quinta, 04 de junho, 2026
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O combate à violência contra a mulher ganhou um reforço importante no Congresso Nacional. A Comissão de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que proíbe o Estado de nomear para cargos públicos pessoas condenadas por agressão a mulheres. A medida também impede que empresários condenados participem de licitações, caso a proposta seja sancionada.
Segundo especialistas em políticas públicas, a iniciativa representa um avanço significativo na responsabilização de agressores, criando barreiras legais para que pessoas com histórico de violência contra mulheres ocupem posições de poder ou influência econômica. A proposta ainda precisa passar pelo plenário da Câmara e pelo Senado para se tornar lei.
Caso seja aprovada, a medida vai além do simbolismo: ela estabelece critérios objetivos de moralidade e conduta para cargos públicos e participação em contratos com o Estado, fortalecendo a cultura de respeito e proteção às mulheres. Para legisladores favoráveis, é uma forma de garantir que aqueles que tiveram sua conduta penalmente condenada não continuem a ocupar espaços que podem representar autoridade ou decisão sobre políticas públicas.
O projeto também tem potencial de gerar impacto social mais amplo, enviando uma mensagem clara à sociedade sobre a intolerância à violência de gênero e reforçando mecanismos de prevenção.
Analistas alertam que, embora a aprovação legislativa ainda dependa do trâmite parlamentar completo, a proposta já evidencia um movimento crescente no Brasil para vincular responsabilidades civis e criminais à ocupação de cargos públicos e à participação em negócios com o governo.
Se sancionada, a lei será um marco na luta contra a violência contra a mulher, fortalecendo direitos e colocando a ética e o respeito como requisitos indispensáveis para exercer funções de poder ou atuar em parceria com o Estado. (Fonte: Glenda Melo - Diário do Estado || Foto: Thereza Nardelli/Arquivo pessoal)
Desumano
Plano Estadual para Erradicação do Trabalho Escravo será lançado no Bioparque Pantanal, em Campo Grande, durante semana nacional de mobilização.
27 de janeiro de 2026
Mato Grosso do Sul registrou 12 casos de trabalho escravo em 2025, com resgate de 92 trabalhadores, segundo levantamento divulgado nesta terça-feira pela Comissão Pastoral da Terra (CPT). O governo estadual lança nesta quarta-feira 28) o Plano Estadual para Erradicação do Trabalho Escravo, em evento no Bioparque Pantanal, em Campo Grande, às 8h.
De acordo com o relatório, a pecuária concentrou a maior parte das ocorrências, com 59 registros. Outros setores também aparecem no levantamento, como lavouras, produção de carvão vegetal e lavouras temporárias, com 11 casos cada.
Desde 1995, o estado contabiliza 165 casos e 3.335 trabalhadores resgatados, conforme a CPT.
O lançamento do Plano Estadual para Erradicação do Trabalho Escravo ocorre às 8h desta quarta-feira, no Auditório do Bioparque Pantanal, em Campo Grande. A atividade é aberta ao público, mediante inscrição prévia por link disponibilizado pelos organizadores.
A iniciativa é coordenada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc) no âmbito da Comissão Estadual para Erradicação do Trabalho Escravo (Coetrae-MS). A CPT-MS, que integra a comissão estadual, também participa do lançamento.
O lançamento do plano integra a programação da Semana Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, realizada em alusão ao Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, celebrado em 28 de janeiro.
Desde o dia 18, a CPT-MS promove oficinas, palestras, rodas de conversa e ações educativas em comunidades rurais e urbanas, assentamentos, acampamentos e retomadas indígenas no estado. Entre as atividades abertas ao público está uma panfletagem de sensibilização na Praça Ary Coelho, no Centro de Campo Grande, a partir das 14h desta quarta-feira.
Conforme dados da Campanha de Prevenção e Combate ao Trabalho Escravo e do Centro de Documentação da CPT, mais de 3 mil pessoas foram resgatadas dessa condição no Brasil em 2025. Nos últimos quatro anos, o número ultrapassa 11,5 mil trabalhadores, com cerca de 75% dos casos registrados no campo.
O levantamento também aponta que, desde 2017, aproximadamente 200 pessoas foram resgatadas do trabalho escravo doméstico.
Roubo
Uma motocicleta Yamaha FZ25 Fazer, de cor azul, ano 2023, foi furtada ontem (19), em uma residência localizada no bairro Senhor Divino, no município de Coxim. Segundo...
20 de janeiro de 2026
Uma motocicleta Yamaha FZ25 Fazer, de cor azul, ano 2023, foi furtada ontem (19), em uma residência localizada no bairro Senhor Divino, no município de Coxim.
Segundo relato do proprietário, Edson Vinicius Alves, o furto ocorreu por volta da meia-noite. Ele informou que saiu de casa para levar o filho ao hospital e, ao retornar, percebeu que a motocicleta não estava mais no local onde havia sido deixada, na área frontal da residência.
O veículo possui a placa RWG7C43 e, conforme o proprietário, encontra-se financiado, o que aumenta ainda mais o prejuízo causado pelo crime.
Imagens de câmeras de segurança da região foram registradas e serão encaminhadas à Delegacia de Polícia Civil de Coxim, com o objetivo de auxiliar nas investigações e na identificação do autor ou autores do furto.
A Polícia pede a colaboração da população. Qualquer informação que possa contribuir para a localização da motocicleta pode ser repassada à Polícia Militar pelo telefone 190 ou diretamente ao proprietário, pelo número (67) 9 9886-5909.
Compartilhe essa matéria e vamos ajudar o Edson recuperar sua moto.