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São Gabriel do Oeste

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São Gabriel do Oeste estreia na Prova dos Três Tambores durante a Festa do Leitão no Rolete

Evento histórico marcou a primeira realização da competição oficial no município e contou com destaque para atletas locais.

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16 de setembro de 2025

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do Idest, com Assessoria

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Pela primeira vez na história, São Gabriel do Oeste recebeu um evento oficial da Prova dos Três Tambores, realizado em parceria entre a Prefeitura Municipal e o Clube de Laço Liberato Maffissoni, durante a 29ª Festa do Leitão no Rolete, realizada neste fim de semana. A competição atraiu grande público e destacou a participação de atletas são-gabrielenses.

Atletas locais brilham na arena

Maite Catelan Trindade de Almeida conquistou o título de campeã da Categoria Mirim e, apesar de registrar o menor tempo na categoria Feminina adulta, a queda de um tambor resultou em penalidade, impedindo que ela alcançasse o topo também nesta modalidade.

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(Foto: Assessoria)

Resultados – Categoria Feminina

1º Luana Lima Bastos – MR King Fame – 48.177
2º Maria Fernanda Brandão de Emílio – Mozer Mans Fame HTT – 48.190
3º Áurea de Emílio Benites – HFM Esigner Crusher – 48.440
4º Mariana Catelan Trindade Schorn – Kobe Ta Fame ZD – 48.955
5º Gabriela Lima Silva Pratola – AGF Fuego Boonsmal – 49.000
6º Geovanna Martins de Sousa – Prata da Casa – 49.035
7º Heloísa Scalabrin – Líder Victory – 49.190
8º Laís Oliveira Rubens – Dashin Dee Jay – 49.286
9º Nanda de Souza Borges – El Zorro Bee Dee – 49.352
10º Rosane Marquezim Lopes – Anitta Trouble Bryan – 49.409
11º Letícia Costa de Luna – Blessed Night Lena – 49.583
12º Letícia Lelis Robalinho – Beauty Back AGAE – 49.806
13º Júlia Olmos Uhde – Mister Slydun Pistol – 49.923
14º Maria Eduarda Amorim Nogueira – I’m a Uno Rocks 3DM – 50.072
15º Maite Catelan Trindade de Almeida – Smarv Peppy Dow – 52.713

Resultados – Categoria Mirim

1º Maite Catelan Trindade de Almeida – Smarv Peppy Dow – 48.072
2º Maria Eduarda Amorim Nogueira – I’m a Uno Rocks 3DM – 49.010
3º Júlia Olmos Uhde – Mister Slydun Pistol – 50.059
4º Francisco Neto – Menina CR – 54.272
5º Nanda de Souza Borges – El Zorro Bee Dee – 54.276
6º Lorena Guerreiro de Paula – Bolt Bryan 3E – 54.821
7º Walentina Miranda Farias – Sulgars Bee Dee – 58.520
8º Laís Costa de Luna – Blessed Night Lena – 60.495
9º Giovanna Alencar Camargo – Zara CR – 64.009
10º Vitória de Lima Vicentini – Fiesta Ta Peach CMV – 158.712
11º Maria Fernanda Caramaschi Paulozzi – Caramelo Caramalac CR – 259.208

Prova dos Três Tambores: técnica e emoção

A Prova dos Três Tambores é uma competição equestre de velocidade e precisão, na qual cavalo e cavaleiro devem contornar três tambores dispostos em formato triangular no menor tempo possível, sem derrubar os obstáculos. Cada tambor derrubado adiciona cinco segundos ao tempo final.

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(Foto: Assessoria)

A modalidade surgiu nos rodeios femininos nos Estados Unidos na década de 1930 e se tornou popular em todo o mundo. Atualmente, homens e mulheres competem com igual destaque, reforçando a relevância e a emoção da disputa.

Importância para São Gabriel do Oeste

A realização da prova no município fortalece o calendário esportivo e cultural da cidade, valoriza os talentos locais e proporciona momentos de grande emoção ao público, consolidando a Festa do Leitão no Rolete como referência para eventos equestres na região.

Saúde

Chikungunya já soma quase 10 mil casos em MS

  O avanço da chikungunya em Mato Grosso do Sul mantém autoridades de saúde em estado de alerta. Dados atualizados da Secretaria de Estado de Saúde (SES)...

Chikungunya já soma quase 10 mil casos em MS

25 de julho de 2026

Chikungunya já soma quase 10 mil casos em MS

 

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O avanço da chikungunya em Mato Grosso do Sul mantém autoridades de saúde em estado de alerta. Dados atualizados da Secretaria de Estado de Saúde (SES) mostram que a doença já se aproxima da marca de 10 mil casos confirmados em 2026, além de dezenas de mortes registradas em diferentes municípios. Embora Coxim não esteja entre as cidades com maior número de ocorrências, o cenário reforça a necessidade de prevenção e atenção aos primeiros sintomas.

Além da chikungunya, a dengue continua circulando no Estado, com milhares de notificações registradas ao longo do ano. A combinação das duas arboviroses preocupa os serviços de saúde, já que ambas são transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.

Conforme o boletim epidemiológico mais recente da SES, Mato Grosso do Sul contabiliza 12.803 casos prováveis de chikungunya em 2026. Desses, 9.686 já foram confirmados por exames laboratoriais ou critérios clínico-epidemiológicos.

A doença também já provocou 28 mortes no Estado, enquanto outro óbito ainda é investigado. As vítimas foram registradas em municípios como Dourados, Bonito, Jardim, Fátima do Sul, Douradina, Guia Lopes da Laguna, Itaporã, Ponta Porã e Nioaque.

Outro dado que chama a atenção é o registro de 114 gestantes diagnosticadas com chikungunya, grupo que exige acompanhamento médico devido aos riscos associados à infecção.

Embora apresente números inferiores aos da chikungunya, a dengue continua exigindo vigilância. O Estado já notificou 4.718 casos prováveis da doença, sendo 1.815 confirmações neste ano.

Nos últimos dias, diversos municípios apresentaram baixa incidência da doença, indicando um cenário de controle em parte do Estado, sem afastar o risco de novos focos.

Em Coxim, as equipes de saúde reforçam constantemente a importância da participação da população no combate ao mosquito transmissor. Mesmo quando o número de casos permanece controlado, o período de temperaturas elevadas alternado com chuvas favorece o surgimento de criadouros do Aedes aegypti.

A recomendação é eliminar qualquer recipiente que possa acumular água, como pneus, garrafas, vasos de plantas, calhas e caixas d'água destampadas. A maior parte dos focos do mosquito continua sendo encontrada dentro dos quintais das residências.

Mato Grosso do Sul também mantém a campanha de vacinação contra a dengue para o público-alvo. O Estado já recebeu mais de 241 mil doses do imunizante e aplicou mais de 223 mil.

A vacina é destinada a crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos e é aplicada em duas doses, com intervalo de três meses entre elas. Especialistas destacam que a imunização reduz significativamente o risco de formas graves da doença, mas não substitui as medidas de prevenção contra o mosquito.

A orientação dos profissionais de saúde é que qualquer pessoa com febre, dores intensas nas articulações, dor no corpo, manchas avermelhadas na pele ou outros sintomas compatíveis com dengue ou chikungunya procure imediatamente uma unidade de saúde.

O diagnóstico precoce permite o acompanhamento adequado e reduz o risco de complicações, principalmente em idosos, gestantes, crianças e pessoas com doenças crônicas. Enquanto isso, a prevenção continua sendo a principal arma para impedir o avanço das arboviroses em Coxim e em todo Mato Grosso do Sul.

Dados

Violência contra a mulher avança em Mato Grosso do Sul e lesões em ambiente doméstico crescem 20%

A violência contra a mulher continua sendo um dos maiores desafios da segurança pública em Mato Grosso do Sul. Dados divulgados ontem, quinta-feira (23), pelo 20º...

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24 de julho de 2026

Violência contra a mulher avança em Mato Grosso do Sul e lesões em ambiente doméstico crescem 20%

 

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A violência contra a mulher continua sendo um dos maiores desafios da segurança pública em Mato Grosso do Sul. Dados divulgados ontem, quinta-feira (23), pelo 20º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, revelam que o Estado registrou aumento em importantes indicadores relacionados à violência de gênero, reforçando o alerta sobre a necessidade de ampliar as ações de prevenção, proteção e enfrentamento aos agressores. 

Entre os dados que mais preocupam está o crescimento de 19,4% nos casos de lesão corporal dolosa praticada no contexto de violência doméstica, indicando que um número maior de mulheres foi vítima de agressões dentro do ambiente familiar em comparação com o ano anterior. 

O levantamento também aponta que Mato Grosso do Sul apresentou alta de 4,9% na variação geral dos principais indicadores de violência contra a mulher, demonstrando que, apesar dos esforços das forças de segurança e da rede de proteção, os casos continuam exigindo atenção das autoridades. 

Outro dado que chama a atenção no anuário é o elevado número de ocorrências relacionadas ao descumprimento de medidas protetivas de urgência. Segundo o levantamento, foram registrados cerca de 96 mil casos, evidenciando que muitas mulheres continuam enfrentando riscos mesmo após recorrerem à Justiça em busca de proteção. 

As medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha têm como objetivo impedir a aproximação do agressor e garantir a segurança da vítima. No entanto, o elevado número de descumprimentos demonstra que, em muitos casos, os autores continuam desrespeitando as determinações judiciais. 

Embora os números revelem avanço em parte dos registros, o anuário também mostra que alguns crimes relacionados à violência contra a mulher apresentaram queda em relação ao levantamento anterior. O estudo, porém, destaca que o aumento das ocorrências de agressão física e da violência doméstica mantém o cenário em estado de alerta. 

Especialistas apontam que a ampliação dos registros também pode refletir uma maior procura das vítimas pelos canais oficiais de denúncia, resultado das campanhas de conscientização e do fortalecimento da rede de atendimento. Ainda assim, os índices reforçam que a violência de gênero permanece como um problema estrutural que exige atuação permanente do poder público e da sociedade. 

O Anuário Brasileiro de Segurança Pública é considerado um dos principais levantamentos nacionais sobre criminalidade e reúne dados enviados pelos órgãos oficiais de segurança dos estados brasileiros. 

Os números divulgados reforçam a importância da denúncia como ferramenta para interromper o ciclo da violência. Além do trabalho das polícias e do Poder Judiciário, especialistas defendem o fortalecimento das políticas públicas voltadas ao acolhimento das vítimas, à prevenção e à responsabilização dos agressores. 

Em Mato Grosso do Sul, o crescimento dos registros evidencia que a violência contra a mulher continua sendo uma realidade que exige vigilância constante, ações integradas e o compromisso de toda a sociedade na proteção das vítimas e na construção de um ambiente mais seguro para as mulheres.