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Suinocultura

Preços dos cortes sobem, mas liquidez segue baixa

16 SET 2014 • POR • 08h40

Levando-se em conta que os valores pagos ao produtor pelo suíno vivo estão em patamares bastante elevados, frigoríficos têm aproveitado o período de início de mês – quando tipicamente as vendas se aquecem – para pedir preços maiores pelos cortes de carne suína.
O aumento nos valores das carnes concorrentes (bovina e de frango) também dá espaço para que as cotações da suína subam. Apesar disso, a liquidez nas vendas da carne segue baixa. Entre 4 e 11 de setembro, o pernil com osso se valorizou 7,7% no atacado do estado de São Paulo, com o quilo do produto cotado na média de R$ 7,85 na última quinta-feira, 11.
Para a costela, a valorização foi de 4% no mesmo período, indo para R$ 10,91/kg na quinta. Em relação ao suíno vivo, os valores têm recuado pontualmente em algumas regiões pesquisadas pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados de Economia Aplicada). Ao mesmo tempo, essas baixas têm sido limitadas pela oferta restrita de animais e pelas boas perspectivas relacionadas às exportações no correr deste semestre.