Corinthians sobe preços, afasta assédio e segura elenco
17 AGO 2017 • POR • 13h41
Dentro de campo, a mudança do Corinthians de 2016 para 2017 é impressionante. De um time eliminado precocemente no Paulistão, na Libertadores e na Copa do Brasil, e apenas sétimo colocado no Brasileirão, a realidade hoje é de campeão estadual, dono de campanha sólida na Copa Sul-Americana e liderança disparada do Brasileiro ao fim do primeiro turno - só na Copa do Brasil é que a eliminação prematura foi lamentada.
Fora de campo, a realidade também é nova, apesar de a diretoria ser a mesma desde fevereiro de 2015.
Ao contrário do que ocorreu ao longo do ano passado, quando houve duas fortes reformulações de elenco, em 2017 o mercado do Corinthians está menos agitado. Apenas cinco jogadores saíram, além de 11 empréstimos, e outros dez foram contratados. O último nome adicionado ao elenco foi do atacante Clayson, logo após o Paulistão, e não há pressa por novas contratações.
Quanto às saídas, a ideia de manter os titulares tem sido colocada em prática. São as lições de 2016.
- A gente aprendeu com o que aconteceu. Não vamos cravar que será uma rotina, depende muito. Depende de o atleta ter compreensão quando a gente explica que recebeu uma proposta, mas ela não é boa para o clube. Já que não é boa para ambos os interessados vamos esperar uma nova. É um risco que tem que ser medido diariamente, falando aos representantes do atleta nossas ideias, apresentando projeção.
É um trabalho diário - conta, ao LANCE!, o gerente de futebol do Corinthians, Alessandro Nunes.
