Jovem de 18 anos aparece decapitado e carbonizado em lixão
5 OUT 2017 • POR • 08h15O corpo de como Leoni de Moura Custódio (18) foi encontrado carbonizado e sem cabeça no aterro sanitário de Campo Grande. Apesar de o jovem ter sido encontrado no sábado (30), somente ontem o caso veio a tona, quando o pai da vítima fez o reconhecimento no IMOL (Instituto Médico Odontológico Legal).
A informação foi confirmada pelo delegado que irá investigar o caso, Geraldo Marim, da 3ª DP (Delegacia de Polícia). Segundo ele, a ocorrência chegou na terça-feira (3) e ainda não foi possível dar mais detalhes da investigação. Foi o delegado quem adiantou que o corpo estava queimado e sem cabeça.
De acordo com o pai da vítima, Reinaldo Custódio da Silva (48), Leoni estava em Campo Grande há cerca de 15 dias. “Ele morava comigo em uma chácara e depois mudou para o Jardim Canguru, aqui em Campo Grande”, disse. O último contato com o filho foi na segunda-feira (25) antes de viajar a trabalho. “Conversamos e estava tudo bem. Fui para Sidrolândia, pois mexo com ar condicionado. Na quinta-feira (28) minha esposa ligou, pois Leoni estava desaparecido”, conta.
Como não era rotineiro, Reginaldo voltou a Capital em buscas de informações do filho e chegou a registrar uma ocorrência de desaparecimento na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do bairro Piranga.
“Percorri delegacia e hoje (3) acabei no IMOL onde fui informado sobre um corpo. Fizemos o reconhecimento pela digital e o que mais temia se concretizou: era o Leoni”, afirma. Questionado, Reginaldo diz que não sabe quem pode ter assassinado seu filho ou a motivação para o crime. “Tudo o que eu quero agora é justiça. Ele era um rapaz bom, não dava trabalho”, desabafa.
