quinta, 04 de junho, 2026
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O que deveria ser um local de paz, silêncio e respeito se transformou em um retrato de abandono, insegurança e dor em Coxim. O Cemitério Central, espaço destinado à memória e homenagem aos que partiram, hoje causa revolta às famílias que ali visitam seus entes queridos. Nosso Jornal recebeu um pedido de ajuda para que o local seja olhado com mais atenção para que situações como essa não aconteçam mais. Na manha de hoje, 14 de setembro estivemos no local e nos deparamos com cenas tristes e revoltantes.
Entre os túmulos, o que se vê são cenas chocantes: roupas íntimas largadas, marmitex jogados, testes de gravidez espalhados, garrafas de bebida e até vestígios de uso de drogas. O lugar que deveria acolher lembranças virou ponto de encontro para vândalos e usuários.
A revolta das famílias cresce a cada dia. “Já não basta perder um parente, agora temos que conviver com o desrespeito e a destruição dos túmulos”, desabafa uma moradora, que nos procurou em lágrimas para denunciar a situação.
A dor ganhou contornos ainda mais cruéis na noite de ontem 13 de setembro, quando a capela da pequena Heloísa Gama foi violada. Objetos deixados em homenagem à menina foram roubados, gerando profunda indignação. A mãe, Elizângela Gama, fez um boletim de ocorrência e a Polícia Civil que já esteve no local realizando a perícia. Agora, além do luto, ela enfrenta a angústia de ver a memória da filha profanada por criminosos.
O cenário atual do cemitério é de abandono e sofrimento. Famílias que buscam conforto encontram apenas degradação, sujeira e medo. O que deveria ser um espaço sagrado se transformou em vergonha pública para Coxim. A população clama por providências imediatas, antes que a dor se torne ainda maior e irreversível.
A pergunta que fica é: Que tipo de ser humano é capaz de tamanho desrespeito a memória daqueles que já se foram? Independente de fisicamente não estarem mais aqui merecem respeito, o desrespeito é tamanho não só pelos roubos que estão acontecendo lá dentro, mas por todo o contexto de violação.
Desumano
Plano Estadual para Erradicação do Trabalho Escravo será lançado no Bioparque Pantanal, em Campo Grande, durante semana nacional de mobilização.
27 de janeiro de 2026
Mato Grosso do Sul registrou 12 casos de trabalho escravo em 2025, com resgate de 92 trabalhadores, segundo levantamento divulgado nesta terça-feira pela Comissão Pastoral da Terra (CPT). O governo estadual lança nesta quarta-feira 28) o Plano Estadual para Erradicação do Trabalho Escravo, em evento no Bioparque Pantanal, em Campo Grande, às 8h.
De acordo com o relatório, a pecuária concentrou a maior parte das ocorrências, com 59 registros. Outros setores também aparecem no levantamento, como lavouras, produção de carvão vegetal e lavouras temporárias, com 11 casos cada.
Desde 1995, o estado contabiliza 165 casos e 3.335 trabalhadores resgatados, conforme a CPT.
O lançamento do Plano Estadual para Erradicação do Trabalho Escravo ocorre às 8h desta quarta-feira, no Auditório do Bioparque Pantanal, em Campo Grande. A atividade é aberta ao público, mediante inscrição prévia por link disponibilizado pelos organizadores.
A iniciativa é coordenada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc) no âmbito da Comissão Estadual para Erradicação do Trabalho Escravo (Coetrae-MS). A CPT-MS, que integra a comissão estadual, também participa do lançamento.
O lançamento do plano integra a programação da Semana Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, realizada em alusão ao Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, celebrado em 28 de janeiro.
Desde o dia 18, a CPT-MS promove oficinas, palestras, rodas de conversa e ações educativas em comunidades rurais e urbanas, assentamentos, acampamentos e retomadas indígenas no estado. Entre as atividades abertas ao público está uma panfletagem de sensibilização na Praça Ary Coelho, no Centro de Campo Grande, a partir das 14h desta quarta-feira.
Conforme dados da Campanha de Prevenção e Combate ao Trabalho Escravo e do Centro de Documentação da CPT, mais de 3 mil pessoas foram resgatadas dessa condição no Brasil em 2025. Nos últimos quatro anos, o número ultrapassa 11,5 mil trabalhadores, com cerca de 75% dos casos registrados no campo.
O levantamento também aponta que, desde 2017, aproximadamente 200 pessoas foram resgatadas do trabalho escravo doméstico.
Roubo
Uma motocicleta Yamaha FZ25 Fazer, de cor azul, ano 2023, foi furtada ontem (19), em uma residência localizada no bairro Senhor Divino, no município de Coxim. Segundo...
20 de janeiro de 2026
Uma motocicleta Yamaha FZ25 Fazer, de cor azul, ano 2023, foi furtada ontem (19), em uma residência localizada no bairro Senhor Divino, no município de Coxim.
Segundo relato do proprietário, Edson Vinicius Alves, o furto ocorreu por volta da meia-noite. Ele informou que saiu de casa para levar o filho ao hospital e, ao retornar, percebeu que a motocicleta não estava mais no local onde havia sido deixada, na área frontal da residência.
O veículo possui a placa RWG7C43 e, conforme o proprietário, encontra-se financiado, o que aumenta ainda mais o prejuízo causado pelo crime.
Imagens de câmeras de segurança da região foram registradas e serão encaminhadas à Delegacia de Polícia Civil de Coxim, com o objetivo de auxiliar nas investigações e na identificação do autor ou autores do furto.
A Polícia pede a colaboração da população. Qualquer informação que possa contribuir para a localização da motocicleta pode ser repassada à Polícia Militar pelo telefone 190 ou diretamente ao proprietário, pelo número (67) 9 9886-5909.
Compartilhe essa matéria e vamos ajudar o Edson recuperar sua moto.