caminho de Jerusalém. Diante da caminhada difícil proposta por Cristo a seus seguidores, os Apóstolos estão vacilando, sentem-se tentados a voltar atrás, como já tinham feito muitos discípulos. Então, preocupados, pedem ao Senhor: "Senhor, aumentai a nossa fé". Jesus responde: "SE TIVÉSSEIS FÉ como um GRÃO DE MOSTARDA, poderíeis dizer a essa amoreira, arranca-te daqui e planta-te no mar, e ela vos obedeceria". A FÉ consegue realizar aquilo que aos olhos dos homens parece impossível. A fé autêntica, mesmo pequena, poderá superar os maiores obstáculos. O QUE É A FÉ? Um DOM GRATUITO DE DEUS, que tudo ilumina e fortalece na vida.

Não conquistamos por méritos... Mas que exige UMA RESPOSTA VIVA E ATUANTE: "A fé sem obras é morta". (Tg 2,17) Fé e Vida devem andar sempre juntas. A fé, mesmo que pequena, cresce e se torna forte pelo cultivo da oração, da participação ativa na comunidade, pela prática da caridade, da justiça, pela vivência fraterna e solidária. Não é apenas uma ADESÃO INTELECTUAL a umas verdades aprendidas na catequese, a uns ritos de religiosidade popular. Não é um recurso para conseguir determinadas coisas. É, antes, uma ADESÃO DE VIDA ao Projeto de Deus. Um encontro pessoal com Deus, em Jesus Cristo. É aceitar realizar o plano de Deus em nós, fazer a vontade de Deus. É olhar o mundo, os acontecimentos, as pessoas com o olhar de Deus. É uma ENTREGA TOTAL E GRATUITA. Sem esperar direitos e privilégios.  Não é ter Deus a nosso serviço, mas nos colocar plenamente à disposição de Deus, confiando nele e acatando sua palavra e sua vontade. Nosso serviço e nossa fidelidade ao Senhor são de filhos e não de assalariados. DUAS TENTAÇÕES: (nesse mundo inseguro, perturbado, hostil...) O Desânimo: Sentimo-nos pequenos, incapazes, inúteis.

Por isso, muitas vezes pensamos até em largar tudo. Considerar-nos "Necessários" ou "Merecedores". Muitas vezes, imaginamos Deus como um Contador que contabiliza cuidadosamente num livro nossos créditos e débitos, a fim de pagar religiosamente, de acordo com os nossos "merecimentos". Para apagar essa imagem de Deus e eliminar a "Religião dos merecimentos" (comum aos judeus e a nós), Jesus contou uma PARÁBOLA: O Servo que volta da roça: "Quando tiverdes feito tudo o que vos mandaram, dizei: somos servos inúteis, fizemos o que devíamos fazer". E se nossa fé for ainda pequena, menor do que o grão de mostarda, façamos nosso o pedido dos Apóstolos: "Senhor, aumentai a nossa fé ..." Na mensagem para o 99° Dia Mundial das Missões de 2025, com o tema "Missionários da esperança entre os Povos" o Papa recorda aspectos da identidade missionária cristã e a necessidade de seguir as “pegadas de Cristo, nossa esperança”. E convida "os cristãos, portadores e construtores da esperança entre os povos”, a “renovar a missão da esperança".

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Pentecostes: A Plenitude da Páscoa e o Nascimento da Igreja

“No dia de Pentecostes (no termo das sete semanas pascais), a Páscoa de Cristo completou-se com a efusão do Espírito Santo, que se manifestou, se deu e se comunicou como...

Pentecostes: A Plenitude da Páscoa e o Nascimento da Igreja

22 de maio de 2026

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“No dia de Pentecostes (no termo das sete semanas pascais), a Páscoa de Cristo completou-se com a efusão do Espírito Santo, que se manifestou, se deu e se comunicou como Pessoa divina: da sua plenitude, Cristo Senhor derrama em profusão o Espírito” (CIC, n. 731).
O Pentecostes é uma das solenidades mais importantes da Santa Igreja Católica. Nela, contemplamos mais uma vez a presença do Espírito Santo e o “nascimento da Igreja”, que, fortalecida por essa efusão, coloca-se em saída para proclamar a Boa Nova: Cristo vive, aleluia!
Tão preciosa foi a preparação durante a Quaresma, maior ainda é a alegria da Ressurreição de Cristo, que, após cinquenta dias, continua a agir em Espírito e em verdade no meio de nós.
O principal relato desse acontecimento encontra-se no livro dos Atos dos Apóstolos, quando os discípulos estavam reunidos e receberam o Espírito Santo sob a forma de línguas de fogo. A partir desse momento, deixaram o medo e passaram a anunciar com coragem a mensagem de Jesus Cristo a todos os povos:
“Quando chegou o dia de Pentecostes, os discípulos estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um ruído como de um vento forte, que encheu toda a casa em que se encontravam. Então apareceram línguas como de fogo, que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito lhes concedia expressar-se. Residiam em Jerusalém judeus devotos, de todas as nações que há debaixo do céu. Quando ouviram o ruído, reuniu-se a multidão, e todos ficaram confusos, pois cada um ouvia os discípulos falar em sua própria língua” (At 2,1-6).
Para a Igreja Católica, o Pentecostes revela a ação viva do Espírito Santo, que guia, fortalece e santifica a Igreja. É também o cumprimento da promessa de Jesus, que assegurou aos apóstolos que não os deixaria sozinhos, mas enviaria o Consolador.
Dons do Espírito Santo
Na tradição católica, o Espírito Santo concede dons que auxiliam na vida cristã: sabedoria, entendimento, conselho, fortaleza, ciência, piedade e Temor de Deus.

Assim, somos chamados a expressar nossa fé viva e trina sobre a Terceira pessoa, da Santíssima Trindade e fortalecidos com os seus sete dons.

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Feliz dia das Mães

Todos nós, para chegarmos ao mundo, necessitamos de uma mãe. Com Jesus não foi diferente: Ele também precisou de uma. Deus, em Sua infinita bondade, assim quis que,...

Feliz dia das Mães

8 de maio de 2026

Feliz dia das Mães

 

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Todos nós, para chegarmos ao mundo, necessitamos de uma mãe. Com Jesus não foi diferente: Ele também precisou de uma. Deus, em Sua infinita bondade, assim quis que, através de uma jovem, obediente, justa e Imaculada, a Salvação viesse ao mundo.
 Mesmo diante do medo, a obediência foi maior que a insegurança, e o “sim” de Maria tornou-se caminho de esperança para toda a humanidade.
A partir desse mistério, podemos contemplar a grandeza da maternidade. Ser mãe é participar do projeto de Deus, é colaborar com a vida, é acolher, cuidar e formar. A maternidade não se resume ao ato de gerar, mas se revela no amor diário, no zelo constante e na capacidade de se doar, mesmo quando há cansaço, dúvidas e desafios.
Assim como Maria, tantas mães vivem seu “sim” todos os dias. Um “sim” silencioso, muitas vezes escondido nas pequenas atitudes: no cuidado com os filhos, na orientação, na paciência diante das dificuldades e na força para seguir em frente. São mulheres que, mesmo sem todas as certezas, escolhem amar e permanecer.
Ser mãe é, também, ensinar pelo exemplo. É mostrar o caminho do bem, transmitir valores, incentivar a fé e sustentar com ternura aqueles que lhes foram confiados. E, ainda que enfrentem inseguranças, é na coragem de continuar que revelam sua verdadeira grandeza.
Que possamos reconhecer, valorizar e agradecer por cada mãe, seja ela presente, ausente, de sangue ou de coração. Que o exemplo de Maria inspire todas as mulheres a viverem sua missão com amor, fé e confiança em Deus.
E que nunca nos falte o olhar sensível para perceber que, em cada gesto de cuidado e dedicação, existe uma expressão concreta do amor Divino que se faz presente no mundo por meio das mães.

Que a Virgem Maria interceda, por todas as Mães um Feliz dia das Mães!