domingo, 26 de julho, 2026

WhatsApp

(67) 99983-4015

PEDRO GOMES

A+ A-

Pedro Gomes elege Rainha do Rodeio 2025 e dá início às comemorações dos 62 anos do município

Taiany foi coroada Rainha, Ana Clara ficou com o título de Princesa e Júlia como Madrinha; evento marcou uma nova fase na tradicional festa do peão.

Icone Calendário

27 de outubro de 2025

Icone Autor

do Idest, com Assessoria

Continue Lendo...

Em uma noite marcada por emoção, beleza e tradição, Pedro Gomes escolheu no sábado (25) a Rainha, Princesa e Madrinha do Rodeio 2025. O concurso, que abriu oficialmente as comemorações dos 62 anos de emancipação político-administrativa do município, reuniu público expressivo e encantou os presentes.

Noite de charme, emoção e tradição

Ao todo, seis candidatas subiram à passarela disputando as faixas mais cobiçadas da festa do peão pedrogomense. Com simpatia, elegância e desenvoltura, as participantes demonstraram não apenas beleza, mas também conhecimento e orgulho pelas tradições locais.

Imagem da notícia

(Foto: Assessoria)

A disputa foi dividida em duas etapas. A primeira envolveu uma prova de conhecimento sobre o rodeio, a cultura regional e a história de Pedro Gomes. Já na segunda, as candidatas desfilaram diante dos jurados, que avaliaram postura, elegância, desenvoltura e carisma.

Público teve participação direta na escolha

A edição deste ano trouxe uma inovação: o público pôde votar em sua candidata preferida por meio de um QR Code disponibilizado no evento. A soma das notas dos jurados com os votos populares definiu o resultado final, garantindo mais transparência e envolvimento da comunidade.

Após a apuração dos pontos, Taiany foi coroada Rainha do Rodeio 2025, com 978 pontos (475 dos jurados e 503 do público). Ana Clara ficou em segundo lugar, com 974 pontos (408 dos jurados e 566 do público), conquistando o título de Princesa. Já Júlia ficou em terceiro lugar, com 843 pontos (388 dos jurados e 455 do público), sendo eleita Madrinha do Rodeio.

Premiação e reconhecimento

As vencedoras receberam, além das faixas, premiação em dinheiro como reconhecimento pelo desempenho e dedicação.

  • Rainha: R$ 1.425,00
  • Princesa: R$ 855,00
  • Madrinha: R$ 570,00

Imagem da notícia

(Foto: Assessoria)

Emocionadas, as três foram ovacionadas pelo público e assumem agora a missão de representar a beleza, a força e o espírito sertanejo de Pedro Gomes durante as festividades do Rodeio 2025.

Concurso marca início das comemorações

Para o prefeito Delegado Murilo, a mudança no formato do concurso simboliza um avanço importante na valorização cultural do município.

“Fizemos questão de tornar esse concurso mais justo e transparente, valorizando o conhecimento, a simpatia e a desenvoltura de cada participante. As meninas estão de parabéns, foi uma noite linda, que mostra o quanto Pedro Gomes tem talento e orgulho de suas tradições”, destacou.

Imagem da notícia

(Foto: Assessoria)

O evento marcou o início oficial das comemorações pelos 62 anos de Pedro Gomes. A programação segue com o Rodeio 2025, que começa no dia 7 de novembro, no Clube de Laço Bonanza, abrindo uma série de atrações que prometem movimentar a cidade e toda a região.

Classificação geral – Concurso Rainha do Rodeio 2025

1º lugar – Taiany: 475 (jurados) + 503 (público) = 978 pontos
2º lugar – Ana Clara: 408 (jurados) + 566 (público) = 974 pontos
3º lugar – Júlia: 388 (jurados) + 455 (público) = 843 pontos
4º lugar – Evillyn: 386 (jurados) + 360 (público) = 746 pontos
5º lugar – Brendha: 440 (jurados) + 246 (público) = 686 pontos
6º lugar – Jhennifer: 383 (jurados) + 277 (público) = 660 pontos

Saúde

Chikungunya já soma quase 10 mil casos em MS

  O avanço da chikungunya em Mato Grosso do Sul mantém autoridades de saúde em estado de alerta. Dados atualizados da Secretaria de Estado de Saúde (SES)...

Chikungunya já soma quase 10 mil casos em MS

25 de julho de 2026

Chikungunya já soma quase 10 mil casos em MS

 

Continue Lendo...

 

O avanço da chikungunya em Mato Grosso do Sul mantém autoridades de saúde em estado de alerta. Dados atualizados da Secretaria de Estado de Saúde (SES) mostram que a doença já se aproxima da marca de 10 mil casos confirmados em 2026, além de dezenas de mortes registradas em diferentes municípios. Embora Coxim não esteja entre as cidades com maior número de ocorrências, o cenário reforça a necessidade de prevenção e atenção aos primeiros sintomas.

Além da chikungunya, a dengue continua circulando no Estado, com milhares de notificações registradas ao longo do ano. A combinação das duas arboviroses preocupa os serviços de saúde, já que ambas são transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.

Conforme o boletim epidemiológico mais recente da SES, Mato Grosso do Sul contabiliza 12.803 casos prováveis de chikungunya em 2026. Desses, 9.686 já foram confirmados por exames laboratoriais ou critérios clínico-epidemiológicos.

A doença também já provocou 28 mortes no Estado, enquanto outro óbito ainda é investigado. As vítimas foram registradas em municípios como Dourados, Bonito, Jardim, Fátima do Sul, Douradina, Guia Lopes da Laguna, Itaporã, Ponta Porã e Nioaque.

Outro dado que chama a atenção é o registro de 114 gestantes diagnosticadas com chikungunya, grupo que exige acompanhamento médico devido aos riscos associados à infecção.

Embora apresente números inferiores aos da chikungunya, a dengue continua exigindo vigilância. O Estado já notificou 4.718 casos prováveis da doença, sendo 1.815 confirmações neste ano.

Nos últimos dias, diversos municípios apresentaram baixa incidência da doença, indicando um cenário de controle em parte do Estado, sem afastar o risco de novos focos.

Em Coxim, as equipes de saúde reforçam constantemente a importância da participação da população no combate ao mosquito transmissor. Mesmo quando o número de casos permanece controlado, o período de temperaturas elevadas alternado com chuvas favorece o surgimento de criadouros do Aedes aegypti.

A recomendação é eliminar qualquer recipiente que possa acumular água, como pneus, garrafas, vasos de plantas, calhas e caixas d'água destampadas. A maior parte dos focos do mosquito continua sendo encontrada dentro dos quintais das residências.

Mato Grosso do Sul também mantém a campanha de vacinação contra a dengue para o público-alvo. O Estado já recebeu mais de 241 mil doses do imunizante e aplicou mais de 223 mil.

A vacina é destinada a crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos e é aplicada em duas doses, com intervalo de três meses entre elas. Especialistas destacam que a imunização reduz significativamente o risco de formas graves da doença, mas não substitui as medidas de prevenção contra o mosquito.

A orientação dos profissionais de saúde é que qualquer pessoa com febre, dores intensas nas articulações, dor no corpo, manchas avermelhadas na pele ou outros sintomas compatíveis com dengue ou chikungunya procure imediatamente uma unidade de saúde.

O diagnóstico precoce permite o acompanhamento adequado e reduz o risco de complicações, principalmente em idosos, gestantes, crianças e pessoas com doenças crônicas. Enquanto isso, a prevenção continua sendo a principal arma para impedir o avanço das arboviroses em Coxim e em todo Mato Grosso do Sul.

Dados

Violência contra a mulher avança em Mato Grosso do Sul e lesões em ambiente doméstico crescem 20%

A violência contra a mulher continua sendo um dos maiores desafios da segurança pública em Mato Grosso do Sul. Dados divulgados ontem, quinta-feira (23), pelo 20º...

Violência contra a mulher avança em Mato Grosso do Sul e lesões em ambiente doméstico crescem 20%

24 de julho de 2026

Violência contra a mulher avança em Mato Grosso do Sul e lesões em ambiente doméstico crescem 20%

 

Continue Lendo...

A violência contra a mulher continua sendo um dos maiores desafios da segurança pública em Mato Grosso do Sul. Dados divulgados ontem, quinta-feira (23), pelo 20º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, revelam que o Estado registrou aumento em importantes indicadores relacionados à violência de gênero, reforçando o alerta sobre a necessidade de ampliar as ações de prevenção, proteção e enfrentamento aos agressores. 

Entre os dados que mais preocupam está o crescimento de 19,4% nos casos de lesão corporal dolosa praticada no contexto de violência doméstica, indicando que um número maior de mulheres foi vítima de agressões dentro do ambiente familiar em comparação com o ano anterior. 

O levantamento também aponta que Mato Grosso do Sul apresentou alta de 4,9% na variação geral dos principais indicadores de violência contra a mulher, demonstrando que, apesar dos esforços das forças de segurança e da rede de proteção, os casos continuam exigindo atenção das autoridades. 

Outro dado que chama a atenção no anuário é o elevado número de ocorrências relacionadas ao descumprimento de medidas protetivas de urgência. Segundo o levantamento, foram registrados cerca de 96 mil casos, evidenciando que muitas mulheres continuam enfrentando riscos mesmo após recorrerem à Justiça em busca de proteção. 

As medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha têm como objetivo impedir a aproximação do agressor e garantir a segurança da vítima. No entanto, o elevado número de descumprimentos demonstra que, em muitos casos, os autores continuam desrespeitando as determinações judiciais. 

Embora os números revelem avanço em parte dos registros, o anuário também mostra que alguns crimes relacionados à violência contra a mulher apresentaram queda em relação ao levantamento anterior. O estudo, porém, destaca que o aumento das ocorrências de agressão física e da violência doméstica mantém o cenário em estado de alerta. 

Especialistas apontam que a ampliação dos registros também pode refletir uma maior procura das vítimas pelos canais oficiais de denúncia, resultado das campanhas de conscientização e do fortalecimento da rede de atendimento. Ainda assim, os índices reforçam que a violência de gênero permanece como um problema estrutural que exige atuação permanente do poder público e da sociedade. 

O Anuário Brasileiro de Segurança Pública é considerado um dos principais levantamentos nacionais sobre criminalidade e reúne dados enviados pelos órgãos oficiais de segurança dos estados brasileiros. 

Os números divulgados reforçam a importância da denúncia como ferramenta para interromper o ciclo da violência. Além do trabalho das polícias e do Poder Judiciário, especialistas defendem o fortalecimento das políticas públicas voltadas ao acolhimento das vítimas, à prevenção e à responsabilização dos agressores. 

Em Mato Grosso do Sul, o crescimento dos registros evidencia que a violência contra a mulher continua sendo uma realidade que exige vigilância constante, ações integradas e o compromisso de toda a sociedade na proteção das vítimas e na construção de um ambiente mais seguro para as mulheres.