quinta, 04 de junho, 2026
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Uma mudança importante promete facilitar a vida de milhares de trabalhadores brasileiros. O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) passou a permitir que o benefício por incapacidade temporária seja concedido por até 90 dias sem a necessidade de perícia médica presencial. Antes, esse prazo era limitado a 60 dias.
A medida foi implementada em parceria com o Ministério da Previdência Social e faz parte da modernização do sistema Atestmed, que permite o envio de documentos médicos de forma totalmente digital. Com isso, o segurado pode realizar todo o processo pelo aplicativo ou site do Meu INSS, sem precisar se deslocar até uma agência.
Na prática, o trabalhador deve anexar atestados e exames diretamente na plataforma. A análise é feita por médicos peritos, e o resultado também é disponibilizado online. A expectativa do governo é agilizar a concessão do benefício e reduzir a fila de espera, um dos principais desafios enfrentados pelo sistema previdenciário.
Para evitar problemas na solicitação, o INSS reforça que os documentos precisam estar legíveis e completos, contendo informações essenciais como identificação do paciente, data de emissão, diagnóstico (ou código CID), período de afastamento e dados do médico responsável, incluindo assinatura e registro profissional.
Caso haja inconsistências, rasuras ou falta de informações, o pedido pode ser direcionado para uma avaliação presencial. O mesmo acontece quando o perito considera necessário um exame mais detalhado.
Se o afastamento ultrapassar o limite de 90 dias, será preciso solicitar a prorrogação nesse caso, a perícia presencial passa a ser obrigatória.
O benefício por incapacidade temporária, que substituiu o antigo auxílio-doença, garante renda ao trabalhador afastado por problemas de saúde. Nos primeiros 15 dias, o pagamento é feito pela empresa; após esse período, a responsabilidade passa a ser do INSS.
A ampliação do prazo e a digitalização do atendimento reforçam a aposta do governo em soluções tecnológicas para tornar o acesso aos direitos mais rápido e menos burocrático.
Saúde
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a retirada do mercado de um lote específico de água mineral natural sem gás da marca Crystal...
3 de junho de 2026
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a retirada do mercado de um lote específico de água mineral natural sem gás da marca Crystal após a detecção de contaminação microbiológica durante análises realizadas por órgãos de vigilância sanitária.
A medida inclui a suspensão imediata da venda, distribuição e consumo dos produtos pertencentes ao lote identificado como LZ1 VAL200127 3 P 200126. A decisão foi adotada depois que exames laboratoriais confirmaram a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa, microrganismo que pode representar riscos à saúde, especialmente para pessoas com imunidade comprometida.
O lote foi produzido pela empresa Mineração Bom Jesus Ltda., localizada em Luziânia, Goiás, e corresponde a mais de 374 mil garrafas de 500 mililitros fabricadas em janeiro deste ano. A validade dos produtos se estende até janeiro de 2027.
Segundo informações divulgadas pela fabricante, a maior parte das unidades foi distribuída para o Distrito Federal. O restante foi encaminhado para municípios de Goiás, São Paulo e Tocantins.
A contaminação foi descoberta durante uma fiscalização de rotina realizada pela Vigilância Sanitária do Distrito Federal. Após a confirmação do resultado, o lote foi interditado preventivamente e o caso comunicado à Anvisa, que acompanhou a adoção das medidas de recolhimento.
Até o momento, não foram registrados relatos de consumidores sobre problemas relacionados ao consumo da água pertencente ao lote afetado. Mesmo assim, as autoridades sanitárias orientam que qualquer pessoa que tenha adquirido o produto verifique atentamente as informações impressas no rótulo.
A recomendação é que as unidades identificadas com o lote recolhido não sejam consumidas. Os consumidores devem aguardar as orientações da fabricante para realizar a devolução do produto e solicitar eventual ressarcimento.
A Anvisa reforça que o monitoramento constante da qualidade dos alimentos e bebidas comercializados no país é fundamental para garantir a segurança dos consumidores e evitar riscos à saúde pública.
Documento
Os brasileiros que possuem a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) passaram a contar com mais praticidade para viajar pela América do Sul. O documento já pode ser utilizado como...
2 de junho de 2026
Os brasileiros que possuem a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) passaram a contar com mais praticidade para viajar pela América do Sul. O documento já pode ser utilizado como identificação oficial para ingresso em diversos países da região, dispensando a apresentação de passaporte em viagens de turismo de curta duração.
A medida reforça os acordos de integração firmados entre os países do Mercosul e nações associadas, que permitem a circulação de cidadãos mediante a apresentação de um documento de identidade válido e reconhecido pelas autoridades migratórias.
A CIN substitui gradualmente o antigo Registro Geral (RG) e traz como principal inovação a utilização do CPF como número único de identificação em todo o território nacional. O documento também possui recursos modernos de segurança, incluindo versão digital e mecanismos que dificultam fraudes.
Com a adoção da nova carteira, os viajantes brasileiros podem utilizar o documento para entrar em países sul-americanos que aceitam a identificação civil em substituição ao passaporte, tornando os deslocamentos mais simples e acessíveis.
Especialistas orientam que os viajantes verifiquem previamente as exigências específicas do país de destino, além de conferir se o documento está em bom estado de conservação e dentro do prazo de validade estabelecido para a faixa etária do titular.
A expectativa do governo federal é ampliar gradativamente a emissão da Carteira de Identidade Nacional, promovendo a unificação dos cadastros e facilitando o acesso dos cidadãos a serviços públicos e viagens internacionais dentro dos países que mantêm acordos com o Brasil.