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Governador avalia gestão e fala de prioridades para 2017

22 NOV 2016 • POR Redação • 12h15

 

Em reunião com o secretariado, na sexta-feira (18), governador Reinaldo Azambuja fez um breve relato sobre ações do Governo, planejamento e prioridades para 2017.

Reinaldo explicou que com a previsão de mais dois anos de retração econômica, é necessário que o Estado faça o enxugamento da máquina, seja físico ou de gestão, como por exemplo, a redução de valores de contratos. Ele também destacou os investimentos que estão sendo realizados nas áreas de Segurança, Saúde e infraestrutura e considerou que, mesmo num ano difícil para a economia e para o cenário político brasileiro, Mato Grosso do Sul atravessou bem a turbulência de 2016.

De acordo com Reinaldo, algumas ações foram planejadas, mas não iniciaram devido à retração da economia. Segundo ele, os poucos recursos impedem começar uma ação, só que mesmo assim temos avançado bastante. “Hoje, temos mais de 60% do que foi planejado iniciado e entregue. Por exemplo, na área de Segurança Pública compramos equipamentos, armamentos, munições, viaturas. Isso foi planejado e foi entregue”, citou.

Reinaldo avaliou que na área da Saúde, foram realizados mensalmente 136 de cirurgias ortopédicas de média e alta complexidade, e isso foi planejado. Para se ter uma ideia do tamanho do alcance dessa ação, em 2014, foram realizadas apenas 26 cirurgias em todo ano.

Para Azambuja, a prioridade será a instalação das escolas em tempo integral. “Teremos no próximo ano, 32 escolas de tempo integral que atenderão Campo Grande e algumas cidades do interior de Mato Grosso do Sul”, destacou.

“Vamos fechar com as contas equilibradas, receita e despesa equacionada, pagamentos dos salários em dia, o 13º será pago em dezembro e no início de janeiro, pagaremos a folha de dezembro. Não temos nenhum fornecedor sem receber, nem prestadores de serviços com débitos. Todos os investimentos estão em dia. Todas as pendências estão praticamente zeradas. Isso mostra que o Governo, mesmo na dificuldade conseguiu manter o equilíbrio. MS é um dos poucos estados que tem um equilíbrio fiscal para suportar as turbulências que estão acontecendo”, finalizou.