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		<title>Diário do EstadoMS - Religioso</title>
		
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				<title><![CDATA[Coxim vive a Sexta-feira Santa com fé, tradição e momentos de profunda reflexão]]></title>
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				<description><![CDATA[A Sexta-feira Santa é vivida com fé, tradição e respeito pelos moradores de Coxim, que nesta sexta-feira dedicam o dia à reflexão e às manifestações religiosas que marcam a data.

Desde as primeiras horas da manhã, igrejas da cidade recebem fiéis para celebrações que recordam a crucificação e morte de Jesus Cristo. A programação inclui momentos de oração, leitura da Paixão de Cristo e, em algumas comunidades, encenações que emocionam e reforçam o significado espiritual da data.

Em Coxim, a Sexta-feira Santa mantém tradições que atravessam gerações. Muitas famílias seguem o costume de não consumir carne vermelha, optando por refeições simples, geralmente à base de peixe, como forma de respeito e penitência. O clima na cidade é de silêncio e introspecção, contrastando com a rotina agitada dos dias comuns.

As procissões também fazem parte da programação em bairros e paróquias, reunindo fiéis em caminhadas de fé pelas ruas da cidade. Esses momentos reforçam o sentimento de união e espiritualidade entre os moradores, que mantêm viva a essência da Semana Santa.

Além do aspecto religioso, o feriado altera o funcionamento da cidade. Órgãos públicos e parte do comércio permanecem fechados, enquanto serviços essenciais seguem normalmente, garantindo o atendimento à população.

Para os coxinenses, a Sexta-feira Santa vai além de um simples feriado. É um dia de renovação espiritual, reflexão sobre valores como amor, fé e solidariedade, e de fortalecimento das tradições que fazem parte da identidade cultural do município.

 
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				<category>Religioso</category>
				<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 09:41:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[Padre Micael se encontra com o Papa Leão no Principado de Mônaco e emociona fiéis de Coxim]]></title>
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				<description><![CDATA[Um encontro especial e cheio de significado marcou a trajetória do padre Micael e também tocou o coração de muitos fiéis de Coxim. O sacerdote esteve recentemente com o Papa Leão durante passagem pelo Principado de Mônaco.

Atualmente residindo na Suíça, padre Micael segue sua missão religiosa fora do Brasil, mas sua história continua profundamente ligada a Coxim, onde atuou por muitos anos e construiu uma forte relação com a comunidade católica local.

Conhecido pelo carisma e proximidade com os fiéis, o padre Micael é sempre lembrado em Coxim por suas qualidades marcantes: generosidade, empatia, gentileza, educação e bom humor. Mesmo distante, ele não esconde o carinho e o amor que sente pela cidade, mantendo viva a conexão com a comunidade que tanto fez parte de sua caminhada.

Sua atuação deixou marcas importantes no município, seja por meio de celebrações, ações sociais ou pelo acolhimento às pessoas em momentos difíceis. Até hoje, muitos moradores destacam a saudade deixada após sua partida.

O encontro com o Papa Leão representa não apenas um momento pessoal significativo na vida do sacerdote, mas também um motivo de orgulho para aqueles que acompanharam sua trajetória em Coxim.

Para os fiéis, ver o padre Micael vivendo novas experiências em sua missão, sem jamais esquecer de Coxim reforça o sentimento de gratidão, admiração e saudade que permanece forte na cidade.
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				<category>Religioso</category>
				<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 16:02:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[Fé, história e tradição marcam a reta final da Festa de São José em Coxim]]></title>
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				<description><![CDATA[A cidade de Coxim vive dias de profunda expressão de fé e identidade cultural com a realização da 87ª Festa de São José, padroeiro que, há mais de um século, acompanha a formação histórica, espiritual e social do município.

Mais do que uma celebração religiosa, a festa representa um elo vivo entre passado e presente. Desde o século XIX, quando Coxim ainda era chamada de “São José de Herculânia”, a devoção ao santo já se fazia presente na vida da comunidade. Documentos históricos revelam que a fé em São José esteve diretamente ligada ao desenvolvimento da cidade, desde uma pequena freguesia até se tornar um importante polo regional.

Celebrado no dia 19 de março, São José é reconhecido como símbolo de humildade, obediência e confiança em Deus. Esposo de Maria e pai adotivo de Jesus, sua trajetória silenciosa e firme se transformou em referência para gerações, especialmente em tempos marcados por desafios sociais e humanos. Em Coxim, sua presença transcende o aspecto religioso e se insere no cotidiano da população, sendo padroeiro da cidade, da Diocese e da Catedral.

Ao longo dos anos, a Festa de São José se consolidou como um verdadeiro patrimônio cultural, reunindo famílias, fortalecendo tradições e promovendo o encontro da comunidade. Missas, procissões e eventos sociais fazem da celebração um momento de renovação espiritual, mas também de convivência e pertencimento.

Programação 

18 de março (quarta-feira)


	18h30 – Santo Terço (Crianças)
	19h – Santa Missa
	20h – Quermesse


19 de março – Dia de São José ( quinta-feira)


	7h – Santa Missa
	12h – Churrasco festivo
	14h – Show de Prêmios
	18h – Procissão saindo da Praça Noêmia Serrou Camy (Praça Flutuante)
	18h30 – Santa Missa Solene presidida pelo bispo diocesano
	20h – Quermesse


A reta final da festa é marcada por alguns dos momentos mais aguardados, como a tradicional procissão, que reúne fiéis em um ato público de devoção, e a missa solene, símbolo máximo da celebração. Já as quermesses e atividades sociais reforçam o caráter comunitário do evento, mantendo viva uma tradição que atravessa gerações.

Mais do que um evento no calendário religioso, a Festa de São José reafirma a essência de Coxim: uma cidade construída sob valores de fé, união e esperança. Em cada oração, em cada encontro e em cada gesto de devoção, permanece viva a herança de um povo que encontra em seu padroeiro não apenas proteção, mas também inspiração para seguir adiante.

 
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				<category>Religioso</category>
				<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 11:11:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[Campanha da Fraternidade 2026: "Fraternidade e Moradia"]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/religioso/campanha-da-fraternidade-2026/48671/</link>
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				<description><![CDATA[A Campanha da Fraternidade 2026, promovida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), convida os fiéis e toda a sociedade a refletirem sobre um dos direitos mais essenciais à vida humana: o acesso à moradia digna. Lançada na Quarta-feira de Cinzas, início do tempo da Quaresma, a iniciativa deste ano traz como tema “Fraternidade e Moradia” e o lema “Ele veio morar entre nós” (Jo 1,14), inspirado no Evangelho de João.

A proposta central da campanha é despertar a consciência coletiva sobre a moradia como um direito sagrado e indispensável à dignidade humana. Em um país onde milhares de famílias vivem em situação de vulnerabilidade habitacional seja em casas precárias, ocupações irregulares ou nas ruas a Igreja propõe uma reflexão profunda sobre as desigualdades sociais e a exclusão habitacional.

Entre os principais objetivos da campanha estão a análise da precariedade das condições de moradia, o incentivo à criação e fortalecimento de políticas públicas habitacionais e a mobilização da sociedade para combater a desigualdade. A Igreja também reforça sua missão pastoral junto às populações mais vulneráveis, promovendo ações concretas de solidariedade e acolhimento.

A campanha denuncia a transformação da moradia em mercadoria e chama atenção para a necessidade de garantir teto, terra e trabalho como pilares fundamentais para a justiça social. O debate proposto vai além da estrutura física das casas, destacando a função social da moradia como espaço de proteção, convivência familiar e construção da cidadania.

O lançamento nacional aconteceu no Santuário Nacional de Aparecida, onde a escultura “Cristo Sem Teto” chamou a atenção dos fiéis. A obra simboliza a presença de Cristo nas pessoas em situação de rua e reforça o chamado à compaixão, à solidariedade e à responsabilidade social.

Mais do que uma campanha anual, a Campanha da Fraternidade 2026 se apresenta como um convite à conversão pessoal e comunitária. A iniciativa incentiva gestos concretos de partilha, apoio a projetos sociais e engajamento em políticas que promovam moradia digna para todos.

Ao destacar a função social da moradia, a campanha reforça que ter um lar não é apenas uma necessidade material, mas uma expressão de dignidade, pertencimento e esperança. O chamado é claro: construir uma sociedade mais fraterna, onde ninguém seja privado do direito de viver com segurança, respeito e dignidade.
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				<category>Religioso</category>
				<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 16:36:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[Quaresma: tempo de reflexão, conversão e renovação espiritual para os católicos]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/religioso/quaresma-tempo-de-reflexao-conversao-e-renovacao-espiritual-para-os/48662/</link>
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				<description><![CDATA[Com a chegada da Quarta-feira de Cinzas, tem início a Quaresma, um dos períodos mais significativos do calendário cristão. Vivida durante 40 dias que antecedem a Páscoa, essa etapa convida os fiéis a um caminho de reflexão, penitência e preparação espiritual para celebrar a ressurreição de Jesus Cristo.

A origem da Quaresma remonta aos primeiros séculos do cristianismo, quando a Igreja passou a dedicar um tempo específico para preparar os catecúmenos para o batismo e orientar os fiéis à conversão interior. O número 40 possui profundo simbolismo bíblico: recorda os 40 dias que Jesus passou em jejum no deserto, os 40 anos do povo de Israel em caminhada rumo à Terra Prometida e outros momentos de provação e renovação espiritual.

Para os católicos, a Quaresma é marcada por três práticas essenciais: oração, jejum e caridade. A oração fortalece a fé e a relação com Deus; o jejum simboliza disciplina e desapego; e a caridade expressa o amor ao próximo por meio de gestos concretos de solidariedade.

Durante esse período, celebrações ganham tom mais sóbrio, os altares ficam mais simples e o convite ao silêncio interior se intensifica. A Quarta-feira de Cinzas, com a imposição das cinzas na testa dos fiéis, lembra a fragilidade humana e a necessidade de conversão, enquanto a Sexta-feira Santa se destaca como dia de jejum e abstinência.

Mais do que renúncias externas, a Quaresma propõe uma transformação interior: perdoar, recomeçar, cultivar a humildade e renovar a esperança. Para milhões de católicos, esse tempo sagrado representa uma oportunidade de reaproximação com Deus e de reconstrução espiritual, preparando o coração para a alegria da Páscoa.
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				<category>Religioso</category>
				<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 10:06:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[Dia de Reis encerra o clima natalino e tradição de desmontar a árvore se mantém viva em Coxim]]></title>
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				<description><![CDATA[O Dia de Reis, celebrado em 6 de janeiro, marca oficialmente o encerramento do período natalino e mantém viva uma tradição que atravessa gerações: desmontar a árvore de Natal e guardar os enfeites. Em Coxim, o costume segue presente em muitos lares, unindo fé, memória e o início de um novo ciclo.

Para diversas famílias coxinenses, a data vai além do calendário religioso. Ela simboliza o fim das festas de fim de ano e a retomada da rotina, com o começo do ano letivo, a organização da casa e os novos planos para o ano que se inicia.

A celebração do Dia de Reis recorda a visita dos Três Reis Magos ao menino Jesus, encerrando o chamado ciclo do Natal. Em Coxim, especialmente entre famílias mais tradicionais, ainda é comum manter a decoração natalina montada até essa data como sinal de respeito à tradição cristã.

Em alguns bairros, o dia é lembrado com orações em família, conversas sobre fé e momentos de reflexão. Há também quem associe a data à gratidão pelo ano que passou e aos pedidos de proteção e prosperidade para o novo ano.

O ato de desmontar a árvore e guardar os enfeites carrega um significado especial. Em muitas casas, o momento é feito em família, com cuidado ao embalar bolas, luzes e objetos decorativos, preservando itens que muitas vezes passam de geração em geração.

Em Coxim, onde o calor do verão é intenso, a desmontagem também ajuda a reorganizar os ambientes, trazendo sensação de leveza e renovação para o lar. Árvores naturais, quando utilizadas, costumam ser descartadas de forma adequada, respeitando o meio ambiente.

Com o Dia de Reis, encerra-se oficialmente o clima de festas e confraternizações. A cidade entra de vez no ritmo do novo ano, com a preparação para o retorno das atividades escolares, comerciais e administrativas.

Mais do que guardar enfeites, o Dia de Reis representa em Coxim um momento simbólico de encerramento, reflexão e recomeço, mantendo viva uma tradição que une fé, cultura e esperança por dias melhores.
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				<category>Religioso</category>
				<pubDate>Tue, 06 Jan 2026 14:18:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[Dia de Finados em Coxim: fé, lembranças e reencontros que atravessam o tempo
]]></title>
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				<description><![CDATA[Neste domingo (2), o clima em Coxim é de reflexão e saudade. O Dia de Finados, data marcada por homenagens e recordações, movimenta os cemitérios da cidade desde as primeiras horas da manhã. Famílias chegam com flores, velas e orações, transformando o silêncio dos corredores em um cenário de emoção e respeito.

No Cemitério Central, o movimento é constante, mas sereno. Muitos preferiram visitar os túmulos ainda no início do dia, aproveitando o tempo mais ameno antes da previsão de chuva. Entre as flores coloridas e as velas acesas, é possível perceber o cuidado e o carinho com que os jazigos foram preparados um gesto que traduz a permanência do amor, mesmo diante da ausência.

Com apoio da Prefeitura, os cemitérios de Coxim receberam limpeza, pintura e reforço na iluminação para receber os visitantes com mais conforto e segurança. Ambulantes também se posicionaram nos arredores, vendendo flores e velas, o que reforça o ambiente tradicional da data.

Mais do que um momento de luto, o Dia de Finados em Coxim se tornou um tempo de reencontro. Muitas famílias aproveitam a data para rever parentes e amigos que moram longe, compartilhando lembranças e histórias de quem partiu.

Apesar do clima nublado e da possibilidade de chuvas isoladas, o sentimento que predomina é de fé e esperança. “A gente vem não só para lembrar, mas para agradecer pelo que viveu junto”, comenta uma moradora emocionada, enquanto ajeita um arranjo sobre o túmulo dos pais.

Em meio ao vai e vem de pessoas, o silêncio se mistura ao som das preces. Cada vela acesa, cada flor depositada, carrega uma mensagem silenciosa: a de que o amor não termina com a despedida.

O Dia de Finados em Coxim é, mais uma vez, um retrato vivo da força das tradições e da sensibilidade de um povo que transforma a saudade em presença.
A morte pode separar fisicamente, mas o amor construído permanece para sempre , afinal , saudade é tudo aquilo que vivemos de bom
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				<category>Religioso</category>
				<pubDate>Sun, 02 Nov 2025 10:37:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[12 de Outubro:Um Dia de Fé, Amor e Devoção à Nossa Senhora Aparecida ]]></title>
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				<description><![CDATA[Em cada canto do Brasil, neste 12 de outubro, há um olhar voltado ao céu, uma vela acesa em oração, um agradecimento silencioso ou uma promessa renovada. É o Dia de Nossa Senhora Aparecida, a Padroeira do Brasil, e para milhões de brasileiros, mais do que um feriado, é um dia de fé viva e esperança renovada. 

Tudo começou em 1717, às margens do rio Paraíba do Sul, quando três humildes pescadores: Domingos, Filipe e João saíram para pescar com poucas expectativas. A natureza parecia não colaborar, mas o inesperado aconteceu: suas redes trouxeram à tona algo que mudaria para sempre a história de um povo a imagem de uma santa. 

Primeiro encontraram o corpo. Depois, a cabeça. E assim, aquela pequena imagem de barro escuro, simples e quebrada, passou a ser chamada de Nossa Senhora Aparecida, pois havia "aparecido" das águas. A partir daquele momento, os peixes começaram a surgir em abundância, e os corações, a se encher de fé. 

A notícia do milagre se espalhou, e com ela, a devoção cresceu. Não havia igreja, altar ou templo  só a força da fé de um povo que acreditava que aquela imagem era um sinal de amor e proteção. 

Nossa Senhora Aparecida é a santa dos pobres, dos simples, das mães, das crianças, dos aflitos. É a imagem que habita os lares humildes, que acompanha romeiros nas estradas, que está presente em oratórios nas estradas de terra e nas grandes catedrais. 

Em 1930, foi proclamada Padroeira do Brasil pelo Papa Pio XI. E desde então, seu nome virou sinônimo de consolo, milagre e carinho materno. Sua imagem de traços negros representa a fé de um Brasil diverso, sofrido, mas forte. Um Brasil que acredita. 

No dia 12 de outubro, milhares de devotos se dirigem ao Santuário Nacional de Aparecida, no interior de São Paulo. Muitos vão a pé, em silêncio, carregando suas promessas, suas dores, suas esperanças. Outros celebram em casa, com orações simples, mas cheias de emoção. 

Não importa onde ou como  o importante é o que se leva no coração. Porque mais do que um dia no calendário, o 12 de outubro é um abraço espiritual, uma oportunidade de agradecer, de pedir proteção, de recomeçar. 

Neste dia tão especial, deixemos que a mensagem de Nossa Senhora Aparecida fale mais alto: fé diante das dificuldades, coragem diante das tempestades, amor como resposta ao mundo. 

Que todos os lares brasileiros recebam hoje um pouco da sua luz, da sua paz, e do seu cuidado de mãe. 
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				<category>Religioso</category>
				<pubDate>Sun, 12 Oct 2025 11:56:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[Coxim se torna palco de fé e união ao receber mais de 600 coroinhas e acólitos em encontro diocesano]]></title>
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				<description><![CDATA[No último domingo (18), a cidade de Coxim foi transformada em um verdadeiro espaço de espiritualidade e celebração ao sediar o Encontro Diocesano de Coroinhas e Acólitos, que reuniu mais de 600 participantes vindos das 11 cidades que compõem a Diocese de Coxim.

O evento, marcado por momentos de oração, reflexão e confraternização, reforçou a importância do serviço litúrgico realizado pelos jovens que, com dedicação e alegria, ajudam a conduzir as celebrações em suas comunidades.

Neste ano, o encontro recebeu um significado ainda mais especial ao ser chamado de “Jubileu da Esperança”, em sintonia com o Jubileu celebrado pela Igreja Católica. A proposta foi oferecer aos participantes uma experiência de fé renovada, fortalecendo o compromisso de cada coroinha e acólito com a missão de servir a Deus.

A programação foi cuidadosamente organizada pelo Pe. José Henrique, vigário da Catedral São José, e contou com o apoio de mais de 120 colaboradores de diversas cidades vizinhas. A mobilização comunitária garantiu a recepção calorosa e a boa estrutura do encontro, que reuniu crianças, adolescentes e jovens de diferentes realidades, unidos pela mesma vocação de servir no altar.

O momento mais marcante do encontro foi a celebração da Santa Missa, presidida pelo bispo diocesano, Dom Otair, que destacou a importância da unidade e da alegria de servir como testemunho de esperança para toda a Igreja.

Para os organizadores, o encontro representou não apenas uma oportunidade de convivência entre os coroinhas e acólitos, mas também um forte sinal de comunhão da Igreja em torno da juventude. A experiência vivida em Coxim deverá ecoar nas paróquias de toda a diocese, fortalecendo a missão dos jovens servidores do altar.

“A concentração dos coroinhas e acólitos foi um momento de unidade e alegria. Mais do que uma simples reunião, foi um gesto de esperança e de fé que nos inspira a seguir firmes no caminho de Cristo”, destacou a organização.

Com a realização do encontro, Coxim reafirma seu papel de cidade de acolhimento e referência na vida religiosa da região, mostrando que a força da fé e o entusiasmo da juventude são capazes de renovar a Igreja e de transmitir esperança para toda a comunidade.
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				<category>Religioso</category>
				<pubDate>Mon, 18 Aug 2025 16:59:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Projeto "Viva um Novo Tempo"
promove evento gratuito com atividades para toda a família em Coxim]]></title>
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				<description><![CDATA[Um novo tempo está prestes a começar em Coxim, e toda a comunidade está convidada a fazer parte desta transformação. Neste domingo, dia 13 de julho, às 19h30, será realizado o lançamento do projeto “Viva um Novo Tempo”, no Espaço Recreativo Novo Tempo, localizado na Av. Gaspar Ries Coelho, esquina com a Rua Paraná, em frente à garagem do Marquinhos.
A iniciativa inclui palestras, filmes, histórias para crianças, oficinas esportivas e de culinária; programação começa neste domingo (13/07), às 19h30
Com entrada totalmente gratuita, o evento promete reunir famílias inteiras em uma noite de acolhimento, aprendizado e diversão. A programação inclui palestras sobre temas familiares, contação de histórias para crianças, exibição de filmes, sorteios de brindes e outras atrações culturais. O objetivo é proporcionar um ambiente saudável, educativo e de convivência entre os moradores da região.
Além disso, os participantes poderão se inscrever nos projetos permanentes oferecidos pelo “Novo Tempo”, que incluem oficinas de vôlei, futebol e culinária, também gratuitos. A ideia é estimular o esporte, a arte e a alimentação saudável como instrumentos de inclusão social, bem-estar e formação de valores.
Com a proposta de fortalecer os laços comunitários e promover o desenvolvimento pessoal e coletivo, o projeto “Viva um Novo Tempo” nasce como um movimento de esperança e renovação.
“Você está perto de viver um novo tempo”, afirma o slogan do evento, que resume bem a intenção dos organizadores: oferecer oportunidades reais de mudança de vida através da união, do conhecimento e da solidariedade.
Famílias de todas as idades estão convidadas a participar dessa iniciativa transformadora.
 
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				<category>Religioso</category>
				<pubDate>Fri, 11 Jul 2025 08:56:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[Fé, Tradição e Celebração: Campo Grande recebe a 28ª Festa do Divino Espírito Santo de Coxim
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				<description><![CDATA[No próximo dia 6 de julho, a capital Campo Grande será palco de uma das manifestações religiosas e culturais mais tradicionais do norte sul-mato-grossense: a 28ª Festa do Divino Espírito Santo de Coxim. O evento acontece a partir das 8h da manhã, no Cotolengo, e promete reunir fiéis, famílias e visitantes para um dia repleto de fé, cultura e confraternização.
Organizada com carinho pela comunidade de Coxim, a festa traz um pedaço da tradição do interior para o coração da capital, mantendo viva uma celebração que atravessa gerações. A programação inclui café da manhã comunitário, missa solene, um delicioso churrasco e baile, unindo o sagrado ao popular num clima de comunhão e alegria.
A iniciativa conta com o apoio de empresas locais e o apoio cultural do Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, reforçando a importância do evento para o calendário cultural e religioso do estado.
Os ingressos já estão à venda e podem ser adquiridos na portaria do Cotolengo ou pelo WhatsApp (67) 98112-9780. A expectativa é de que centenas de pessoas participem da festa, que simboliza não apenas a devoção ao Divino Espírito Santo, mas também o reencontro de amigos, familiares e conterrâneos.


28ª Festa do Divino Espírito Santo de Coxim em Campo Grande
 06 de julho (sábado)
 A partir das 8h
 Local: Cotolengo
 Ingressos: Na portaria do evento ou via WhatsApp (67) 98112-9780
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				<category>Religioso</category>
				<pubDate>Sun, 29 Jun 2025 10:37:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Robert Francis Prevost é eleito como Leão XIV e promete continuidade ao legado de Francisco
]]></title>
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				<description><![CDATA[Sob o silêncio reverente da Praça de São Pedro, o céu parecia conter o fôlego junto com milhares de fiéis. Quando a fumaça branca se ergueu da Capela Sistina, não foi apenas o anúncio de um novo pontífice foi o começo de um novo capítulo na história da Igreja Católica.

 

O Conclave escolheu nesta semana o cardeal norte-americano Robert Francis Prevost como o novo papa. Ele adotará o nome de Leão XIV, evocando força, dignidade e coragem espiritual. A escolha de Prevost, conhecido por sua humildade, sabedoria e trajetória missionária, representa mais que uma decisão dos cardeais: é um chamado do mundo por uma liderança sensível, corajosa e próxima dos povos.

 

Conhecido como o “pastor de duas pátrias”, Prevost viveu parte de sua missão no Peru, durante os anos 80, em meio a realidades duras e populações esquecidas. Ali, no coração da América Latina, ele ouviu os gritos silenciosos dos pobres, compartilhou o pão com os que nada tinham e construiu pontes entre culturas, línguas e dores. Essa vivência moldou não apenas seu sacerdócio, mas sua visão do mundo.

 

Sua proximidade com o agora papa emérito Francisco é profunda e espiritual. Como Francisco, Leão XIV traz em si a marca da simplicidade e da escuta. Mas há nele também um espírito novo firme, decidido, consciente do tempo que se abre diante da Igreja, com seus desafios morais, sociais e espirituais.

 

No momento em que apareceu à sacada da Basílica, seu olhar era sereno, mas sua presença firme. Não apenas os sinos do Vaticano ecoaram corações ressoaram pelo mundo. A esperança, há muito adormecida em meio a crises e polarizações, acendeu-se como uma chama em velas antigas.

Leão XIV será, talvez, o papa da escuta e do equilíbrio. Um homem entre dois continentes, entre dois mundos, entre fé e ação. Um líder que carrega nos ombros não apenas o manto branco, mas as dores, as expectativas e as orações de bilhões.

A Igreja renasce, não como estrutura, mas como caminho. E o mundo, neste dia testemunha o renascimento da esperança.

O novo papa tem uma árdua missão na busca pela paz e pelo fim dos conflitos que preocupam toda a humanidade. Ao novo papa: sabedoria e resiliência nessa caminhada, que seu papado seja como o de Francisco em busca de paz entre todos

os povos.
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				<category>Religioso</category>
				<pubDate>Sat, 10 May 2025 11:29:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[Funeral do papa Francisco será realizado sábado, anuncia Vaticano]]></title>
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				<description><![CDATA[O Departamento de Celebrações Litúrgicas do Vaticano anunciou os detalhes das exéquias do papa Francisco. A cerimônia segue as indicações estabelecidas no Ordo Exsequiarum Romani Pontificis, documento que rege os ritos funerários do Pontífice Romano.
Nesta quarta-feira (23), o corpo será trasladado à Basílica de São Pedro. A Missa das Exéquias será celebrada no sábado (26), seguida do sepultamento na Basílica de Santa Maria Maior.
Traslado
Amanhã, às 9h (horário local), o corpo do papa será trasladado da Capela da Casa Santa Marta até a Basílica de São Pedro. A condução da urna será precedida por um momento de oração, presidido pelo cardeal Kevin Joseph Farrell, camerlengo da Santa Igreja Romana.
A procissão seguirá pela Praça Santa Marta e pela Praça dos Protormártires Romanos, saindo pelo Arco dos Sinos até a Praça de São Pedro, entrando em seguida na Basílica Vaticana pela porta central. Diante do Altar da Confissão, o cardeal camerlengo conduzirá a Liturgia da Palavra, após a qual será aberto o período de visitação à urna mortuária.
Exéquias e sepultamento
No sábado, às 10h (horário local), será celebrada a Missa das Exéquias, que marca o primeiro dia do Novendiali (novenário), os nove dias de luto e orações em honra ao Pontífice. A celebração ocorrerá no átrio da Basílica de São Pedro e será presidida pelo cardeal Giovanni Battista Re, decano do Colégio Cardinalício.
Ao final da celebração eucarística, ocorrerão os ritos da Última Commendatio e da Valedictio — despedidas solenes que marcam o encerramento das exéquias. Em seguida, o caixão do Papa será levado novamente para o interior da Basílica de São Pedro e, de lá, transferido para a Basílica de Santa Maria Maior, onde será realizada a cerimônia de sepultamento.
Diversos chefes de Estado e de governo já anunciaram oficialmente sua presença para prestar homenagem a Francisco.
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				<category>Religioso</category>
				<pubDate>Wed, 23 Apr 2025 09:14:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Semana Santa:
Tradição, Fé e Reflexão ]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/religioso/semana-santatradicao-fe-e-reflexao/45127/</link>
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				<description><![CDATA[A Semana Santa é, para os cristãos de todo o mundo, o tempo mais sagrado do ano litúrgico. Não é apenas uma tradição ou uma celebração simbólica, é o coração da fé cristã. É durante esses dias que a Igreja revive, com intensidade e devoção, os últimos passos de Jesus Cristo na Terra: sua paixão, morte e ressurreição.
A origem da Semana Santa remonta aos primeiros séculos do cristianismo. Desde os tempos apostólicos, os cristãos se reuniam para recordar a morte e a ressurreição de Cristo, especialmente na Páscoa. Com o tempo, a Igreja foi estruturando e expandindo essa celebração, separando os eventos em dias específicos, até formar a semana inteira que hoje conhecemos.
A semana Santa em si não é sobre ovos de páscoa, coelhinho ou peixes que você irá colocar na sua mesa, a semana santa está na maneira como tratamos o outro, sobre o respeito, sobre a forma como nos portamos na sociedade, a semana santa e todos os dias que a seguem nos colocam sobre reflexões que temos que ter no dia a dia com aqueles que convivemos.


Cada dia da Semana Santa possui um profundo significado espiritual:
Domingo de Ramos abre a semana com a recordação da entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, quando o povo o saudava como rei, sem entender que Ele era um Rei que iria reinar do alto da cruz.
Quinta-feira Santa celebra a instituição da Eucaristia e do sacerdócio na Última Ceia. É também o momento da entrega total, do gesto humilde do lava-pés, que ensina o amor em sua forma mais concreta: o serviço.
Sexta-feira Santa é o dia da cruz. Jesus, inocente, se entrega por amor à humanidade, assumindo sobre si os pecados do mundo. A Igreja se silencia, em respeito e adoração, diante do sacrifício redentor.
Sábado Santo é o tempo do silêncio, da espera, da esperança. É a hora em que a dor da ausência se mistura com a fé na promessa.
Domingo de Páscoa, então, é o clímax: a vitória de Cristo sobre a morte. A ressurreição é o centro da fé cristã, a prova de que o amor é mais forte do que a morte, e para os cristãos de que a vida com Deus é eterna.
Embora os ovos de Páscoa estejam hoje fortemente ligados ao comércio e à tradição de presentear, sua origem está profundamente enraizada em símbolos antigos e também em significados cristãos ligados à Ressurreição de Cristo, celebrada no Domingo de Páscoa, o ponto culminante da Semana Santa.
A tradição do ovo como símbolo de vida é muito antiga, anterior até ao cristianismo. Povos antigos como os egípcios, persas e romanos já ofereciam ovos decorados como símbolo de fertilidade, renascimento e esperança.


Com a chegada do cristianismo, esse símbolo foi ressignificado:
o ovo passou a representar o túmulo fechado de Cristo, que, ao ser “rompido” com a ressurreição, deu origem a uma nova vida, a vida eterna. Assim, o ovo passou a simbolizar a vida nova que brota com a vitória de Jesus sobre a morte.
Durante a Quaresma, que é o tempo de 40 dias antes da Páscoa, os cristãos costumavam fazer jejuns rigorosos, muitas vezes deixando de consumir carne, leite e ovos. Esses ovos, que se acumulavam, eram cozidos para se conservar e, depois, consumidos no Domingo de Páscoa, como forma de celebrar o fim do jejum e a alegria da Ressurreição.
Com o tempo, especialmente na Europa, surgiu o costume de pintar e decorar os ovos, tornando-os presentes simbólicos de vida e renovação. No século XIX, com o avanço da indústria, os ovos começaram a ser feitos de chocolate, tornando-se o que conhecemos hoje: um gesto de carinho, celebração e alegria, especialmente para as crianças.
Portanto, os ovos de Páscoa não são apenas um costume comercial. Eles têm uma origem rica em simbolismo religioso e cultural, remetendo à ressurreição de Cristo, ao renascimento espiritual e à esperança de uma nova vida com Deus.
Para os cristãos a importância da Semana Santa está em sua capacidade de nos colocar dentro do Mistério Pascal: morrer com Cristo para ressuscitar com Ele. Não se trata apenas de recordar, mas de participar. Cada liturgia, cada leitura, cada gesto da Semana Santa tem o poder de tocar a alma e renovar a fé. Por isso, a Semana Santa não é um simples feriado. É um chamado à conversão, à reflexão e à comunhão com o Cristo vivo. É um convite para deixarmos que o amor de Deus transforme nossa história.
O certo é que todos os dias dentro de nós fosse semana santa, se assim fosse não aconteceria tantas guerras, maldades, absurdos que vemos diariamente nos noticiários e que nós mesmos aqui noticiamos diariamente, que possamos a cada dia buscar nossa melhoria enquanto seres humanos e que conceitos como os da semana santa deixem de ser aplicados somente no mês e na semana da páscoa.
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				<category>Religioso</category>
				<pubDate>Tue, 15 Apr 2025 08:46:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[O Início da Quaresma:
Um Convite à Reflexão e Renovação]]></title>
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				<description><![CDATA[Começou o período mais importante no calendário do catolicismo, a Quaresma, passado o carnaval começa de fato esse período de reflexão e fortalecimento espiritual.
Com o início da Quaresma, um período considerado por muitos como o mais importante do catolicismo, os fiéis entram em uma jornada de reflexão, penitência e renovação espiritual. Durante esses 40 dias, os católicos são convidados a se reconectar com sua fé por meio de práticas como o jejum, a oração intensa e a realização de obras de caridade. Este tempo de preparação remete à paixão e sacrifício de Cristo, servindo como um convite para a introspecção e o autoconhecimento.
A Quaresma é um convite para olhar para dentro e reconhecer as próprias limitações e falhas, promovendo o arrependimento e a busca por uma vida mais alinhada aos ensinamentos cristãos.
Muitas tradições incluem a prática do jejum e da abstinência, como forma de disciplina e sacrifício, incentivando os fiéis a abrirem espaço para o espiritual por meio do renúncio a certos prazeres terrenos.
Intensificar a oração e participar de momentos de comunhão na comunidade são formas de reforçar os laços com Deus e com os irmãos, fortalecendo a fé coletiva.
A Quaresma também estimula a prática da caridade, incentivando atitudes solidárias e o auxílio aos mais necessitados, como forma de viver os ensinamentos de Cristo.
Ao longo desse período, a preparação culmina na celebração da Páscoa, onde se celebra a ressurreição e a vitória da vida sobre a morte. Assim, a Quaresma não é apenas um tempo de penitência, mas também um caminho de transformação e esperança, convidando os fiéis a recomeçar e a se aproximar mais profundamente dos valores espirituais que sustentam a fé católica.
Este período é uma oportunidade valiosa para renovar o compromisso com a espiritualidade, permitindo que cada pessoa reavalie seus caminhos e se prepare para celebrar a Páscoa com um coração renovado e cheio de fé.
 
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				<category>Religioso</category>
				<pubDate>Fri, 07 Mar 2025 09:32:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[A queda de braço entre o andar de cima e o andar de baixo e a  cultura de precedentes]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/alexviana/a-queda-de-braco-entre-o-andar-de-cima-e-o-andar-de-baixo-e-a-cultura/44565/</link>
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				<description><![CDATA[Não se tem dúvida de que no Brasil impera o recrudescimento no âmbito penal, é por isso que o país tem a 3ª maior população carcerária do mundo, com mais de 800 mil pessoas presas no sistema penitenciário.
A consequência desse punitivismo exacerbado está no crescente número de demandas judiciais nos Tribunais Superiores, para se ter uma ideia o STF julgou mais HCs nos últimos 15 anos do que nos 100 primeiros anos de sua existência. No ano 2000 o STF recebeu 970 HCs, já em 2023 recebeu 2.760. O STJ no ano 2000 recebeu 3.087, e, em 2023 recebeu 18.227 HCs. Portanto é inquestionável que a demanda dos Tribunais Superiores aumentou consideravelmente.
Esse aumento da demanda vem motivando muitas reclamações dos Ministros. Mas o problema não é a demanda em si, mas, sim, a causa dela. Não existe na nossa cultura jurídica uma cultura de respeito aos precedentes judiciais, vou além, não existe uma cultura de respeito a Constituição e ao Código de Processo Penal. Após 35 anos da promulgação da Constituição de 1988 ainda se discute nos Tribunais o direito da defesa ter acesso aos autos.
No Brasil os direitos e garantias fundamentais do ser humano não são respeitados, aqui se pratica uma prestação jurisdicional personalíssima, onde o juiz cria uma norma processual própria. Até as prerrogativas da advocacia são transgredidas todos os dias, inclusive pelo STF. Réu e Advogado são tratados como inimigos de Estado.
Mas qual a razão dessa cultura? Certamente a razão mais significativa é a aporofobia, o ódio do sistema em desfavor do pobre. É impossível visualizar os dados e não enxergar que a desigualdade social e a ignorância do povo são as maiores condicionantes da nossa situação atual.
A matéria penal mais tratada no âmbito jurisdicional é relacionada ao tráfico de drogas, nela podemos observar que somente 11,25% das prisões por tráfico advém de investigações prévias, 88,75% advém de prisão em flagrante, desse número 75% são realizados pela polícia militar, e, somente, 15,49% são realizados pela polícia civil. Em suma o sistema enxuga gelo através da polícia militar prendendo peão. (Sentenciando o tráfico: o papel dos juízes no grande encarceramento / Marcelo Semer. – 1.ed. – São Paulo : Trirant lo Blanch, 2019, p. 158/159)
Como o sistema penal mira somente o pobre, o que é inquestionável ao se observar os dados, vigora no país a ideia de que a vida do pobre não tem muito valor, é por isso que a regra em primeira e segunda instância é prender e deixar preso, é por isso que vigora a ideia de que os fins justificam os meios, em que os direitos e garantias fundamentais são relativizados em prol da punição.
É impossível não rememorar Victor Hugo em “O ÚLTIMO DIA DE UM CONDENADO”, que no prefácio se critica que a abolição da guilhotina ocorreu para salvar nobres, isto é, enquanto os guilhotinados eram pobres estava tudo bem: “Se a tivessem proposto, essa desejável abolição, não por conta de quatro ministros despencados das Tuileries em Vincennes, mas por conta do primeiro salteador vindo, por conta de um desses miseráveis que os senhores mal olham quando cruzam com eles na rua, a quem não dirigem a palavra, cujo convívio empoeirado evitam instintivamente, um desse miseráveis, cuja infância maltrapilha correu descalça por ruas lamacentas (...)”.
Assim, não há dúvida que estamos vivendo um choque entre a ideia classista e punitivista do andar de baixo e a ideia progressista do andar de cima. Enquanto o STJ e o STF não efetivamente solidificar a cultura de precedentes, vamos continuar nessa queda de braço, que as instâncias inferiores saem ganhando quando os ministros não deferem de plano a liminar, haja vista o tempo que leva o julgamento do mérito de um HC.
 
]]></description>
				
				
				<category>Advogado</category>
				<pubDate>Fri, 14 Feb 2025 10:47:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[A vocação é graça e também missão. ]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/domotair/a-vocacao-e-graca-e-tambem-missao/44564/</link>
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				<description><![CDATA[No quinto domingo do Tempo Comum, a Diocese de Coxim viveu uma forte experiência vocacional. No Centro Emaús, local de retiro, formação e oração, aconteceu o Encontro Diocesano de Catequese, reunindo mais de 120 catequistas para um momento de aprendizado e preparação. Com alegria e fé, esses catequistas se fortaleceram espiritualmente para mais um ano de missão, especialmente no acompanhamento das crianças que iniciarão sua caminhada cristã.
Além desse encontro formativo, a diocese também celebrou vocações específicas ao ministério sacerdotal. Dois novos seminaristas, Matheus e Edgar, ingressaram no Seminário Propedêutico, em Dourados, dando o primeiro passo concreto em sua caminhada de discernimento. Já o seminarista Paulo Henrique recebeu a ordem do leitorado, um grau da ordem menor, fortalecendo ainda mais seu compromisso com a Igreja. Com a graça de Deus, vemos as vocações florescerem em nossa diocese, um sinal da presença amorosa do Pai que continua a chamar operários para sua messe.
A palavra “vocação” vem do latim vocatio, onis, que significa chamada ou convite. A vocação é um dom da graça divina, que se manifesta de forma sutil em nossos corações, como um sussurro do Senhor. No entanto, essa chamada exige uma resposta, um “sim” generoso e consciente. Embora a vocação seja uma iniciativa de Deus, cabe a cada um acolhê-la e cultivá-la com oração e discernimento. Como nos ensina a Lumen Gentium, “a vocação de todos os fiéis é um chamado à santidade dentro da Igreja”.
Muitas vezes, reduzimos a vocação apenas ao chamado sacerdotal, mas a Igreja nos ensina que há diversas vocações, todas essenciais para a edificação do Reino de Deus. Além da vocação presbiteral, temos a vida consagrada, o matrimônio e até mesmo os diversos ministérios leigos, como o serviço catequético. Cada um, segundo seu carisma, é chamado a testemunhar Cristo no mundo, respondendo ao chamado divino com generosidade e fidelidade.
Diante dessa riqueza vocacional, somos convidados a rezar pelas vocações e a incentivar aqueles que sentem o chamado de Deus. Assim como Jesus disse a Simão Pedro: “Avança para águas mais profundas, e lançai vossas redes para a pesca” (Lc 5,4), somos desafiados a confiar na vontade do Senhor e responder ao Seu chamado com coragem. E, para aqueles que hesitam, vale lembrar as palavras de Cristo: “Não tenhas medo! De hoje em diante tu serás pescador de homens” (Lc 5,10).
Que possamos, como comunidade de fé, ser um solo fértil onde as vocações possam germinar e dar frutos. Que a graça do Espírito Santo fortaleça todos os que disseram “sim” ao chamado do Senhor, para que possam servir com amor e dedicação na missão que lhes foi confiada.
TV Divino, Pastoral da Comunicação da Catedral São José
 
]]></description>
				
				
				<category>Dom Otair Nicoletti</category>
				<pubDate>Fri, 14 Feb 2025 10:45:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Tenha bom ânimo]]></title>
				<link>https://diariodoestadoms.com.br/pastor-paulo/tenha-bom-animo/44168/</link>
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				<description><![CDATA[“Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.”

João 16:33 ARA

Jesus nos deu uma promessa maravilhosa : 

Ele fala sobre tribulações, sobre dias difíceis. Isso é um despertar de realidade para todos os homens, porque na vida passaremos por aflições. 

Em seguida nos ensina como fazer. Devemos confiar em Deus, cientes de que não estamos sozinhos. Diante disso vamos buscar dentro de nós o ânimo, o crer, a fé e seguir em frente assim como todos que vencem em Cristo Jesus.

Disse Jesus: Porque eu venci o mundo, ou seja, a nossa vitória está nele e não nas possibilidades humanas, ele está declarando  que tudo isso vai passar. 

Jesus te ama!

Apóstolo Paulo Roberto

1ª Igreja da Família (IEF)

Rua 13 de Maio 669 - Jd. Santa Dorotéia - Campo

Grande - MS

Redes sociais: 

Instagram: @familiaief @ap.paulosilva

YouTube:  Família IEF Oficial


]]></description>
				
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				<category>Pastor Paulo</category>
				<pubDate>Mon, 30 Dec 2024 09:30:00 -0300</pubDate>
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			</channel>
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