quinta, 04 de junho, 2026
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária determinou a retirada imediata do mercado de diversos protetores solares e repelentes produzidos pela empresa Henlau Química Ltda, após identificar problemas considerados graves no processo de fabricação.
A medida foi oficializada em publicação no Diário Oficial da União nesta quarta-feira (29) e abrange produtos de diferentes marcas conhecidas no mercado, como Sunlau, Wurth e Needs.
De acordo com a Anvisa, uma inspeção realizada entre os dias 14 e 17 de abril apontou o descumprimento das normas de Boas Práticas de Fabricação, que são essenciais para garantir a qualidade e a segurança dos produtos.
Além disso, foi constatado que alguns itens estavam sendo produzidos com fórmulas diferentes das aprovadas, o que motivou uma ação mais rigorosa por parte do órgão regulador.
A decisão atinge todos os lotes de diversos itens, incluindo repelentes e protetores solares de uso adulto e infantil. Entre eles estão:
Esses produtos estão proibidos de serem fabricados, vendidos, distribuídos ou utilizados, além de serem alvo de recolhimento em todo o país.
Segundo a Anvisa, alterações na composição podem comprometer diretamente a eficácia dos produtos. No caso dos protetores solares, isso pode significar proteção inferior à indicada no rótulo, aumentando o risco de queimaduras e danos à pele.
Já os repelentes podem perder eficiência contra insetos, o que eleva a exposição a doenças transmitidas por mosquitos, como dengue, zika e chikungunya.
Além do recolhimento, a Anvisa também determinou:
As decisões foram tomadas após a identificação de falhas estruturais e operacionais durante a fiscalização.
Consumidores que tiverem adquirido algum dos produtos devem interromper o uso imediatamente. A recomendação é procurar o estabelecimento onde a compra foi realizada ou entrar em contato com o fabricante para orientações sobre devolução ou descarte correto.
A situação acende um alerta para a importância de verificar a procedência e a regularização de produtos de uso diário, especialmente aqueles ligados à proteção da saúde.
Saúde
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a retirada do mercado de um lote específico de água mineral natural sem gás da marca Crystal...
3 de junho de 2026
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a retirada do mercado de um lote específico de água mineral natural sem gás da marca Crystal após a detecção de contaminação microbiológica durante análises realizadas por órgãos de vigilância sanitária.
A medida inclui a suspensão imediata da venda, distribuição e consumo dos produtos pertencentes ao lote identificado como LZ1 VAL200127 3 P 200126. A decisão foi adotada depois que exames laboratoriais confirmaram a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa, microrganismo que pode representar riscos à saúde, especialmente para pessoas com imunidade comprometida.
O lote foi produzido pela empresa Mineração Bom Jesus Ltda., localizada em Luziânia, Goiás, e corresponde a mais de 374 mil garrafas de 500 mililitros fabricadas em janeiro deste ano. A validade dos produtos se estende até janeiro de 2027.
Segundo informações divulgadas pela fabricante, a maior parte das unidades foi distribuída para o Distrito Federal. O restante foi encaminhado para municípios de Goiás, São Paulo e Tocantins.
A contaminação foi descoberta durante uma fiscalização de rotina realizada pela Vigilância Sanitária do Distrito Federal. Após a confirmação do resultado, o lote foi interditado preventivamente e o caso comunicado à Anvisa, que acompanhou a adoção das medidas de recolhimento.
Até o momento, não foram registrados relatos de consumidores sobre problemas relacionados ao consumo da água pertencente ao lote afetado. Mesmo assim, as autoridades sanitárias orientam que qualquer pessoa que tenha adquirido o produto verifique atentamente as informações impressas no rótulo.
A recomendação é que as unidades identificadas com o lote recolhido não sejam consumidas. Os consumidores devem aguardar as orientações da fabricante para realizar a devolução do produto e solicitar eventual ressarcimento.
A Anvisa reforça que o monitoramento constante da qualidade dos alimentos e bebidas comercializados no país é fundamental para garantir a segurança dos consumidores e evitar riscos à saúde pública.
Documento
Os brasileiros que possuem a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) passaram a contar com mais praticidade para viajar pela América do Sul. O documento já pode ser utilizado como...
2 de junho de 2026
Os brasileiros que possuem a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) passaram a contar com mais praticidade para viajar pela América do Sul. O documento já pode ser utilizado como identificação oficial para ingresso em diversos países da região, dispensando a apresentação de passaporte em viagens de turismo de curta duração.
A medida reforça os acordos de integração firmados entre os países do Mercosul e nações associadas, que permitem a circulação de cidadãos mediante a apresentação de um documento de identidade válido e reconhecido pelas autoridades migratórias.
A CIN substitui gradualmente o antigo Registro Geral (RG) e traz como principal inovação a utilização do CPF como número único de identificação em todo o território nacional. O documento também possui recursos modernos de segurança, incluindo versão digital e mecanismos que dificultam fraudes.
Com a adoção da nova carteira, os viajantes brasileiros podem utilizar o documento para entrar em países sul-americanos que aceitam a identificação civil em substituição ao passaporte, tornando os deslocamentos mais simples e acessíveis.
Especialistas orientam que os viajantes verifiquem previamente as exigências específicas do país de destino, além de conferir se o documento está em bom estado de conservação e dentro do prazo de validade estabelecido para a faixa etária do titular.
A expectativa do governo federal é ampliar gradativamente a emissão da Carteira de Identidade Nacional, promovendo a unificação dos cadastros e facilitando o acesso dos cidadãos a serviços públicos e viagens internacionais dentro dos países que mantêm acordos com o Brasil.