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		<title>Diário do EstadoMS - Saúde</title>
		
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				<title><![CDATA[Vacina contra HPV reduz pela metade circulação do vírus entre jovens ]]></title>
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				<description><![CDATA[A vacinação contra o Papilomavírus Humano (HPV) já apresenta resultados concretos na saúde pública brasileira. Um estudo nacional identificou que a circulação dos principais tipos do vírus entre jovens caiu quase pela metade após a introdução da vacina no calendário de imunização, reforçando o papel da prevenção no combate a doenças graves, como o câncer do colo do útero.

A pesquisa, conduzida pelo Hospital Moinhos de Vento em parceria com o Ministério da Saúde, avaliou milhares de brasileiros entre 16 e 25 anos e constatou que a prevalência dos tipos de HPV contemplados pela vacina diminuiu de 14,98% para 7,95% ao longo dos anos.

Os pesquisadores compararam dados coletados em duas etapas distintas. Na primeira, participaram mais de 6 mil jovens que ainda não haviam sido vacinados. Já na segunda fase, o levantamento analisou mais de 10 mil participantes, incluindo pessoas imunizadas e não imunizadas.

Os resultados mostraram uma redução significativa da infecção pelos tipos de HPV prevenidos pela vacina, especialmente entre aqueles que receberam o imunizante.

Entre as mulheres vacinadas, a presença do vírus caiu para pouco mais de 3%, um percentual muito inferior ao registrado antes da vacinação. Nos homens imunizados, também foi observada uma queda importante na circulação do HPV.

Outro dado considerado relevante pelos pesquisadores foi a redução da circulação do vírus até mesmo entre mulheres que não haviam sido vacinadas. Esse fenômeno é conhecido como imunidade coletiva ou imunidade de rebanho e acontece quando uma parcela significativa da população está protegida, dificultando a transmissão do vírus.

Na prática, quanto maior a cobertura vacinal, menor a chance de o HPV circular entre as pessoas, protegendo inclusive quem ainda não foi imunizado.

O levantamento também reforçou a decisão do Sistema Único de Saúde (SUS) de adotar o esquema de dose única para a vacina contra o HPV.

Segundo os pesquisadores, não foram observadas diferenças relevantes na proteção entre pessoas que receberam uma, duas ou três doses, indicando que uma única aplicação já oferece elevada eficácia contra os principais tipos do vírus.

A vacinação contra o HPV foi incorporada ao SUS em 2014 para meninas e, três anos depois, passou a incluir também os meninos. Em 2024, o esquema vacinal foi oficialmente simplificado para apenas uma dose.

Apesar dos resultados positivos, os especialistas alertam que a adesão à vacinação ainda está abaixo da meta considerada ideal.

Atualmente, pouco mais de seis em cada dez meninas receberam a vacina, enquanto entre os meninos a cobertura permanece ainda menor. O objetivo das autoridades de saúde é alcançar cerca de 90% do público-alvo, percentual considerado essencial para ampliar a proteção coletiva.

O HPV é uma das infecções sexualmente transmissíveis mais comuns no mundo. Em muitos casos, o organismo elimina o vírus naturalmente, mas algumas infecções persistentes podem evoluir para doenças graves.

Além de ser o principal responsável pelo câncer do colo do útero, o HPV também está associado a tumores que atingem a região anal, pênis, vulva, vagina e orofaringe.

A vacina disponibilizada gratuitamente pelo SUS protege contra os tipos mais perigosos do vírus, reduzindo significativamente o risco de desenvolvimento dessas doenças e representando uma das principais estratégias de prevenção em saúde pública.

 
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 15:02:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[Estudo revela queda de quase 50% na prevalência do HPV entre jovens após vacinação no Brasil
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				<description><![CDATA[Uma pesquisa realizada pelo Hospital Moinhos de Vento, em parceria com o Ministério da Saúde, apontou uma redução de aproximadamente 50% na prevalência dos principais tipos de HPV entre jovens brasileiros após a implementação da vacinação. Os dados, coletados em dois períodos distintos, mostram que a presença do vírus caiu de 14,98% para 7,95%, indicando a eficácia do imunizante na população de 16 a 25 anos.

Dados da pesquisa e perfil dos participantes

A pesquisa Pop-Brasil analisou amostras de mais de 16 mil jovens em duas fases: a primeira, com 6.388 participantes não vacinados, e a segunda, com mais de 10 mil participantes, incluindo vacinados e não vacinados. As amostras foram coletadas em unidades de saúde de diferentes regiões do país, focando na faixa etária de 16 a 25 anos, considerada a de maior risco de infecção por HPV, devido ao início da atividade sexual.

Taxa de cobertura vacinal e impacto na prevalência do vírus

Apesar de a cobertura vacinal ainda estar abaixo do ideal, com 61,8% entre mulheres e 31,1% entre homens, a vacinação demonstrou efeito significativo na redução da prevalência dos tipos de HPV cobertos pela vacina. Nas mulheres, a prevalência caiu de 15,6% na primeira fase para 3,1% na segunda. Entre os homens vacinados, a redução foi de 13,8% para 4,6%, embora não tenha havido mudança estatisticamente significativa entre os não vacinados, devido à baixa cobertura nesse grupo.

Imunidade de rebanho e efeitos indiretos da vacinação

A pesquisa identificou também um efeito de imunidade de rebanho, com diminuição na prevalência do HPV mesmo entre as mulheres não vacinadas, que passaram de 10,5% para valores inferiores na segunda fase. Essa tendência indica que altas taxas de vacinação ajudam a reduzir a circulação do vírus na população.

Reforço na eficácia da dose única e avanços na vacinação

O estudo reforça que o esquema de uma dose da vacina, atualmente adotado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), é eficaz, já que não houve diferença na prevalência do vírus entre quem recebeu uma, duas ou três doses. A vacinação contra HPV no SUS começou em 2014, inicialmente para meninas, e foi ampliada para meninos em 2017. Em 2024, o esquema passou de duas para uma dose. A cobertura vacinal, no entanto, ainda precisa ser ampliada para alcançar o percentual ideal de 90%.

O HPV é o principal causador do câncer de colo do útero e também pode afetar outros órgãos. A vacina disponível no sistema público protege contra os quatro principais tipos de vírus oncogênicos, contribuindo para a prevenção de doenças relacionadas.
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 09:40:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[Coxim realiza neste sábado (25) mutirão com testes gratuitos para detectar hepatites ]]></title>
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				<description><![CDATA[Silenciosas e, muitas vezes, sem apresentar sintomas por anos, as hepatites virais continuam sendo um desafio para a saúde pública. Com o objetivo de incentivar o diagnóstico precoce e ampliar a conscientização da população, a Prefeitura de Coxim promove neste sábado (25) uma mobilização especial dentro da campanha Julho Amarelo. 

A ação será realizada das 8h às 11h, na Praça João Ferreira de Albuquerque (antiga Concha Acústica), em formato drive-thru, permitindo que moradores façam o teste de forma rápida, gratuita e com total sigilo. 

Organizada pela Secretaria Municipal de Saúde, por meio do Serviço de Assistência Especializada (SAE), a iniciativa oferecerá testes rápidos para identificação das hepatites B e C, doenças que podem evoluir de forma silenciosa e provocar danos graves ao fígado quando não diagnosticadas e tratadas a tempo. 

Além da testagem, profissionais da saúde estarão disponíveis para orientar a população sobre as formas de transmissão, prevenção, vacinação e tratamento das hepatites virais, esclarecendo dúvidas e incentivando o cuidado com a saúde. 

O formato drive-thru foi escolhido para facilitar o acesso da população, permitindo que motoristas e pedestres sejam atendidos com agilidade durante toda a manhã. 

Segundo a organização, o exame é realizado em poucos minutos e o atendimento ocorre de maneira reservada, garantindo a confidencialidade dos resultados e o encaminhamento adequado caso algum teste apresente resultado positivo. 

O Julho Amarelo é uma campanha nacional voltada ao enfrentamento das hepatites virais, doenças que, em muitos casos, permanecem sem sintomas durante anos, dificultando o diagnóstico precoce. 

Por isso, as autoridades de saúde reforçam que realizar o teste, mesmo na ausência de sintomas, é uma das formas mais eficazes de identificar precocemente a infecção, iniciar o tratamento quando necessário e interromper a cadeia de transmissão. 

A Secretaria Municipal de Saúde convida toda a população de Coxim a participar da mobilização, destacando que cuidar da própria saúde também é um gesto de proteção à família e à comunidade. A expectativa é ampliar o acesso ao diagnóstico e fortalecer a conscientização sobre uma doença que pode ser prevenida, controlada e tratada quando descoberta no momento certo.
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 06:34:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[SUS amplia tratamento para pacientes com ELA e incorpora novo medicamento para fases iniciais ]]></title>
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				<description><![CDATA[Pacientes diagnosticados com esclerose lateral amiotrófica (ELA) terão acesso a uma nova opção de tratamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O Ministério da Saúde oficializou a incorporação da edaravona à rede pública, ampliando as alternativas terapêuticas para pessoas que enfrentam a doença em seus estágios iniciais.

A medida representa um avanço na assistência aos pacientes e deverá beneficiar pessoas em todo o país, inclusive em Mato Grosso do Sul. A expectativa é que o medicamento passe a ser disponibilizado pelo SUS após a conclusão dos procedimentos necessários para sua implementação, prevista para ocorrer em até 180 dias.

A edaravona será indicada para adultos diagnosticados com ELA nos graus 1 e 2 da enfermidade e que apresentem evolução da doença de até dois anos.

O medicamento atua reduzindo o estresse oxidativo nas células nervosas, mecanismo que pode contribuir para retardar a progressão da doença em pacientes que atendam aos critérios clínicos definidos pelos especialistas.

Embora não represente a cura da ELA, a terapia é considerada um importante recurso para preservar a qualidade de vida e retardar a perda funcional.

A esclerose lateral amiotrófica é uma doença neurológica degenerativa que compromete os neurônios motores, responsáveis por transmitir os comandos do cérebro aos músculos do corpo.

Com a evolução da enfermidade, o paciente passa a apresentar fraqueza muscular progressiva, dificuldades para caminhar, falar, engolir e, nos casos mais avançados, para respirar.

Apesar dos avanços científicos, a doença ainda não possui cura, tornando fundamental o diagnóstico precoce e o acesso aos tratamentos disponíveis.

Um dos principais obstáculos no enfrentamento da ELA é a identificação da doença. Como não existe um exame laboratorial específico capaz de confirmar o diagnóstico, os médicos precisam reunir informações clínicas, exames de imagem e testes neurológicos para excluir outras enfermidades com sintomas semelhantes.

Esse processo pode levar vários meses, retardando o início do tratamento e o acompanhamento especializado.

A incorporação da edaravona ao SUS representa uma notícia importante também para pacientes de Coxim e da região norte de Mato Grosso do Sul, que dependem da rede pública para o tratamento de doenças de alta complexidade.

Mesmo quando o atendimento especializado é realizado em centros de referência, como Campo Grande, a oferta do medicamento pelo SUS pode reduzir barreiras de acesso e garantir mais qualidade de vida aos pacientes que convivem com a ELA.

Especialistas destacam que, além da medicação, o acompanhamento multidisciplinar  envolvendo neurologistas, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, nutricionistas e psicólogos continua sendo essencial para preservar a autonomia e oferecer melhores condições de vida às pessoas diagnosticadas com a doença.
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 15:40:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[Anvisa barra entrada de medicamentos oftálmicos de fabricante francesa]]></title>
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				<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão da importação de todos os medicamentos produzidos pela farmacêutica francesa Excelvision, especializada na fabricação de colírios e géis oftálmicos. A medida tem caráter preventivo e foi adotada após autoridades sanitárias da França identificarem falhas nas condições de produção da empresa.

A decisão repercute em todo o país e serve de alerta para pacientes que fazem uso de medicamentos para tratamento de doenças oculares, incluindo moradores de Coxim e da região norte de Mato Grosso do Sul.

A suspensão foi adotada depois que uma inspeção realizada pela Agência Nacional de Segurança de Medicamentos e Produtos da França (ANSM), em junho deste ano, apontou irregularidades no cumprimento das boas práticas de fabricação.

Segundo os órgãos de vigilância, foram encontradas deficiências relacionadas principalmente aos procedimentos necessários para garantir a esterilidade dos medicamentos, requisito considerado essencial para produtos destinados ao uso nos olhos.

Diante do resultado da fiscalização, foi emitido um alerta sanitário internacional, levando diversos países a reforçarem o monitoramento sobre os produtos fabricados pela empresa.

Com a determinação da Anvisa, nenhum medicamento produzido pela Excelvision poderá ser importado para o Brasil enquanto a fabricante não comprovar que corrigiu as irregularidades apontadas pelas autoridades sanitárias.

A restrição vale para todos os medicamentos fabricados pela empresa, independentemente da marca comercial, da apresentação ou do lote.

A medida não significa que pacientes devam interromper tratamentos por conta própria. Especialistas orientam que qualquer dúvida sobre medicamentos oftálmicos seja esclarecida com o médico responsável ou com o farmacêutico antes de qualquer substituição.

Caso seja necessário, os profissionais de saúde poderão indicar alternativas terapêuticas registradas e autorizadas para comercialização no país.

Em Coxim, onde colírios e outros medicamentos oftalmológicos são amplamente utilizados por pacientes em tratamentos de alergias, infecções, glaucoma, olho seco e no pós-operatório de cirurgias, a decisão reforça a importância da fiscalização sanitária para garantir que apenas produtos seguros cheguem às farmácias.

Embora a suspensão seja direcionada à importação dos medicamentos da fabricante francesa, a orientação para consumidores é adquirir medicamentos apenas em estabelecimentos regularizados e sempre observar a procedência dos produtos.

A Anvisa informou que a restrição permanecerá em vigor até que a empresa comprove o cumprimento integral das normas internacionais de qualidade e segurança exigidas para a fabricação de medicamentos estéreis.

 
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 15:00:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[Dengue segue sob controle em Coxim, enquanto chikungunya avança em municípios de Mato Grosso do Sul]]></title>
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				<description><![CDATA[O mais recente boletim epidemiológico da Secretaria de Estado de Saúde (SES) revela que Mato Grosso do Sul continua enfrentando desafios no combate às doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Apesar do aumento dos casos confirmados de dengue e chikungunya em diversas regiões, Coxim não integra a relação de municípios com alta taxa de incidência de nenhuma das duas doenças, cenário que reforça a importância das ações preventivas desenvolvidas no município.

De acordo com o levantamento estadual, Mato Grosso do Sul contabiliza 1.548 casos confirmados de dengue, além de mais de 4,8 mil casos prováveis ainda em investigação. O Estado também apura dois óbitos suspeitos relacionados à doença, mas, até o momento, nenhuma morte por dengue foi confirmada.

Os maiores índices de incidência da dengue concentram-se em municípios como Santa Rita do Pardo, Corumbá, Angélica, Batayporã, Selvíria, Costa Rica, Ladário, Amambai, Jardim, Paraíso das Águas, Douradina, Jaraguari e Pedro Gomes. Campo Grande permanece com baixa incidência, e Coxim também não aparece entre as cidades classificadas em situação de alerta elevado.

Chikungunya preocupa mais

Enquanto a dengue apresenta um cenário relativamente estável, a chikungunya continua avançando no Estado. O boletim aponta 9.187 casos confirmados e aproximadamente 12,9 mil casos prováveis em investigação.

A doença já provocou 28 mortes confirmadas em Mato Grosso do Sul, além de outros dois óbitos que seguem sob análise pelas autoridades de saúde.

Ao todo, 24 municípios apresentam alta incidência de chikungunya, entre eles Dourados, Bonito, Jardim, Corumbá, Aquidauana, Sidrolândia, Jaraguari e Amambai. Coxim também não figura nessa lista, indicando que o município permanece fora das áreas de maior circulação do vírus neste momento.

Prevenção continua sendo essencial

Mesmo sem integrar o grupo de cidades com maior incidência, especialistas alertam que o risco de transmissão permanece em todo o Estado. O mosquito Aedes aegypti se reproduz rapidamente em recipientes com água parada, tornando indispensável a participação da população no combate aos criadouros.

A orientação é eliminar qualquer objeto que possa acumular água, manter caixas d&#39;água vedadas, limpar calhas, descartar corretamente materiais inservíveis e permitir o trabalho das equipes de vigilância quando necessário.

As autoridades reforçam ainda que pessoas com sintomas como febre, dores no corpo, dor de cabeça, manchas vermelhas na pele ou dores intensas nas articulações devem procurar uma unidade de saúde para avaliação médica e evitar a automedicação, contribuindo para o diagnóstico precoce e o controle das doenças.

 
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 10:02:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[Vício em apostas leva jogadores de Mato Grosso do Sul à Justiça e acende alerta sobre doença ]]></title>
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				<description><![CDATA[As apostas esportivas deixaram de ser apenas uma forma de entretenimento para se transformar em um dos maiores desafios de saúde pública e de proteção ao consumidor no Brasil. Em Mato Grosso do Sul, uma série de ações judiciais movidas por apostadores que alegam sofrer de ludopatia o transtorno do jogo compulsivo evidencia o crescimento de um problema que ultrapassa as perdas financeiras e alcança a saúde mental, as relações familiares e o endividamento extremo. 

Os processos revelam histórias de pessoas que afirmam ter perdido o controle sobre as apostas e acumulado prejuízos que chegam à casa das centenas de milhares de reais. Em comum, os autores sustentam que as plataformas identificaram sinais de comportamento compulsivo, mas, segundo as ações, não adotaram medidas suficientes para impedir a continuidade das apostas ou alertar os usuários sobre os riscos do vício. 

Um dos casos envolve uma moradora de Campo Grande que afirma ter apostado mais de R$ 560 mil em apenas quatro meses. Conforme o processo, a plataforma chegou a bloquear temporariamente sua conta após detectar um padrão de apostas considerado compulsivo. No entanto, o acesso foi restabelecido poucos dias depois e, segundo a defesa, a jogadora voltou a apostar de forma intensa, agravando sua situação financeira. 

Em outra ação, um apostador relata perdas superiores a R$ 100 mil e afirma que o vício desencadeou transtornos psicológicos, incluindo ansiedade, síndrome do pânico e transtorno afetivo bipolar. Já outro processo questiona prejuízos superiores a R$ 246 mil, enquanto um quarto caso aponta perdas próximas de R$ 286 mil em diferentes plataformas. 

Embora os valores chamem atenção, especialistas alertam que eles representam apenas a face mais visível de um problema muito maior. 

Reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como um transtorno relacionado ao comportamento, a ludopatia é caracterizada pela incapacidade de controlar o impulso de jogar, mesmo diante de prejuízos financeiros, familiares, profissionais e emocionais. 

A doença costuma evoluir de forma silenciosa. O jogador passa a apostar com maior frequência, aumenta gradativamente os valores investidos, tenta recuperar perdas anteriores e acaba entrando em um ciclo que pode levar ao endividamento, ao isolamento social e ao agravamento de problemas de saúde mental. 

Em muitos casos, familiares são os primeiros a perceber mudanças no comportamento, como irritabilidade, mentiras sobre gastos, empréstimos frequentes, dificuldade para cumprir compromissos financeiros e abandono de atividades cotidianas. 

As ações judiciais apresentadas em Mato Grosso do Sul levantam uma discussão que ainda está sendo construída no Judiciário: até que ponto as plataformas de apostas podem ser responsabilizadas quando identificam sinais claros de comportamento compulsivo em seus usuários. 

Os autores sustentam que as empresas possuem mecanismos capazes de monitorar padrões de utilização e, por isso, deveriam adotar medidas preventivas diante de indícios de dependência, como bloqueios, alertas ou restrições temporárias. 

Por outro lado, a definição sobre eventual responsabilidade depende da análise individual de cada processo. Até o momento, não há decisões definitivas reconhecendo a obrigação das plataformas de ressarcir os valores perdidos nesses casos. 

O aumento da popularidade das apostas on-line, impulsionado pela intensa publicidade e pela facilidade de acesso por celulares, tem despertado preocupação entre profissionais da saúde mental. 

Psicólogos e psiquiatras observam crescimento na procura por atendimento de pessoas que perderam o controle sobre as apostas, especialmente entre adultos jovens. Além dos prejuízos financeiros, o transtorno costuma estar associado a quadros de ansiedade, depressão, conflitos familiares e comprometimento da vida profissional. 

Em Campo Grande, os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) já registram atendimentos relacionados ao vício em apostas, demonstrando que o problema deixou de ser um fenômeno isolado para se tornar uma questão de saúde pública. 

Especialistas defendem que o enfrentamento da ludopatia exige uma atuação conjunta entre poder público, profissionais de saúde, plataformas de apostas e sociedade. 

A informação sobre os riscos do jogo compulsivo, o fortalecimento das políticas de saúde mental e a adoção de mecanismos eficazes de prevenção são apontados como caminhos para reduzir os impactos de um transtorno que, muitas vezes, permanece invisível até que as consequências se tornem irreversíveis. 

Enquanto os processos seguem em tramitação na Justiça, os casos registrados em Mato Grosso do Sul reforçam um alerta: por trás dos números milionários estão histórias de pessoas que perderam não apenas dinheiro, mas também estabilidade emocional, relações familiares e qualidade de vida. 
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 06:33:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[SUS adquire tecnologia para produzir principal remédio contra o HIV
]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/sus-adquire-tecnologia-para-produzir-principal-remedio-contra-o-hiv/50678/</link>
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				<description><![CDATA[A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) concluiu a transferência de tecnologia para produzir o antirretroviral dolutegravir, principal medicamento usado no tratamento do HIV no Brasil, e aguarda a liberação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para iniciar o fornecimento ao Sistema Único de Saúde (SUS), no Rio de Janeiro, nesta quarta-feira (15).

Transferência concluída e etapa regulatória

O dolutegravir é distribuído gratuitamente pelo SUS e é utilizado por mais de 770 mil pessoas vivendo com HIV no país, segundo a Fiocruz.

O medicamento foi desenvolvido pela ViiV Healthcare, empresa ligada à biofarmacêutica GSK. Em 2020, as instituições assinaram contrato com o Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos) para nacionalizar progressivamente a produção e destiná-la ao SUS.

Investimentos e preparação da fábrica

Desde a assinatura do acordo, o Farmanguinhos realizou investimentos para adaptar sua planta fabril, adquirir equipamentos, capacitar profissionais e estruturar processos técnicos, regulatórios e operacionais para internalizar a produção.

De acordo com a Fiocruz, o processo foi concluído e o início do fornecimento ao SUS depende apenas da liberação da Anvisa.

Distribuição anterior e controle de qualidade

Desde 2022, o Farmanguinhos já distribui ao SUS o dolutegravir produzido em fábricas da GSK. Segundo a Fiocruz, mais de 739 milhões de cápsulas foram fornecidas à saúde pública nesse formato.

Em 2025, o instituto passou a assumir as análises laboratoriais de controle de qualidade do medicamento.

Lotes prontos e próxima etapa do acordo

Três lotes do remédio já foram fabricados e validados pelo Farmanguinhos e, conforme a Fiocruz, poderão ser distribuídos ao SUS após a liberação da Anvisa.

Paralelamente, o instituto trabalha na validação da metodologia analítica do ingrediente farmacêutico ativo.

O acordo de transferência de tecnologia prevê ainda a internalização da produção do dolutegravir em combinação com lamivudina, formato também distribuído pelo SUS. A expectativa é que essa produção comece no ano que vem, segundo a Fiocruz.

Recomendação internacional

O dolutegravir é utilizado no tratamento do HIV em diversos países e atua inibindo a enzima integrase, o que impede a replicação do vírus dentro das células de defesa do organismo. Em 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) passou a recomendá-lo como opção preferencial para tratamento de primeira e segunda linha em todas as populações, incluindo mulheres grávidas e pessoas com potencial para engravidar.
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 15:35:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Nova insulina começa a chegar ao SUS e promete mais praticidade no tratamento do diabetes]]></title>
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				<description><![CDATA[Pacientes atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) começarão a contar, de forma gradual, com uma nova opção para o tratamento do diabetes. O Ministério da Saúde iniciou a distribuição da insulina glargina, que substituirá progressivamente a insulina NPH para grupos específicos da população, com o objetivo de oferecer maior segurança e melhorar o controle da doença.

A nova estratégia contempla crianças e adolescentes entre 2 e 18 anos diagnosticados com diabetes tipo 1, além de pessoas com 70 anos ou mais que convivem com diabetes tipo 1 ou tipo 2. A mudança será implementada de forma escalonada em todo o país, conforme o abastecimento das redes estaduais e municipais de saúde.

De acordo com o governo federal, os primeiros lotes do medicamento já começaram a ser enviados aos estados. Milhares de canetas reutilizáveis e tubetes de insulina glargina estão sendo distribuídos, e a expectativa é de que todas as unidades da Federação recebam os insumos até o fim deste mês.

A oferta da insulina glargina ocorrerá nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), mas o acesso dependerá de avaliação médica. Caberá ao profissional de saúde verificar se o paciente atende aos critérios clínicos estabelecidos e emitir a prescrição para o novo tratamento.

Uma das principais vantagens da insulina glargina é sua ação prolongada. Diferentemente da insulina NPH, que geralmente exige duas ou mais aplicações diárias, a nova medicação costuma ser administrada apenas uma vez ao dia.

Além da praticidade, especialistas apontam que a glargina proporciona níveis mais estáveis de glicose no sangue ao longo das 24 horas, reduzindo oscilações e diminuindo as chances de episódios de hipoglicemia, condição caracterizada pela queda acentuada da glicose, que pode provocar tontura, desmaios e outras complicações.

Apesar da chegada da nova insulina, o Ministério da Saúde reforça que o sucesso do tratamento depende do acompanhamento regular nas unidades de saúde. A alimentação equilibrada, a prática de atividades físicas, o monitoramento da glicemia e o uso correto da medicação continuam sendo fundamentais para evitar complicações do diabetes.

Os pacientes que fazem uso de insulina não devem interromper ou alterar o tratamento por conta própria. A substituição será realizada somente após avaliação médica, respeitando as necessidades individuais de cada pessoa.
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 15:18:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Ayache sofre derrota: Ministério Público pede suspensão de reajuste de 1.185% na Cassems]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente da Cassems, Ricardo Ayache, sofreu um importante revés jurídico após o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) se manifestar favoravelmente à suspensão do reajuste de 1.185% aplicado na contribuição dos cônjuges e conviventes dos beneficiários do plano de saúde dos servidores estaduais.

O parecer, apresentado pelo promotor de Justiça Gevair Ferreira Lima Júnior na ação movida pelo Sindicato dos Policiais Civis de Mato Grosso do Sul (Sinpol-MS), representa um duro questionamento à forma como a Cassems conduziu a aprovação do aumento, que elevou a mensalidade de R$ 35 para R$ 450.

Na manifestação encaminhada à Justiça, o Ministério Público aponta que existem elementos capazes de colocar em xeque a legalidade da decisão administrativa adotada pela entidade. O principal argumento é que os estudos técnicos apresentados pela Cassems para justificar o reajuste teriam sido produzidos somente depois da reunião do Conselho de Administração que autorizou o aumento.

Na avaliação do MPMS, a sequência dos acontecimentos levanta dúvidas sobre a existência de embasamento técnico no momento em que a medida foi aprovada. Para o promotor, uma decisão com impacto financeiro tão expressivo sobre milhares de famílias deveria estar respaldada por análises previamente concluídas, garantindo transparência, segurança jurídica e respeito aos princípios da administração.

O parecer ressalta que os documentos técnicos anexados pela defesa da Cassems possuem datas posteriores à deliberação do Conselho de Administração. Enquanto o reajuste foi aprovado em 12 de maio de 2026, os laudos externos utilizados para fundamentar a decisão foram elaborados apenas em 1º e 16 de junho, circunstância que, segundo o Ministério Público, enfraquece a justificativa apresentada pela entidade.

Além da questão cronológica, o promotor demonstrou preocupação com os efeitos sociais da medida. O aumento de 1.185% é considerado de elevado impacto financeiro e pode resultar na exclusão de cônjuges e dependentes que não consigam arcar com o novo valor da contribuição, comprometendo o acesso dessas pessoas à assistência médica.

Diante desse cenário, o Ministério Público pediu que a Justiça conceda tutela de urgência para suspender imediatamente a cobrança do novo valor até que o mérito da ação seja analisado. Na prática, caso o pedido seja acolhido, a Cassems deverá manter a cobrança anterior enquanto o processo segue em tramitação.

A manifestação do MP fortalece a ação proposta pelo Sinpol-MS e representa um novo capítulo na disputa judicial envolvendo um dos reajustes mais polêmicos já anunciados pela Caixa de Assistência dos Servidores de Mato Grosso do Sul.

Agora, caberá ao Poder Judiciário decidir se acompanha o entendimento do Ministério Público e determina a suspensão do aumento ou se mantém a decisão administrativa da Cassems até o julgamento definitivo do processo. Enquanto isso, a posição do MPMS amplia a pressão sobre a gestão de Ricardo Ayache, cuja decisão passa a enfrentar um questionamento formal sobre a legalidade e a falta de estudos técnicos prévios para justificar um reajuste de impacto sem precedentes.

 
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 09:34:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Anvisa libera nova vacina contra gripe para adultos e crianças a partir de 6 meses]]></title>
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				<description><![CDATA[ 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o registro de uma nova vacina destinada à prevenção da gripe no Brasil. A decisão foi publicada nesta segunda-feira (13) no Diário Oficial da União e permite a comercialização da Fluprevli, imunizante trivalente desenvolvido para proteger contra os vírus influenza A e B.

A vacina poderá ser aplicada em pessoas com idade a partir de seis meses, ampliando o público apto a receber a proteção contra uma das doenças respiratórias que mais provocam internações durante os períodos de maior circulação viral.

De acordo com a Anvisa, a aprovação ocorreu após a análise de estudos que comprovaram a eficácia e a segurança do produto. Os resultados indicaram uma eficácia de até 73% entre adultos e de 65% em crianças, além de uma resposta imunológica considerada satisfatória, com produção de anticorpos capazes de combater os vírus presentes na formulação.

O novo imunizante é classificado como trivalente, ou seja, foi desenvolvido para oferecer proteção contra três cepas do vírus da influenza que apresentam maior circulação e potencial de causar surtos sazonais.

A autorização representa mais uma alternativa para a prevenção da gripe no país, especialmente entre grupos mais vulneráveis, como crianças pequenas, idosos, gestantes e pessoas com doenças crônicas. A vacinação continua sendo considerada a forma mais eficaz de reduzir o risco de complicações, hospitalizações e mortes provocadas pela influenza.

Com o registro concedido pela Anvisa, a vacina passa a estar apta para distribuição e comercialização no Brasil, conforme o planejamento do fabricante e as normas estabelecidas pelos órgãos de saúde. A expectativa é que o novo imunizante contribua para fortalecer as estratégias de prevenção contra a gripe e ampliar a oferta de vacinas disponíveis no mercado brasileiro.
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 16:38:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Hospital São Julião amplia atendimento pelo SUS e reforça missão de transformar vidas

]]></title>
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				<description><![CDATA[Referência em saúde há quase 85 anos, o Hospital São Julião vive um novo capítulo de sua história. Nesta quinta-feira (9), a instituição oficializou sua integração ao programa Dia D Via Saúde, iniciativa realizada em parceria com a Prefeitura de Campo Grande, que ampliará a oferta de atendimentos especializados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Viabilizada por um investimento de R$ 9,4 milhões, com recursos destinados pela Bancada Federal de Mato Grosso do Sul e por emendas de vereadores da Capital, a parceria permitirá a realização de mais 2.580 procedimentos em áreas como oftalmologia, otorrinolaringologia, cirurgia geral, endoscopia, colonoscopia e cirurgias oftalmológicas.

Mesmo antes da formalização do convênio, o Hospital São Julião já vinha contribuindo para reduzir as filas de espera da saúde pública. Até o momento, foram realizados mais de mil procedimentos oftalmológicos, entre cirurgias de catarata e estrabismo, além de mais de 450 cirurgias gerais e cerca de 70 postectomias.

Representando o presidente do Hospital São Julião, Carlos Augusto Melke, a superintendente de Gestão, Jéssyka Mendes, destacou que a adesão ao programa consolida o papel da instituição como parceira estratégica da saúde pública. "Essa parceria representa muito mais do que a ampliação dos atendimentos. É o reconhecimento da capacidade técnica, da credibilidade e do compromisso que o Hospital São Julião construiu ao longo de décadas. Temos equipes altamente qualificadas, estrutura preparada e uma gestão comprometida em transformar recursos públicos em atendimento humanizado, reduzindo filas e levando mais qualidade de vida à população".

A prefeita Adriane Lopes ressaltou que o Dia D Via Saúde nasceu da união entre o poder público e os hospitais parceiros para enfrentar um dos maiores desafios da saúde pública. "Campo Grande atende não apenas sua população, mas também pacientes de dezenas de municípios de Mato Grosso do Sul. Isso exige planejamento, investimentos e parcerias sólidas. O Dia D Via Saúde representa um esforço coletivo para ampliar o acesso aos procedimentos especializados, reduzir o tempo de espera e oferecer um atendimento mais digno e eficiente para quem mais precisa".

Uma nova oportunidade de enxergar o mundo

Entre os beneficiados está o aposentado Orlando Elias Vasques, de 72 anos. Sem condições financeiras para custear uma cirurgia de catarata e já convivendo com o medo de perder definitivamente a visão, ele encontrou no Hospital São Julião a oportunidade de recuperar muito mais do que a capacidade de enxergar.

"Eu já estava perdendo a esperança. Achei que nunca conseguiria fazer essa cirurgia. Hoje posso voltar a ver minha família, caminhar com segurança e admirar as coisas simples da vida. Só tenho gratidão ao Hospital São Julião e a todos que tornaram isso possível".

Uma nova conquista - A solenidade também marcou a inauguração do Centro de Convenções Dr. Gunter Hans, novo espaço de integração do complexo hospitalar, concebido para receber eventos científicos, institucionais, culturais e artísticos.

O ambiente reúne um hall que preserva a memória da instituição e abriga o Auditório Ney Latorraca, homenagem ao ator brasileiro que destinou parte de sua herança ao Hospital São Julião e foi um importante apoiador da luta contra a hanseníase no país. Totalmente modernizado, o auditório possui capacidade para 250 pessoas, equipamentos de última geração, telão de LED, sistema completo de áudio, internet e infraestrutura preparada para eventos de diferentes formatos. A locação do espaço ao público externo contribuirá diretamente para a manutenção das atividades assistenciais da instituição.

Uma vida dedicada ao amor ao próximo

O momento mais emocionante da cerimônia aconteceu com a presença da Irmã Silvia Veccelio Sai, presidente de Honra do Hospital São Julião. Aos 93 anos, ela foi homenageada pelas autoridades presentes por uma trajetória que ultrapassa cinco décadas de dedicação aos pacientes e à missão de cuidar de quem mais precisa.

Sua história se confunde com a do próprio Hospital São Julião. Com sensibilidade, firmeza e profunda vocação para servir, Irmã Silvia ajudou a transformar a instituição em uma referência nacional de atendimento humanizado. Sua presença arrancou aplausos, olhares emocionados e o reconhecimento de gerações que foram impactadas por seu exemplo.

Visivelmente emocionada, a senadora Tereza Cristina relembrou os tempos em que foi aluna da religiosa. "Irmã Silvia foi minha professora de Matemática e também uma grande inspiração de humanidade. Aprendi muito com ela dentro e fora da sala de aula. É uma honra reencontrá-la e poder agradecer por tudo o que fez e continua fazendo pelas pessoas".

Também participaram da solenidade a prefeita Adriane Lopes; a senadora Tereza Cristina; o deputado federal Dagoberto Nogueira; o deputado estadual Lidio Lopes; os vereadores Landmark e Wilson Lands; o secretário municipal de Saúde, Marcelo Vilela; e o diretor técnico do Hospital São Julião, Augusto Afonso Brasil Filho.
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 14:08:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Anvisa muda fórmula de vacinas contra Covid para acompanhar novas variantes]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/anvisa-muda-formula-de-vacinas-contra-covid-para-acompanhar-novas/50583/</link>
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				<description><![CDATA[A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) atualizou as regras para a composição das vacinas contra a Covid-19 utilizadas no Brasil. A mudança busca adequar os imunizantes às variantes do coronavírus que estão em circulação e estabelece critérios para que fabricantes apresentem novas fórmulas.

A norma foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (9) e substitui uma regra anterior, divulgada em março. Pela decisão, as vacinas devem ser monovalentes, ou seja, desenvolvidas para provocar resposta imunológica contra uma única linhagem do vírus.

Entre as composições previstas estão aquelas baseadas na cepa LP.8.1 e em variantes derivadas da linhagem JN.1, como XFG e NB.1.8.1.

Os fabricantes também poderão propor fórmulas diferentes das indicadas pela agência. Nesse caso, terão de apresentar provas de que o imunizante é capaz de gerar resposta contra as variantes em circulação ou estimular a produção de anticorpos neutralizantes com atuação mais ampla.

A Anvisa também definiu um período de transição para evitar o descarte imediato de vacinas produzidas com fórmulas anteriores. As doses já fabricadas ou distribuídas poderão continuar sendo utilizadas por até nove meses após a aprovação da nova versão do mesmo imunizante.

Esse prazo, porém, não é automático em todas as situações. A agência poderá reduzi-lo ou suspender o uso das doses anteriores caso identifique alguma razão sanitária para isso.

Quando uma empresa quiser atualizar uma vacina por uma fórmula que não esteja prevista nas regras atuais, será necessário apresentar um pedido específico. A documentação deverá incluir dados sobre fabricação, qualidade, segurança e eficácia, seguindo também parâmetros da OMS (Organização Mundial da Saúde).

A atualização periódica ocorre porque o Sars-CoV-2 continua sofrendo mutações e dando origem a novas variantes. A lógica é parecida com a adotada nas vacinas contra a gripe, que também têm sua composição revista para acompanhar os vírus mais presentes em cada período.

Na prática, a mudança pretende aproximar a fórmula das vacinas das variantes que estão circulando. As doses aplicadas anteriormente não perdem a validade por causa da atualização e continuam tendo papel na prevenção de casos graves e mortes.
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 16:45:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Brasil volta a registrar alta de casos de Covid-19 e reforça alerta para prevenção]]></title>
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				<description><![CDATA[O Brasil registrou um novo aumento nos casos de Covid-19, com 28,8 mil diagnósticos confirmados em apenas 24 horas, segundo os dados mais recentes divulgados pelo Ministério da Saúde. Embora o cenário atual seja diferente dos momentos mais críticos da pandemia, especialistas reforçam que o vírus continua em circulação e exige atenção, especialmente entre idosos, pessoas com doenças crônicas e indivíduos com baixa imunidade.

Desde o início da pandemia, o país já contabilizou mais de 36,3 milhões de casos confirmados da doença. No mesmo período, 693,8 mil brasileiros perderam a vida em decorrência da Covid-19, número que evidencia o impacto histórico da emergência sanitária.

Apesar dos novos registros, o balanço também aponta um dado positivo: 34,9 milhões de pessoas já se recuperaram da infecção, reflexo do avanço da vacinação, do fortalecimento da assistência médica e do desenvolvimento de tratamentos mais eficazes ao longo dos últimos anos.

Nas últimas 24 horas, foram contabilizadas 119 mortes relacionadas à doença. O número é significativamente menor do que os registrados durante o pico da pandemia, mas demonstra que o coronavírus ainda representa risco para parte da população.

Autoridades de saúde recomendam que pessoas com sintomas gripais procurem atendimento médico, mantenham o esquema vacinal atualizado e adotem medidas preventivas sempre que necessário, como higiene frequente das mãos e o uso de máscara em ambientes de maior risco, especialmente para grupos vulneráveis.

O Ministério da Saúde segue monitorando a evolução dos casos em todo o país e reforça a importância da vacinação, considerada a principal ferramenta para reduzir o risco de formas graves da doença, hospitalizações e óbitos.

 
]]></description>
				
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 15:04:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Santa Casa de Campo Grande recebe certificação para criar curso de Medicina]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/santa-casa-de-campo-grande-recebe-certificacao-para-criar-curso-de/50502/</link>
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				<description><![CDATA[A Santa Casa de Campo Grande comemorou a publicação no Diário Oficial da União do certificado do Ministério da Saúde que reconhece a instituição como um hospital de ensino. Embora já ofereça residências, esse passo habilita o hospital a criar o curso de Medicina, possibilidade que a direção espera concretizar já em 2027, com o lançamento do primeiro vestibular.

A presidente, Alir Terra, considerou que a certificação demonstra o reconhecimento da excelência do hospital, que já investia em formação de profissionais, participando de 12 pesquisas com outras instituições, com 16 residências médicas e 2 multiprofissionais. Ela lembrou que a notícia chega no mês em que a instituição completa 109 anos, no próximo dia 17.

No ano passado, em abril, a Santa Casa divulgou que estava pleiteando a certificação porque também ajudaria na condição financeira do hospital, com o recebimento de mensalidades, além de recursos adicionais.

O diretor da Escola de Saúde, Fábio Edir, apontou que médicos poderão ter vencimentos melhores por receberem também como preceptores. Por outro lado, o hospital passa a contar com novas fontes de financiamento diante da formação de pessoas e pesquisas.

Ele informou que a Santa Casa tentará adotar os procedimentos necessários para já ofertar no ano que vem a primeira turma. "Essa certificação demonstra o reconhecimento da qualidade do serviço assistencial prestado aos pacientes e que a Santa Casa é um polo na produção do conhecimento e de profissionais na área de saúde", analisou.

Em 2024, o MEC (Ministério da Educação) divulgou um edital para habilitar hospitais-escola para a oferta do curso de medicina. A formação possibilita que os estabelecimentos recebam até 30% a mais por procedimentos e tenham acesso a programas públicos específicos.

A Santa Casa convive com uma crise crônica de financiamento que se arrasta há anos. Atualmente, recebe aportes adicionais do poder público e há uma negociação com o Estado e o Município, com a participação do Poder Judiciário e do Ministério Público, em uma tentativa de haver uma nova pactuação para a prestação de serviços pelo SUS (Sistema Único de Saúde).

O hospital é a referência em uma série de especialidades e a falta de recursos ameaça a continuidade de serviços, como ocorreu no final do ano passado, quando salários atrasaram e funcionários ameaçaram com greve.

Em uma reunião na semana passada, no Fórum de Campo Grande, os presentes definiram a realização de uma perícia contábil que deve trazer parâmetros para a nova contratualização com o poder público.

CGNEWS
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 16:30:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Governo Federal cria programa inédito para levar atendimento de saúde à casa de idosos]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/governo-federal-cria-programa-inedito-para-levar-atendimento-de-saude/50499/</link>
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				<description><![CDATA[Uma nova etapa na assistência à população idosa brasileira começou a ser desenhada pelo Governo Federal. Com o lançamento do Programa de Atenção Domiciliar à Pessoa Idosa (Padi Brasil), o Sistema Único de Saúde (SUS) passa a contar, pela primeira vez, com uma estratégia nacional de financiamento voltada exclusivamente ao atendimento domiciliar de idosos que enfrentam limitações físicas e dificuldades de locomoção.

Apresentado pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, no Rio de Janeiro, o programa prevê um investimento de aproximadamente R$ 500 milhões para estruturar equipes multiprofissionais que atuarão diretamente nas residências dos pacientes. Os recursos serão distribuídos entre R$ 163,2 milhões em 2026 e R$ 329,3 milhões em 2027, fortalecendo a Atenção Primária à Saúde em todo o país.

A proposta busca oferecer um cuidado mais humanizado aos idosos que, por condições de saúde, têm dificuldade para se deslocar até unidades médicas. Com visitas programadas, profissionais como médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, nutricionistas, psicólogos e outros especialistas poderão acompanhar os pacientes em casa, monitorando tratamentos, prevenindo complicações e promovendo maior autonomia e qualidade de vida.

Além de beneficiar diretamente os idosos, a iniciativa também representa um importante suporte às famílias e cuidadores, que muitas vezes enfrentam desafios diários para garantir assistência contínua aos parentes acamados ou com limitações funcionais.

Segundo o Ministério da Saúde, mais de três milhões de idosos acamados recebem atendimento pelo SUS em todo o Brasil. A expectativa é que, com a implantação do Padi Brasil, mais da metade desse público passe a contar com acompanhamento domiciliar regular, reduzindo internações evitáveis e melhorando o controle de doenças crônicas.

Especialistas avaliam que o fortalecimento da assistência em casa também pode contribuir para desafogar hospitais e unidades de pronto atendimento, permitindo que muitos problemas de saúde sejam acompanhados precocemente no ambiente familiar, onde o paciente costuma apresentar maior conforto e segurança.

Com o envelhecimento acelerado da população brasileira, o novo programa surge como uma resposta à crescente demanda por políticas públicas voltadas ao cuidado contínuo da pessoa idosa, reforçando o compromisso de ampliar o acesso à saúde e garantir um atendimento mais próximo, eficiente e digno para quem mais precisa.

 
]]></description>
				
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 15:03:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Ministério da Saúde prorroga vacinação contra HPV para jovens de 15 a 19 anos até o fim de 2026]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/ministerio-da-saude-prorroga-vacinacao-contra-hpv-para-jovens-de-15-a/50492/</link>
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				<description><![CDATA[O Ministério da Saúde prorrogou até 31 de dezembro de 2026 a estratégia nacional de resgate da vacinação contra o HPV destinada a adolescentes e jovens de 15 a 19 anos que ainda não receberam o imunizante. A medida tem como objetivo ampliar a cobertura vacinal, proteger essa faixa etária e reduzir a circulação do vírus em todo o Brasil.

Desde o início da estratégia, quase 300 mil doses já foram aplicadas, demonstrando a adesão da população à campanha. A pasta reforça que a vacinação continua sendo a forma mais eficaz de prevenir a infecção pelo Papilomavírus Humano (HPV), um dos vírus sexualmente transmissíveis mais comuns no mundo.

O HPV está relacionado ao desenvolvimento de diversos tipos de câncer, principalmente o câncer do colo do útero, além de tumores que podem atingir o pênis, a vulva, o ânus e a região da boca e da garganta. Em muitos casos, a infecção não apresenta sintomas, o que reforça a importância da prevenção por meio da imunização.

A estratégia de resgate busca alcançar adolescentes que, por diferentes motivos, não receberam a vacina na idade recomendada. Com a prorrogação do prazo, estados e municípios terão mais tempo para identificar esse público e intensificar as ações de vacinação nas unidades de saúde e em campanhas locais.

O Ministério da Saúde orienta que os jovens de 15 a 19 anos procurem a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima para verificar a situação vacinal e receber a dose, caso ainda não tenham sido imunizados.

Além de proteger individualmente, a vacinação contribui para diminuir a transmissão do vírus na população, reduzindo a incidência de doenças e evitando milhares de casos de câncer que poderiam ser prevenidos ao longo dos próximos anos.

 
]]></description>
				
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 14:08:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Curso gratuito da SES capacita famílias e profissionais para o cuidado à pessoa com síndrome de Down]]></title>
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				<description><![CDATA[Com o objetivo de ampliar o acesso à informação e fortalecer o cuidado integral às pessoas com síndrome de Down, a Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul disponibiliza gratuitamente o "Curso de Formação para Pais e Profissionais no Cuidado à Pessoa com Síndrome de Down". A capacitação é oferecida na modalidade de Educação a Distância (EaD), por meio da Escola de Saúde Pública de Mato Grosso do Sul, e é voltada especialmente para familiares e profissionais que atuam junto a crianças, adolescentes e adultos com a condição.

Formação aborda cuidado integral e inclusão

Com carga horária de 40 horas, o curso oferece conteúdos fundamentados em evidências científicas e orientações voltadas ao cuidado humanizado e integral. A proposta é apoiar mães, pais, familiares e profissionais no enfrentamento dos desafios e na promoção do desenvolvimento das pessoas com síndrome de Down em todas as etapas da vida.

Entre os temas abordados estão o diagnóstico e o período pós-parto, aspectos psicológicos e familiares, direitos e cidadania, além da importância da interação social e da construção de redes de apoio.

A capacitação pode ser realizada no ritmo do próprio participante e de qualquer localidade, por meio da plataforma Moodle da ESP/MS.

Informação como ferramenta de cuidado

Para a superintendente de Atenção à Saúde da SES, Angélica Congro, ampliar o acesso ao conhecimento é uma estratégia essencial para fortalecer o cuidado às pessoas com síndrome de Down e suas famílias.

"O cuidado começa pela informação de qualidade. Quando famílias e profissionais têm acesso ao conhecimento, conseguem tomar decisões mais seguras, compreender melhor as necessidades de cada pessoa e construir uma rede de apoio mais preparada e acolhedora. Essa formação representa o compromisso da Secretaria de Estado de Saúde com a promoção da inclusão, da autonomia e da atenção integral ao longo de toda a vida", afirmou.

Curso também qualifica profissionais

Além de apoiar familiares, a formação contribui para a qualificação dos profissionais que atuam junto às pessoas com síndrome de Down, fortalecendo práticas baseadas no acolhimento, no respeito às singularidades e na garantia de direitos.

Os interessados podem acessar gratuitamente o curso por meio da plataforma da ESP/MS.

Acesso ao curso:
Plataforma EaD da Saúde MS
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 15:15:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Cientistas brasileiros criam stent impresso em 3D que desaparece no organismo após tratamento]]></title>
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				<description><![CDATA[Uma pesquisa desenvolvida no Brasil pode transformar o tratamento de pacientes com doenças cardiovasculares. Cientistas da Universidade Estadual de Campinas desenvolveram um stent biodegradável fabricado por impressão 3D, tecnologia que permite criar um dispositivo capaz de manter a artéria aberta durante o período necessário e, posteriormente, ser absorvido naturalmente pelo organismo.

O novo modelo foi desenvolvido por pesquisadores do Instituto de Química da universidade e utiliza uma resina especial que combina resistência mecânica e biocompatibilidade. A proposta é oferecer uma alternativa aos stents metálicos tradicionais, que permanecem de forma permanente no corpo mesmo após cumprirem sua função.

Segundo os responsáveis pelo projeto, a tecnologia busca reduzir possíveis complicações associadas aos implantes convencionais, como inflamações prolongadas e dificuldades em futuros procedimentos cardiovasculares. Com a absorção gradual do dispositivo, a expectativa é que o vaso sanguíneo recupere sua função natural sem a presença de um material permanente.

Outro diferencial do projeto é a utilização da impressão 3D, que abre caminho para a produção de stents personalizados de acordo com as características de cada paciente. Essa possibilidade pode aumentar a precisão do tratamento e contribuir para melhores resultados clínicos.

Embora ainda precise passar por novas etapas de avaliação antes de chegar aos hospitais, o desenvolvimento representa um importante avanço da ciência brasileira e reforça o potencial das tecnologias biomédicas para tornar os procedimentos cardiovasculares mais seguros, modernos e menos invasivos.

Especialistas avaliam que soluções biodegradáveis como essa podem marcar uma nova geração de dispositivos médicos, oferecendo mais qualidade de vida aos pacientes e ampliando as possibilidades de tratamento para doenças que continuam entre as principais causas de morte no mundo.
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 16:00:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Anvisa recolhe lote de dipirona injetável após detectar irregularidade]]></title>
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				<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão imediata de um lote de dipirona monoidratada 500 mg/mL utilizada em aplicações injetáveis, após a identificação de uma falha de qualidade que pode representar risco à saúde. A decisão vale para todo o território nacional e envolve a interrupção da comercialização, distribuição e utilização do medicamento.

A medida foi adotada depois que análises apontaram a presença de partículas na solução injetável, um problema que indica a existência de materiais estranhos ou componentes que não foram completamente dissolvidos durante o processo de fabricação. Esse tipo de irregularidade pode comprometer a segurança do produto, principalmente quando administrado diretamente na corrente sanguínea.

O lote afetado é o 24112378, produzido pela farmacêutica Hypofarma, e corresponde à apresentação em caixas contendo 100 ampolas de 2 mL. A determinação é direcionada principalmente a hospitais, clínicas, unidades de saúde e demais estabelecimentos que utilizam o medicamento em atendimentos médicos.

A Anvisa orienta que instituições de saúde verifiquem seus estoques e retirem imediatamente o lote interditado de circulação, evitando sua administração em pacientes. A recomendação também vale para distribuidoras e estabelecimentos responsáveis pelo armazenamento do produto.

É importante destacar que a suspensão se restringe ao lote identificado na resolução da agência reguladora. Outros lotes da dipirona fabricados pela empresa ou por outros laboratórios não foram incluídos na medida e continuam autorizados para comercialização, desde que atendam aos padrões de qualidade exigidos.

A atuação da Anvisa faz parte do monitoramento permanente da qualidade dos medicamentos comercializados no país. Sempre que são detectadas falhas capazes de comprometer a eficácia ou a segurança de um produto, o órgão pode determinar medidas preventivas, como recolhimento, interdição ou suspensão da distribuição, com o objetivo de proteger a saúde da população.

Pacientes que tenham dúvidas sobre medicamentos utilizados durante internações ou procedimentos médicos devem procurar orientação junto ao profissional de saúde responsável pelo atendimento. Já as unidades de saúde devem seguir as determinações da agência reguladora e adotar as providências necessárias para impedir o uso do lote suspenso.

 
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 11:25:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Anvisa determina retirada de "cafés fake" do mercado após identificar substância tóxica em produtos]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/anvisa-determina-retirada-de-cafes-fake-do-mercado-apos-identificar/50433/</link>
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				<description><![CDATA[Os consumidores devem redobrar a atenção na hora de comprar produtos que imitam o café tradicional. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a proibição da fabricação, comercialização, distribuição, propaganda e consumo de três marcas vendidas como "bebida sabor café" após a constatação de irregularidades consideradas graves para a saúde pública.

A decisão foi tomada com base em análises realizadas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), que identificaram o uso de matérias-primas inadequadas para alimentação humana. Entre os problemas encontrados está a presença de ocratoxina A, uma toxina produzida por determinados fungos e que pode causar efeitos nocivos ao organismo, especialmente comprometendo a função dos rins quando ingerida em níveis elevados.

As marcas atingidas pela medida são Melissa, Pingo Preto e Oficial, que não poderão mais ser produzidas nem permanecer à venda. A determinação também impede qualquer tipo de divulgação comercial desses produtos em todo o território nacional.

Os chamados "cafés fake" ganharam espaço no mercado por serem comercializados como alternativas de menor custo ao café tradicional. No entanto, esses produtos nem sempre possuem a mesma composição do café torrado e moído, podendo conter ingredientes diferentes daqueles esperados pelo consumidor.

A Anvisa orienta que pessoas que tenham adquirido produtos das marcas proibidas interrompam o consumo imediatamente. Além disso, os estabelecimentos comerciais devem retirar os itens das prateleiras para cumprir a determinação do órgão regulador.

Especialistas destacam que o consumidor deve sempre verificar a procedência dos alimentos, conferir as informações presentes nos rótulos e dar preferência a produtos registrados e fabricados por empresas que atendam às normas sanitárias. A fiscalização tem como objetivo garantir que apenas alimentos seguros permaneçam disponíveis no mercado brasileiro, protegendo a saúde da população.

 
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 09:39:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Vacinação ganha reforço dentro das escolas e mobiliza municípios de Mato Grosso do Sul]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/vacinacao-ganha-reforco-dentro-das-escolas-e-mobiliza-municipios-de/50429/</link>
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				<description><![CDATA[Levar a vacinação para mais perto dos estudantes tem se mostrado uma das formas mais eficazes de aumentar a cobertura vacinal em Mato Grosso do Sul. Apostando nessa estratégia, o Governo do Estado promoveu a primeira edição da campanha "Aluno Imunizado", que transformou escolas em pontos de prevenção e garantiu a aplicação de mais de 30 mil doses de vacinas em crianças e adolescentes.

A iniciativa alcançou resultados expressivos ao envolver praticamente todos os municípios sul-mato-grossenses. Com adesão de 98,7% das cidades, a ação evidenciou a união entre as redes estadual e municipal de saúde e educação para combater a queda da vacinação e proteger a população mais jovem contra diversas doenças.

Durante a mobilização, equipes de imunização visitaram unidades de ensino para verificar as cadernetas de vacinação dos alunos, identificar esquemas incompletos e oferecer as doses necessárias. Além da aplicação das vacinas, os profissionais realizaram um trabalho de orientação junto às famílias, reforçando a importância de manter o calendário vacinal atualizado.

A estratégia também buscou eliminar barreiras que muitas vezes dificultam o acesso às vacinas, como a falta de tempo dos responsáveis para comparecer às unidades de saúde. Ao levar o serviço para dentro das escolas, o Estado conseguiu ampliar o alcance da campanha e facilitar a imunização de milhares de estudantes.

O resultado da primeira edição demonstra que a integração entre Saúde e Educação pode desempenhar um papel decisivo na prevenção de doenças e no fortalecimento das políticas públicas voltadas à infância e à adolescência. Com o sucesso da mobilização, a expectativa é que a Estratégia Aluno Imunizado passe a integrar o calendário de ações permanentes, contribuindo para manter elevados os índices de cobertura vacinal em Mato Grosso do Sul.

Para a Secretaria de Estado de Saúde, a experiência reforça que a vacinação continua sendo uma das principais ferramentas de proteção coletiva e que aproximar esse serviço da comunidade escolar representa um avanço importante na promoção da saúde e na prevenção de surtos de doenças imunopreveníveis.

 
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 16:53:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Ministério da Saúde prorroga vacinação de adolescentes de 15 a 19 anos contra o HPV
]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/ministerio-da-saude-prorroga-vacinacao-de-adolescentes-de-15-a-19-anos/50423/</link>
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				<description><![CDATA[O Ministério da Saúde prorrogou até 31 de dezembro a vacinação de adolescentes de 15 a 19 anos contra o HPV, em estratégia de resgate vacinal que terminaria neste mês, com o objetivo de ampliar a cobertura entre jovens que não receberam a dose na idade recomendada. A medida foi anunciada nesta terça-feira (30).

Ampliação da cobertura

Em ofício enviado a estados e municípios, a pasta reforçou a necessidade de intensificar ações de vacinação voltadas a esse público e afirmou que o monitoramento da estratégia mostra avanços, mas ainda é insuficiente para alcançar os mais de 600 mil adolescentes contemplados.

O ministério também pediu o incremento de ações extramuros, como vacinação em escolas, universidades e outros locais, além de parcerias com sociedades científicas, órgãos de classe, organizações não governamentais, igrejas e meios de comunicação para ampliar a divulgação sobre a segurança e a efetividade da vacina.

Dados da vacinação

Até junho deste ano, 287.647 adolescentes entre 15 e 19 anos haviam sido imunizados contra o HPV, sendo 124.172 do sexo feminino e 163.502 do sexo masculino, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde.

A vacina contra o HPV integra o calendário nacional de rotina para crianças e adolescentes de 9 a 14 anos. Desde 2024, o país adota o esquema de dose única, no lugar do modelo anterior de duas doses.

Esquemas específicos

Para pessoas imunocomprometidas, como as que vivem com HIV/aids, pacientes oncológicos e transplantados, o esquema permanece com três doses. A mesma recomendação vale para usuários de profilaxia pré-exposição entre 15 e 45 anos e para vítimas de violência sexual a partir dos 15 anos.

Proteção contra câncer

O vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Renato Kfouri, afirmou que o HPV está relacionado a diferentes tipos de câncer, como o de colo de útero, além de câncer anal, de boca, de cabeça e pescoço, de ânus, de vulva e de vagina.

Segundo Kfouri, a vacinação antes da exposição ao vírus aumenta a eficácia da imunização e a imunização de meninos e meninas reduz a transmissão. Ele afirmou ainda que países que adotaram a estratégia registraram queda em verrugas genitais e em diferentes tipos de câncer associados ao HPV.
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 15:00:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Anvisa manda retirar Querosene Petrus do mercado e proíbe venda em todo o país]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/anvisa-manda-retirar-querosene-petrus-do-mercado-e-proibe-venda-em/50415/</link>
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				<description><![CDATA[Consumidores e comerciantes devem ficar atentos a uma nova determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O órgão federal proibiu a fabricação, venda, distribuição e uso do saneante Querosene Petrus, após identificar irregularidades na produção e na comercialização do produto em território nacional.

A decisão, publicada nesta terça-feira (30), estabelece o recolhimento de todos os lotes disponíveis no mercado. A medida foi adotada porque o produto era comercializado sem o registro sanitário obrigatório, exigência fundamental para garantir que itens de limpeza atendam aos padrões de qualidade e segurança antes de chegarem aos consumidores.

Segundo a Anvisa, a empresa responsável pela fabricação, a R.G.M. Comércio e Distribuidora de Produtos Químicos Ltda., também não possui a Autorização de Funcionamento de Empresa (AFE), documento indispensável para atuar legalmente na fabricação de saneantes.

Com isso, o órgão determinou que nenhuma unidade do Querosene Petrus poderá continuar em circulação. A proibição alcança todas as etapas da cadeia comercial, incluindo produção, armazenamento, distribuição, publicidade, venda e utilização do produto.

A fiscalização também prevê a apreensão das unidades que ainda forem encontradas em estabelecimentos comerciais. Lojas, mercados, distribuidores e demais revendedores devem retirar imediatamente o produto das prateleiras e adotar os procedimentos necessários para o recolhimento.

A Anvisa reforça que a comercialização de produtos de limpeza sem registro representa um risco à saúde pública, uma vez que esses itens não passam pelas avaliações técnicas que verificam sua composição, eficácia e segurança. O registro sanitário é um dos mecanismos utilizados para assegurar que o consumidor tenha acesso a produtos fabricados dentro das normas estabelecidas pela legislação brasileira.

A determinação tem como base a Lei Federal nº 6.360/1976, que regulamenta a fabricação e a comercialização de produtos sujeitos à vigilância sanitária. A legislação exige que fabricantes obtenham autorização para funcionamento e que seus produtos sejam previamente avaliados e registrados antes de serem colocados à venda.

A orientação aos consumidores é verificar se possuem o Querosene Petrus em casa e evitar sua utilização. Já os comerciantes devem interromper imediatamente a comercialização do produto, cumprindo a determinação da Anvisa para evitar sanções previstas na legislação sanitária.

 
]]></description>
				
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 11:23:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Vizinho que se apresentou como testemunha mente à polícia e acaba preso por matar mulher a facadas ]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/vizinho-que-se-apresentou-como-testemunha-mente-a-policia-e-acaba/50414/</link>
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				<description><![CDATA[O homem de 63 anos que, inicialmente, se apresentou como testemunha da morte de Maria do Carmo, de 66 anos, foi preso em flagrante suspeito de cometer o feminicídio em uma fazenda na zona rural de Naviraí. A prisão foi confirmada pela Delegacia de Atendimento à Mulher (DAM).

Segundo a Polícia Civil, o suspeito chegou a mentir durante as investigações. Em um primeiro momento, ele contou aos policiais que apenas havia ouvido uma discussão na casa da vítima e tentou se passar por testemunha do crime. No entanto, as informações apresentadas por ele eram contraditórias.

A principal prova que levou à prisão foi a análise de imagens de um sistema de videomonitoramento da propriedade. De acordo com a investigação, as câmeras registraram o momento em que o homem vai até a casa da vítima durante a madrugada levando um facão. Pouco tempo depois, ele aparece retornando com a arma branca coberta de sangue.

Diante das evidências, os policiais deram voz de prisão em flagrante ao suspeito, que permaneceu em silêncio durante o interrogatório. Ele aguarda a audiência de custódia.

Relembre o caso

Maria do Carmo foi encontrada morta dentro de casa na manhã de domingo (28), após o filho estranhar a falta de contato com a mãe e ser avisado sobre a situação.

Quando a Polícia Militar chegou ao local, encontrou a vítima caída no chão, em meio a uma grande quantidade de sangue. A Perícia Científica e a Polícia Civil foram acionadas para os primeiros levantamentos.

No início da investigação, o homem preso afirmou que havia ouvido uma discussão na residência durante a noite e que, na manhã seguinte, encontrou a vítima morta. N versão dele, um homem teria chegado à casa da vítima em uma motocicleta. Segundo ele, o homem entrou no imóvel e começou a discutir com Maria do Carmo. Em seguida, ouviu o suspeito chutar o portão lateral e viu o momento em que ele pressionava a vítima.

Após a discussão, ele voltou para casa e enviou várias mensagens para Maria do Carmo para saber se ela estava bem, mas não recebeu resposta. Na manhã de domingo, decidiu ir até a residência e a encontrou morta. Contou ainda que era comum ver um homem de motocicleta visitando a vítima e acredita que os dois mantinham um relacionamento.

A versão, porém, foi descartada após a análise das imagens de segurança e das demais diligências realizadas pela equipe da Delegacia de Atendimento à Mulher de Naviraí.

O caso segue sendo investigado como feminicídio.
]]></description>
				
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 08:50:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[MS recebe reconhecimento internacional por ações de vigilância e resposta a vírus respiratórios
]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/ms-recebe-reconhecimento-internacional-por-acoes-de-vigilancia-e/50382/</link>
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				<description><![CDATA[Mato Grosso do Sul encerrou, na quinta-feira (25), a programação da visita técnica promovida pela Coordenação-Geral de Vigilância da Covid-19, Influenza e Outros Vírus Respiratórios do Ministério da Saúde, com a participação da TEPHINET e do CDC (Centers for Disease Control and Prevention), de Atlanta, nos Estados Unidos. Durante três dias, representantes das instituições conheceram a estrutura e as estratégias adotadas pela SES (Secretaria de Estado de Saúde) para vigilância, prevenção e resposta aos vírus respiratórios.

A escolha de Mato Grosso do Sul para receber a missão técnica representou o reconhecimento dos avanços alcançados pelo Estado na área e da capacidade de articulação entre os diferentes setores envolvidos na vigilância em saúde.

Reconhecimento ao trabalho desenvolvido

De acordo com a gerente de Influenza e Doenças Respiratórias da SES, Lívia Mello, a visita reforçou a consolidação de uma resposta integrada e estruturada frente aos vírus respiratórios.

“A visita da Coordenação Nacional da CG Covid, do Ministério da Saúde, da TEPHINET e da equipe do CDC de Atlanta nos trouxe a certeza de que estamos no caminho certo. Desde o convite, ficou claro que Mato Grosso do Sul foi escolhido por conseguir implementar medidas satisfatórias no enfrentamento aos vírus respiratórios, resultado de um trabalho contínuo de qualificação das equipes e fortalecimento das capacidades institucionais”, afirmou.

Segundo a gerente, a programação permitiu apresentar a estrutura estadual de vigilância, envolvendo áreas como a Gerência de Influenza e Doenças Respiratórias, unidades sentinelas, imunização, Lacen, RENAVEH (Rede Estadual de Núcleos de Vigilância Epidemiológica Hospitalar), Cievs, assistência farmacêutica e rede hospitalar.

“São diferentes áreas e superintendências que atuam de forma integrada para garantir uma resposta conjunta e eficiente. Esse reconhecimento nos estimula a continuar aprimorando nossas ações e buscando novas ferramentas para fortalecer ainda mais a vigilância”, destacou.



(Foto: André Lima)

Ministério da Saúde destaca capacidade de resposta

Durante a visita, a equipe do Ministério da Saúde conheceu o funcionamento do Lacen, do Hospital Regional de Mato Grosso do Sul, referência para Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), além de unidades sentinelas em Campo Grande e Sidrolândia.

Para a assessora técnica da Coordenação-Geral de Vigilância da Covid-19, Influenza e Outros Vírus Respiratórios do Ministério da Saúde, Walquiria Almeida, Mato Grosso do Sul se destaca nacionalmente pela capacidade de resposta e pela adoção de estratégias alinhadas às recomendações internacionais.

“A avaliação do Ministério da Saúde é muito positiva. Mato Grosso do Sul segue as diretrizes preconizadas pelo Ministério, alinhadas às recomendações da OMS/OPAS. O Estado frequentemente está à frente na implementação de estratégias e na capacidade de resposta da vigilância dos vírus respiratórios”, ressaltou.

Ainda conforme a assessora, a integração entre os diferentes setores envolvidos no enfrentamento das doenças respiratórias contribui para uma atuação mais eficiente e qualificada no território.

Cooperação internacional fortalece ações de vigilância

A consultora da TEPHINET e articuladora do projeto de cooperação técnica entre Ministério da Saúde e CDC, Graziela Alvares, destacou que Mato Grosso do Sul foi selecionado não apenas por características estratégicas, como a extensa faixa de fronteira internacional e a forte presença da suinocultura e avicultura, mas também pelos resultados alcançados pelo Estado.

“Mato Grosso do Sul foi escolhido com muito cuidado e carinho justamente pelo trabalho consistente que vem desenvolvendo na vigilância dos vírus respiratórios. Esta visita representou uma oportunidade importante para conhecermos, na prática, a realidade brasileira e fortalecermos a troca de experiências para qualificar ainda mais as ações em todo o país”, avaliou.

Ao longo da programação, os participantes acompanharam o fluxo laboratorial realizado pelo Lacen, conheceram a atuação dos Núcleos de Vigilância Epidemiológica Hospitalares e visitaram unidades sentinelas estratégicas para monitoramento de Síndrome Gripal e Síndrome Respiratória Aguda Grave, reforçando a importância da vigilância integrada para a proteção da saúde pública.
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 10:19:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Alerta em Mato Grosso do Sul: casos de síndrome respiratória grave seguem em alta]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/alerta-em-mato-grosso-do-sul-casos-de-sindrome-respiratoria-grave/50358/</link>
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				<description><![CDATA[ 

Mato Grosso do Sul continua entre os estados brasileiros que inspiram atenção diante do avanço das doenças respiratórias. O mais recente levantamento da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) aponta que o Estado permanece em situação de alerta para os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), mantendo níveis elevados de circulação de vírus respiratórios e tendência de crescimento nas últimas semanas.

O cenário acompanha o período de inverno, quando as baixas temperaturas favorecem a propagação de vírus e aumentam a procura por atendimento médico, especialmente entre crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas.

Segundo o monitoramento, Mato Grosso do Sul está entre os estados que apresentam crescimento sustentado dos casos de SRAG em análises de longo prazo. Entre os vírus que mais preocupam está o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), um dos principais responsáveis por infecções respiratórias em crianças pequenas, além da Influenza B, que também registra aumento nos casos graves em diversas regiões do país.

Enquanto alguns estados já começam a apresentar sinais de estabilização ou redução em determinados vírus respiratórios, Mato Grosso do Sul ainda integra o grupo onde a circulação continua intensa, exigindo atenção das autoridades de saúde e da população.

Especialistas reforçam que a prevenção continua sendo a principal ferramenta para reduzir o número de internações. A orientação é manter a vacinação contra a gripe em dia, higienizar as mãos com frequência, evitar contato próximo com pessoas que apresentem sintomas gripais e utilizar máscara em ambientes de saúde ou quando houver sintomas respiratórios.

Outro ponto de atenção é a procura por atendimento médico diante de sinais de agravamento, como falta de ar, febre persistente, dificuldade para respirar ou queda no estado geral, principalmente em crianças pequenas, idosos e pacientes com doenças preexistentes.

Com a continuidade do inverno e a previsão de novas frentes frias nas próximas semanas, a expectativa é de que os casos de doenças respiratórias permaneçam elevados, tornando indispensável a adoção de medidas preventivas para reduzir a transmissão e evitar complicações.
]]></description>
				
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 11:22:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Anvisa proíbe suplemento em cápsulas e suspende lotes de creatina por irregularidades
]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/anvisa-proibe-suplemento-em-capsulas-e-suspende-lotes-de-creatina-por/50345/</link>
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				<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão do suplemento alimentar em cápsulas da marca Artro100, produzido por empresa desconhecida. A medida, publicada nesta quinta-feira (25) no Diário Oficial da União, também proíbe a venda, a distribuição, a fabricação, a divulgação e o uso do produto.

Produto apresentou irregularidades

Segundo a Anvisa, a decisão foi tomada porque o suplemento possui origem e composição indeterminadas, além de ser divulgado com alegações terapêuticas não permitidas para alimentos.

Entre as promessas atribuídas ao produto estão o combate a inflamações, fortalecimento das articulações, alívio de desconfortos e melhora da mobilidade, características que não podem ser atribuídas a suplementos alimentares.

Creatina em gomas também é alvo de medida

Em outra resolução publicada nesta quinta-feira, a Anvisa determinou a suspensão da comercialização, distribuição, divulgação e consumo dos lotes 0061.02.2026, 0367.11.2025 e 0012.01.2026 do suplemento alimentar de creatina em gomas mastigáveis sabor uva verde, fabricado pela empresa Idn Labs Indústria Farmacêutica & Food Supplements Ltda.

De acordo com a agência, o recolhimento foi comunicado voluntariamente pela própria empresa após a identificação de teor de creatina fora dos limites estabelecidos.

Além disso, os produtos apresentavam irregularidades de rotulagem, incluindo alegações não autorizadas, divergências sobre o fabricante e outras inconformidades que, segundo a Anvisa, comprometem a segurança e a conformidade regulatória do suplemento.
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 16:45:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Denúncias de violência digital contra mulheres sobem 188,6% em um ano, e Ligue 180]]></title>
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				<description><![CDATA[As denúncias de violência contra mulheres no ambiente digital cresceram 188,6% em um ano, segundo dados divulgados na segunda-feira (22) pelo Ministério das Mulheres. Entre janeiro e maio deste ano, a Central de Atendimento à Mulher - Ligue 180 recebeu 16.725 registros desse tipo, ante 5.795 no mesmo período de 2025.

Ambiente digital concentra novas formas de agressão

O levantamento aponta que redes sociais, aplicativos de mensagens, jogos online e outros espaços virtuais têm sido usados para controlar, ameaçar, humilhar, expor indevidamente, perseguir, intimidar, chantagear ou ferir a dignidade e o corpo de meninas e mulheres.

Em entrevista à imprensa, a ministra das Mulheres, Márcia Lopes, afirmou que a alta pode refletir redução das subnotificações. Segundo ela, a maior confiança no serviço e o aprimoramento do acolhimento podem estimular as denúncias.

Capacitação e novo protocolo no atendimento

Para adaptar o atendimento do Ligue 180 à violência digital, o Ministério das Mulheres, em parceria com a Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom), qualificou cerca de 350 atendentes entre 9 de junho e esta segunda-feira.

A coordenadora-geral do Ligue 180, Ellen Costa, disse que a central já recebia denúncias desse tipo, mas que a atualização do protocolo busca orientar melhor as vítimas sobre o que fazer em casos de crimes praticados em ambientes digitais.

Além da capacitação, o ministério atualizou o formulário de atendimento, com a inclusão dos tipos de violência digital. Segundo Ellen Costa, a mudança amplia o alcance do serviço para além das orientações sobre a Lei Maria da Penha.

Perfil das denúncias e das vítimas

Em média, os canais da Central de Atendimento à Mulher registram quase 3 mil ocorrências por dia. Cerca de 30% dos atendimentos são denúncias; o restante corresponde a pedidos de informação e orientação.

Os dados mostram ainda que as denúncias de violência no espaço digital passaram da sétima posição, em 2025, para a quinta, em 2026. Entre as vítimas registradas no ano passado, quase metade era de mulheres negras, seguidas por mulheres brancas.

A faixa etária com mais denúncias foi a de 35 a 44 anos, com 21,6% dos casos. Quando ampliada para 25 a 49 anos, essa faixa reúne metade do total. Em 2025, 25,7% das vítimas tinham ensino médio completo e quase metade não tinha rendimentos ou ganhava até um salário-mínimo.

Decreto presidencial orienta novas medidas

A qualificação das atendentes e a atualização do protocolo seguem o decreto presidencial nº 12.976/2026, que entrou em vigor na última sexta-feira, 60 dias após a assinatura. A norma trata da proteção de mulheres na internet, define deveres das plataformas digitais e estabelece mecanismos de prevenção e combate à violência.

A diretora na Secretaria de Políticas Digitais da Secom, Marina Pita, afirmou que o decreto busca criar um ambiente seguro para garantir a liberdade de expressão e a permanência das mulheres na internet.

Segundo ela, o texto estabelece obrigações, diretrizes e prazos de resposta para empresas de tecnologia. Entre as medidas, o decreto fixa prazo de duas horas para a remoção de imagens não consentidas de nudez ou de ato sexual privado e equipara deep nudes a imagens reais.

Márcia Lopes afirmou que o alinhamento da central ao novo decreto e os avanços da legislação integram o Pacto Brasil entre os Três Poderes para Enfrentamento do Feminicídio, lançado em fevereiro. A ministra também defendeu a aprovação do Projeto de Lei nº 896/2023, que trata do combate à misoginia e tramita na Câmara dos Deputados.

Campanha nacional

Para divulgar o novo decreto ao poder público e à sociedade civil, o Ministério das Mulheres lançou a campanha nacional O Digital é Nosso Lugar, com o tema: Nossa Conexão é Livre. Proteja. Denuncie. Ligue 180.

Clique aqui e acesse o guia de orientação sobre violência digital contra mulheres, elaborado pelo Ministério das Mulheres em conjunto com a Secom.
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 16:55:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Brasil terá primeiro tratamento sem hormônios para aliviar sintomas da menopausa]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/brasil-tera-primeiro-tratamento-sem-hormonios-para-aliviar-sintomas-da/50302/</link>
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				<description><![CDATA[Mulheres que enfrentam os desconfortos da menopausa poderão contar, em breve, com uma nova alternativa de tratamento no Brasil. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a comercialização do fezolinetanto, primeiro medicamento não hormonal aprovado no país para combater sintomas como ondas intensas de calor e suores noturnos.

O medicamento, que será vendido com o nome comercial Veoza, representa uma mudança importante no tratamento da menopausa por oferecer uma opção para pacientes que não podem utilizar terapia hormonal ou que apresentam contraindicações ao uso de estrogênio e progesterona.

Embora a autorização já tenha sido concedida pela Anvisa, o produto ainda depende da definição de preço e da estratégia de comercialização antes de chegar às farmácias brasileiras.

Ao contrário dos tratamentos tradicionais, o fezolinetanto não atua por meio da reposição hormonal. Seu mecanismo de ação é direcionado ao cérebro, mais precisamente ao hipotálamo, estrutura responsável pelo controle da temperatura corporal.

Durante a menopausa, a queda natural dos níveis de estrogênio altera o funcionamento dessa região, tornando o organismo mais sensível a pequenas variações de temperatura. Como consequência, surgem os conhecidos "fogachos", caracterizados por ondas repentinas de calor, suor excessivo e, muitas vezes, interrupção do sono.

O novo medicamento age bloqueando receptores específicos envolvidos nesse processo, ajudando a reduzir a frequência e a intensidade das crises sem modificar os níveis hormonais da paciente.

A terapia hormonal continua sendo considerada um dos tratamentos mais eficazes para aliviar os sintomas da menopausa. Entretanto, ela não é indicada para todas as mulheres.

Pacientes com histórico de determinados tipos de câncer, doenças cardiovasculares, trombose ou outras condições clínicas podem não ser candidatas à reposição hormonal. Além disso, algumas mulheres optam por evitar esse tipo de tratamento por decisão pessoal ou devido aos efeitos colaterais.

Nesse cenário, a chegada do fezolinetanto amplia as possibilidades terapêuticas e pode beneficiar um grupo significativo de pacientes que, até então, dispunha de opções mais limitadas.

A menopausa corresponde ao encerramento definitivo dos ciclos menstruais e costuma ocorrer entre os 45 e 55 anos de idade. Essa fase faz parte do processo natural de envelhecimento feminino e está relacionada à redução da produção dos hormônios ovarianos.

Além das ondas de calor, muitas mulheres apresentam alterações no sono, irritabilidade, oscilações de humor, dificuldade de concentração, fadiga e ressecamento vaginal. A intensidade desses sintomas varia de pessoa para pessoa e pode impactar significativamente a qualidade de vida.

Especialistas ressaltam que qualquer tratamento para a menopausa deve ser indicado após avaliação médica individualizada, levando em consideração o histórico de saúde, os sintomas apresentados e as necessidades de cada paciente.

Com a aprovação do primeiro medicamento não hormonal para os sintomas vasomotores da menopausa, o Brasil passa a integrar a lista de países que oferecem uma nova abordagem terapêutica para uma condição que afeta milhões de mulheres, ampliando as possibilidades de cuidado e tratamento personalizado.

 
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 15:49:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Anvisa mantém restrição a lotes de produtos da Ypê após identificar falhas em processo de fabricação]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/anvisa-mantem-restricao-a-lotes-de-produtos-da-ype-apos-identificar/50269/</link>
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				<description><![CDATA[ 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) confirmou a continuidade da suspensão de comercialização, distribuição e utilização de determinados lotes de produtos da marca Ypê. A medida foi oficializada nesta segunda-feira (22), por meio de publicação no Diário Oficial da União, e atinge itens produzidos antes de dezembro de 2025.

A decisão envolve produtos fabricados pela Química Amparo e foi adotada após uma inspeção sanitária apontar irregularidades relacionadas ao cumprimento das normas de boas práticas de fabricação. Segundo a Anvisa, as não conformidades foram verificadas durante fiscalização realizada entre os dias 27 e 30 de abril deste ano.

Entre os itens afetados estão desinfetantes, detergentes lava-louças e sabões para roupas, tanto líquidos quanto em pó. A restrição vale exclusivamente para os lotes cuja numeração termina em "1" e que tenham sido produzidos até 31 de dezembro de 2025.

No caso dos desinfetantes, a medida alcança as linhas Bak Ypê e Pinho Ypê. Já entre os detergentes lava-louças, estão incluídas as versões Clear, Green, Concentrado Green, Tradicional, Toque Suave e Enzimas Ativas. A suspensão também abrange diversas versões dos lava-roupas Tixan e Ypê, como Combate Mau Odor, Cuida das Roupas, Antibac, Coco e Baunilha, Green, Express, Power Act, Premium, Maciez, Primavera e Act.

Embora a resolução não detalhe quais falhas foram encontradas durante a fiscalização, o documento informa que a decisão foi fundamentada no descumprimento de exigências estabelecidas pela Resolução RDC nº 47/2013, que define critérios para a fabricação de produtos saneantes.

Consumidores que possuem produtos da marca devem verificar o número do lote impresso na embalagem. Caso o lote termine com o número "1" e a data de fabricação seja anterior a 31 de dezembro de 2025, a orientação é interromper o uso e buscar informações junto aos canais oficiais da fabricante sobre os procedimentos para substituição ou esclarecimentos.
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 09:57:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Coxim atualiza calendário vacinal e passa a oferecer vacina Pneumo 20 para crianças pelo SUS]]></title>
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				<description><![CDATA[A Secretaria Municipal de Saúde de Coxim informou que a vacina Pneumo 20 passou a integrar o calendário nacional de vacinação infantil do Sistema Único de Saúde (SUS). A mudança amplia a proteção das crianças contra doenças causadas pela bactéria Streptococcus pneumoniae, responsável por infecções como pneumonia, meningite, otite e sepse.

Com a atualização, pais e responsáveis devem ficar atentos às novas orientações para garantir que as crianças recebam as doses conforme a idade e a situação vacinal.

De acordo com a Secretaria de Saúde de Coxim, o esquema de rotina contempla crianças de 2 meses até 4 anos, 11 meses e 29 dias, seguindo recomendações específicas para cada faixa etária e histórico de vacinação.

Para os bebês que iniciam a imunização aos 2 meses de idade, o calendário prevê duas doses no primeiro ano de vida e um reforço aos 12 meses. Já crianças que iniciaram o esquema com a vacina anterior ou que estão com a vacinação em atraso terão o cronograma ajustado conforme avaliação da equipe de saúde.

A orientação também contempla crianças entre 5 meses e 10 meses, aos 11 meses, e entre 12 meses e 4 anos, com esquemas diferenciados para quem já recebeu doses anteriormente ou ainda não iniciou a vacinação.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, a substituição da vacina faz parte das atualizações do Programa Nacional de Imunizações (PNI) e representa um avanço na prevenção de doenças pneumocócicas, oferecendo cobertura contra um número maior de sorotipos da bactéria.

Os registros das doses serão realizados normalmente na caderneta de vacinação e nos sistemas oficiais do SUS, conforme o imunizante aplicado.

A Prefeitura de Coxim reforça que pais e responsáveis devem procurar a unidade de saúde mais próxima para verificar a situação vacinal das crianças e, se necessário, atualizar o esquema de imunização.

Quem deve receber a Pneumo 20?


	Crianças a partir de 2 meses de idade, conforme o calendário de rotina; 
	Crianças com vacinação incompleta ou em atraso, de acordo com avaliação da equipe de saúde; 
	Crianças de até 4 anos, 11 meses e 29 dias, seguindo as orientações do Ministério da Saúde. 


A Secretaria de Saúde destaca que manter a vacinação em dia é uma das principais formas de prevenir doenças graves e garantir um desenvolvimento mais saudável para as crianças.

 
]]></description>
				
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 06:35:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Anvisa manda recolher antibiotico com fragmento de vidro]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/anvisa-manda-recolher-antibiotico-com-fragmento-de-vidro/50219/</link>
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				<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária determinou o recolhimento e a suspensão da comercialização, distribuição e uso de três lotes de medicamentos após a identificação de problemas de qualidade que podem representar risco aos pacientes. A medida foi publicada nesta quinta-feira no Diário Oficial da União e atinge um lote do antibiótico Polycid, da União Química, um lote de fosfato de clindamicina, da Hypofarma, e um lote de soro fisiológico da Equiplex. No caso do Polycid, a própria fabricante iniciou um recolhimento voluntário após identificar a presença de um fragmento de vidro dentro de um frasco-ampola íntegro do medicamento. Segundo a Anvisa, a medida atinge o lote 2519879 do produto, utilizado em aplicações injetáveis. Já a suspensão do lote 24101854 do fosfato de clindamicina, antibiótico injetável da Hypofarma, ocorreu após a confirmação de desvios de qualidade, incluindo solução com coloração amarelada, presença de corpos estranhos e precipitados dentro de ampolas lacradas. A agência também determinou o recolhimento do lote 2513588 da Solução Fisiológica de Cloreto de Sódio Equiplex, utilizada para administração intravenosa. A resolução não detalha a natureza do desvio identificado, informando apenas que houve confirmação de não conformidade com as normas de fabricação. Em todos os casos, a Anvisa proibiu a comercialização, distribuição e uso dos lotes afetados e determinou seu recolhimento do mercado. A reportagem procurou a União Química, a Hypofarma e a Equiplex e aguarda posicionamento.
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 10:29:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Novo caso de febre amarela é registrado em Lagoinha, interior de SP
]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/novo-caso-de-febre-amarela-e-registrado-em-lagoinha-interior-de-sp/50213/</link>
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				<description><![CDATA[A Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo registrou mais um caso de febre amarela no estado. O paciente é um homem, de 55 anos, sem histórico de vacinação e que vive na cidade de Lagoinha, na região do Vale do Paraíba, que concentra 82% dos casos da doença neste ano.

Com isso, o estado de São Paulo já soma 11 casos de febre amarela em 2026, com seis óbitos. Desse total de casos registrados, nove ocorreram na região do Vale do Paraíba, com cinco mortes. Nenhuma dessas pessoas que tiveram confirmação para febre amarela tinha histórico de vacinação.

Em todo o ano passado, o estado confirmou 57 casos de febre amarela, com 35 óbitos.

Por causa desse cenário, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo intensificou o alerta para a vacinação contra a doença. A imunização é recomendada para toda a população e está disponível gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de todo o estado.


“A vacina contra a febre amarela é segura, eficaz e está disponível nas Unidades Básicas de Saúde dos 645 municípios paulistas. Desde 2019, a imunização é recomendada para toda a população do estado. Por isso, a orientação é que quem ainda não se vacinou procure uma UBS, especialmente antes de viagens para áreas de mata ou regiões com circulação do vírus”, explica Tatiana Lang, diretora do Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado de São Paulo.



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A vacina deve ser aplicada pelo menos 10 dias antes da exposição ao risco.

Quem deve tomar a vacina contra a febre amarela:


	Crianças: uma dose aos 9 meses de idade e um reforço aos 4 anos;
	Pessoas que receberam apenas uma dose antes dos 5 anos: devem tomar uma dose de reforço;
	Pessoas de 5 a 59 anos que ainda não foram vacinadas devem receber uma dose única;
	Pessoas vacinadas com dose fracionada em 2018, durante campanhas emergenciais, devem verificar a necessidade de atualização da caderneta.


Febre amarela

A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda causada por um vírus, transmitido pela picada de um mosquito silvestre, que vive em zona de mata. Não há transmissão direta de pessoa para pessoa. 

Um indicador da presença desses mosquitos transmissores é a morte de macacos, que também sofrem com altos índices de mortalidade quando contaminados. Por isso, o avistamento de macacos mortos deve ser informado às equipes de saúde do município.

Os sintomas iniciais da febre amarela são febre, calafrios, dor de cabeça intensa, dores nas costas, dores no corpo, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza.

A doença pode ser prevenida por meio de vacina, que está disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Desde abril de 2017, o Brasil adota o esquema vacinal de apenas uma dose durante toda a vida, medida que está de acordo com as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS).
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 17:15:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Governo prepara plataforma para agilizar compra de medicamentos e reduzir burocracia no SUS]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/brasil/governo-prepara-plataforma-para-agilizar-compra-de-medicamentos-e/50179/</link>
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				<description><![CDATA[O Governo Federal está finalizando uma nova estratégia para modernizar a aquisição de medicamentos destinados à rede pública de saúde. A proposta prevê a criação da plataforma CIX, um sistema digital que permitirá a estados e municípios comprar remédios diretamente dos fabricantes, reduzindo etapas burocráticas e tornando o abastecimento mais ágil.

A iniciativa busca enfrentar um dos principais desafios enfrentados pelos gestores públicos: a demora nos processos de compra, que muitas vezes resulta na falta de medicamentos nas unidades de saúde. Com a nova ferramenta, a expectativa é acelerar as aquisições e ampliar a eficiência da distribuição de insumos para o Sistema Único de Saúde (SUS).

Pelo modelo em estudo, as administrações estaduais e municipais poderão negociar diretamente com as empresas fornecedoras por meio da plataforma, substituindo parte dos procedimentos tradicionais de licitação. A medida pretende simplificar a gestão das compras públicas, sem abrir mão dos mecanismos de controle e transparência.

Além de reduzir o tempo necessário para a aquisição de medicamentos, o governo acredita que a centralização das negociações em um ambiente digital poderá proporcionar maior competitividade entre os fornecedores, contribuindo para a redução de custos e o fortalecimento da logística de abastecimento.

A criação da CIX faz parte de um conjunto de ações voltadas à modernização da gestão pública na área da saúde. A expectativa é que o novo sistema diminua a ocorrência de desabastecimento de medicamentos, um problema recorrente enfrentado por estados e municípios, especialmente em situações de aumento da demanda.

Os detalhes sobre o funcionamento da plataforma e o cronograma de implantação devem ser apresentados pelo Governo Federal nos próximos meses. A expectativa é de que a ferramenta represente um novo modelo para as compras públicas de medicamentos, tornando o processo mais rápido, eficiente e alinhado às necessidades da população.

 

 
]]></description>
				
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				<category>Brasil</category>
				<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 14:53:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Anvisa manda recolher hormônio do crescimento falsificado e proíbe lote de remédio contra o câncer ]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/anvisa-manda-recolher-hormonio-do-crescimento-falsificado-e-proibe/50164/</link>
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				<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento imediato de um lote falsificado do hormônio do crescimento Criscy (somatropina) e proibiu a comercialização, distribuição e utilização de um lote do medicamento oncológico Kimmtrak, após identificar que o produto foi desviado durante um furto de carga na Europa.

As medidas foram publicadas nesta segunda-feira (15) no Diário Oficial da União e têm como objetivo evitar riscos à saúde dos pacientes que utilizam esses medicamentos.

De acordo com a Anvisa, o lote do hormônio do crescimento foi identificado como falsificado, o que significa que sua origem e composição não podem ser comprovadas. Já o lote do Kimmtrak foi retirado da cadeia regular de distribuição após ser alvo de um roubo de carga, comprometendo as condições de armazenamento e transporte do medicamento.

Diante da situação, a agência determinou que os produtos sejam retirados imediatamente de circulação, uma vez que não há garantias de que tenham sido conservados de forma adequada nem de que mantenham sua eficácia e segurança.

A Anvisa orienta pacientes, profissionais de saúde, hospitais e estabelecimentos farmacêuticos a verificarem a procedência dos medicamentos antes da utilização. Caso algum dos lotes interditados seja identificado, a recomendação é interromper o uso e comunicar imediatamente a Vigilância Sanitária local ou a própria agência.

O órgão também reforça que medicamentos devem ser adquiridos apenas em estabelecimentos autorizados e por canais oficiais de distribuição. A medida busca reduzir o risco de exposição da população a produtos falsificados, adulterados ou desviados, que podem colocar a saúde dos pacientes em perigo.

A Anvisa ressalta que ações como essa fazem parte do monitoramento contínuo do mercado farmacêutico para garantir que apenas medicamentos seguros, eficazes e com origem comprovada cheguem aos consumidores brasileiros.

 
]]></description>
				
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 15:32:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Bebê com fratura no fêmur é transferida para Santa Casa caso é investigado como suspeita maus-tratos]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/bebe-com-fratura-no-femur-e-transferida-para-santa-casa-caso-e/50157/</link>
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				<description><![CDATA[Uma bebê foi transferida para a Santa Casa de Campo Grande na tarde deste domingo (14) após dar entrada no Centro Regional de Saúde (CRS) do Bairro Tiradentes com uma fratura no fêmur. A equipe médica suspeita de maus-tratos qualificados, uma vez que a lesão aparenta ser antiga.

O caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) Cepol e será investigado pela Polícia Civil. O Conselho Tutelar e o Ministério Público foram formalmente notificados sobre a situação.

Atendimento ocorreu após ida ao posto de saúde

De acordo com o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada após a criança dar entrada na unidade de saúde por volta das 12h40.

Em conversa com a assistência social, os pais informaram que a fratura teria ocorrido no sábado (13), mas que não procuraram atendimento médico imediato por acreditarem que a lesão não era grave.

Médica identificou indícios de lesão antiga

Durante o atendimento, a médica responsável constatou indícios de que a fratura não seria recente, o que levantou a suspeita de possível crime.

Diante da gravidade do quadro, a profissional determinou a transferência da bebê para a Santa Casa de Campo Grande. A criança foi encaminhada por uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), acompanhada pelos pais.

Caso segue sob investigação

Após a comunicação dos fatos às autoridades competentes, o Conselho Tutelar e o Ministério Público foram acionados pela equipe da unidade de saúde.

A Polícia Civil investiga o caso para apurar as circunstâncias da lesão e eventual responsabilidade dos suspeitos, apontados como os pais da criança.
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 11:05:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Junho Vermelho mobiliza população para reforçar estoques de sangue em Mato Grosso do Sul]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/junho-vermelho-mobiliza-populacao-para-reforcar-estoques-de-sangue-em/50141/</link>
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				<description><![CDATA[A campanha Junho Vermelho está em andamento em Mato Grosso do Sul com o objetivo de incentivar a doação voluntária de sangue e conscientizar a população sobre a importância de manter os estoques abastecidos durante todo o ano. Em 2026, a iniciativa traz como tema "O Jogo Mais Importante do Ano", utilizando a atmosfera da Copa do Mundo para destacar que a solidariedade também pode salvar vidas.

Promovida pela Rede Hemosul, a campanha integra uma mobilização nacional coordenada pelo Instituto Pró-Hemo (IPH), reunindo hemocentros de todo o país em ações voltadas à valorização dos doadores e ao fortalecimento da cultura da doação regular.

Para facilitar a participação da população, a Rede Hemosul está levando sua unidade móvel de coleta a diferentes municípios sul-mato-grossenses. Além da doação de sangue, o veículo também realiza o cadastro de voluntários para doação de medula óssea.

Após passar por Campo Grande, Água Clara e Ribas do Rio Pardo, o cronograma segue com novas paradas ao longo do mês. No dia 18 de junho, a unidade atenderá colaboradores da TV Morena, na Capital. Em seguida, a equipe estará em Miranda no dia 23 e em Aquidauana nos dias 24 e 25.

A proposta é aproximar o serviço da população, tornando o processo de doação mais acessível para quem deseja contribuir.

A coordenadora da Rede Hemosul MS, Marina Sawada Torres, destaca que o sucesso da campanha depende da participação contínua dos doadores.

Segundo ela, uma única doação pode beneficiar vários pacientes, contribuindo para atendimentos de urgência, cirurgias, tratamentos oncológicos e diversas outras situações em que a transfusão de sangue é indispensável.

O Ministério da Saúde também reforça que campanhas como o Junho Vermelho são essenciais para estimular a doação voluntária e garantir segurança no atendimento dos hospitais que integram a hemorrede.

Além das ações de coleta, a Rede Hemosul preparou uma programação especial em celebração ao Dia Mundial do Doador de Sangue, lembrado em 14 de junho.

As homenagens estão sendo realizadas ao longo da segunda quinzena do mês em diversas unidades do Estado. Em Campo Grande, por exemplo, a programação inclui apresentações musicais, recepção especial aos voluntários e atividades de agradecimento.

As comemorações também chegam a municípios como Coxim, Corumbá e Aquidauana, valorizando aqueles que fazem da doação um gesto permanente de solidariedade.

Para doar sangue, é necessário estar em boas condições de saúde, pesar no mínimo 51 quilos, estar alimentado, bem hidratado e apresentar um documento oficial com foto. Também é recomendado evitar o consumo de alimentos gordurosos antes da coleta.

A Rede Hemosul orienta que os interessados consultem previamente os horários de atendimento das unidades e acompanhem o calendário das coletas itinerantes para encontrar o ponto de doação mais próximo.
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 11:29:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[MS recebe primeiras 8,3 mil doses da nova vacina Pneumo 20 para ampliar proteção contra doenças ]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/ms-recebe-primeiras-83-mil-doses-da-nova-vacina-pneumo-20-para/50134/</link>
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				<description><![CDATA[Mato Grosso do Sul recebeu nesta quarta-feira (10) o primeiro lote com 8.300 doses da vacina pneumocócica conjugada 20-valente (VPC20), novo imunizante incorporado ao Sistema Único de Saúde (SUS) para ampliar a proteção contra doenças graves causadas pela bactéria Streptococcus pneumoniae. As doses já chegaram à Rede de Frio Estadual e serão distribuídas aos municípios conforme os critérios definidos pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Nova vacina amplia cobertura contra o pneumococo

A Pneumo 20 representa um avanço na estratégia de imunização do país ao oferecer proteção contra 20 sorotipos da bactéria pneumococo, principal causadora de doenças como pneumonia, meningite, otite média e infecções generalizadas que podem provocar internações, sequelas e até mortes, especialmente entre crianças pequenas.

Segundo a coordenadora de Imunização da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Ana Paula Goldfinger, a chegada da nova vacina fortalece as ações de prevenção dentro do SUS.

“A Pneumo 20 é uma importante inovação incorporada ao calendário vacinal do SUS. Ela amplia significativamente a proteção oferecida às crianças e demais grupos contemplados, fortalecendo a prevenção contra doenças graves e contribuindo para reduzir internações e óbitos causados pelo pneumococo”, afirmou.

Distribuição será feita aos municípios

A distribuição das doses ocorrerá de forma proporcional ao quantitativo recebido e à população-alvo definida pelo Ministério da Saúde. Paralelamente, a SES realizará orientações técnicas e capacitações voltadas aos profissionais de saúde sobre a utilização do novo imunizante e as estratégias adotadas durante o período de transição.

Conforme Ana Paula Goldfinger, o Estado trabalha para garantir que a nova tecnologia esteja disponível à população de forma rápida e segura.

“Em Mato Grosso do Sul, a chegada dessas primeiras 8,3 mil doses representa um passo importante para fortalecer a proteção da nossa população contra doenças pneumocócicas. Estamos trabalhando para garantir uma distribuição ágil aos municípios e apoiar as equipes de saúde nesse processo de implantação, assegurando que essa nova tecnologia chegue de forma segura e eficiente a quem mais precisa”, destacou.

Período de transição terá uso combinado das vacinas

Neste primeiro momento, a vacinação ocorrerá de forma mista. Como Mato Grosso do Sul ainda possui estoque da vacina pneumocócica conjugada 10-valente (VPC10), as doses remanescentes continuarão sendo aplicadas até o esgotamento do estoque, seguindo orientação do Ministério da Saúde.

O esquema vacinal previsto para a transição contempla uma dose da Pneumo 20 aos dois meses de idade, uma dose da Pneumo 10 aos quatro meses e uma dose de reforço da Pneumo 20 aos 12 meses. Após o fim dos estoques da VPC10, o esquema passará a utilizar exclusivamente a nova vacina.

Público-alvo inclui crianças, indígenas e idosos

A Pneumo 20 será destinada aos públicos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde. Além das crianças menores de cinco anos, o imunizante também estará disponível para povos indígenas com mais de cinco anos sem histórico de vacinação com vacina pneumocócica conjugada, idosos acamados ou institucionalizados com 60 anos ou mais e pessoas com condições clínicas especiais atendidas nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIEs).

A expectativa é que a ampliação da cobertura vacinal contribua para reduzir ainda mais a incidência de casos graves, internações e mortes relacionadas às doenças pneumocócicas.

Resultados já demonstram eficácia da vacinação

Desde a inclusão da vacina pneumocócica no Programa Nacional de Imunizações, em 2010, o Brasil registrou redução significativa nos casos de doença pneumocócica invasiva e meningite pneumocócica entre crianças pequenas.

Com a incorporação da Pneumo 20 ao SUS, a expectativa é ampliar esses resultados, fortalecendo a proteção da população e garantindo acesso gratuito a uma tecnologia mais avançada de prevenção em saúde pública.
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 14:52:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Secretaria de Saúde de SP investiga novo caso suspeito de ebola]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/secretaria-de-saude-de-sp-investiga-novo-caso-suspeito-de-ebola/50105/</link>
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				<description><![CDATA[Um novo caso suspeito de ebola está sendo investigado pela Secretaria de Estado da Saúde e pelo CVE-SP (Centro de Vigilância Epidemiológica Professor Alexandre Vranjac).

Segundo a secretaria, a paciente é uma brasileira de 31 anos que esteve recentemente a trabalho na província de Kivu do Norte, no leste da República Democrática do Congo. O país passa por um surto da doença, classificado pela Organização Mundial da Saúde como de importância internacional.

Ela desembarcou no Brasil no dia 6 de junho e nesta terça-feira (9) começou a apresentar sintomas como diarreia e febre, procurando um serviço particular de saúde. Nesta madrugada (10), ela foi transferida para o IIER (Instituto de Infectologia Emílio Ribas), referência nacional para casos suspeitos ou confirmados da doença.

Segundo a secretaria, a paciente está estável e permanece em leito de isolamento, seguindo os protocolos de biossegurança previstos para esse tipo de situação. Um teste rápido para malária já foi realizado, que deu resultado negativo.

Até o momento, não há confirmação laboratorial de doença pelo vírus ebola. As análises estão sendo conduzidas pelo IAL (Instituto Adolfo Lutz).

Este é o segundo caso suspeito de ebola no estado de São Paulo. O primeiro caso, referente a um homem de 37 anos procedente da República Democrática do Congo, foi investigado e descartado para ebola.

As análises para esse paciente detectaram a presença de uma bactéria causadora da meningite meningocócica. Segundo a secretaria, esse paciente segue internado no Emílio Ribas, com evolução favorável do quadro de saúde.

Ebola

A doença pelo vírus ebola é uma grave infecção transmitida de pessoa para pessoa. A infecção ocorre por contato direto ou indireto com sangue, fluidos corporais ou secreções (fezes, urina, saliva, sêmen) de pessoas infectadas, mas somente quando estas apresentam sintomas. O vírus não é transmitido pelo ar.

Segundo a Opas (Organização Pan-Americana da Saúde), a doença geralmente apresenta alta taxa de mortalidade, mas no atual surto de ebola, essa taxa varia entre 55% e 60%.

O vírus ebola surgiu pela primeira vez em 1976 em uma aldeia próxima ao rio Ebola, na República Democrática do Congo (antigo Zaire). Desde sua detecção, vários surtos da doença ocorreram em diferentes partes da África.

Até este momento, não houve confirmação de casos de ebola no Brasil.

Um novo caso suspeito de ebola está sendo investigado pela Secretaria de Estado da Saúde e pelo CVE-SP (Centro de Vigilância Epidemiológica Professor Alexandre Vranjac).

Segundo a secretaria, a paciente é uma brasileira de 31 anos que esteve recentemente a trabalho na província de Kivu do Norte, no leste da República Democrática do Congo. O país passa por um surto da doença, classificado pela Organização Mundial da Saúde como de importância internacional.

Ela desembarcou no Brasil no dia 6 de junho e nesta terça-feira (9) começou a apresentar sintomas como diarreia e febre, procurando um serviço particular de saúde. Nesta madrugada (10), ela foi transferida para o IIER (Instituto de Infectologia Emílio Ribas), referência nacional para casos suspeitos ou confirmados da doença.

Segundo a secretaria, a paciente está estável e permanece em leito de isolamento, seguindo os protocolos de biossegurança previstos para esse tipo de situação. Um teste rápido para malária já foi realizado, que deu resultado negativo.

Até o momento, não há confirmação laboratorial de doença pelo vírus ebola. As análises estão sendo conduzidas pelo IAL (Instituto Adolfo Lutz).

Este é o segundo caso suspeito de ebola no estado de São Paulo. O primeiro caso, referente a um homem de 37 anos procedente da República Democrática do Congo, foi investigado e descartado para ebola.

As análises para esse paciente detectaram a presença de uma bactéria causadora da meningite meningocócica. Segundo a secretaria, esse paciente segue internado no Emílio Ribas, com evolução favorável do quadro de saúde.

Ebola

A doença pelo vírus ebola é uma grave infecção transmitida de pessoa para pessoa. A infecção ocorre por contato direto ou indireto com sangue, fluidos corporais ou secreções (fezes, urina, saliva, sêmen) de pessoas infectadas, mas somente quando estas apresentam sintomas. O vírus não é transmitido pelo ar.

Segundo a Opas (Organização Pan-Americana da Saúde), a doença geralmente apresenta alta taxa de mortalidade, mas no atual surto de ebola, essa taxa varia entre 55% e 60%.

O vírus ebola surgiu pela primeira vez em 1976 em uma aldeia próxima ao rio Ebola, na República Democrática do Congo (antigo Zaire). Desde sua detecção, vários surtos da doença ocorreram em diferentes partes da África.

Até este momento, não houve confirmação de casos de ebola no Brasil.

Midiamax
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 15:38:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Sarampo: infectologista alerta sobre vacinação em viagens para a Copa
]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/sarampo-infectologista-alerta-sobre-vacinacao-em-viagens-para-a-copa/50089/</link>
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				<description><![CDATA[O aumento do número de casos de sarampo registrado nos Estados Unidos, México e Canadá – que sediarão jogos da Copa do Mundo 2026 – acende o alerta para a necessidade de vacinação dos turistas brasileiros que viajarão para o Mundial. Juntos, os três países respondem por 70% dos casos nas Américas.

A observação foi feita nesta terça-feira (9) à Agência Brasil pela infectologista Natalie Del Vecchio, do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira, da Fundação Oswaldo Cruz (IFF/Fiocruz).

“O sarampo é uma doença altamente contagiosa”, disse. Isso significa que uma pessoa com o vírus consegue transmiti-lo para muitas outras simultaneamente. “E a gente tem visto a baixa cobertura vacinal nesses países e também no Brasil”, observou Natalie Del Vecchio.

Expansão

No ano passado, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou para a expansão dos casos, quando o Canadá registrou 5.062 ocorrências, o que levou à perda da certificação de país livre da doença. Em 2026, foram confirmados 124 casos no território canadense.

O México elevou o número de sete casos, notificados em 2024, para 6.152 registros em 2025. Somente em janeiro deste ano, foram 1.190 casos, de acordo com informações preliminares. Nos Estados Unidos, por sua vez, ocorreram 2.144 casos em 2025 e 721 em janeiro de 2026.

Segundo a infectologista do IFF/Fiocruz, o perigo é maior para os brasileiros que viajam para esses países sem estarem com o esquema vacinal contra sarampo completo. A vacinação pode evitar a eventual reintrodução do vírus no Brasil.

Natalie lembrou que, em novembro de 2024, o Brasil recebeu da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) a recertificação de país livre do sarampo. O documento foi entregue ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e à então ministra da Saúde, Nísia Trindade. Em 2016, o Brasil já havia alcançado essa posição de nação livre da circulação endêmica do sarampo mas, em 2018, as baixas coberturas vacinais permitiram a reintrodução do vírus no país.

Risco

“A baixa cobertura vacinal é um risco para o nosso país de reintrodução do vírus no Brasil”, afirmou a infectologista. Em 2025, foram notificados 38 casos no país, todos importados de nações vizinhas. Em janeiro de 2026, foram registrados dois casos de sarampo, de uma mulher de 22 anos. no Rio de Janeiro, e de um bebê de 6 meses, em São Paulo. Os dois não tinham registro de vacinação.

Natalie Del Vecchio recomenda que mesmo as pessoas que não vão viajar para os países-sede da Copa do Mundo devem procurar completar o calendário vacinal. Para aquelas acima de 1 ano de idade até 30 anos, são necessárias duas doses da vacina contra sarampo e, de 30 a 60 anos, uma dose.


“Se a pessoa já tem o calendário dela completo, não precisa tomar uma dose extra da vacina. Se o calendário não estiver completo, os viajantes que se destinam aos países-sede da Copa devem completar o esquema vacinal. Essas pessoas viajarão com tranquilidade, exatamente para não estarem adquirindo o vírus do sarampo, nem trazendo para o nosso país. Para, exatamente, evitar um novo surto e novos casos do sarampo no Brasil”, afirmou a infectologista.


Reforço

O Ministério da Saúde lançou campanha nacional orientando brasileiros que viajarão aos Estados Unidos, México e Canadá para a Copa do Mundo a reforçar a vacinação contra o sarampo. Para crianças de 6 a 11 meses, a recomendação é que tomem a dose zero pelo menos 15 dias antes da viagem. Na faixa de 12 meses a 29 anos, é necessário ter duas doses.

Os adultos de 30 a 59 anos devem ter recebido pelo menos uma dose ao longo da vida. Outra recomendação é que a aplicação da vacina Tríplice Viral (que também protege contra caxumba e rubéola) deve ocorrer pelo menos 15 dias antes da viagem. As doses estão disponíveis gratuitamente nas unidades de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS).

Gravidade

O sarampo é uma doença grave que pode deixar sequelas por toda a vida e até causar a morte. As principais complicações variam de acordo com as fases da vida do paciente. Para crianças, pode causar pneumonia, infecções de ouvido, encefalite aguda (inflamação no encéfalo – parte do sistema nervoso dentro do crânio) e morte. Em adultos, causa pneumonia. E, em gestantes, pode resultar em parto prematuro e bebê com baixo peso.

Altamente contagiosa, a doença se espalha pela tosse, fala ou respiração. Uma pessoa infectada pode contaminar outras antes mesmo de saber que está doente. Os sintomas mais comuns são febre alta, tosse persistente, coriza, irritação nos olhos, e manchas vermelhas que começam no rosto e depois no corpo. Os sintomas costumam aparecer entre sete e 14 dias após o contato com o vírus.
]]></description>
				
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 16:38:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Alerta da Anvisa: fórmula infantil é retirada do mercado por risco à saúde de bebês e crianças]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/alerta-da-anvisa-formula-infantil-e-retirada-do-mercado-por-risco-a/50073/</link>
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				<description><![CDATA[Pais e responsáveis devem redobrar a atenção na hora de escolher produtos destinados à alimentação infantil. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento imediato de uma fórmula infantil comercializada no país após identificar irregularidades que podem colocar em risco a saúde de bebês e crianças pequenas.

A medida, anunciada pela agência reguladora, suspende a fabricação, venda, distribuição, propaganda e utilização da Fórmula Infantil 1ª e 2ª Infância comercializada sob a marca Essentia Pharma e produzida pela HKM Farmácia de Manipulação Ltda.

Segundo a Anvisa, o produto estava sendo oferecido ao consumidor sem a devida regularização sanitária exigida para esse tipo de alimento. Além disso, foram constatadas irregularidades nas informações apresentadas nos rótulos, que poderiam levar pais e responsáveis a acreditar que se tratava de uma fórmula devidamente autorizada pelos órgãos competentes.

A preocupação da agência vai além das questões burocráticas. De acordo com o órgão, não há comprovação de que o produto atenda aos critérios obrigatórios relacionados à segurança alimentar, qualidade, composição nutricional e valor nutricional exigidos pela legislação brasileira para fórmulas destinadas a lactentes e crianças na primeira infância.

A ausência dessas garantias pode representar riscos ao crescimento e ao desenvolvimento infantil, especialmente em uma fase da vida em que a alimentação desempenha papel fundamental para a saúde e a formação do organismo.

Com a determinação da Anvisa, a recomendação é que consumidores que possuam o produto suspendam imediatamente o uso e busquem orientação junto aos canais oficiais da empresa ou aos órgãos de vigilância sanitária.

Especialistas destacam que fórmulas infantis são produtos altamente regulados justamente por atenderem um público considerado vulnerável. Por isso, qualquer irregularidade relacionada à composição ou à autorização sanitária pode trazer consequências importantes para a saúde das crianças.

A decisão reforça o papel da Anvisa na fiscalização de produtos destinados à alimentação infantil, setor que exige rígidos controles de qualidade e segurança.

O caso serve de alerta para que pais e responsáveis verifiquem sempre a procedência dos produtos adquiridos, observem registros sanitários e busquem informações em canais oficiais antes de introduzir qualquer fórmula na alimentação de bebês e crianças.

A agência segue monitorando o mercado e orienta a população a denunciar produtos suspeitos ou que apresentem informações duvidosas sobre sua regularização.
]]></description>
				
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 10:48:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Governo interrompe aplicação de vacina contra dengue após investigação de casos graves de reações]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/governo-interrompe-aplicacao-de-vacina-contra-dengue-apos-investigacao/50063/</link>
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				<description><![CDATA[O Ministério da Saúde determinou a suspensão temporária da aplicação da vacina brasileira contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan. A medida foi anunciada nesta segunda-feira (8) e ocorre após a identificação de casos graves de saúde registrados em pessoas imunizadas, incluindo duas mortes que estão sendo investigadas pelas autoridades sanitárias.

A decisão foi tomada em conjunto com especialistas da vigilância sanitária e representantes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que acompanham a apuração dos casos. Segundo o governo federal, a interrupção tem caráter preventivo e permanecerá em vigor até que sejam concluídas as análises técnicas sobre os episódios notificados.

De acordo com os dados apresentados pelo Ministério da Saúde, cerca de 500 mil pessoas receberam a vacina desde o início da campanha. Entre os imunizados, foram registradas 3.703 notificações de eventos considerados inesperados após a aplicação do imunizante. A maior parte dos relatos foi classificada como leve, mas 42 casos despertaram atenção especial por apresentarem sintomas mais graves.

Entre as ocorrências analisadas estão manifestações como dores abdominais intensas, vômitos persistentes, sangramentos e agravamento do estado clínico dos pacientes. Três pessoas desenvolveram quadros severos compatíveis com dengue grave. Uma delas conseguiu se recuperar após atendimento hospitalar intensivo, enquanto outras duas evoluíram para óbito.

As vítimas fatais são uma mulher de 48 anos e um homem de 58 anos. Até o momento, os especialistas não confirmaram se existe relação direta entre a vacinação e as mortes registradas.

Durante o anúncio, o Ministério da Saúde destacou que ainda não há evidências científicas suficientes para apontar a vacina como causa dos casos investigados. Mesmo assim, o Comitê Nacional de Farmacovigilância recomendou a interrupção temporária da aplicação como medida de precaução.

A vacina do Instituto Butantan representa um marco para a ciência brasileira por ser a primeira desenvolvida integralmente no país para prevenção da dengue e também a primeira do mundo administrada em dose única. O imunizante começou a ser utilizado neste ano, inicialmente em grupos prioritários, incluindo profissionais da saúde.

Com a suspensão, estados e municípios receberam orientação para interromper imediatamente novas aplicações e intensificar o monitoramento de pessoas vacinadas recentemente.

As autoridades de saúde recomendam atenção especial para quem recebeu a vacina nas últimas três semanas. Sintomas como febre, dores abdominais fortes, vômitos frequentes, tontura, sangramentos, sonolência excessiva, irritabilidade, sinais de desidratação ou piora do estado geral devem motivar a busca imediata por atendimento médico.

Apesar da suspensão temporária, o governo federal reforçou que a decisão não representa uma conclusão sobre a segurança do imunizante. A expectativa é que as investigações esclareçam se os casos possuem relação com a vacina ou se foram provocados por outros fatores clínicos.

 

 
]]></description>
				
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 16:13:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[SUS amplia proteção infantil com nova vacina contra pneumonia e meningite]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/sus-amplia-protecao-infantil-com-nova-vacina-contra-pneumonia-e/50000/</link>
				<guid>https://diariodoestadoms.com.br/saude/sus-amplia-protecao-infantil-com-nova-vacina-contra-pneumonia-e/50000/</guid>
				<description><![CDATA[ 

As crianças brasileiras contarão com uma proteção mais abrangente contra doenças causadas pela bactéria pneumococo. A partir deste mês, o Sistema Único de Saúde (SUS) passa a oferecer a vacina Pneumocócica 20-valente (Pneumo 20) para o público infantil de até cinco anos de idade, reforçando a prevenção contra infecções que podem provocar complicações graves.

A nova vacina chega para ampliar a cobertura contra diferentes variantes da bactéria Streptococcus pneumoniae, responsável por enfermidades como pneumonia, meningite, infecções generalizadas e otites. Essas doenças representam uma das principais causas de internações hospitalares na infância e podem deixar sequelas permanentes ou até levar à morte em casos mais severos.

De acordo com o Ministério da Saúde, a principal vantagem do novo imunizante está na capacidade de proteção contra um número maior de sorotipos da bactéria. A atualização da vacina busca acompanhar o perfil das cepas que mais circulam atualmente e que estão associadas aos casos mais graves da doença.

Além de reduzir o risco de infecções pulmonares e neurológicas, a vacina também auxilia na prevenção de quadros de otite média, uma inflamação frequente entre crianças pequenas que, quando não tratada adequadamente, pode comprometer a audição.

A incorporação da Pneumo 20 ao calendário vacinal faz parte da estratégia do governo federal para fortalecer a imunização infantil e diminuir a incidência de doenças evitáveis. As primeiras doses já começaram a ser distribuídas para os estados, que serão responsáveis pelo repasse aos municípios.

A expectativa é que as aplicações sejam iniciadas nas unidades básicas de saúde ainda neste mês, conforme a chegada dos imunizantes em cada região. Pais e responsáveis devem ficar atentos aos comunicados das secretarias municipais de saúde para acompanhar o cronograma de vacinação.

Especialistas reforçam que manter a caderneta de vacinação atualizada é uma das formas mais eficazes de proteger as crianças contra doenças potencialmente graves, contribuindo também para a redução da circulação de agentes infecciosos na população.
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 10:20:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Fibromialgia: a doença invisível que causa dores intensas e afeta milhões de brasileiros]]></title>
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				<description><![CDATA[Dor constante, cansaço extremo, noites mal dormidas e dificuldades para realizar tarefas simples do dia a dia. Esses são alguns dos desafios enfrentados por quem convive com a fibromialgia, uma síndrome crônica que afeta milhões de pessoas em todo o mundo e que ainda é cercada por dúvidas e preconceitos.

Considerada uma doença de difícil diagnóstico, a fibromialgia não provoca deformidades ou alterações visíveis no corpo, mas seus impactos podem ser profundos, comprometendo a qualidade de vida, o desempenho profissional e até mesmo a saúde emocional dos pacientes.

A fibromialgia é uma síndrome caracterizada por dores musculares generalizadas e persistentes em diversas regiões do corpo. A condição está relacionada a alterações no sistema nervoso central, que passa a interpretar estímulos de maneira diferente, aumentando a sensibilidade à dor.

Embora a causa exata ainda não seja totalmente conhecida pela ciência, especialistas acreditam que fatores genéticos, emocionais e ambientais podem contribuir para o desenvolvimento da doença. Situações de estresse intenso, traumas físicos ou psicológicos, infecções e alterações hormonais também são apontadas como possíveis desencadeadores.

A síndrome pode atingir homens e mulheres de qualquer idade, mas é mais frequente entre mulheres adultas, principalmente na faixa dos 30 aos 60 anos.

Apesar de a dor generalizada ser o principal sinal da fibromialgia, a doença apresenta diversos outros sintomas que podem variar de intensidade entre os pacientes.

Entre os mais comuns estão:

Dor muscular persistente em várias partes do corpo

Fadiga intensa

Sensação de cansaço ao acordar

Distúrbios do sono

Dores de cabeça frequentes

Rigidez muscular

Formigamentos

Ansiedade e depressão

Problemas de memória e concentração, conhecidos como "névoa mental".

Em muitos casos, os pacientes relatam dificuldades para trabalhar, estudar ou manter uma rotina normal devido ao desconforto constante provocado pela síndrome.

Uma das principais dificuldades enfrentadas pelos portadores de fibromialgia é o diagnóstico. Como a doença não aparece em exames laboratoriais ou de imagem, o reconhecimento depende principalmente da avaliação clínica realizada por médicos especialistas.

Muitas pessoas passam anos procurando respostas para suas dores até receberem o diagnóstico correto, o que pode atrasar o início do tratamento e aumentar o sofrimento físico e emocional.

Embora a fibromialgia não tenha cura, existem tratamentos capazes de controlar os sintomas e proporcionar mais qualidade de vida aos pacientes.

O acompanhamento geralmente envolve uma combinação de medicamentos, fisioterapia, exercícios físicos regulares, acompanhamento psicológico e mudanças nos hábitos de vida. A prática de atividades físicas supervisionadas é considerada uma das medidas mais eficazes para reduzir dores e melhorar o condicionamento físico.

Além do tratamento médico, o apoio familiar e a compreensão da sociedade são fundamentais para que os pacientes consigam lidar com as limitações impostas pela doença.

Uma das dúvidas mais frequentes entre os pacientes diz respeito aos direitos previdenciários. O diagnóstico de fibromialgia, por si só, não garante aposentadoria automática pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

No entanto, quando a doença provoca limitações severas e impede a pessoa de exercer suas atividades profissionais, o segurado pode ter acesso a benefícios previdenciários.

Nos casos em que a incapacidade é temporária, pode ser concedido o benefício por incapacidade temporária, antigo auxílio-doença. Já quando a perícia médica conclui que a pessoa está permanentemente incapacitada para o trabalho e não pode ser reabilitada para outra função, pode ser concedida a aposentadoria por incapacidade permanente.

Recentemente, avanços na legislação brasileira também passaram a reconhecer a fibromialgia como condição passível de enquadramento como deficiência em determinadas situações, desde que uma avaliação especializada comprove limitações significativas na vida do paciente.

Apesar de afetar milhões de pessoas, a fibromialgia ainda é considerada uma doença invisível. Como seus sintomas nem sempre são perceptíveis para quem está ao redor, muitos pacientes enfrentam incompreensão e preconceito.

Especialistas destacam que ampliar o conhecimento sobre a síndrome é essencial para promover diagnósticos mais rápidos, tratamentos adequados e maior acolhimento às pessoas que convivem diariamente com dores e limitações causadas pela doença.

Reconhecer a fibromialgia como um problema de saúde real é um passo importante para garantir qualidade de vida, acesso ao tratamento e respeito aos direitos dos pacientes.

 
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 11:55:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[MS confirma 21 mortes por chikungunya em 2026; casos prováveis passam de 12,8 mil
]]></title>
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				<description><![CDATA[Mato Grosso do Sul já registrou 12.841 casos prováveis de chikungunya em 2026, dos quais 6.845 foram confirmados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan). Os dados constam no boletim epidemiológico referente à 21ª semana epidemiológica, divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) na segunda-feira (1º).

Segundo o levantamento, 21 mortes causadas pela doença foram confirmadas em municípios do Estado. Outros dois óbitos seguem em investigação.

Óbitos foram registrados em sete municípios

De acordo com a SES, os óbitos confirmados ocorreram nos municípios de Dourados, Bonito, Jardim, Fátima do Sul, Douradina, Guia Lopes da Laguna e Itaporã.

Entre as vítimas, 12 possuíam algum tipo de comorbidade.

O boletim também registra 83 casos confirmados de chikungunya em gestantes.

Dengue soma mais de 5 mil casos prováveis

Em relação à dengue, Mato Grosso do Sul contabiliza 5.134 casos prováveis da doença em 2026. Deste total, 1.184 foram confirmados.

Até o momento, não há mortes confirmadas por dengue no Estado, embora dois óbitos permaneçam em investigação.

Nos últimos 14 dias, os municípios de Ladário, Brasilândia, Rio Verde de Mato Grosso, Jardim, Miranda e Corumbá registraram baixa incidência de casos confirmados da doença.

Mais de 223 mil doses contra dengue foram aplicadas

O boletim aponta ainda que 223.322 doses da vacina contra a dengue já foram aplicadas no público-alvo em Mato Grosso do Sul.

Segundo a SES, o Ministério da Saúde encaminhou ao Estado 241.030 doses do imunizante.

O esquema vacinal é composto por duas doses, com intervalo de três meses entre as aplicações.

Vacinação é destinada a crianças e adolescentes

A vacina é recomendada para crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos, 11 meses e 29 dias de idade.

De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde, essa é a faixa etária que concentra o maior número de hospitalizações por dengue entre pessoas de 6 a 16 anos.

A SES reforça que a população deve evitar a automedicação. Em caso de sintomas compatíveis com dengue ou chikungunya, a orientação é procurar uma unidade de saúde para avaliação e acompanhamento médico.
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 17:30:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Conselho Federal de Medicina proíbe uso de PMMA para fins estéticos ]]></title>
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				<description><![CDATA[O Conselho Federal de Medicina (CFM) passou a proibir, a partir de hoje, terça-feira (2), a utilização do polimetilmetacrilato (PMMA) como substância de preenchimento para procedimentos estéticos e reparadores realizados por médicos em todo o Brasil. A medida representa uma mudança importante nas normas que regulamentam a utilização do produto e foi motivada pelo crescente número de complicações associadas ao seu uso.

A nova resolução estabelece que a única exceção será para pacientes com HIV/AIDS que necessitam de tratamento para lipodistrofia facial dentro do Sistema Único de Saúde (SUS), seguindo protocolos específicos definidos pelo Ministério da Saúde.

Segundo o CFM, estudos científicos e experiências observadas em diversos países apontaram que o PMMA apresenta riscos significativos à saúde. Entre as complicações registradas estão processos inflamatórios crônicos, formação de granulomas, infecções persistentes, necrose de tecidos, alterações metabólicas, insuficiência renal e deformidades permanentes.

Especialistas destacam que um dos principais problemas do PMMA é o fato de ser um material permanente e não absorvível pelo organismo. Em muitos casos, os efeitos adversos podem surgir anos após a aplicação, dificultando o tratamento e tornando necessária a realização de cirurgias complexas para retirada do produto.

A decisão também reacende o debate sobre a crescente busca por padrões estéticos cada vez mais extremos. Nos últimos anos, procedimentos de harmonização corporal e facial ganharam popularidade, impulsionados principalmente pelas redes sociais e pela exposição constante de imagens que muitas vezes criam expectativas irreais sobre aparência e beleza.

Profissionais da área da saúde alertam que a vaidade, quando colocada acima da segurança, pode levar pessoas a ignorarem riscos importantes na tentativa de alcançar resultados rápidos. A procura por procedimentos de baixo custo ou promessas de transformações imediatas frequentemente acaba expondo pacientes a situações perigosas e, em alguns casos, irreversíveis.

Outro ponto que preocupa entidades médicas é a realização de procedimentos em locais sem estrutura adequada ou por pessoas sem a formação necessária. Antes de qualquer intervenção estética, especialistas recomendam que o paciente verifique cuidadosamente as credenciais do profissional, sua habilitação junto aos órgãos competentes e as condições do estabelecimento onde o procedimento será realizado.

O histórico de complicações relacionadas ao PMMA já vinha sendo acompanhado há anos por entidades médicas brasileiras. Levantamentos anteriores apontaram milhares de ocorrências envolvendo sequelas decorrentes da aplicação da substância, algumas delas consideradas graves e permanentes.

Com a nova determinação, o Conselho Federal de Medicina busca ampliar a proteção aos pacientes e reduzir a ocorrência de complicações que podem comprometer não apenas a estética, mas também a saúde e a qualidade de vida das pessoas.

A decisão reforça uma orientação cada vez mais defendida por especialistas: quando o assunto é procedimento estético, segurança deve vir antes da vaidade. A escolha de profissionais qualificados e o acesso a informações confiáveis continuam sendo as principais ferramentas para evitar riscos e preservar a saúde.

 
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 15:06:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Anvisa determina recolhimento de lotes de medicamento usado no controle da pressão arterial]]></title>
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				<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento de nove lotes do medicamento Maleato de Enalapril 20 mg, amplamente utilizado no tratamento da hipertensão arterial e de doenças cardíacas. A decisão foi publicada hoje, (2) no Diário Oficial da União após a identificação de uma falha nas informações impressas na embalagem do produto.

O recolhimento foi realizado de forma voluntária pela fabricante Hipolabor Farmacêutica, mas a Anvisa também determinou a suspensão imediata da comercialização, distribuição e utilização dos lotes envolvidos até que a situação seja regularizada.

Segundo a agência reguladora, o problema não está relacionado à qualidade ou à composição do medicamento. A irregularidade foi encontrada na embalagem secundária do produto, que informa incorretamente que os comprimidos possuem 10 mg de maleato de enalapril, quando a dosagem correta é de 20 mg.

Foram afetados os lotes 0062/26M, 0063/26M, 0064/26M, 0088/26M, 0089/26M, 0358/26M, 0415/26M, 0506/26M e 0507/26M, todos destinados ao uso hospitalar.

Apesar de o conteúdo dos comprimidos estar correto, a Anvisa destacou que a divergência na rotulagem pode provocar equívocos na dispensação e administração do medicamento, principalmente em hospitais e unidades de saúde, onde as informações das embalagens servem como referência para profissionais da área.

A orientação é para que instituições de saúde, farmácias hospitalares e demais estabelecimentos que possuam unidades dos lotes mencionados interrompam imediatamente o uso do produto e sigam as orientações do fabricante para devolução e substituição.

A Anvisa reforçou que a medida tem caráter preventivo e visa garantir a segurança dos pacientes e a correta utilização dos medicamentos em todo o país.

 
]]></description>
				
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 14:29:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Anvisa amplia uso de medicamento imunoterápico para tratamento de câncer de pulmão]]></title>
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				<description><![CDATA[Pacientes diagnosticados com câncer de pulmão de células não pequenas (CPCNP) passarão a contar com uma nova alternativa terapêutica no Brasil. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a ampliação das indicações de uso do medicamento Tevimbra® (tislelizumabe), permitindo sua aplicação em mais dois tipos de tratamento da doença.

A decisão foi publicada hoje, (1º) no Diário Oficial da União e representa um avanço nas opções disponíveis para pacientes que enfrentam uma das formas mais frequentes e agressivas de câncer pulmonar.

Com a atualização do registro, o medicamento poderá ser utilizado em combinação com os quimioterápicos carboplatina e paclitaxel ou nab-paclitaxel como terapia de primeira linha para adultos com câncer de pulmão de células não pequenas do tipo escamoso. A autorização contempla pacientes com doença localmente avançada que não possam ser submetidos à cirurgia ou à quimiorradioterapia baseada em platina, além daqueles que apresentam câncer em estágio metastático.

O tislelizumabe pertence à classe dos imunoterápicos, medicamentos que atuam estimulando o próprio sistema imunológico do organismo a reconhecer e combater as células cancerígenas. Nos últimos anos, esse tipo de tratamento tem ganhado espaço na oncologia por apresentar resultados promissores em diferentes tipos de tumores.

Especialistas apontam que a ampliação do acesso a novas terapias pode contribuir para estratégias de tratamento mais individualizadas, levando em consideração as características clínicas de cada paciente e a evolução da doença.

O câncer de pulmão continua entre os tipos de câncer com maior incidência e mortalidade no mundo, tornando fundamentais os investimentos em diagnóstico precoce, prevenção e ampliação das opções terapêuticas disponíveis para a população.

 
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 15:06:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA["Tenda da Imunização" mobiliza Coxim em grande ação contra a Influenza hoje (29) sexta-feira]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/tenda-da-imunizacao-mobiliza-coxim-em-grande-acao-contra-a/49906/</link>
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				<description><![CDATA[A Prefeitura de Coxim, por meio da Secretaria Municipal de Saúde Pública, realiza hoje, sexta-feira, 29 de maio, uma grande mobilização de vacinação contra a Influenza. A ação especial, denominada “Tenda da Imunização”, acontecerá das 17h às 20h, na Praça João Ferreira de Albuquerque, conhecida pela população como antiga Concha Acústica, com atendimento gratuito e aberto para pessoas de todas as idades.

A campanha foi organizada com o objetivo de ampliar a cobertura vacinal no município e facilitar o acesso da população à imunização em um horário alternativo, permitindo que trabalhadores, estudantes e famílias possam procurar a vacina após o expediente comercial. A expectativa da Secretaria de Saúde é reunir centenas de pessoas durante a noite de vacinação e fortalecer a proteção coletiva contra o vírus da gripe.

Com o slogan “Proteção que cuida, vacinação que salva”, a mobilização reforça a importância da prevenção e da responsabilidade social no combate às doenças respiratórias, especialmente neste período do ano em que as temperaturas começam a cair e os casos de síndromes gripais aumentam em todo o país.

A Influenza é uma infecção viral altamente contagiosa que afeta o sistema respiratório e pode causar complicações graves, principalmente em idosos, crianças pequenas, gestantes e pessoas com doenças crônicas. Entre os sintomas mais comuns estão febre, dor no corpo, dor de cabeça, tosse, coriza, cansaço e mal-estar.

Embora muitos casos evoluam de forma leve, especialistas alertam que o vírus pode provocar agravamentos importantes, levando inclusive à internação hospitalar. Por isso, a vacinação continua sendo apontada pelas autoridades de saúde como a maneira mais eficaz de reduzir complicações, mortes e a circulação do vírus.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, a campanha em Coxim busca justamente ampliar a conscientização da população sobre a necessidade da imunização anual. Isso porque o vírus da gripe sofre constantes mutações, exigindo atualização frequente da vacina para garantir maior eficácia na proteção.

A “Tenda da Imunização” contará com uma estrutura preparada especialmente para receber a comunidade de forma rápida, organizada e segura. Equipes de enfermagem e profissionais da saúde estarão no local realizando a aplicação das doses e orientando os moradores sobre a importância da vacinação.

Além disso, a escolha da Praça João Ferreira de Albuquerque como ponto da ação busca aproximar os serviços públicos da população, levando a vacinação para um espaço central e de fácil acesso.

A administração municipal destaca que a iniciativa também representa uma estratégia para alcançar pessoas que ainda não conseguiram comparecer às unidades de saúde durante o horário convencional de atendimento.

“Nosso objetivo é facilitar o acesso da população à vacina e ampliar a cobertura vacinal no município. A proteção coletiva depende da participação de todos”, reforçou a equipe da Secretaria de Saúde.

Diferente de ações anteriores focadas apenas em grupos prioritários, a mobilização desta sexta-feira será destinada para homens, mulheres, crianças, jovens, adultos e idosos. A ampliação do público busca acelerar a imunização da população e reduzir os riscos de transmissão do vírus no município.

A orientação é para que os moradores levem documento pessoal, cartão do SUS e carteira de vacinação, caso possuam. O atendimento será realizado por ordem de chegada.

A Secretaria de Saúde lembra ainda que pessoas com sintomas gripais intensos ou febre no momento da ação devem procurar orientação médica antes de receber a dose.

A realização da campanha ocorre em um momento de atenção para as autoridades sanitárias em todo o Brasil. Com a chegada do outono e a aproximação do inverno, aumenta significativamente a circulação de vírus respiratórios, elevando a procura por atendimentos médicos e internações hospitalares.

Nos últimos meses, diversos estados brasileiros registraram crescimento nos casos de gripe e outras doenças respiratórias, principalmente entre crianças e idosos. Em algumas regiões, hospitais já operam com aumento na demanda por leitos clínicos e de terapia intensiva.

Diante desse cenário, o Ministério da Saúde tem reforçado a importância das campanhas municipais de vacinação para reduzir os impactos da Influenza e evitar sobrecarga nos serviços de saúde.

Em Coxim, a Secretaria Municipal de Saúde afirma que vem intensificando as estratégias de conscientização e vacinação justamente para proteger a população antes do período mais crítico do inverno.

A campanha também tem como objetivo combater a desinformação e reforçar a confiança da população nas vacinas. Profissionais da saúde destacam que a imunização é segura, eficaz e fundamental para proteger tanto quem recebe a dose quanto as pessoas mais vulneráveis ao redor.

Além da proteção individual, a vacinação ajuda a diminuir a circulação do vírus na comunidade, reduzindo surtos e prevenindo complicações mais graves.

“Vacinar é um ato de cuidado consigo mesmo e com o próximo”, reforça a mensagem da campanha divulgada pela Prefeitura.

A Prefeitura de Coxim e a Secretaria Municipal de Saúde Pública fazem um convite para que toda a comunidade participe da “Tenda da Imunização” nesta sexta-feira. A expectativa é transformar a mobilização em uma grande corrente de conscientização e prevenção, reforçando o compromisso do município com a saúde da população.

Então, lembre-se: a ação acontecerá:

 Na praça João Ferreira de Albuquerque (praça da Concha Acústica)
 Sexta-feira, 29 de maio de 2026
 Das 17h às 20h
 Para todas as idades

A orientação é clara: manter a vacinação em dia é uma das formas mais importantes de prevenir doenças, proteger famílias e salvar vidas.
]]></description>
				
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Fri, 29 May 2026 06:31:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Anvisa aprova novo medicamento para tratamento e prevenção da enxaqueca no Brasil]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/anvisa-aprova-novo-medicamento-para-tratamento-e-prevencao-da/49857/</link>
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				<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou ontem, segunda-feira (25) a comercialização de um novo medicamento voltado ao tratamento da enxaqueca em adultos no Brasil. O remédio, chamado Nurtec ODT, desenvolvido pela farmacêutica Pfizer, poderá ser utilizado tanto para aliviar crises quanto para prevenir episódios frequentes da doença.

Segundo as informações divulgadas, o medicamento é indicado para pacientes que sofrem com enxaqueca com ou sem aura condição caracterizada por alterações visuais ou sensitivas antes do início da dor. Além disso, o tratamento preventivo poderá ser utilizado por adultos que apresentam quatro ou mais crises por mês.

O princípio ativo do remédio é o rimegepanto, substância que atua diretamente no bloqueio do CGRP, proteína associada aos processos inflamatórios e à dor provocada pela enxaqueca.

Considerada uma doença neurológica crônica e incapacitante, a enxaqueca afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Além das fortes dores de cabeça, os pacientes também podem apresentar sintomas como náuseas, vômitos, sensibilidade à luz e intolerância a sons.

A aprovação do novo medicamento representa mais uma alternativa terapêutica para pacientes que convivem com crises frequentes e impactos na qualidade de vida. Ainda não há informações sobre a data de início da comercialização do produto nas farmácias brasileiras.
]]></description>
				
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Tue, 26 May 2026 10:30:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[A partir de amanhã, empresas no Brasil passam a avaliar riscos à saúde mental no trabalho]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/a-partir-de-hoje-empresas-privadas-de-todo-o-brasil-passam-a-ter-que/49854/</link>
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				<description><![CDATA[A partir de amanhã, terça-feira (26), empresas de todo o Brasil passam a ter a obrigação de incluir fatores psicossociais na avaliação de riscos do ambiente de trabalho. A mudança faz parte da atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), do Ministério do Trabalho e Emprego, e amplia o olhar sobre a saúde dos trabalhadores, incluindo também a saúde mental.

Na prática, situações como excesso de cobrança, pressão constante, assédio moral, metas consideradas abusivas, sobrecarga de tarefas e falta de apoio da chefia passam a ser oficialmente reconhecidas como riscos ocupacionais que devem ser monitorados pelas empresas.

A nova regra não significa que todas as empresas serão multadas imediatamente ou obrigadas a resolver todos os problemas de uma só vez. Segundo o governo federal, o início da fiscalização terá caráter orientativo e educativo, dando prazo para adaptação das organizações.

A atualização da NR-1 determina que os empregadores passem a identificar, avaliar e criar estratégias para reduzir fatores que possam causar adoecimento psicológico nos funcionários. Os riscos deverão fazer parte do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), documento obrigatório relacionado à segurança e saúde no trabalho.

Nos últimos anos, o aumento dos casos de ansiedade, síndrome de burnout e afastamentos por questões emocionais acendeu um alerta em todo o país. Dados do INSS mostram crescimento significativo nos pedidos de afastamento relacionados à saúde mental.

Especialistas apontam que ambientes de trabalho mais saudáveis contribuem não apenas para a qualidade de vida dos funcionários, mas também para a produtividade das empresas. Entre as medidas que podem ser adotadas estão a melhoria na comunicação interna, o combate ao assédio, a definição mais clara de funções, metas realistas e o incentivo ao equilíbrio entre vida pessoal e profissional.

A mudança também reforça a necessidade de as empresas criarem espaços mais humanizados e atentos ao bem-estar emocional dos trabalhadores, tema que vem ganhando cada vez mais destaque dentro das relações profissionais no Brasil.

 
]]></description>
				
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Mon, 25 May 2026 17:27:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Mato Grosso do Sul tem 3º melhor índice de aleitamento materno exclusivo do país
]]></title>
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				<description><![CDATA[Mato Grosso do Sul está entre os estados brasileiros com os melhores índices de aleitamento materno exclusivo do país. Dados do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN) de 2026 apontam que 64% das crianças menores de seis meses no Estado recebem exclusivamente leite materno, percentual acima da média nacional, de 57%.

O resultado coloca Mato Grosso do Sul com o 3º melhor desempenho do Brasil e reforça os avanços das políticas públicas voltadas à primeira infância, além do fortalecimento da Atenção Primária à Saúde (APS), com ações permanentes de incentivo à amamentação, acompanhamento das gestantes e qualificação das equipes de saúde.

De acordo com a referência técnica em Aleitamento Materno e gerente da Rede de Bancos de Leite Humano da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Liliane Dias Tenório Rodrigues, o desempenho é resultado de um trabalho contínuo realizado em parceria com os municípios.

“Esse percentual demonstra o compromisso das equipes de saúde com o cuidado materno-infantil e o fortalecimento das ações de promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno. Mato Grosso do Sul vem consolidando uma rede de cuidado que começa no pré-natal e segue nos primeiros anos de vida da criança”, destacou Liliane.

Estratégias fortalecem amamentação

Entre as estratégias adotadas no Estado estão a ampliação das ações da Estratégia Amamenta e Alimenta Brasil, capacitações para profissionais da saúde e o fortalecimento do acompanhamento às mães durante o pré-natal e o pós-parto.

As unidades de saúde desempenham papel fundamental nesse processo, orientando sobre a importância do aleitamento materno exclusivo até os seis meses e apoiando as famílias diante das dificuldades que podem surgir durante a amamentação.

Além dos benefícios nutricionais, o leite materno contribui para o fortalecimento da imunidade, prevenção de doenças e desenvolvimento saudável das crianças.

Estado reforça importância da doação de leite humano

Durante o mês de conscientização sobre a doação de leite humano, a SES também reforça a importância das doadoras para o atendimento de recém-nascidos prematuros e de baixo peso internados em unidades neonatais.

A Rede de Bancos de Leite Humano do Estado atua na coleta, processamento e distribuição do leite doado, garantindo suporte essencial para bebês que necessitam desse cuidado especializado.

“A doação de leite humano é um gesto de solidariedade que faz diferença na recuperação e no desenvolvimento de muitos recém-nascidos. Cada doação pode ajudar a salvar vidas”, ressaltou Liliane.
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Thu, 21 May 2026 10:56:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[Anvisa suspende lote de repelente após falha em substância contra mosquito da dengue]]></title>
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				<description><![CDATA[Uma decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) colocou consumidores em alerta nesta quarta-feira (20) após a interdição cautelar de um lote do repelente Repele Mavaro. A medida foi tomada depois que análises laboratoriais identificaram falhas em um componente essencial para a proteção contra mosquitos e outros insetos.

O lote afetado é o 61/411, fabricado pela empresa Mavaro Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. A partir da determinação, os produtos não podem mais ser vendidos nem utilizados até o encerramento das investigações.

Segundo informações divulgadas pela Anvisa, a irregularidade foi encontrada durante testes envolvendo o IR3535, princípio ativo amplamente utilizado em repelentes.

A substância é responsável por afastar insetos como o Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, além de outros parasitas e mosquitos que podem causar doenças.

O laudo técnico apontou resultado insatisfatório relacionado ao desempenho do composto químico. Embora a agência não tenha detalhado exatamente qual foi a falha identificada, a preocupação é que o produto não esteja oferecendo a proteção prometida ao consumidor.

A chamada “interdição cautelar” é aplicada quando existem suspeitas de irregularidades que possam comprometer a qualidade, segurança ou eficácia de um produto.

Na prática, a decisão impede temporariamente a comercialização e o uso do lote até que novas análises sejam concluídas.

O exame que identificou a desconformidade foi realizado pelo Instituto Adolfo Lutz, um dos principais centros laboratoriais de referência do país.

A decisão da Anvisa acontece em um momento de preocupação nacional com doenças transmitidas pelo mosquito da dengue. Em várias regiões do país, autoridades de saúde seguem reforçando campanhas de prevenção e combate aos focos do Aedes aegypti.

Por isso, especialistas orientam que consumidores fiquem atentos aos produtos utilizados na proteção contra insetos e observem sempre informações como lote, validade e registro sanitário.

Quem possui o repelente Repele Mavaro deve conferir o número do lote na embalagem do produto. Caso pertença ao lote 61/411, a recomendação é suspender o uso até que a situação seja oficialmente esclarecida pelas autoridades sanitárias.

A Anvisa informou que a interdição permanece válida enquanto a investigação estiver em andamento e novas medidas ainda poderão ser adotadas dependendo dos resultados finais das análises.

 
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Wed, 20 May 2026 11:31:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[SUS oferece tratamento gratuito para quem quer largar o cigarro]]></title>
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				<description><![CDATA[Parar de fumar é um desafio para milhões de brasileiros, mas muita gente ainda não sabe que o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece tratamento completo e gratuito para ajudar quem deseja abandonar o cigarro. O atendimento inclui acompanhamento médico, apoio psicológico, grupos terapêuticos e até medicamentos e reposição de nicotina em alguns casos.

A iniciativa faz parte do Programa Nacional de Controle do Tabagismo, coordenado pelo Ministério da Saúde, e está disponível em unidades básicas de saúde de diversos municípios, incluindo cidades do interior de Mato Grosso do Sul.

Ao contrário do que muitos imaginam, parar de fumar não depende apenas de decisão pessoal. A nicotina provoca dependência química e pode gerar sintomas fortes de abstinência, como ansiedade, irritação, insônia, dor de cabeça e aumento do apetite.

Por isso, o tratamento oferecido pelo SUS trabalha diferentes frentes ao mesmo tempo. O paciente recebe acompanhamento de profissionais da saúde e participa de encontros coletivos ou individuais voltados ao controle da dependência.

Em muitos casos, também podem ser disponibilizados adesivos de nicotina, gomas de mascar, pastilhas e medicamentos que ajudam a reduzir os sintomas da abstinência.

O tabagismo é considerado uma das principais causas evitáveis de doenças e mortes no mundo. Segundo o Ministério da Saúde, fumar aumenta drasticamente os riscos de:

Câncer de pulmão, boca, garganta e outros tipos

Infarto e AVC 

Bronquite e enfisema pulmonar

Hipertensão 

Doenças cardiovasculares

Complicações respiratórias

Além dos danos ao fumante, o cigarro também afeta quem convive com a fumaça, os chamados fumantes passivos.

Especialistas afirmam que o corpo começa a reagir positivamente poucas horas após o último cigarro. Entre os benefícios estão:

Melhora da respiração

Redução da pressão arterial

Melhora da circulação sanguínea

Recuperação gradual do paladar e olfato

Diminuição do risco de doenças graves ao longo dos anos. 

Com o passar do tempo, a qualidade de vida melhora significativamente, incluindo mais disposição para atividades do dia a dia.

Quem deseja parar de fumar deve procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima. A equipe fará uma avaliação e encaminhará o paciente para os grupos e atendimentos disponíveis no município.

O tratamento é sigiloso e pode ser iniciado por qualquer pessoa interessada em abandonar o vício.

Profissionais de saúde reforçam que recaídas podem acontecer durante o processo, mas isso não significa fracasso. O importante é continuar buscando apoio e persistir no tratamento.

Outro ponto que chama atenção das autoridades de saúde é o aumento do uso de cigarros eletrônicos entre adolescentes e jovens adultos. Embora muitos acreditem que os dispositivos sejam menos prejudiciais, especialistas alertam que eles também causam dependência e podem trazer sérios danos à saúde pulmonar e cardiovascular.

O Ministério da Saúde e a Anvisa reforçam que os cigarros eletrônicos continuam proibidos no Brasil.

A oferta gratuita do tratamento pelo SUS representa uma oportunidade importante para quem deseja abandonar o cigarro, melhorar a saúde e prevenir doenças graves. Apesar disso, muitos brasileiros ainda desconhecem que esse atendimento existe e pode ser acessado diretamente pela rede pública de saúde.

Buscar ajuda profissional pode fazer toda a diferença para transformar uma tentativa difícil em uma conquista definitiva.

 
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Wed, 20 May 2026 09:25:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Governo de MS abre seleção na área da saúde digital com salários de até R$ 5,4 mil]]></title>
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				<description><![CDATA[Profissionais da área da saúde que buscam oportunidade no serviço público já podem se preparar para um novo processo seletivo aberto pelo Governo de Mato Grosso do Sul. A seleção oferece 15 vagas temporárias para atuação na área de saúde digital, telessaúde e telemedicina, setores que vêm ganhando cada vez mais espaço no atendimento do SUS em todo o Estado.

O edital foi publicado pela Secretaria de Estado de Saúde em parceria com a Secretaria de Administração e contempla vagas para médicos, enfermeiros, psicólogos, cirurgiões-dentistas e fisioterapeutas.

A proposta do governo é ampliar o suporte técnico aos municípios e fortalecer o funcionamento das plataformas digitais utilizadas na rede pública de saúde, principalmente nos atendimentos remotos e serviços especializados realizados à distância.

As vagas foram distribuídas entre cinco áreas da saúde:

4 vagas para médicos

4 vagas para enfermeiros 

3 vagas para psicólogos 

2 vagas para cirurgiões-dentistas

2 vagas para fisioterapeutas

Os profissionais selecionados irão atuar diretamente no apoio técnico às equipes municipais, acompanhamento de sistemas de telemedicina, capacitação de profissionais da saúde e desenvolvimento de ações voltadas à modernização dos atendimentos do SUS.

As jornadas de trabalho variam entre 20 e 40 horas semanais, dependendo da função exercida. Os salários podem ultrapassar R$ 5,4 mil, incluindo vencimento base e adicional de função.

Para médicos, enfermeiros e cirurgiões-dentistas, a remuneração chega a R$ 5.405,66. Já psicólogos e fisioterapeutas terão salário de R$ 5.270,52.

As inscrições já estão abertas e seguem até o dia 28 de maio, exclusivamente pela internet, através do portal oficial do E-Concurso MS.

O processo seletivo será realizado em duas etapas: inscrição obrigatória e avaliação curricular, utilizada para classificação dos candidatos.

O edital também prevê reserva de vagas para pessoas negras, indígenas e candidatos com deficiência, conforme a legislação estadual.

A previsão do governo é divulgar o resultado final e a homologação do processo seletivo no dia 23 de junho de 2026.
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Tue, 19 May 2026 11:10:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Mato Grosso do Sul registra 34 casos de meningite e 8 mortes em 2026, mas SES descarta surto]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/mato-grosso-do-sul-registra-34-casos-de-meningite-e-8-mortes-em-2026/49730/</link>
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				<description><![CDATA[A Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul informou que os casos de meningite registrados neste ano não configuram surto no Estado. Apesar do número de confirmações e mortes, o órgão explicou que não há relação epidemiológica entre os pacientes, situação necessária para caracterizar um surto da doença.

Segundo dados atualizados até a Semana Epidemiológica 17 de 2026, Mato Grosso do Sul contabiliza 34 casos confirmados de meningite e 8 mortes provocadas pela doença neste ano.

As ocorrências envolvem diferentes tipos de meningite, causadas por vírus, bactérias e fungos, o que, conforme a SES, demonstra que os casos aconteceram de forma isolada e sem ligação direta entre si.

A vigilância em saúde segue monitorando os registros em todas as regiões do Estado, acompanhando a evolução dos pacientes e realizando ações preventivas para evitar novos casos.

A meningite é considerada uma doença grave e pode apresentar sintomas como febre alta, forte dor de cabeça, rigidez na nuca, vômitos, sonolência e confusão mental. Em situações mais severas, a enfermidade pode evoluir rapidamente, exigindo atendimento médico imediato.

A Secretaria de Saúde reforça que a vacinação continua sendo uma das principais formas de prevenção, além da busca rápida por atendimento ao surgirem os primeiros sintomas.

 
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Mon, 18 May 2026 16:28:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Anvisa acompanha recolhimento de medicamentos usados para colesterol e inflamações ]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/anvisa-acompanha-recolhimento-de-medicamentos-usados-para-colesterol-e/49719/</link>
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				<description><![CDATA[Três medicamentos amplamente utilizados no tratamento de colesterol alto e processos inflamatórios entraram em processo de recolhimento voluntário no Brasil após identificação de possíveis problemas em lotes específicos. A medida envolve produtos fabricados pelas empresas Cimed Indústria S.A. e Hypofarma Instituto de Hypodermia e Farmácia LTDA.

Entre os medicamentos afetados estão a atorvastatina cálcica 40 mg e a rosuvastatina cálcica 20 mg, ambos pertencentes à classe das estatinas, indicadas para o controle do colesterol e prevenção de doenças cardiovasculares, como infarto e AVC. O recolhimento atinge o lote 2424299 dos dois produtos.

Segundo informações divulgadas no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (18), a decisão foi tomada após suspeita de troca de embalagens entre os medicamentos durante o processo de distribuição. A investigação aponta que unidades da rosuvastatina 20 mg podem ter sido acondicionadas em embalagens destinadas à atorvastatina cálcica 40 mg.

Os dois medicamentos são amplamente receitados para pacientes com colesterol elevado. A atorvastatina atua na redução do LDL, conhecido como colesterol ruim, além de diminuir os triglicerídeos. Já a rosuvastatina também auxilia no controle do colesterol e pode aumentar os níveis do HDL, considerado colesterol bom.

Outro produto incluído no recolhimento é o Fosfato Dissódico de Dexametasona 4 mg/ml solução injetável, comercializado em caixas com 50 unidades. Neste caso, a medida envolve o lote 25091566.

De acordo com o comunicado oficial, o recolhimento foi iniciado após a identificação de turvação na solução quando o medicamento é diluído em conjunto com determinados fármacos. O Fosfato Dissódico de Dexametasona é um corticoide sintético utilizado em tratamentos contra inflamações severas, reações alérgicas, doenças autoimunes e outras condições clínicas que exigem ação anti-inflamatória rápida.

Especialistas orientam que pacientes que utilizam os medicamentos verifiquem o número do lote presente nas embalagens e procurem orientação médica ou farmacêutica em caso de dúvidas. A recomendação é não interromper tratamentos sem acompanhamento profissional.

O recolhimento voluntário é um procedimento previsto pelas autoridades sanitárias para garantir a segurança dos consumidores e evitar riscos relacionados à qualidade ou identificação dos medicamentos distribuídos no mercado.

 
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Mon, 18 May 2026 11:50:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Glaucoma: doença silenciosa pode causar perda irreversível da visão se não for tratada]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/glaucoma-doenca-silenciosa-pode-causar-perda-irreversivel-da-visao-se/49676/</link>
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				<description><![CDATA[O glaucoma é uma das principais causas de cegueira no mundo e preocupa especialistas justamente por agir de forma silenciosa em grande parte dos casos. A doença afeta o nervo óptico responsável por levar as imagens captadas pelos olhos até o cérebro e, quando não diagnosticada e tratada precocemente, pode provocar perda permanente da visão.
Muitas pessoas convivem com o glaucoma durante anos sem perceber qualquer sintoma. Isso acontece porque, na maioria dos casos, a doença evolui lentamente, comprometendo primeiro a visão periférica. Quando os sinais se tornam mais evidentes, parte da visão já pode ter sido perdida de forma definitiva.
Nossa reportagem conversou com o Médico Coxinense; Dr Fernando Fontoura que nos esclareceu muitas dúvidas em um bate papo muito importante que vamos trazer para vocês agora.


O glaucoma é um grupo de doenças oculares geralmente associado ao aumento da pressão dentro dos olhos. Esse aumento pode causar danos progressivos ao nervo óptico, comprometendo a visão ao longo do tempo.
Existem diferentes tipos de glaucoma, mas o mais comum é o glaucoma crônico de ângulo aberto, considerado o mais silencioso. Há também o glaucoma agudo, que surge de forma repentina e exige atendimento médico imediato.


Nos estágios iniciais, o glaucoma costuma não apresentar sintomas claros. Por isso, os exames oftalmológicos periódicos são fundamentais, especialmente após os 40 anos.
Quando os sinais aparecem, eles podem incluir:


	Perda gradual da visão lateral
	Dificuldade para enxergar em ambientes escuros
	Visão embaçada
	Sensação de pressão nos olhos
	Dor ocular intensa em casos agudos
	Vermelhidão nos olhos
	Náuseas e dor de cabeça associadas à dor ocular; 
	Aparição de halos luminosos ao redor das luzes. 


No glaucoma agudo, os sintomas aparecem rapidamente e podem representar uma emergência médica.
Alguns fatores aumentam as chances de desenvolver glaucoma, como:


	Histórico da doença na família
	Idade acima de 40 anos 
	Diabetes
	Hipertensão arterial
	Uso prolongado de corticoides
	Alta miopia
	Pressão ocular elevada


Especialistas alertam que pessoas com fatores de risco devem manter acompanhamento oftalmológico regular para detectar alterações precocemente.
Embora o glaucoma não tenha cura, o tratamento pode controlar a doença e impedir a progressão da perda visual. O principal objetivo é reduzir a pressão ocular.
O tratamento pode incluir:


	Colírios específicos prescritos pelo oftalmologista
	Medicamentos
	Aplicação de laser 
	Cirurgias em casos mais avançados


O acompanhamento médico contínuo é essencial, já que o controle inadequado pode levar ao agravamento do quadro.
A principal forma de prevenção é realizar consultas regulares com o oftalmologista, mesmo sem sintomas. Exames simples conseguem medir a pressão ocular e avaliar o nervo óptico, permitindo o diagnóstico precoce.
Manter doenças como diabetes e hipertensão controladas também ajuda a proteger a saúde ocular.
Campanhas de conscientização reforçam que cuidar da visão é fundamental, já que o glaucoma pode evoluir silenciosamente e comprometer de maneira definitiva uma das funções mais importantes do corpo humano. Agradecemos ao Dr Fernando Fontoura pelas informações e por colaborar para sanar dúvidas sobre um tema tão importante.
 
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Fri, 15 May 2026 06:35:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Mato Grosso do Sul avança e se consolida entre líderes em transplantes no Brasil]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/mato-grosso-do-sul-avanca-e-se-consolida-entre-lideres-em-transplantes/49648/</link>
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				<description><![CDATA[Mato Grosso do Sul vem se destacando no cenário nacional da saúde pública ao conquistar posições de destaque nos índices de transplantes realizados pelo SUS. Dados recentes do Registro Brasileiro de Transplantes apontam que o Estado está entre os seis melhores do país tanto em transplantes de fígado quanto de córnea proporcionalmente à população.

O crescimento acompanha o avanço nacional da área, que registrou recorde histórico de procedimentos em 2025. Em MS, o fortalecimento da rede hospitalar, a ampliação das equipes especializadas e a melhoria da logística têm contribuído diretamente para aumentar o número de vidas salvas.

Somente nos quatro primeiros meses de 2026, o Estado contabilizou dezenas de transplantes de fígado, rim e córnea, além do aumento no número de doadores. Atualmente, centenas de pacientes seguem na fila aguardando por um órgão, o que reforça a importância da conscientização sobre a doação.

De acordo com a Central Estadual de Transplantes, um dos principais desafios ainda é a autorização familiar. Por isso, profissionais da área reforçam a necessidade de que as pessoas conversem com seus familiares sobre o desejo de serem doadoras.

Outro fator apontado como fundamental para o avanço dos indicadores é a ampliação da estrutura hospitalar em Mato Grosso do Sul. Mais hospitais passaram a ter capacidade para realizar exames de confirmação de morte encefálica, agilizando o processo de captação e aumentando as chances de os órgãos serem transplantados dentro do próprio Estado.

Além disso, a logística aérea tem desempenhado papel decisivo no transporte rápido de órgãos e equipes médicas, permitindo que operações sejam realizadas com mais eficiência tanto em cidades do interior quanto em outros estados.

Com os investimentos e a modernização da rede, Mato Grosso do Sul vem fortalecendo sua posição como referência regional em transplantes e ampliando as oportunidades de tratamento para pacientes que aguardam uma nova chance de vida.

 
]]></description>
				
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Wed, 13 May 2026 14:42:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[SES reforça cuidados contra hantavirose após investigação de caso suspeito]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/ses-reforca-cuidados-contra-hantavirose-apos-investigacao-de-caso/49644/</link>
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				<description><![CDATA[A Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul (SES) emitiu um alerta reforçando as medidas de prevenção, vigilância e cuidados relacionados à hantavirose, doença transmitida principalmente pela inalação de partículas contaminadas presentes na urina, fezes e saliva de roedores silvestres infectados.

Apesar de Mato Grosso do Sul não registrar casos confirmados da doença desde 2019, um caso suspeito está sendo investigado em Campo Grande. Segundo informações da SES, o paciente inicialmente recebeu atendimento com suspeita de leptospirose, mas exames complementares foram solicitados para descartar outras doenças com sintomas semelhantes, incluindo a hantavirose.

A doença é considerada grave e pode evoluir rapidamente. Os primeiros sintomas costumam ser parecidos com os de uma gripe forte, incluindo febre alta, dores musculares, cansaço intenso, dor abdominal, náuseas e vômitos. Em situações mais severas, a hantavirose pode atingir os pulmões e o sistema cardiovascular, provocando falta de ar e necessidade de atendimento médico urgente.

De acordo com especialistas, os maiores riscos de contaminação estão em ambientes fechados e pouco ventilados, como galpões, silos, depósitos, paiol e locais onde há presença de roedores. Trabalhadores rurais, pessoas que realizam limpeza desses espaços e moradores de áreas próximas à vegetação estão entre os grupos mais expostos.

A SES orienta a população de MS a adotar medidas preventivas simples, mas importantes, como evitar acúmulo de lixo e entulhos, manter alimentos armazenados em recipientes fechados e eliminar possíveis abrigos para ratos. Também é recomendado vedar frestas em casas e depósitos para impedir a entrada dos animais, no interior de MS nenhum caso foi registrado até o momento.

Outro cuidado essencial é durante a limpeza de locais fechados. A orientação é abrir portas e janelas e deixar o ambiente ventilando por pelo menos 30 minutos antes de iniciar a higienização. O uso de vassoura deve ser evitado, já que pode espalhar partículas contaminadas no ar. O ideal é utilizar pano úmido, água sanitária e, em situações de maior risco, equipamentos de proteção como luvas e máscaras.

A Secretaria destacou ainda que o Estado mantém monitoramento constante e protocolos de resposta rápida para doenças consideradas de impacto à saúde pública, buscando garantir atendimento adequado e identificação precoce de possíveis casos.

Parte superior do formulário

Parte inferior do formulário

 
]]></description>
				
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Wed, 13 May 2026 11:24:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Transtornos de saúde causaram 28% dos sinistros em rodovias do país]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/transtornos-de-saude-causaram-28-dos-sinistros-em-rodovias-do-pais/49635/</link>
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				<description><![CDATA[Questões relacionadas à saúde física e emocional dos motoristas, incluindo ausência de reação, sono, falta de atenção, transtornos mentais, mal súbito e uso de substâncias, além de consequências de doenças oculares e problemas motores e neurológicos, responderam por quase um terço dos sinistros de trânsito registrados em rodovias brasileiras entre 2014 e 2024. Os dados são da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet).

Com base em dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF), a entidade analisou 1.206.491 sinistros decorrentes de problemas de saúde ocorridos durante o período. O número representa 27,8% de um montante de 4.339.762 ocorrências registradas entre 2014 e 2024.

Os dados apontam que 49% dos sinistros, ou 2.144.175, estão relacionados ao comportamento dos condutores ao volante, incluindo situações de ultrapassagem em local proibido e excesso de velocidade, classificadas pela PRF como fator humano.

“Esses dois fatores – humano e saúde – estão relacionados a aproximadamente 80% de todas as ocorrências viárias em rodovias federais no período analisado. Esse cálculo só foi possível graças à metodologia adotada pela PRF, que registra o conjunto de informações que permite entender o contexto e as circunstâncias que levaram a cada sinistro”, destacou a Abramet.

Falha técnica

O levantamento mostra que problemas relacionados às rodovias, como geometria inadequada da pista, defeitos no pavimento ou ausência de sinalização representam 8% dos sinistros.

Em seguida, com quase 7% das ocorrências, estão sinistros ligados à conservação do veículo (falha de freio, pneus carecas, problemas na suspensão e nos faróis).

Por último, aspectos ambientais, incluindo chuvas intensas, neblina e animais na pista, aparecem como responsáveis por 4% das ocorrências.

Distribuição geográfica

Ao analisar especificamente problemas de saúde física e mental causadores de sinistros, percebe-se que o fator tem peso diferente entre os estados brasileiros.

Em alguns estados, estas ocorrências superam, em termos proporcionais, os 30% do volume acumulado no período. Exemplo disso são áreas com grande fluxo de transporte de cargas e viagens de longa distância, regiões que aparecem com situações de fadiga, distúrbios do sono, uso de álcool e outras substâncias psicoativas nos relatos da PRF.

A média nacional de sinistros causados por questões de saúde, segundo a Abramet, é 28%. Dez estados, entretanto, aparecem acima dessa linha – em Roraima, por exemplo, fatores relacionados à saúde são responsáveis por 35,1% das ocorrências. O percentual também é mais representativo no Mato Grosso do Sul (32,1%), no Pará (30,3%), no Rio Grande do Sul (30,1%) e no Piauí (30%).

Outros 15 estados ficaram abaixo da média nacional, enquanto o Acre mantém exatamente a média do país.

Em números absolutos, as rodovias federais de Minas Gerais registraram a maior quantidade de sinistros decorrentes de problemas de saúde (154.648).

Também se destacam nesse ranking, em ordem decrescente, Paraná, com 134.358 casos; Santa Catarina, com 120.665; Rio Grande do Sul, com 95.059; e São Paulo, com 84.250 registros. Dentre os estados, com menor número de ocorrências, estão Acre (4.219 casos), Amazonas (2.896) e Amapá (2.681).
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Tue, 12 May 2026 17:06:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Boom das academias em MS também é sentido em Coxim]]></title>
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				<description><![CDATA[O mercado fitness vive um dos momentos de maior crescimento em Mato Grosso do Sul e esse movimento também já pode ser percebido em Coxim. Dados da Junta Comercial de Mato Grosso do Sul mostram que, entre 2015 e 2025, além dos números parciais de 2026, foram abertas 1.197 academias em todo o Estado, enquanto 631 empresas encerraram as atividades no mesmo período.

O saldo positivo de 566 novos estabelecimentos confirma a expansão acelerada do setor, impulsionada principalmente pela maior procura da população por saúde, qualidade de vida e bem-estar físico.

Em Coxim, o crescimento também é visível. Nos últimos anos, novas academias, estúdios e espaços voltados à prática de atividades físicas passaram a surgir na cidade, acompanhando a mudança de comportamento da população coxinense. A procura por musculação, treinamento funcional, cross training, pilates e acompanhamento personalizado aumentou consideravelmente, principalmente após a pandemia.

O setor passou a atrair públicos de diferentes idades. Jovens em busca de condicionamento físico, adultos preocupados com a saúde e até idosos interessados em mais qualidade de vida ajudam a movimentar o mercado fitness local.

Os dados estaduais mostram ainda que o setor ganhou força nos últimos anos. Em 2015, Mato Grosso do Sul registrou a abertura de 60 academias. Já em 2025, esse número saltou para 182 novas empresas, crescimento superior a 200%.

Mesmo com o aumento nos encerramentos de empresas ao longo da última década, o volume de novos empreendimentos segue muito maior. Somente em 2026, Mato Grosso do Sul já contabiliza 101 novas academias abertas, contra apenas 22 fechamentos.

Além de incentivar hábitos saudáveis, o crescimento do segmento também movimenta a economia de cidades como Coxim, gerando empregos para profissionais de educação física, nutricionistas, fisioterapeutas e personal trainers, além de fortalecer o comércio ligado ao universo fitness.

O cenário mostra que o cuidado com a saúde deixou de ser apenas tendência e se tornou parte da rotina de milhares de sul-mato-grossenses realidade que também já transforma o dia a dia em Coxim
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Tue, 12 May 2026 15:28:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Autoridades investigam aplicação de emagrecedor em criança de 11 anos e riscos à saúde em MS
]]></title>
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				<description><![CDATA[Uma criança de 11 anos recebeu ao menos duas doses de tirzepatida aplicadas por familiares em Amambai, e a Justiça concedeu medidas protetivas de urgência após a denúncia da mãe.

Aplicações e sintomas

Segundo o boletim de ocorrência e o relatório médico, as injeções teriam sido feitas pelo tio da menina, um advogado de 38 anos, e pela avó materna, uma técnica de contabilidade de 68 anos. O medicamento é indicado para tratamento de diabetes tipo 2 em adultos.

O relato médico aponta que a criança foi pressionada com falas depreciativas sobre o peso corporal e, mesmo sem querer usar a medicação, teria sido induzida a aceitar as aplicações. Após cerca de duas semanas, passou a apresentar redução severa de apetite, tonturas, tremores, insônia e episódios de desmaio.

Perda de peso e decisão judicial

O exame clínico constatou perda de 5 kg em uma semana, além de desidratação. Diante da gravidade, a Justiça proibiu o tio e a avó de se aproximarem da vítima ou manterem qualquer tipo de contato com ela.

Investigação e riscos do uso

O caso segue sob investigação das autoridades competentes. De acordo com o médico que atendeu a menina, o uso desse tipo de medicamento em crianças pode causar desidratação severa, comprometer o crescimento e o desenvolvimento, aumentar o risco de complicações na circulação e na pressão arterial e provocar perda excessiva de peso.

Ele também informou que a tirzepatida é originalmente indicada para o tratamento de diabetes mellitus tipo 2 em adultos e que, na população pediátrica, o uso é descrito como extremamente restrito e dependente de acompanhamento especializado.
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Fri, 08 May 2026 15:15:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Brasil bate recorde de transplantes com 31 mil realizados em 2025]]></title>
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				<description><![CDATA[O Brasil registrou 31 mil transplantes em 2025, um recorde histórico no país. O número representa crescimento de 21% em relação a 2022, quando foram realizados 25,6 mil transplantes. O resultado reflete o avanço da logística e da organização do sistema em todo o país, com o fortalecimento de parcerias institucionais e a ampliação do acesso dos pacientes aos transplantes.

A consolidação da distribuição interestadual, coordenada pela Central Nacional de Transplantes, tem sido decisiva nesse processo. Em 2025, essa estratégia viabilizou 867 transplantes renais, 375 hepáticos, 100 cardíacos, 25 pulmonares e quatro de pâncreas, contribuindo para atender prioridades clínicas e reduzir perdas de órgãos mais sensíveis ao tempo de isquemia.

Os resultados também refletem o esforço conjunto entre o Ministério da Saúde, companhias aéreas e a FAB (Força Aérea Brasileira) para garantir o transporte ágil de órgãos e equipes de captação e transplante. Em 2025, foram feitos 4.808 voos — um aumento de 22% em relação a 2022 —, o que contribui para que os órgãos cheguem a tempo ao destino, ampliando as chances de transplante e salvando mais vidas em diferentes regiões do país.

Houve também aumento no número de equipes de captação, o que contribui para ampliar a identificação de doadores. Esses profissionais passaram de 1.537, em 2022, para 1.600 em 2026.

Apesar dos avanços, ainda há um desafio importante: a recusa familiar à doação de órgãos. Hoje, cerca de 45% das famílias não autorizam a doação, o que limita o número de transplantes que poderiam ser feitos. Essa é uma decisão que ocorre em momento difícil, de dor e impacto emocional. Por isso, falar sobre o tema com a família faz diferença. Quando o desejo de ser doador é conhecido, a decisão se torna mais segura e pode ajudar a salvar outras vidas.

Capacitação

O Ministério da Saúde tem investido na qualificação do SNT (Sistema Nacional de Transplantes). Entre as iniciativas está o Prodot (Programa Nacional de Qualidade na Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes), que prepara profissionais de saúde para identificar potenciais doadores, conduzir entrevistas com acolhimento às famílias e qualificar todo o processo de doação.

Mais de mil profissionais de saúde já se formaram nos estados de Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia, Tocantins, Distrito Federal, Mato Grosso, Goiás, Alagoas, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe.

Recorde

O transplante de córnea foi o mais realizado em 2025, com 17.790 procedimentos. Em seguida, aparecem os de rim, com 6.697; medula óssea, com 3.993; fígado, com 2.573; e coração, com 427. Em todos os casos, o SUS (Sistema Único de Saúde) fornece aos pacientes toda a assistência necessária de forma gratuita, incluindo exames preparatórios, cirurgia, acompanhamento e medicamentos pós-transplante.

O SUS financia cerca de 86% dos transplantes no país, assegurando acesso gratuito e universal. Para garantir atendimento qualificado, o Ministério da Saúde também destinou mais recursos para o SNT em 2025. Enquanto em 2022 o investimento foi de R$ 1,1 bilhão, no ano passado os recursos federais alcançaram R$ 1,5 bilhão, um crescimento de 37%.

Transplantes

O acesso ao transplante de órgãos, tecidos ou medula óssea no Brasil ocorre por meio do SNT. Para ingressar na lista de espera, o paciente deve ser encaminhado a um estabelecimento de saúde habilitado, onde passa por avaliação de equipe médica especializada e realiza os exames necessários. Confirmada a indicação para o transplante, a equipe responsável faz a inscrição do paciente no sistema, registrando também as características do doador compatíveis com o seu perfil clínico.

A lista de espera por transplantes é dinâmica e varia de acordo com a condição clínica dos pacientes e a disponibilidade de doadores compatíveis. O SNT passou por modernização nos últimos anos, com a incorporação de novas tecnologias e a ampliação do acesso aos serviços especializados. Entre essas iniciativas, destaca-se a Prova Cruzada Virtual, que permite avaliar previamente a compatibilidade entre doador e receptor, reduzindo o risco de rejeição e conferindo mais agilidade ao processo.

Midiamax 
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Thu, 07 May 2026 08:44:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Meningite registra mortes em MS em 2026 e autoridades reforçam importância da vacinação]]></title>
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				<description><![CDATA[Mato Grosso do Sul voltou a acender o alerta para os casos de meningite em 2026. Dados da Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul apontam que a doença já provocou seis mortes no estado neste ano, apesar de o cenário ser considerado dentro do padrão esperado pelas autoridades de saúde.

A meningite é uma inflamação das membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal e pode ser causada por vírus, bactérias, fungos ou até parasitas. Em algumas situações, a evolução é rápida e pode levar a complicações graves, incluindo óbito, especialmente nos casos bacterianos.

O monitoramento da doença mostra uma leve tendência de queda nos registros nos últimos anos. Em 2022, foram 134 casos confirmados. Em 2023, o número ficou em 132, seguido por 131 em 2024 e 115 em 2025.

Em 2026, até a 15ª semana epidemiológica, já são 22 casos confirmados e seis mortes no estado.

Entre os óbitos registrados neste ano, a maioria está associada à meningite bacteriana, considerada uma das formas mais graves da doença. Também há registros relacionados a outras causas, como infecções por pneumococo e fungos, além de casos sem especificação do agente.

Especialistas reforçam que a forma mais eficaz de prevenção continua sendo a vacinação, disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde. O calendário inclui doses importantes desde os primeiros meses de vida até a adolescência.

Entre as vacinas ofertadas estão a BCG, aplicada ao nascer, além das doses pentavalente, pneumocócica e meningocócica, que protegem contra os principais agentes causadores da doença.

A meningite pode ser transmitida por meio de secreções respiratórias, como saliva, tosse e espirro, o que facilita a disseminação em ambientes fechados ou com grande circulação de pessoas.

Diante disso, além da vacinação, medidas simples como evitar compartilhamento de objetos pessoais e manter cuidados com a higiene ajudam a reduzir os riscos de contágio.

Mesmo com o cenário considerado controlado, as autoridades de saúde destacam a importância de manter a atenção e, principalmente, a carteira de vacinação atualizada para evitar casos graves da doença.
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Tue, 05 May 2026 17:28:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Governo cria programa para ampliar atendimento especializado no SUS com apoio da rede privada]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/governo-cria-programa-para-ampliar-atendimento-especializado-no-sus/49434/</link>
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				<description><![CDATA[O governo federal apresentou uma nova estratégia para tentar reduzir a espera por consultas, exames e cirurgias especializadas no Sistema Único de Saúde. Batizada de Agora Tem Especialistas, a iniciativa busca ampliar a capacidade de atendimento por meio de parcerias com hospitais privados e instituições filantrópicas.

A proposta permite que essas unidades utilizem sua estrutura para atender pacientes da rede pública em troca de benefícios fiscais, como abatimento ou quitação de dívidas tributárias com a União. A medida foi regulamentada por normas do Ministério da Saúde e faz parte de um pacote de ações voltadas à melhoria do acesso à saúde especializada.

Na prática, o programa abre caminho para que procedimentos de média e alta complexidade que costumam ter maior demanda reprimida sejam realizados também fora da rede pública tradicional. A expectativa do governo é reduzir o tempo de espera enfrentado por milhares de pacientes em todo o país.

Outro objetivo é aproveitar a capacidade ociosa existente em hospitais particulares e filantrópicos, integrando esses serviços ao atendimento público sem a necessidade de construir novas unidades de saúde no curto prazo.

A previsão oficial é de que os primeiros atendimentos dentro desse novo modelo comecem a ser ofertados a partir do mês de agosto. Até lá, estados e municípios devem organizar a demanda e alinhar a oferta de serviços com as instituições interessadas em aderir ao programa.

Especialistas avaliam que a iniciativa pode trazer alívio imediato às filas, mas destacam a importância de fiscalização rigorosa e transparência na execução, para garantir que os atendimentos ocorram de forma eficiente e dentro dos padrões exigidos pelo sistema público.

Com a nova medida, o governo aposta na integração entre os setores público e privado como alternativa para enfrentar um dos principais desafios da saúde no Brasil: o acesso rápido a atendimento especializado.
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 16:21:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Baixa umidade e calor ditam aumento da influenza; saiba como se proteger]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/baixa-umidade-e-calor-ditam-aumento-da-influenza-saiba-como-se/49418/</link>
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				<description><![CDATA[Crianças menores de 2 anos estão entre as principais afetadas pela SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) e, conforme a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), há tendência de crescimento no número de casos em longo e curto prazo nas últimas semanas. O cenário exige atenção e levanta preocupações. Mas o que contribui para essa realidade? O que fazer para evitar doenças respiratórias?

O outono e o inverno concentram a maior parte dos casos, já que as mudanças de temperatura — com clima fresco à noite e de madrugada e calor intenso durante o dia —, somadas a dias com baixa umidade do ar, fragilizam a imunidade e deixam o organismo mais predisposto a infecções virais.

Conforme a Sesau (Secretaria Municipal de Saúde), entre os quadros de saúde mais comuns nessa época estão as infecções respiratórias virais, como gripe e resfriado, além de doenças inflamatórias ou infecciosas, como bronquite, sinusite e pneumonia.

No caso da SRAG, a síndrome pode ser causada por diversos agentes etiológicos, como influenza, Sars-Cov-2 (covid), VSR (Vírus Sincicial Respiratório), entre outros vírus respiratórios circulantes, gerando inflamação excessiva nos pulmões.

O que causa os quadros respiratórios

“A alternância rápida entre frio e calor estressa a mucosa respiratória, reduz a eficiência das suas defesas naturais e potencializa a ação de vírus, alérgenos e poluentes”, detalha a Asbai (Associação Brasileira de Alergia e Imunologia).

A presidente da associação, a médica Fátima Rodrigues Fernandes, explica que “inspirar ar mais frio e seco resseca o muco e diminui o batimento ciliar, mecanismo responsável por ‘varrer’ partículas e microrganismos”.

Essa combinação fragiliza a barreira das vias aéreas. Em pessoas com asma, pode desencadear broncoespasmo e, para quem tem rinite, o quadro pode piorar sintomas nasais.

“Além disso, alguns vírus respiratórios, como o rinovírus, replicam-se com mais facilidade em temperaturas nasais mais baixas — situação comum em amanheceres frios”, completa a especialista.

Como se proteger e evitar doenças respiratórias

Especialistas recomendam algumas medidas simples que ajudam a reduzir riscos:

Proteja o trato respiratório nas horas mais frias. Uso de máscaras faciais e cachecóis é importante, e não respirar pela boca também ajuda.

Mantenha a hidratação ingerindo água e faça higiene nasal com soro fisiológico de 1 a 2 vezes por dia.

Evite exercícios intensos ao ar livre nas horas mais frias/secas. 

Mantenha distância de fumaça, incenso e sprays irritantes.

Faça manejo adequado do ambiente interno, ventilando o ambiente e mantendo umidade moderada, além de manter a limpeza dos sistemas de ventilação e ambientes, sem deixar acúmulo de poeira.

Pacientes com asma e rinite devem fazer o uso correto de medicações de controle, conforme prescrição médica.

Em caso de sinais de alarme, como falta de ar em repouso, chiado persistente, febre alta, dor torácica ou queda importante do pico de fluxo, a pessoa deve procurar atendimento médico imediato.

Midiamax
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 11:02:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Operação apreende quase 1 tonelada de emagrecedores ilegais avaliados em R$ 10 milhões em MS
]]></title>
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				<description><![CDATA[Em pouco mais de dois meses e meio, a operação Visa-Protege já apreendeu quase uma tonelada de ampolas e canetas emagrecedoras irregulares no Centro de Distribuição e Triagem dos Correios, em Campo Grande. A carga é avaliada em mais de R$ 10 milhões e faz parte de um esquema de distribuição em larga escala de produtos sem regularização sanitária.

Fiscalização contínua intensifica apreensões

A operação teve início em fevereiro e ocorre diariamente, com fiscalização permanente realizada pela Vigilância Sanitária Estadual em parceria com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

A maior parte das remessas apreendidas tinha como destino estados da região Nordeste, indicando o uso da malha logística para abastecimento de mercados irregulares em diferentes regiões do país.

Segundo o fiscal da Vigilância Sanitária Estadual, Matheus Moreira Pirolo, a continuidade das ações é um dos principais diferenciais da operação. “A fiscalização permanente permite não apenas retirar esses produtos de circulação, mas também identificar padrões de envio e avançar na responsabilização dos envolvidos. É uma atuação baseada em rotina, inteligência e integração entre as instituições”, afirmou.



(Foto: Divulgação)

Estratégias para burlar fiscalização são identificadas

As equipes também identificaram diversas tentativas de ocultação dos produtos. Parte das ampolas e canetas era enviada escondida em meio a outros itens, inclusive alimentos, além de acondicionadas sem controle de temperatura e sem garantia de procedência.

Entre as irregularidades constatadas estão a ausência de registro na Anvisa, falhas de rotulagem e indícios de substâncias sem comprovação de segurança, o que amplia os riscos à saúde dos consumidores.

Material será incinerado e investigações seguem

Todo o material apreendido está sob custódia da Secretaria de Estado de Saúde (SES), armazenado em local seguro, e deverá ser incinerado nas próximas semanas, conforme protocolos sanitários.

As informações sobre remetentes e destinatários estão sendo encaminhadas às autoridades policiais para aprofundamento das investigações, que apuram possíveis crimes contra a saúde pública, relações de consumo, o erário e o exercício irregular de profissões.

Ação integrada fortalece vigilância sanitária

A operação Visa-Protege integra um conjunto de medidas do Governo do Estado para fortalecer a vigilância sanitária, com foco na ampliação da capacidade de monitoramento e resposta a irregularidades.

O trabalho envolve atuação conjunta da Vigilância Sanitária Estadual, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, da Coordenação de Vigilância Sanitária de Portos, Aeroportos e Fronteiras de Mato Grosso do Sul (CVPAF-MS), do Conselho Regional de Farmácia de Mato Grosso do Sul (CRF/MS) e dos Correios.
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 15:19:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Anvisa aprova Mounjaro para criança e adolescente com diabetes tipo 2
]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/anvisa-aprova-mounjaro-para-crianca-e-adolescente-com-diabetes-tipo-2/49384/</link>
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				<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta quarta-feira (22) o uso do medicamento Mounjaro para tratar diabetes tipo 2 em crianças a partir de 10 anos. Até então, a indicação era apenas para uso adulto. 

Em nota, a Anvisa informou que as demais indicações do medicamento permanecem para uso adulto. “A única mudança foi a ampliação da população-alvo para tratamento de diabetes, que era apenas de uso adulto e agora passa a ser de uso pediátrico”.  

O Mounjaro é um dos diversos medicamentos  da classe dos agonistas do receptor GLP 1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras.

Manipulação

Na próxima semana, a diretoria colegiada da Anvisa discute uma proposta de instrução normativa sobre procedimentos e requisitos técnicos que tratarão da manipulação de canetas emagrecedoras.

A nova norma fará parte de um conjunto de estratégias que integram o plano de ação anunciado no último dia 6, composto por medidas regulatórias e de fiscalização relacionadas a esse tipo de medicamento.

Grupos de trabalho

Na semana passada, a agência publicou portarias que criam dois grupos de trabalho para dar suporte à atuação da autarquia no controle sanitário e garantir a segurança de pacientes que utilizam canetas emagrecedoras.

O primeiro grupo, formalizado pela Portaria 488/2026, será formado por representantes do Conselho Federal de Farmácia (CFF), do Conselho Federal de Medicina (CFM) e do Conselho Federal de Odontologia (CFO).

Já a Portaria 489/2026 institui o segundo grupo, que vai acompanhar e avaliar a implementação de um plano de ação proposto pela Anvisa e subsidiar a tomada de decisão da diretoria colegiada a partir da proposição de medidas de aprimoramento.
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 15:18:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Explosão de casos de chikungunya leva Dourados a decretar calamidade na saúde]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/explosao-de-casos-de-chikungunya-leva-dourados-a-decretar-calamidade/49361/</link>
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				<description><![CDATA[O avanço acelerado da chikungunya levou a prefeitura de Dourados a decretar situação de calamidade pública na saúde. A decisão foi oficializada ontem, segunda-feira (20) após a doença pressionar fortemente o sistema de atendimento do município.

De acordo com a administração municipal, o número de casos disparou e já ultrapassa 6 mil notificações prováveis, com alta taxa de confirmação, indicando ampla circulação do vírus. O aumento da demanda fez a rede de saúde operar acima da capacidade, com falta de leitos e dificuldade para atender pacientes, inclusive em estado mais grave.

O cenário se agravou ainda mais com o crescimento de outras doenças, como a Síndrome Respiratória Aguda Grave, que também elevou as internações.

Inicialmente concentrada na reserva indígena, a chikungunya se espalhou por diversos bairros da cidade, ampliando a procura por unidades de saúde, hospitais e atendimentos de urgência.

Com o decreto, que terá validade de 90 dias, a prefeitura poderá adotar medidas emergenciais para conter a crise, como reforço no combate ao mosquito transmissor, reorganização dos atendimentos e contratações temporárias.

Entre as ações previstas, está o início da vacinação contra a doença, programado para os próximos dias, além da capacitação de profissionais de saúde para atuar no enfrentamento da epidemia.

Autoridades alertam que a situação é crítica e exige resposta rápida para evitar o colapso total do sistema de saúde.

 
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 10:35:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Mato Grosso do Sul concentra maioria das mortes por chikungunya no país ]]></title>
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				<description><![CDATA[O avanço da chikungunya em Mato Grosso do Sul tem preocupado autoridades de saúde diante do aumento expressivo de mortes registradas neste ano. Dados atualizados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) apontam que o Estado já soma 12 óbitos pela doença, número que representa a maior parte das mortes contabilizadas em todo o Brasil em 2026.

De acordo com informações do Ministério da Saúde, o país registra, até o momento, 19 mortes por chikungunya. Com isso, Mato Grosso do Sul concentra cerca de 63% dos óbitos nacionais, evidenciando um cenário de maior gravidade em relação a outras regiões.

Outro fator que chama a atenção é a rapidez com que os casos evoluíram neste ano. O total de 12 mortes foi atingido ainda no início do ciclo epidemiológico, cerca de três meses antes do período historicamente considerado mais crítico para a doença. Esse adiantamento acende um sinal de alerta para a possibilidade de agravamento ao longo dos próximos meses.

Além da antecipação dos óbitos, os dados também indicam aumento na letalidade da doença. Em 2025, o Estado registrou o mesmo número de mortes 12 ao todo, porém dentro de um universo maior de casos confirmados, que chegou a 5.428. Já em 2026, o mesmo número de óbitos ocorre em um cenário com apenas 2.639 confirmações, o que demonstra maior proporção de casos fatais.

Diante desse quadro, autoridades reforçam a importância das medidas de prevenção, especialmente o combate ao mosquito transmissor, o Aedes aegypti, além da busca por atendimento médico ao surgimento dos primeiros sintomas. O monitoramento segue intensificado no Estado, com o objetivo de conter o avanço da doença e reduzir o número de casos graves.

 
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 14:25:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Policlínica em Coxim tem horário estendido para atendimento odontológico]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/policlinica-em-coxim-tem-horario-estendido-para-atendimento/49296/</link>
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				<description><![CDATA[A Prefeitura de Coxim, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, amplia o acesso da população aos serviços odontológicos com a oferta de atendimento em horário estendido na Policlínica do município. A iniciativa, realizada dentro do Sistema Único de Saúde, disponibiliza consultas de segunda a sexta-feira, das 17h às 21h.

O objetivo da ação é facilitar o acesso principalmente para trabalhadores que, devido à rotina diária, encontram dificuldades em buscar atendimento durante o horário comercial. Com o novo período, a população pode cuidar da saúde bucal sem comprometer suas atividades profissionais, garantindo mais qualidade de vida e prevenção de problemas maiores.

Durante o horário estendido, são oferecidos atendimentos de urgência, além de tratamentos clínicos odontológicos, reforçando o compromisso da gestão municipal com a saúde preventiva e o bem-estar dos cidadãos.

A Secretaria de Saúde destaca a importância da população aproveitar esse horário diferenciado, que foi pensado justamente para atender quem mais precisa de flexibilidade. A iniciativa representa um avanço no cuidado com a saúde bucal e contribui para tornar o atendimento mais acessível, humano e eficiente para todos os moradores de Coxim.

Geovan Oliveira/TV Regional MS
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 13:58:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Calor intenso aumenta risco de ataques de escorpiões e acende alerta à população]]></title>
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				<description><![CDATA[O aumento das temperaturas traz uma preocupação, e uma possível maior incidência de escorpiões em áreas urbanas e rurais, gerando preocupação entre moradores e autoridades de saúde. Com o calor, esses animais passam a sair com mais frequência de seus esconderijos em busca de locais mais frescos e úmidos, o que eleva o risco de acidentes.

De hábitos noturnos, os escorpiões costumam se abrigar em ambientes escuros como entulhos, ralos, frestas de paredes, caixas de esgoto e até dentro de calçados. Porém, com as altas temperaturas registradas nos últimos dias, esses locais podem se tornar quentes demais, forçando os animais a se deslocarem muitas vezes invadindo casas.

Em Coxim, o alerta é redobrado, principalmente em bairros com maior acúmulo de lixo, terrenos baldios ou áreas próximas à vegetação. Crianças e idosos são os mais vulneráveis aos efeitos do veneno, e a picada pode causar dor intensa, inchaço e, em casos mais graves, sintomas como vômitos, suor excessivo e alterações no organismo.

Alguns cuidados simples fazem toda a diferença no dia a dia:

Vede todos os acessos
Feche frestas em portas, janelas, paredes e rodapés. Use telas em ralos, pias e tanques, já que os escorpiões costumam entrar pela rede de esgoto.

 Mantenha o ambiente limpo
Evite acúmulo de lixo, entulhos, folhas secas, madeira e materiais de construção. Esses locais servem de abrigo e atraem insetos, que são alimento dos escorpiões.

Cuide do quintal
Mantenha a grama aparada e afaste plantas e arbustos das paredes da casa. Evite encostar objetos diretamente nos muros.

Atenção com roupas e calçados
Antes de usar, sempre sacuda sapatos, roupas, toalhas e roupas de cama principalmente se ficaram no chão.

 Controle insetos
Baratas são um dos principais alimentos dos escorpiões. Manter a casa livre de insetos ajuda a afastá-los naturalmente.

 Evite esconderijos
Não deixe caixas, tijolos, telhas ou madeiras acumuladas dentro ou próximo da residência.

 Iluminação externa
Use luzes mais amareladas no quintal, que atraem menos insetos (e, consequentemente, menos escorpiões).

 Cuidado ao manusear objetos
Ao mexer em entulhos, jardins ou locais pouco utilizados, use luvas e calçados fechados.

Se, mesmo com os cuidados, aparecer um escorpião dentro de casa, não tente pegar com as mãos. O ideal é manter distância e acionar a vigilância sanitária ou equipe de saúde do município.

Em caso de picada, a recomendação é procurar imediatamente uma unidade de saúde. Não é indicado tentar capturar o escorpião sem proteção, pois isso pode aumentar o risco de novos acidentes.

Diante do calor persistente, a atenção deve ser constante. A prevenção ainda é a melhor forma de evitar ocorrências e garantir a segurança das famílias em Coxim.

Moradores que encontrarem escorpiões dentro de casa devem comunicar as autoridades de saúde do município, para que as equipes possam orientar e, se necessário, realizar ações de controle. A participação da população é fundamental no combate e prevenção desse tipo de ocorrência.

 
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 15:02:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Anvisa barra novos medicamentos para emagrecimento e mantém mercado restrito no Brasil]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/anvisa-barra-novos-medicamentos-para-emagrecimento-e-mantem-mercado/49258/</link>
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				<description><![CDATA[ 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu negar o registro de novos medicamentos à base de substâncias amplamente utilizadas no tratamento do diabetes e na perda de peso. A medida, publicada na manhã de hoje, segunda-feira (13) no Diário Oficial da União, interrompe a entrada de alternativas que poderiam ampliar a oferta dessas chamadas “canetas emagrecedoras” no país.

As canetas emagrecedoras virarem uma febre no Brasil em 2025, aqui em Coxim mesmo essa realidade não é diferente, difícil encontrar uma pessoa que não esteja fazendo uso ou que já fez, mas na maioria dos casos a busca é para perder peso, mas hoje logo pela manhã novos registros de novos medicamentos foram negados pela ANVISA.

Entre os pedidos rejeitados estão duas versões de liraglutida, desenvolvidas pela Cipla, e um medicamento à base de semaglutida da Dr. Reddy’s. Os produtos ainda estavam em fase de análise e buscavam autorização para serem comercializados no mercado brasileiro.

Segundo a agência reguladora, os pedidos foram apresentados por meio do modelo conhecido como “desenvolvimento abreviado”. Esse tipo de processo permite que empresas utilizem dados já existentes de medicamentos de referência, mas não dispensa a necessidade de comprovar, com estudos próprios, a eficácia, a qualidade e a segurança dos produtos.

Na avaliação da Anvisa, os dados apresentados não foram suficientes para garantir esses critérios, o que resultou no indeferimento das solicitações. Como consequência, os medicamentos não poderão ser vendidos no Brasil neste momento.

A decisão impacta diretamente o mercado de tratamentos para diabetes e emagrecimento, especialmente em um cenário de alta procura por essas terapias. Com a negativa, a entrada de novos concorrentes fica adiada, mantendo a oferta limitada e os preços elevados no curto prazo.

Atualmente, medicamentos à base de semaglutida, como Ozempic e Wegovy, seguem entre os mais procurados, impulsionando um mercado em expansão no país.

A decisão também ocorre em um momento estratégico para o setor farmacêutico, com o fim do período de exclusividade de patentes da semaglutida, o que abriu espaço para que outras empresas tentassem ingressar nesse segmento. Apesar disso, a liberação de novos produtos continuará dependendo do cumprimento rigoroso das exigências técnicas e sanitárias estabelecidas pela Anvisa.
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 10:00:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Alerta sanitário: Agência Nacional de Vigilância Sanitária suspende lote de dipirona injetável  ]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/alerta-sanitario-agencia-nacional-de-vigilancia-sanitaria-suspende/49238/</link>
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				<description><![CDATA[Atenção redobrada em hospitais, clínicas e serviços de saúde de todo o país: um alerta sanitário acende um sinal importante sobre a segurança no uso de medicamentos injetáveis. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária determinou a suspensão imediata de um lote de dipirona monoidratada 500 mg/mL após a constatação de irregularidades que podem comprometer a saúde dos pacientes.

A medida foi oficializada por meio da resolução RE 1.380/2026, publicada no Diário Oficial da União, e atinge especificamente o lote 24112378, produzido pela Hypofarma. O produto é comercializado em caixas contendo 100 ampolas de 2 mL, amplamente utilizadas em ambientes hospitalares.

De acordo com a agência reguladora, análises técnicas identificaram a presença de partículas na solução injetável  um desvio de qualidade considerado grave. Esse tipo de contaminação indica a existência de elementos não dissolvidos e alheios à composição do medicamento, o que pode representar riscos durante a administração.

Diante da situação, a recomendação é clara e imediata: unidades de saúde, profissionais e pacientes devem interromper o uso do lote afetado. A orientação também inclui o contato direto com o fabricante para a adoção das medidas necessárias, como substituição do produto e esclarecimentos adicionais.

O episódio reforça a importância do controle rigoroso na produção de medicamentos e da vigilância constante para garantir a segurança de quem depende desses insumos diariamente.

 
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 09:58:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Autismo: pesquisa aponta baixo acesso a diagnóstico e terapias
]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/autismo-pesquisa-aponta-baixo-acesso-a-diagnostico-e-terapias/49230/</link>
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				<description><![CDATA[O estudo Mapa Autismo Brasil (MAB), primeiro perfil sociodemográfico nacional sobre pessoas autistas, divulgado nesta quinta-feira (9), revela que o acesso ao diagnóstico e a terapias no Brasil permanece limitado.

Lançada pelo Instituto Autismos, a pesquisa ouviu autistas e cuidadores em todos os estados com o objetivo de identificar o perfil do autista brasileiro e a que serviços ele tem acesso.

O estudo colheu 23.632 entrevistas online no período entre 29 de março e 20 de julho de 2025, incluindo respostas de 16.807 responsáveis por pessoas autistas e de 4.604 adultos autistas, além de 2.221 participantes que se identificam tanto como autistas quanto como responsáveis.

Os dados mostram que, apesar de cerca de 25% da população brasileira ter acesso a planos de saúde, 20,4% das pessoas entrevistadas informaram ter confirmado o diagnóstico de transtorno do espectro autista (TEA) pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

O estudo indica também que apenas 15,5% dos entrevistados disseram realizar terapias pela rede pública de saúde, enquanto mais de 60% informaram usar planos de saúde ou pagar de forma particular para ter acesso ao serviço.

Em nota, o Instituto Autismos avalia que gargalo é ainda mais amplo.

“Os resultados do Mapa Autismo Brasil também revelam que 56,5% dos entrevistados (englobando quem usa SUS e a rede privada) informaram que a pessoa autista em questão (o próprio respondente ou a pessoa sob sua responsabilidade) faz até duas horas semanais de terapia, o que destoa do preconizado internacionalmente – que são terapias multidisciplinares e em carga semanal elevada.”

Análise

Em maio de 2025, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, pela primeira vez, dados do Censo Demográfico 2022, que mapeou 2,4 milhões de pessoas com TEA no Brasil – 1,2% da população brasileira.

“Diferentemente do Censo, o Mapa Autismo Brasil faz uma análise socioeconômica e de acesso a serviços de autistas e cuidadores de pessoas autistas, contribuindo com uma avaliação do cenário atual e apontando para demandas de melhorias nas políticas públicas”, destacou o Instituto Autismos.

Perfil

As 23.632 entrevistas colhidas traçam o seguinte perfil do autista brasileiro:


	60,8% são brancos; 32%, pardos; 5,2%, pretos; 1,1%, amarelo; e 0,25%, indígena;
	65,3% são homens e 34,2%, mulheres;
	72,1% estão na faixa etária até 17 anos, enquanto 27,9% têm entre 18 e 76 anos;
	28,6% têm renda familiar até R$ 2.862; 37,9%, entre R$ 2.862 e R$ 9.540; e 20,33%, acima de R$ 9.540;
	53,7% têm nível 1 de suporte (o mais baixo); 33,7%, nível 2 de suporte; e 12,6%, nível 3 de suporte (o que requer maior auxílio no dia a dia);
	Como comorbidades, 51,5% têm transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH); 41,1%, transtorno de ansiedade; 27,9%, transtornos do sono; 23,2%, distúrbios gastrointestinais; 19,3%, transtorno do desenvolvimento da linguagem; 19,1%, altas habilidades/superdotação; 17,5%, transtorno depressivo; 16,4%, deficiência intelectual; e 12,1%, transtornos específicos da aprendizagem;
	Em termos de comunicação, 55,5% falam frases completas e longas; 29,5% fazem ecolalias (palavras e frases repetidas de forma repetitiva), 28,1% falam poucas palavras/frases, 7,65% não falam e não usam comunicação aumentativa e alternativa (CAA) ou escrita, 4,15% falam pouco e usam CAA, 3,51% não falam e usam CAA e 0,59% usam língua brasileira de sinais (Libras).


Entre os respondentes responsáveis por pessoas autistas, 96% eram mãe ou pai – desses, 92,4% eram mães.

Entre os cuidadores, 55,2% informaram ter ensino superior completo ou pós-graduação. Do total, 30,47% dos cuidadores declararam não possuir renda ou estarem desempregados, enquanto parte expressiva disse estar inserida no mercado formal, sobretudo como servidores públicos (21,9%) e trabalhadores CLT (16%), além de modalidades informais e autônomas.


“A elevada proporção de cuidadores fora do mercado de trabalho sugere impacto direto das demandas de cuidado na trajetória profissional, ampliando vulnerabilidades econômicas e dependência de políticas de proteção social”, avaliou o Instituto Autismos.


Do total de entrevistados, 76,6% afirmaram utilizar algum tipo de benefício. No entanto, a maior parte é para acesso e identificação: 36,7% usam o cartão de identificação da pessoa com TEA, 30% usam atendimento preferencial em serviços e 20,7% usam vaga de estacionamento para pessoas com deficiência.

Apenas 16,6% informaram ter acesso ao Benefício de Prestação Continuada (BPC), 12,9% disseram usar passe livre para pessoas com deficiência e 7,7% informaram ter isenção do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA).

Diagnóstico

O Mapa Autismo Brasil revela dificuldades de acesso ao diagnóstico de TEA pelo SUS e também atraso do diagnóstico de forma geral, o que dificulta intervenções precoces.

Os resultados indicam uma concentração de diagnósticos na faixa até 4 anos (51,7%), seguida pela faixa de 5 a 9 anos (17,1%) e pela faixa de 10 a 14 anos (6,1%).

“A diferença entre a mediana (4 anos) e a média (11 anos) revela que, embora a maior parte dos diagnósticos ocorra precocemente, ainda há um número relevante de diagnósticos realizados em idades mais avançadas, que elevam a média da amostra”, alertou o Instituto Autismos.

A pesquisa identificou também que os primeiros sinais de TEA são percebidos majoritariamente por familiares próximos (55,9%) ou pela própria pessoa autista (11,4%), enquanto médicos e professores alertaram sobre os primeiros sinais apenas em 7,3% e 9,4% dos casos, respectivamente.

Ainda segundo o estudo, neurologistas ou neuropediatras foram responsáveis pelo diagnóstico em 67% dos casos, seguidos por psiquiatras (22,9%), o que, para o Instituto Autismos, evidencia a necessidade de acesso a especialistas, nem sempre disponíveis nas redes públicas e mesmo privadas de algumas localidades.

Os dados mostram que 55,2% dos diagnósticos foram feitos na rede particular de saúde, 23% por plano de saúde e apenas 20,4% pelo SUS, sendo que as proporções variam quando consideradas as diferentes regiões do país – a pesquisa indica dependência maior do SUS para diagnóstico no Norte e no Nordeste.

Terapias

Entre as terapias mais frequentes, destacam-se psicoterapia (52,2%), terapia ocupacional (39,4%), fonoaudiologia (38,9%), psicopedagogia (30,8%) e terapia ABA (29,8%).

Em menor proporção, foram relatadas fisioterapia (12,5%), nutrição (10,2%), musicoterapia (11,0%), psicomotricidade (15,0%), equoterapia (4,3%) e estimulação precoce (3,7%).

Também se observa que 16,4% dos participantes declararam não realizar terapias.

Quando questionados sobre a rede utilizada para terapias, 15,5% disseram usar o SUS, enquanto 35,3% informaram usar o plano de saúde, 28,5% disseram fazer pela rede particular e 7,93% disseram usar associações como as associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes).

Entre usuários do SUS, apenas 33,8% fazem terapia ocupacional, em comparação com 64,5% dos usuários de planos de saúde. Usuários do SUS também relataram significativo menor acesso a sessões de psicoterapia, fonoaudiologia, terapia comportamental ABA, psicomotricidade e musicoterapia quando comparado ao acesso pelo plano de saúde.

Os resultados do MAB ainda indicam um investimento mensal em terapias concentrado principalmente nas faixas de R$ 501 a R$ 1 mil (24,8%), de R$ 1.001 a R$ 3 mil (22,2%) e de R$ 101 a R$ 500 (20,9%). Segundo os dados, 5,7% têm investimento mensal de até R$ 100.

Entre os respondentes, 4,3% relataram gastos superiores a R$ 5 mil por mês e 4,2% não souberam informar.

Considerando tanto quem usa a rede pública quanto quem usa a rede privada de saúde, a carga horária semanal informada de terapias, na avaliação do Instituo Autismos, é baixa. A maioria realiza uma hora (25,90%), nenhuma (18,13%) e duas horas (12,44%) semanais de terapia enquanto apenas 1,54% alcança 40 horas ou mais.


“A concentração em poucas horas semanais sugere limitações de acesso, custo e disponibilidade de serviços, indicando que grande parte das pessoas autistas recebe suporte terapêutico aquém do ideal para necessidades mais intensivas”, destacou o instituto.


Escola e vida adulta

Os resultados ainda trazem uma fotografia sobre o acesso à educação. Do total, 83,7% informaram que frequentam uma instituição de ensino, sendo 52,26% escola pública e 31% estabelecimento particular, enquanto 16% disseram não frequentar nenhuma instituição.

Em relação aos recursos de acessibilidade e inclusão, 39,9% informaram não receber nenhum tipo de apoio. Entre os apoios mais frequentes, destacam-se educador social, monitor ou tutor (23,8%), acompanhamento especializado, como mediador escolar ou acompanhante terapêutico (18,8%), adaptações pedagógicas (18,8%) e sala de recursos (18,1%).

“Os dados mostram que a presença na escola não garante, por si só, a inclusão efetiva. A elevada proporção de estudantes sem apoios básicos sugere fragilidade na implementação das políticas de educação inclusiva e desigualdade no acesso aos recursos educacionais previstos em lei”, avaliou o Instituto Autismos.

Na faixa de 18 e 76 anos, 29,9% dos respondentes autistas afirmaram estar desempregados ou sem renda, o que, para o instituto, evidencia um desafio estrutural de inclusão.

Entre os que afirmaram estar empregados, 21,1% atuam como servidores públicos, 20% têm emprego com carteira assinada, 8,1% trabalham de forma autônoma, 6,7% atuam como pessoa jurídica e 5,9% exercem atividades sem carteira assinada.

Há ainda 4,1% que dependem de auxílio governamental, 3,5% que recebem aposentadoria ou pensão e 0,35% que integram a carreira militar.
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 15:33:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Policlínica Lourdes Fontoura em Coxim registra expressiva produtividade no primeiro trimestre 2026]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/policlinica-lourdes-fontoura-em-coxim-registra-expressiva/49225/</link>
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				<description><![CDATA[A Prefeitura Municipal de Coxim, por meio da Secretaria de Saúde, apresentou nesta semana o balanço oficial da produção médica da Policlínica Lourdes Fontoura referente ao primeiro trimestre de 2026.

A Coordenadora da Atenção Especializada, Ellen Andressa Araujo Diniz, ressaltou o caráter regionalizado do serviço. Segundo a coordenadora: "Apresentamos a produção da atenção especializada realizada na Policlínica, ressaltando que todos os atendimentos divulgados são executados no município de Coxim, contemplando a demanda e os encaminhamentos provenientes de todas as linhas de cuidado da rede municipal de saúde."

O relatório detalhado aponta que a unidade realizou uma gama variada de atendimentos, desde consultas de rotina até exames de alta complexidade:

- Consultas Médicas: Ortopedia liderou com 603 atendimentos, seguida pela Clínica Geral com 553 e Ginecologia/Obstetrícia com 545 e 530 consultas, respectivamente.

- Apoio Diagnóstico: Foram realizados 5.444 exames laboratoriais credenciados e 436 ultrassonografias.

- Cardiologia: Além das 376 consultas, a unidade viabilizou 154 exames cardiológicos credenciados.

- Inovação: A telemedicina garantiu assistência em áreas críticas, como Neuropediatria (20 consultas) e Psiquiatria (49 consultas).

- Procedimentos: Foram executadas 59 pequenas cirurgias e 44 procedimentos de inserção e retirada de métodos contraceptivos (DIU e Implanon).

Com esses números, a Policlínica Lourdes Fontoura encerra o primeiro trimestre de 2026 como peça fundamental na garantia do acesso à saúde especializada para toda a população de Coxim.

O prefeito de Coxim destacou que os investimentos em infraestrutura e pessoal têm gerado resultados diretos na vida do cidadão. "Nosso objetivo sempre foi aproximar a saúde do povo. Ver que especialidades como ortopedia e ginecologia estão atendendo centenas de pessoas aqui dentro da nossa cidade nos dá a certeza de que estamos no caminho certo, reduzindo filas e oferecendo dignidade", pontuou o gestor municipal.

Pedro Depetriz/AssCom supervisão de Augusto Marques.
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 14:36:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Nova variante da covid-19 é monitorada, mas não gera alerta no momento]]></title>
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				<description><![CDATA[Olha, sinceramente, não temos um dia de paz; senta que lá vem história. Uma identificação de uma nova sublinhagem do coronavírus voltou a chamar a atenção de autoridades de saúde em todo o mundo. A variante BA.3.2, também conhecida como “Cicada”, já foi detectada em diversos países, mas, até agora, não é considerada uma ameaça grave.

Segundo informações de órgãos internacionais, a variante começou a ser identificada no fim de 2024 e segue em monitoramento. Apesar do número elevado de mutações, especialistas afirmam que não há evidências de que ela cause casos mais graves da doença.

A nova cepa é uma descendente da COVID-19 e apresenta maior capacidade de escapar parcialmente da imunidade adquirida, seja por vacinação ou infecção anterior. Isso pode favorecer sua circulação, principalmente entre grupos mais vulneráveis, como idosos e pessoas com doenças crônicas.

Mesmo assim, entidades de saúde reforçam que o cenário não é de alarme, mas sim de atenção e vigilância contínua.

No Brasil, até o momento, o Ministério da Saúde informou que não há registro da variante. Ainda assim, a recomendação segue a mesma: manter a vacinação em dia, especialmente entre os grupos prioritários.

Especialistas também destacam a importância da atualização periódica das vacinas, seguindo o modelo já utilizado na imunização contra a gripe, além de cuidados básicos como higienização das mãos e evitar aglomerações em caso de sintomas.

A orientação geral é clara: apesar do surgimento de novas variantes, a prevenção continua sendo a principal aliada no controle da doença.
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 10:58:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[MS recebe 21 novas vagas do Mais Médicos para reforçar atendimento básico]]></title>
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				<description><![CDATA[Mato Grosso do Sul terá 21 novas vagas abertas pelo programa Mais Médicos para reforçar a atenção básica à saúde. O edital do Ministério da Saúde prioriza regiões com maior necessidade de atendimento dentro do SUS.

Do total de oportunidades no Estado, são 15 vagas destinadas para equipes da Estratégia Saúde da Família; duas vagas para atuação no Consultório na Rua; e quatro vagas destinadas ao atendimento em áreas indígenas, por meio do DSEI (Distrito Sanitário Especial Indígena)

As inscrições seguem abertas até quarta-feira (8) e devem ser feitas pela Plataforma de Gerenciamento de Programas de Provimento.

Atualmente, Mato Grosso do Sul conta com 353 médicos em atividade pelo programa, atuando principalmente na atenção primária, que é a porta de entrada do SUS e responsável por serviços como consultas, acompanhamento de doenças e prevenção.

Cenário nacional

Em todo o país, o Mais Médicos soma cerca de 26 mil profissionais em atuação. Neste novo ciclo, são oferecidas 1.524 vagas, sendo 1.351 vagas para Saúde da Família; 75 vagas para Consultório na Rua; e 98 vagas para Distritos Indígenas.

Os contratos têm duração prevista de 48 meses, com foco na ampliação do acesso à saúde em áreas vulneráveis e de difícil provimento.

A proposta do programa é aumentar a presença de médicos onde há escassez, fortalecendo o atendimento básico e reduzindo a sobrecarga em unidades de maior complexidade.

Midiamax 
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 10:57:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Hemosul atualiza regras para doação de sangue para quem faz uso de canetas emagrecedoras]]></title>
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				<description><![CDATA[ 

Uma mudança recente nas diretrizes nacionais promete ampliar o número de doadores de sangue e trazer mais clareza para quem deseja contribuir. A rede Hemosul passou a adotar novos critérios após atualização do Ministério da Saúde, que padronizou orientações em todo o país sobre a doação por pessoas que utilizam medicamentos para emagrecimento.

A principal alteração está no tempo de espera para quem faz uso desses medicamentos. Antes, o prazo de inaptidão podia chegar a até um ano. Agora, foi reduzido para apenas 14 dias, desde que o doador esteja em boas condições de saúde. A medida representa um avanço importante, ao equilibrar segurança com a necessidade constante de manter os estoques abastecidos.

Com a nova norma, o uso de medicamentos regularizados pela Anvisa deixa de ser um impedimento prolongado para a doação. O intervalo de 14 dias deve ser respeitado em situações como início do tratamento, mudanças na dose ou caso o paciente apresente sintomas.

A contagem desse prazo só começa após a pessoa estar completamente recuperada e se sentindo bem, reforçando o cuidado com a saúde do próprio doador.

Já em casos de uso de substâncias não autorizadas pela Anvisa, o tempo de espera permanece mais rigoroso: seis meses.

A atualização abre uma nova oportunidade para quem já havia sido considerado inapto anteriormente. Pessoas que procuraram o Hemosul e foram impedidas de doar por conta do uso de medicamentos emagrecedores podem retornar às unidades para uma nova avaliação.

O processo continua criterioso. Cada candidato passa por triagem clínica individual, onde são analisadas as condições de saúde e o histórico recente, garantindo segurança em todas as etapas.

Além de atender aos critérios básicos, o Hemosul reforça a importância de hábitos simples, mas essenciais: manter-se hidratado, ter uma alimentação equilibrada e estar descansado no dia da doação. Esses fatores ajudam tanto durante o procedimento quanto na recuperação.

De forma geral, estão aptas a doar sangue pessoas que:

Estejam em boas condições de saúde

Tenham entre 16 e 69 anos

Pesem mais de 51 kg 

Estejam alimentadas e descansadas

Apresentem documento oficial com foto

Menores de idade também podem doar, desde que acompanhados por um responsável legal.

A atualização das regras chega em um momento importante, em que hemocentros de todo o país buscam reforçar seus estoques. Ao tornar os critérios mais claros e menos restritivos sem abrir mão da segurança, a expectativa é ampliar o número de doadores e garantir atendimento a quem precisa.

Mais do que uma norma técnica, a mudança reforça um princípio essencial: doar sangue continua sendo um gesto simples, seguro e capaz de salvar vidas todos os dias.

 
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 15:02:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Influenza avança no Brasil e acende alerta em Mato Grosso do Sul]]></title>
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				<description><![CDATA[O avanço da influenza no Brasil voltou a preocupar autoridades de saúde e acendeu um sinal de alerta especialmente na região Centro-Oeste. Dados recentes apontam que o vírus segue em trajetória de crescimento, exigindo atenção redobrada da população, principalmente em estados como Mato Grosso do Sul.

De acordo com o mais novo boletim InfoGripe, divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz, o país enfrenta um aumento significativo nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), condição que pode ser causada por diversos vírus respiratórios, incluindo a influenza. A análise, referente à Semana Epidemiológica 12, entre os dias 22 e 28 de março de 2026, revela que a curva de infecções segue em ascensão em várias regiões do país.

No Centro-Oeste, o cenário é de vigilância constante. A região foi classificada entre aquelas com maior risco para agravamento dos casos, o que coloca estados como Mato Grosso do Sul em uma posição de atenção estratégica. O aumento das hospitalizações por problemas respiratórios reforça a necessidade de prevenção, principalmente entre grupos mais vulneráveis, como idosos, crianças e pessoas com comorbidades.

Especialistas alertam que, com a mudança de temperatura e a proximidade de períodos mais frios, a tendência é de maior circulação de vírus respiratórios. Por isso, medidas simples continuam sendo fundamentais para conter o avanço da doença, como manter a vacinação em dia, higienizar as mãos com frequência e evitar ambientes fechados e com pouca ventilação.

Em Mato Grosso do Sul, autoridades de saúde monitoram de perto a situação e não descartam a intensificação de campanhas de conscientização nas próximas semanas. A recomendação é clara: ao apresentar sintomas como febre, tosse, dor no corpo e dificuldade para respirar, a população deve procurar atendimento médico o quanto antes.

O momento é de cautela. Embora a influenza seja uma doença comum, seu impacto pode ser severo quando associado a quadros mais graves, como a SRAG. A resposta rápida da população e o acompanhamento contínuo dos órgãos de saúde serão determinantes para evitar um cenário mais crítico nos próximos meses.

 
]]></description>
				
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Sat, 04 Apr 2026 14:27:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Coxim registra 1º caso confirmado de chikungunya e acende alerta após emergência em Dourados]]></title>
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				<description><![CDATA[O avanço dos casos de chikungunya em Mato Grosso do Sul tem gerado preocupação em todo o Estado. Nesta semana, o Governo Federal reconheceu situação de emergência no município de Dourados, após o aumento expressivo da doença, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti.

A portaria foi publicada no Diário Oficial da União diante de um cenário considerado crítico em Dourados, principalmente entre a população indígena. Conforme dados da Vigilância Epidemiológica, Dourados já contabiliza 1.025 casos confirmados, sendo 773 concentrados nas aldeias Jaguapiru e Bororó.

O impacto também é refletido no número de mortes: das seis registradas neste ano em Mato Grosso do Sul, cinco ocorreram nessas comunidades indígenas, evidenciando a gravidade da situação.

Em meio a esse cenário preocupante, o município de Coxim já registra o 1º caso confirmado de Chikungunya o que coloca a cidade em estado de atenção.

Embora ainda seja um número baixo, a confirmação indica a circulação do vírus no município, o que exige vigilância redobrada por parte das autoridades de saúde e da população.

A chikungunya é uma doença viral que provoca febre alta e dores intensas nas articulações, podendo deixar sequelas prolongadas. Assim como outras arboviroses, sua transmissão está diretamente ligada à proliferação do mosquito em locais com água parada.

Diante disso, o momento é de prevenção. A experiência de Dourados serve como alerta para evitar que a situação se agrave em cidades menores como Coxim.

A população pode contribuir de forma direta no combate ao mosquito:

Eliminar água parada em recipientes 

Manter caixas d’água bem vedadas 

Limpar calhas e quintais 

Descartar corretamente o lixo 

Com a confirmação do primeiro caso, o alerta está dado: a prevenção agora é a principal arma para impedir o avanço da chikungunya em Coxim.
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 14:49:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[ Remédios devem ficar mais caros a partir de abril]]></title>
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				<description><![CDATA[Os preços dos medicamentos vendidos no Brasil devem passar por um novo reajuste a partir desta quarta-feira, 1º de abril. A correção anual é definida pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos, que estabeleceu um aumento médio estimado de 1,95% para 2026.

Apesar da autorização para o reajuste, os consumidores não devem sentir o impacto de forma imediata nas farmácias. Isso porque o aumento depende de validação do governo federal e também da estratégia de cada fabricante e rede de venda, o que pode fazer com que os novos preços sejam aplicados de forma gradual.

De acordo com projeções do setor farmacêutico, os medicamentos com maior concorrência no mercado poderão ter os maiores reajustes, chegando a até 3,81%. Já os produtos classificados como de concorrência intermediária devem sofrer aumento de até 2,47%. Por outro lado, remédios com menor concorrência terão um reajuste mais limitado, com teto de 1,13%.

Mesmo com a correção, o índice médio previsto pela CMED fica abaixo da inflação acumulada dos últimos 12 meses, medida pelo IPCA, que atingiu 3,81%.

A legislação brasileira também prevê exceções. Medicamentos fitoterápicos, homeopáticos e aqueles isentos de prescrição com alta concorrência no mercado não são obrigados a seguir o reajuste anual estabelecido.

A resolução oficial com os percentuais deve ser publicada até o fim de março, consolidando os limites que poderão ser aplicados ao longo do ano. Enquanto isso, especialistas orientam que consumidores pesquisem preços e avaliem alternativas, já que a variação entre farmácias pode ser significativa mesmo antes do reajuste entrar plenamente em vigor.

 
]]></description>
				
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 15:12:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Grupo Onça Pintada atende pacientes de Coxim, Sonora e Rio Verde de MT neste final de semana]]></title>
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				<description><![CDATA[O Grupo Onça Pintada realiza, neste final de semana, dias 27 e 28 de março, mais uma ação de prevenção ao câncer de mama, levando atendimentos gratuitos para os municípios de Sonora, Coxim e Rio Verde de Mato Grosso. A iniciativa, viabilizada pelo deputado estadual Paulo Corrêa, padrinho do projeto, reforça a importância do diagnóstico precoce como principal aliado na luta contra a doença.

Em Sonora, os atendimentos acontecem na sexta-feira (27), a partir das 7h, no Centro de Especialidades Médicas, localizado na Rua Presidente Getúlio Vargas, 126, esquina com a Rua Adalberto Bozoki, com apoio da Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria de Saúde, e do vereador Douglas Brasileiro.

Também na sexta-feira (27), a partir das 13h, a ação chega a Coxim, na Policlínica Lourdes Fontoura, localizada na Rua Santo Antônio, 398, no bairro São Judas Tadeu, em parceria com a Prefeitura Municipal, a vereadora Lourdes Assistente Social e o ex-vereador Flávio Duarte.

Já no sábado (28), os atendimentos serão realizados em Rio Verde de Mato Grosso, a partir das 7h, na Rua Joaquim Murtinho, 1140, no Centro, com apoio da Prefeitura Municipal, do CAPS, da ex-vice-prefeita Dinalvinha Viana e da ex-vereadora Lidiane Farias.

"A prevenção ainda é o melhor caminho na luta contra o câncer de mama. Quando conseguimos levar atendimento, orientação e exames para mais perto das pessoas, aumentamos as chances de diagnóstico precoce e de cura. Esse trabalho só é possível graças às parcerias com os municípios, que acreditam e caminham junto com o Grupo Onça Pintada", afirmou o deputado Paulo Corrêa.

Acesso ao diagnóstico e tratamento

Durante as ações, serão oferecidas consultas clínicas e exames gratuitos de ultrassonografia das mamas, que permitem a identificação de possíveis alterações e o encaminhamento das pacientes para acompanhamento especializado.

Nos casos em que houver necessidade de investigação mais detalhada, as pacientes serão encaminhadas para um mutirão de mamografias na sede do Grupo Onça Pintada, em Campo Grande. Se houver indicação médica, também poderão ser realizados exames complementares, como biópsia, e o encaminhamento para tratamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Com 25 anos de atuação, o Grupo Onça Pintada já ultrapassou a marca de 85 mil atendimentos realizados nos 79 municípios de Mato Grosso do Sul, consolidando-se como referência em ações de prevenção, orientação e acesso ao diagnóstico precoce do câncer de mama. O governador Eduardo Riedel e a primeira-dama Mônica Riedel são parceiros permanentes do projeto.

"Tenho muito orgulho de fazer parte dessa história. São 25 anos levando esperança, cuidado e uma nova chance para milhares de mulheres. Esse trabalho vai continuar, porque acreditamos que a prevenção é sempre o melhor remédio e a nossa maior arma na luta contra o câncer de mama", finalizou.

Serviço: 

Os atendimentos são gratuitos e realizados por ordem de chegada. Para participar, é necessário apresentar comprovante de residência, Cartão do SUS e cópia do RG e do CPF.
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 09:41:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Projeto Onça Pintada realiza exames gratuitos de prevenção ao câncer em Coxim]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/projeto-onca-pintada-realiza-exames-gratuitos-de-prevencao-ao-cancer/49085/</link>
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				<description><![CDATA[Nesta sexta-feira, 27 de março, o Projeto Onça Pintada promove uma importante mobilização de saúde em Coxim, focada no diagnóstico precoce e na prevenção do câncer. A ação, que terá início às 13h será na Policlínica Lourdes Fontoura, localizada na Rua Santo Antônio, 398 – bairro São Judas Tadeu. A iniciativa conta com o apoio estratégico da Prefeitura Municipal de Coxim, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, da Câmara de Vereadores, do Governo do Estado de Mato Grosso do Sul e da Assembleia Legislativa (ALEMS), através do deputado estadual Paulo Corrêa.

Ao todo, serão disponibilizados atendimentos gratuitos para 100 pessoas — 50 homens e 50 mulheres — com o objetivo de oferecer orientações especializadas e exames preventivos para o público de todas as idades.

As atividades terão início com uma palestra educativa ministrada por médicos e enfermeira da ONG. O momento é dedicado a orientar os participantes sobre os sinais de alerta e a importância da detecção precoce para o sucesso do tratamento oncológico.

Para o público feminino, os serviços incluem:

- Rastreamento de mama: avaliação inicial conduzida por enfermeira.

- Ultrassonografia de mama: exame realizado por médico especialista no local.

Para o público masculino, o projeto disponibiliza:

- Exame de PSA: coleta para análise de marcadores da próstata.

- Ultrassonografia específica: realizada por equipe médica.

Sobre o Grupo Onça Pintada

Fundado em 2001, o Grupo Onça Pintada é uma organização não governamental que percorre os 79 municípios de Mato Grosso do Sul. Idealizado pelo deputado estadual Paulo Corrêa, o projeto nasceu com a missão de levar saúde preventiva a locais de difícil acesso, acumulando mais de 85 mil atendimentos em sua história. A iniciativa em Coxim reforça o compromisso da ONG em reduzir as filas de espera por exames de imagem e salvar vidas através do diagnóstico em estágio inicial.

Augusto Marques/AssCom PMC
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 10:35:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Falta de sono atinge maioria dos adolescentes e acende alerta para saúde]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/falta-de-sono-atinge-maioria-dos-adolescentes-e-acende-alerta-para/49059/</link>
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				<description><![CDATA[Dormir mal tem se tornado uma realidade cada vez mais comum entre adolescentes e os números preocupam. Um levantamento recente com milhares de jovens revelou que a maioria não está dormindo o suficiente, situação que pode trazer consequências sérias para a saúde física e mental.

Especialistas alertam que o problema vai muito além do simples cansaço. O sono é uma função essencial do organismo, tão importante quanto se alimentar bem ou respirar. É durante esse período que o corpo realiza processos fundamentais para o equilíbrio do organismo.

Enquanto dormimos, o nosso corpo trabalha intensamente:
Recupera células
Regula hormônios
Fortalece o metabolismo
Organiza informações e aprendizado

Na fase da adolescência, esse cuidado precisa ser ainda maior. O período é marcado por mudanças intensas no corpo e no cérebro, e a falta de descanso adequado pode impactar diretamente o desenvolvimento. Alterações de humor, dificuldade de concentração e até o aumento do risco de problemas emocionais estão entre os efeitos mais comuns.

Entre os hábitos que mais prejudicam o sono, o uso do celular antes de dormir aparece como um dos principais responsáveis.

A exposição à luz da tela e o estímulo constante das redes sociais e aplicativos fazem com que o cérebro permaneça em estado de alerta, dificultando o relaxamento necessário para iniciar o sono. Além disso, outros comportamentos também contribuem para noites mal dormidas, como:
Consumo de bebidas com cafeína no período noturno
Prática de atividades intensas à noite
Falta de horários regulares para dormir e acordar

Dormir menos do que o necessário pode desencadear uma série de problemas, como dificuldade de aprendizado, irritabilidade e até alterações hormonais. Em casos mais graves, a privação de sono pode aumentar o risco de transtornos como ansiedade e depressão.

O alerta está dado: manter uma rotina de sono equilibrada é essencial, especialmente na juventude. Pequenas mudanças no dia a dia já podem fazer grande diferença na qualidade de vida.

 
]]></description>
				
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 13:50:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Coxim inicia campanha de vacinação contra a influenza com mobilização no dia 28/03]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/coxim-inicia-campanha-de-vacinacao-contra-a-influenza-com-mobilizacao/49007/</link>
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				<description><![CDATA[A Prefeitura de Coxim, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, dará início no próximo dia 28 de março à Campanha de Vacinação contra a Influenza 2026. A ação segue até o dia 30 de maio e começa com uma grande mobilização voltada aos grupos prioritários.

Como estratégia de abertura, todas as unidades de saúde do município estarão abertas das 7h às 13h, facilitando o acesso da população que faz parte do público-alvo inicial.

O início da campanha ocorre logo após a chegada do outono, que começa nesta sexta-feira, dia 20 de março. Com a proximidade do inverno período em que há aumento significativo dos casos de doenças respiratórias a vacinação se torna ainda mais essencial para proteger a população.

A campanha deste ano, inclusive, foi antecipada devido à previsão de um inverno mais precoce, reforçando a necessidade de imunização antes da queda mais intensa das temperaturas.

Grupos prioritários serão os primeiros atendidos

Neste primeiro momento, a vacinação será destinada aos grupos considerados mais vulneráveis, como:

            •          Trabalhadores da saúde

            •          Professores

            •          Pessoas em situação de rua

            •          Puérperas

            •          Profissionais das forças de segurança e salvamento

            •          Povos indígenas e quilombolas

            •          Pessoas com doenças crônicas ou deficiência permanente

            •          População privada de liberdade

            •          Caminhoneiros e trabalhadores do transporte coletivo

A Secretaria de Saúde destaca que essa definição segue orientação do Ministério da Saúde e visa proteger quem tem maior risco de complicações.

Ampliação dependerá do envio de doses

De acordo com a coordenação da campanha, a vacinação será ampliada gradativamente para outros públicos, conforme o município receber novas remessas de doses.

“A estratégia começa com os grupos prioritários e, à medida que as vacinas forem chegando, vamos liberando para o restante da população”, informou a organização.

Importância da vacinação

A vacina contra a influenza é considerada a principal forma de prevenção contra complicações causadas pelo vírus da gripe, reduzindo internações e óbitos, especialmente entre os mais vulneráveis.

A orientação é que as pessoas que fazem parte dos grupos prioritários procurem a unidade de saúde mais próxima já no primeiro dia da campanha
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 05:50:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PRF promove comando de saúde em Camapuã com exames para motoristas e moradores
]]></title>
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				<description><![CDATA[A Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Mato Grosso do Sul realiza na quinta (12) e sexta-feira (13) um comando de saúde em Camapuã, com atendimentos e exames voltados a motoristas profissionais e também à população do município. A ação conta com o apoio da Carreta da Saúde da PRF, um veículo preparado para atendimentos médicos.

Ação teve início em Jaraguari

O primeiro dia de atendimento ocorreu na segunda-feira (9), no município de Jaraguari. A atividade contou com estrutura e organização logística da PRF, além da participação e apoio da Motiva MS, concessionária responsável pela administração da BR-163, do Centro de Tecnologia e de Educação Profissional (CETEPS), do SEST/SENAT e da Ótica Prisma.

Durante a ação, motoristas profissionais receberam atendimentos de saúde, incluindo exames para avaliação de obesidade, hipertensão, hiperglicemia, teste de visão, entre outros procedimentos.

Atendimentos também serão abertos à população

Além dos caminhoneiros e motoristas profissionais, os atendimentos também serão disponibilizados à população dos municípios que receberão a Carreta da Saúde da PRF.

A iniciativa busca promover a saúde preventiva dos profissionais das estradas, que frequentemente enfrentam longas jornadas de trabalho, alimentação irregular e altos níveis de estresse. A identificação precoce de possíveis problemas de saúde contribui diretamente para a segurança viária, reduzindo o risco de acidentes e promovendo mais qualidade de vida aos motoristas.

Estrutura da Carreta da Saúde

O veículo é equipado com tecnologia e estrutura adequada para atendimentos em quatro consultórios individuais, destinados à realização de consultas e exames nas áreas de clínica geral, nutrição e fonoaudiologia.

A unidade móvel também conta com sala de triagem e vacinação, consultório odontológico e atendimento oftalmológico.

Os serviços são prestados por profissionais das secretarias municipais de saúde e de instituições de ensino da área da saúde, enquanto a PRF disponibiliza a unidade móvel e o suporte logístico.

Próxima parada será em Rio Brilhante

Após as ações em Camapuã, a Carreta da Saúde da PRF seguirá para Rio Brilhante, onde os atendimentos ocorrerão entre os dias 16 e 20 de março.

No município, as atividades fazem parte da programação da Semana Municipal de Segurança no Trânsito. A iniciativa tem como objetivo ampliar o acesso a cuidados preventivos para motoristas profissionais e para a população em geral, especialmente em localidades com menor oferta de atendimento especializado.
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 14:53:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Doadora de Ribas do Rio Pardo viaja a São Paulo para salvar vida com transplante de medula
]]></title>
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				<description><![CDATA[Uma moradora de Ribas do Rio Pardo foi chamada pelo Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome) e viajou a São Paulo para realizar a doação que possibilitou um transplante destinado a um paciente brasileiro. O procedimento foi realizado em 28 de outubro de 2025, anos após o cadastro feito quando ela tinha apenas 18 anos.

Cadastro começou em campanhas de doação

O convite para integrar o Redome surgiu quando ela ainda participava de campanhas de doação de sangue promovidas pelo Rotary, grupo de doadores voluntários no município.

Assim que atingiu o peso mínimo exigido, passou a doar sangue.

“Eu tinha 17 anos quando consegui doar sangue pela primeira vez”, lembra.

O cadastro como doadora de medula veio pouco depois. Na época, ela ainda tinha dúvidas sobre o procedimento.

“Perguntei se doía, me explicaram que ali era só o cadastro e que a chance de compatibilidade é rara, mas que, se acontecesse, entrariam em contato”.

Ela autorizou a inclusão dos dados e seguiu a vida normalmente, mantendo telefone e endereço atualizados.



(Foto: Divulgação SES)

Convocação após possível compatibilidade

No ano passado, recebeu uma mensagem perguntando se poderia ir até Campo Grande para realizar exames por suspeita de compatibilidade com um paciente.

Ainda não havia confirmação de que a doação seria necessária. Após realizar a coleta de sangue, ela aguardou o prazo informado, que poderia chegar a 180 dias.

A confirmação veio perto do limite do período.

“Eu disse sim na hora”, afirma.

Mãe de Liz, de 7 anos, e Leonardo, que na época tinha 1 ano e 7 meses, ela precisou reorganizar a rotina familiar para permanecer alguns dias fora de casa.

“Não hesitei, mas logo pensei: como vai funcionar? Tenho duas crianças pequenas”.

Procedimento realizado em São Paulo

Após a confirmação, ela foi encaminhada para São Paulo, onde passou por exames complementares e orientações médicas sobre as formas possíveis de doação.

No caso dela, foi utilizado o método de aférese, em que o doador recebe medicação por alguns dias para aumentar o número de células-tronco na corrente sanguínea. Em seguida, o sangue é coletado por uma máquina que separa as células necessárias e devolve o restante ao organismo.

Todo o procedimento é realizado em centro especializado e custeado pelo Redome, Instituto Nacional de Câncer (INCA) e Ministério da Saúde.

Ela permaneceu cerca de seis horas ligada ao equipamento.

“Eles explicam tudo com muita clareza. Me senti segura o tempo todo”, relata.



(Foto: Divulgação SES)

Período longe da família

Ao todo, foram nove dias em São Paulo, período que ela considera o momento mais difícil da experiência.

“Ficar nove dias longe deles pesou muito. Meu filho ainda era muito pequeno. Eu já não amamentava, mas o apego é muito forte. Mas eu sabia que era por uma causa valiosa”.

Havia ainda a possibilidade de uma segunda coleta, caso a quantidade de células não fosse suficiente. Quando recebeu a confirmação de que a primeira coleta havia atendido à necessidade, a emoção tomou conta.

“Quando a médica disse que tinha dado certo e que não precisaria repetir, eu desabei. Foi uma emoção muito grande”.

Anonimato e incentivo à doação

O processo ocorre de forma sigilosa, e a doadora não recebe informações detalhadas sobre quem recebeu o transplante. Ela sabe apenas que o paciente é brasileiro.

“A gente pensa na pessoa que está do outro lado, esperando. Eu espero que esteja bem, que tenha saúde. Que isso tenha sido um recomeço”.

De volta à rotina na loja de roupas infantis onde trabalha, em Ribas do Rio Pardo, ela decidiu compartilhar a experiência para incentivar outras pessoas.

“Doem sangue. Se cadastrem como doadores de medula óssea. É algo que pode mudar completamente a vida de alguém”.



(Foto: Divulgação SES)

Cadastro de doadores em Mato Grosso do Sul

A medula óssea é responsável pela produção das células do sangue e o transplante é indicado para pacientes com doenças que afetam essas células.

Para se cadastrar como doador voluntário é necessário:

Ter entre 18 e 35 anos e 9 meses

Não ter doença infecciosa ou incapacitante

Não apresentar doença neoplásica, hematológica ou do sistema imunológico

Em Mato Grosso do Sul, o cadastro pode ser feito nas unidades da rede Hemosul, em Campo Grande e no interior do Estado.

Segundo a chefe do Setor de Captação do Hemosul, Lucéia Fernandes, dados do Redome apontam que sete pessoas de Mato Grosso do Sul efetivaram a doação de medula óssea em 2024.

Atualmente, o Estado soma 197.502 cadastros de doadores voluntários de medula óssea, registrados entre 2001 e 2025.

“Cada novo cadastro representa uma possibilidade concreta de compatibilidade para quem aguarda um transplante. Por isso, é fundamental manter telefone e endereço sempre atualizados”, reforça.
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 08:57:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Casos de síndrome respiratória grave aumentam e acendem alerta para doenças respiratórias]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/casos-de-sindrome-respiratoria-grave-aumentam-e-acendem-alerta-para/48873/</link>
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				<description><![CDATA[O número de casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) voltou a crescer nas últimas semanas, acendendo um sinal de alerta entre autoridades de saúde. Dados recentes apontam que diversas regiões do país registraram aumento nas notificações, principalmente entre crianças, jovens e idosos.

Entre os vírus mais identificados nos pacientes estão o rinovírus, comum em crianças e adolescentes, o vírus sincicial respiratório (VSR), que afeta principalmente bebês, e o influenza A, responsável por quadros de gripe em diferentes faixas etárias.

Desde o início do ano, já foram registrados mais de 14 mil casos da síndrome, com centenas de mortes associadas às complicações da doença. Entre os vírus mais detectados nas ocorrências estão o causador da covid-19, o influenza A e o rinovírus. A maior parte dos óbitos tem sido registrada entre pessoas idosas.

Especialistas apontam que o aumento dos casos também está relacionado à volta das aulas e à circulação maior de pessoas, o que facilita a transmissão de vírus respiratórios, especialmente entre crianças.

A recomendação das autoridades de saúde é que crianças ou adolescentes com sintomas de gripe ou resfriado permaneçam em casa, evitando o contato com outras pessoas. Quando isso não for possível, o uso de máscara em ambientes fechados pode ajudar a reduzir o risco de transmissão.

A vacinação também continua sendo uma das principais formas de prevenção, especialmente contra a gripe e outras doenças respiratórias que podem evoluir para quadros mais graves.

 
]]></description>
				
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Sat, 07 Mar 2026 10:47:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[SUS passa a oferecer novo medicamento contra malária para crianças]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/sus-passa-a-oferecer-novo-medicamento-contra-malaria-para-criancas/48863/</link>
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				<description><![CDATA[O Sistema Único de Saúde (SUS) iniciou a distribuição de um novo tratamento contra a malária voltado para o público infantil. O medicamento utilizado é a Tafenoquina na versão pediátrica de 50 mg, indicada para crianças e adolescentes com peso entre 10 kg e 35 kg.

Antes, o remédio estava disponível apenas para pacientes a partir de 16 anos. Com a ampliação do uso, o Ministério da Saúde pretende reforçar as ações de combate à doença, principalmente em regiões onde os casos são mais frequentes.

A nova medicação é utilizada no tratamento da malária causada pelo parasita Plasmodium vivax e apresenta como principal vantagem a possibilidade de tratamento em dose única, diferente do modelo anterior que exigia vários dias de medicação.

A distribuição dos comprimidos ocorre de forma gradual, com prioridade para áreas da Amazônia, onde se concentra a maior parte dos registros da doença. Inicialmente, mais de 120 mil comprimidos devem ser disponibilizados para fortalecer o atendimento em regiões com maior incidência.

Segundo o governo federal, o Brasil se tornou o primeiro país do mundo a oferecer esse tipo de tratamento pediátrico dentro do sistema público de saúde, o que pode facilitar a adesão das crianças ao tratamento.

Dados do Ministério da Saúde apontam ainda que o país registrou 120.659 casos de malária em 2025, número considerado o menor desde 1979, representando queda de cerca de 15% em comparação com o ano anterior. Apesar da redução, quase todos os casos ainda estão concentrados na região amazônica.

 
]]></description>
				
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 10:25:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Saúde de Camapuã realiza ação no Lar dos Idosos e aplica doses para manter esquema vacinal em dia
]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/saude-de-camapua-realiza-acao-no-lar-dos-idosos-e-aplica-doses-para/48861/</link>
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				<description><![CDATA[A Prefeitura de Camapuã, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizou uma ação de atualização vacinal no Lar dos Idosos do município, com avaliação de cadernetas e aplicação das doses necessárias, em atendimento feito na própria instituição.

Vacinação e checagem de cadernetas

A iniciativa foi conduzida pela equipe responsável pela Imunização da Secretaria Municipal de Saúde e teve como foco reforçar a prevenção e ampliar a proteção à saúde dos idosos acolhidos.

Durante a ação, os profissionais de saúde verificaram as cadernetas de vacinação e aplicaram as vacinas indicadas para manter o esquema vacinal em dia.



(Foto: Assessoria)

Atendimento no local

O serviço foi prestado no próprio lar, com o objetivo de facilitar o acesso e oferecer atendimento aos moradores no ambiente em que vivem.

Ações de imunização no município

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o município segue com ações contínuas de imunização em diferentes locais, com foco em ampliar a cobertura vacinal.
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 10:17:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[ Cerco se fecha ao contrabando de canetas emagrecedoras em MS]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/cerco-se-fecha-ao-contrabando-de-canetas-emagrecedoras-em-ms/48800/</link>
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				<description><![CDATA[O Governo de Mato Grosso do Sul apreendeu mais de R$ 5 milhões em produtos irregulares durante a Operação Visa-Protege, coordenada pela Secretaria de Estado de Saúde para combater a comercialização ilegal de medicamentos.

Em 20 dias de fiscalização, foram recolhidos 9.964 itens, incluindo canetas emagrecedoras, anabolizantes e fitoterápicos fora das normas sanitárias. Muitos produtos eram enviados por encomendas, indicando o uso de rotas postais para distribuição clandestina.

A ação conta com apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), dos Correios e do Conselho Regional de Farmácia, com o objetivo de interromper o envio de mercadorias ilegais e proteger a saúde pública.

A orientação é que a população adquira medicamentos apenas em estabelecimentos regularizados e denuncie práticas suspeitas às autoridades.
]]></description>
				
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Sun, 01 Mar 2026 10:35:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[   Convocação reforça saúde e assistência social em Coxim]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/convocacao-reforca-saude-e-assistencia-social-em-coxim/48786/</link>
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				<description><![CDATA[A Prefeitura de Coxim publicou no Diário Oficial do Estado de Mato Grosso do Sul, o Edital de Convocação nº 009/2026, vinculado ao Processo Seletivo Simplificado nº 002/2025. A medida visa reforçar, de forma imediata, as equipes da Secretaria Municipal de Saúde e da Secretaria Municipal de Cidadania e Assistência Social, garantindo a continuidade e a eficiência dos serviços essenciais prestados à população.

A convocação atende à necessidade urgente de recomposição de profissionais em setores considerados sensíveis da rede pública. Os convocados deverão atuar nas Unidades de Atenção Primária à Saúde, no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), no Centro de Especialidades Odontológicas (CEO), na Casa Lar do Idoso e no Espaço do Saber.

Segundo a administração municipal, a iniciativa busca evitar sobrecarga nas equipes, reduzir filas de atendimento e assegurar assistência digna à população, especialmente aos grupos mais vulneráveis.

Os candidatos convocados devem comparecer à Gerência de Gestão de Recursos Humanos, localizada na Rua João Pessoa, nº 325, Centro.

Datas para entrega da documentação:

26 de fevereiro de 2026 (quinta-feira): das 7h30 às 12h

27 de fevereiro de 2026 (sexta-feira): das 7h30 às 12h

A prefeitura reforça que não será realizada impressão de documentos no local. Os candidatos devem apresentar toda a documentação exigida, impressa e completa. Documentações incompletas não serão recebidas.

A definição das unidades de trabalho será realizada conforme a demanda da Administração Pública, priorizando os setores com maior necessidade.

A lista completa dos convocados e demais orientações está disponível no Edital de Convocação nº 009/2026, publicado no Diário Oficial do Estado.

Com a convocação, o município busca manter o funcionamento pleno dos serviços e garantir que a população continue recebendo atendimento com qualidade e agilidade.
]]></description>
				
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 10:14:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Coxim reforça alerta contra dengue após MS registrar 107 casos confirmados em 2026]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/coxim-reforca-alerta-contra-dengue-apos-ms-registrar-107-casos/48763/</link>
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				<description><![CDATA[Com 107 casos confirmados de dengue neste início de 2026, Mato Grosso do Sul acende o sinal de alerta para os municípios, incluindo Coxim, que intensifica ações preventivas para evitar avanço da doença.

De acordo com boletim divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul ontem (24), o Estado contabiliza 954 casos prováveis, mas não há óbitos confirmados ou em investigação até o momento.

A vacinação contra a dengue segue em andamento, com mais de 223 mil doses aplicadas. O público-alvo são crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos, grupo que concentra maior índice de hospitalizações. O esquema prevê duas doses com intervalo de três meses.

Além da dengue, o boletim aponta 525 casos confirmados de chikungunya em todo o Estado. A orientação é que pessoas com sintomas procurem a unidade de saúde e evitem automedicação.

Em Coxim, o alerta reforça a importância da participação da população no combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor das arboviroses. Eliminar recipientes com água parada, manter quintais limpos e utilizar repelentes continuam sendo medidas fundamentais para impedir que os números avancem nas próximas semanas.

A vigilância em saúde destaca que o controle depende de ação conjunta entre poder público e comunidade.
]]></description>
				
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 14:40:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[
O Governo de Mato Grosso do Sul vai receber um novo lote com 7.878 doses da vacina contra a dengue
]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/o-governo-de-mato-grosso-do-sul-vai-receber-um-novo-lote-com-7878/48688/</link>
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				<description><![CDATA[O Governo de Mato Grosso do Sul vai receber um novo lote com 7.878 doses da vacina contra a dengue, que será destinado exclusivamente aos trabalhadores da Atenção Primária à Saúde. A medida amplia a proteção dos profissionais que atuam na linha de frente do atendimento à população e reforça a estratégia estadual de enfrentamento à doença.

A imunização contemplará profissionais das Unidades Básicas de Saúde (UBSs), com faixa etária entre 15 e 59 anos. Segundo a orientação da Secretaria de Estado de Saúde, a vacinação será realizada independentemente de infecção prévia por dengue ou de eventual vacinação anterior, seguindo os critérios técnicos definidos para esta etapa.

Antes do início da aplicação das doses, a Secretaria promoverá uma reunião de alinhamento com os municípios para organizar a logística de distribuição, armazenamento e aplicação do imunizante. O objetivo é garantir que as doses cheguem de forma ágil e segura aos profissionais que atuam diretamente no atendimento básico.

A estratégia reconhece que os trabalhadores da Atenção Primária estão entre os mais expostos, seja pelo contato frequente com pacientes sintomáticos ou pela atuação em áreas com maior circulação do vírus. Ao fortalecer a proteção desse público, o Estado também contribui para manter a rede de saúde estruturada e preparada para atender possíveis aumentos de casos.

Apesar do avanço na vacinação, as autoridades reforçam que a imunização, por si só, não elimina o risco da doença. O combate ao mosquito Aedes aegypti continua sendo essencial. Medidas como eliminar água parada, manter caixas d’água vedadas e descartar corretamente recipientes que possam acumular água são atitudes decisivas para reduzir a proliferação do vetor. Em Coxim desde a segunda quinzena de fevereiro as autoridades de saúde da cidade já começaram a reforçar as ações, agentes de epidemiologia fazem visitas nas casas orientando a população e fazendo aplicação de larvicidas.

A combinação entre vacinação estratégica e controle do mosquito é apontada como o caminho mais eficaz para reduzir casos graves e internações. O Governo do Estado destaca que a participação da população é fundamental para que o esforço conjunto resulte em menos adoecimentos e maior proteção coletiva ao longo do ano.

 
]]></description>
				
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 10:00:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Anvisa aprova registro de medicamento para tratamento da fenilcetonúria
]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/saude/anvisa-aprova-registro-de-medicamento-para-tratamento-da/48680/</link>
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				<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro do medicamento Sephience, indicado para o tratamento da fenilcetonúria, doença genética causada por deficiência de uma enzima hepática ligada à conversão da fenilalanina em tirosina, segundo a agência. A decisão foi divulgada nesta quinta-feira (19).

O que é a fenilcetonúria

De acordo com a Anvisa, a fenilalanina é um aminoácido considerado essencial para o organismo, mas sua ingestão precisa ser rigorosamente controlada em pacientes com fenilcetonúria.

A agência informou que a elevação da fenilalanina no sangue tem efeito neurotóxico e pode causar sequelas graves, como déficits neurocognitivos e deficiência intelectual severa e irreversível.

Para quem o medicamento é indicado

Segundo a Anvisa, o medicamento aprovado é indicado para pacientes pediátricos e adultos e auxilia na quebra da fenilalanina, podendo ampliar as possibilidades de dieta, além de contribuir para a qualidade de vida e o bem-estar.

O controle dos níveis séricos da fenilalanina, conforme a agência, deve começar no primeiro mês de vida e ser mantido ao longo de toda a vida.

Frequência no Brasil e diagnóstico

Dados do Ministério da Saúde indicam que a fenilcetonúria é detectada em um a cada 15 mil a 17 mil nascimentos no Brasil.

O diagnóstico precoce é feito pela detecção de níveis elevados de fenilalanina no sangue em bebês com coleta realizada entre o terceiro e o quinto dia de vida. A recomendação é que o sangue do recém-nascido seja colhido após 48 horas do nascimento para reduzir a chance de resultados falso-negativos, garantindo que tenha havido ingestão de proteína suficiente para alterações no exame.

Triagem neonatal pelo SUS

O exame é oferecido a toda a população pelo Sistema Único de Saúde (SUS), em todo o território nacional, por meio do Programa Nacional de Triagem Neonatal (PNTN).

Crianças com fenilcetonúria não apresentam sintomas ao nascimento, mas sinais de atraso no desenvolvimento neuropsicomotor podem se tornar evidentes aos seis meses de vida, segundo as informações do texto.

Orientações sobre tratamento e cuidados

Conforme o texto, sem tratamento iniciado no primeiro mês de vida, a evolução pode incluir deficiência intelectual, odor característico na urina e no suor e distúrbios de comportamento.

Também é indicado que a família verifique a presença e a quantidade de fenilalanina em rótulos de medicamentos e alimentos industrializados. Alimentos que contenham o adoçante aspartame na formulação são proibidos.
]]></description>
				
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 11:42:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Imunização itinerante reforça cobertura vacinal em São Gabriel do Oeste na próxima semana
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				<description><![CDATA[São Gabriel do Oeste receberá, entre os dias 23 e 27 de fevereiro (segunda a sexta-feira), o Vacimóvel do programa MS Vacina Mais, que levará vacinação itinerante a diferentes pontos da cidade para atualização da caderneta e aplicação de doses do calendário nacional para todas as idades.

A ação busca ampliar a cobertura vacinal e facilitar o acesso da população aos imunizantes, com atendimento em locais estratégicos e de grande circulação.

Programação nos bairros e pontos estratégicos

Na segunda-feira (23), o atendimento será na Praça da Bíblia, em frente ao Supermercado São Gabriel, das 13h30 às 16h30.

Na terça-feira (24), o Vacimóvel estará na Praça do Flor do Cerrado, das 9h às 16h, e próximo ao SAMU, das 7h30 às 10h30.

Na quarta-feira (25), a unidade atenderá próximo ao SAMU, das 7h30 às 10h30, e na Praça da Matriz, das 13h30 às 16h30.

Na quinta-feira (26), a equipe estará no Assentamento Itaqui, das 8h às 13h.

Encerrando a programação, na sexta-feira (27), o atendimento será no Supermercado Benfica, das 7h30 às 10h30.

Estrutura das unidades móveis

Os Vacimóveis são unidades estruturadas para levar imunização a áreas de grande circulação, regiões remotas e pontos definidos em conjunto com as gestões municipais.

De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (SES), cada veículo é equipado com câmara refrigerada para armazenamento das vacinas, materiais para preparo das doses, cadeira de atendimento, televisão para acolhimento e tenda externa.

A iniciativa integra o programa MS Vacina Mais e reforça a importância da imunização como medida de proteção individual e coletiva.
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 11:19:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[ Porto Alegre confirma primeiro caso de Mpox em 2026]]></title>
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A cidade de Porto Alegre confirmou o primeiro caso de infecção pelo vírus Mpox registrado em 2026. As autoridades de saúde informaram que a identidade e o estado clínico do paciente não foram divulgados.

De acordo com a Vigilância Sanitária municipal, o morador da capital gaúcha teria contraído a doença fora do estado do Rio Grande do Sul. Ele buscou atendimento médico após apresentar sintomas compatíveis com a infecção, quando foram realizados exames que confirmaram o diagnóstico.

A Mpox é uma doença viral transmitida principalmente por contato próximo com pessoas infectadas, lesões na pele ou objetos contaminados. Embora a maioria dos casos apresente evolução leve, a orientação das autoridades é redobrar a atenção para evitar a disseminação do vírus.
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 17:03:00 -0300</pubDate>
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